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MacpelaAjuda ao Entendimento da Bíblia
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a tradução “a leste de Manre” não seria apropriada, uma vez que tal sítio se acha situado a cerca de 2,7 km ao N da moderna Hébron. A frase “Manre, que quer dizer, Hébron” (Gên. 23:19), pode significar que Manre estava no distrito de Hébron.
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MáculaAjuda ao Entendimento da Bíblia
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MÁCULA
Veja Defeito (Mácula).
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Madalena, MariaAjuda ao Entendimento da Bíblia
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MADALENA, MARIA
Veja MARIA N.º 3.
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Madeiro (Estaca)Ajuda ao Entendimento da Bíblia
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MADEIRO (ESTACA)
Veja Estaca de Tortura
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Madre (Útero)Ajuda ao Entendimento da Bíblia
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MADRE (ÚTERO)
Jeová é o Criador do útero ou madre (Gên. 2:22), e Aquele que pode torná-la frutífera (Gên. 29:31; 30:22; 49:25) ou improdutiva. (Gên. 20:18) A madre de Sara estava ‘amortecida’, ou já não tinha mais a capacidade de dar à luz, quando Jeová lhe restaurou tal capacidade. (Rom. 4:19; Gên. 18:11, 12; 21:1-3) A Bíblia indica que Jeová é o responsável pelo processo de formação dum embrião no útero, mostrando que o formato dum humano no útero segue o padrão de Deus, e não acontece por acaso ou por evolução. (Jó 31:15; compare com Jó 10:8; Salmo 139:13-16; Isaías 45:9.) Tendo o útero sido criado especificamente para a propagação da raça, a “madre impedida” é alistada como uma das quatro coisas que não dizem “Basta!” — Pro. 30:15, 16; veja Abdome (Ventre).
Deus, como Projetista do útero, também pode ver exatamente o que está sendo formado nele. Pode ler as características hereditárias do bebê por nascer, e determinar que utilização Ele deseja dar a tal indivíduo, caso Ele assim deseje. — Jer. 1:5; Luc. 1:15; compare com Romanos 9:10-13.
Jesus indicou que sua mãe, Maria, não devia ser honrada mais que os outros que servem a Deus. Numa certa ocasião em que estava ensinando, certa mulher bradou: “Feliz é a madre que te carregou e os peitos em que mamaste!” Jesus replicou: “Não, antes: Felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam!” (Luc. 11:27, 28) Mais tarde, quando Jesus foi levado para a estaca de tortura, proferiu uma profecia a respeito da vindoura destruição de Jerusalém, dizendo às mulheres que choravam por ele que viriam dias em que as pessoas diriam: “Felizes as mulheres estéreis e as madres que não deram à luz.” (Luc. 23:27-29) Isto se cumpriu em 70 EC, quando mais de um milhão de judeus, inclusive criancinhas, foram mortos, e milhares foram levados cativos, para serem vendidos quais escravos.
O governante judeu e fariseu, Nicodemos, ao ouvir a declaração de Jesus: “A menos que alguém nasça de novo, não pode ver o reino de Deus”, perguntou-lhe: “Como . . . ? Será que pode entrar pela segunda vez na madre de sua mãe e nascer?” Jesus então explicou que este novo nascimento não é duma madre humana, mas “de água e espírito”. — João 3:1-8.
EMPREGO FIGURADO
“Madre” é às vezes empregada com referência a uma fonte de algo. Ao falar das obras criativas para com a Terra, Jeová fala do mar como irrompendo “da madre”. (Jó 38:8) Jeová afirma ao Senhor de Davi que, no dia de sua força militar, este terá voluntários dispostos “como gotas de orvalho” procedentes “da madre da alva” (de onde procede o orvalho matutino). — Sal. 110:1-3.
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MadurezaAjuda ao Entendimento da Bíblia
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MADUREZA
Veja PERFEIÇÃO.
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MãeAjuda ao Entendimento da Bíblia
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MÃE
[Heb., ’em; gr., méter], Assim como a palavra ’av (pai), o vocábulo ’em (mãe) é um termo mimético, um dos primeiros sons labiais dum bebê. É usado para designar a mãe imediata dum indivíduo, uma ancestral — Eva, a esposa de Adão, sendo “a mãe de todos os viventes” (Gên. 3:20; 1 Reis 15:10), a madrasta (Gên. 37:10; compare com Gênesis 30:22-24; 35:16-19), e também de várias formas figuradas.
O desejo de ter uma família numerosa foi profundamente implantado no coração das mulheres hebréias, em especial, por causa da promessa de Deus de fazer de Israel uma nação populosa, e de serem o povo através do qual viria o descendente prometido. (Gên. 18:18; 22:18; Êxo. 19:5, 6) Não ter nenhum filho era considerado como o maior dos infortúnios. — Gên. 30:1.
As mães hebréias aleitavam ao peito seus filhos até que eles tinham três anos, e, às vezes, até a idade de cinco anos ou mais, crendo que, quanto mais uma criança mamasse, tanto mais forte se tornaria. Nos casos em que a mãe morria ou não podia fornecer bastante leite, utilizava-se uma ama-de-leite. Por isso os ‘pequeninos e as crianças de peito’ da Bíblia podiam incluir os que já tinham idade suficiente para serem desmamados, os que já tinham crescido o bastante para terem algum conhecimento a fim de poderem louvar a Jeová e ser treinados no santuário. — Mat. 21:15, 16; 1 Sam. 1:23, 24; 2:11.
Havia uma intimidade especial entre a mãe e os filhos, uma vez que a mãe cuidava imediatamente dos filhos até o tempo em que eram desmamados, quando o pai começava a orientar de forma mais pessoal a educação do filho. A posição da mãe na casa era uma de reconhecida importância. Devia ser respeitada, mesmo em sua idade bem avançada. (Êxo. 20:12; 21:15, 17; Pro. 23:22; Deut. 5:16; 21:18-21; 27:16) Naturalmente, a posição dela sempre foi secundária à do marido, a quem ela devia respeitar e obedecer. Quando criança, Jesus se manteve sujeito a seu pai adotivo, José, e a sua mãe, Maria. — Luc. 2:51, 52.
Quando o pai possuía mais de uma esposa, os filhos diferençavam sua verdadeira mãe das demais esposas de seu pai por usarem o designativo “mãe”. Os irmãos unilaterais se distinguiam dos irmãos bilaterais pela expressão “filhos da minha mãe”. — Juí. 8:19; Gên. 43:29.
Exigia-se que a mãe transmitisse as instruções e as ordens do pai para os filhos e se certificasse de que estas fossem cumpridas. (Pro. 1:8; 6:20; 31:1) A mãe era a administradora do lar, sob a chefia do marido. Ter filhos e criá-los do modo correto mantinha a mãe ocupada e protegida, em grande medida, de se tornar uma tagarela ou alguém que se metia nos assuntos dos outros. Enquanto ela continuasse na fé, isto lhe fornecia uma grande salvaguarda. (1 Tim. 5:9-14; 2:15) A boa mãe tinha de preparar a alimentação e os tecidos para casa, bem como os artigos de vestuário para seus filhos e os demais membros de sua casa, e o pai dos filhos dela, assim como seus filhos, bem que podiam elogiar e louvar tal mulher diante de outros. — Pro. 31:15, 19, 21, 28.
EMPREGO FIGURADO
A palavra “mãe” é aplicada em Juízes 5:7 no sentido duma mulher que ajuda outros e cuida deles. Paulo se referiu à sua gentileza para com aqueles a quem levou a verdade de Deus — seus filhos espirituais — como a de uma “mãe lactante”. (1 Tes. 2:7) Devido à intima relação espiritual, as mulheres cristãs são assemelhadas a mães e a irmãs dos co-cristãos, e devem ser tratadas com o mesmo respeito e a mesma castidade. (Mar. 3:35; 1 Tim. 5:1, 2) As esposas cristãs que seguem o bom exemplo de Sara, esposa de Abraão, são chamadas de “filhas” dela. (1 Ped. 3:6) Uma vez que o corpo do homem foi feito “do pó do solo”, pode-se assemelhar figurativamente a terra à sua “mãe”. (Gên. 2:7; Jó 1:21) Uma cidade é representada como sendo a mãe, e os habitantes dela são considerados como filhos dela. (2 Sam. 20:19) No caso de Jerusalém, a cidade, como sede do governo, representava a nação inteira, e o povo de Israel, quais indivíduos, eram considerados como filhos dela. (Gál. 4:25, 26; Eze. 23:4, 25; compare com Salmo 137:8, 9.) Também, uma grande cidade era considerada como sendo mãe de suas “aldeias dependentes”, ou, literalmente, “filhas”. (Eze. 16:46, 48, 53, 55; veja também as notas da ed. 1960 da NM, em inglês; 16:46, nota da PIB.) Babilônia, a Grande, “a grande cidade”, é chamada de “a mãe das meretrizes e das coisas repugnantes da terra”. — Rev. 17:5, 18.
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Maer-salal-hás-bazAjuda ao Entendimento da Bíblia
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MAER-SALAL-HÁS-BAZ
[Apressa-te, ó despojo! Ele veio rapidamente à pilhagem; ou: Apressando-se para o despojo, ele veio rapidamente à pilhagem]. Jeová ordenou que Isaías escrevesse estas palavras proféticas numa grande tábua, fazendo com que fosse atestada por testemunhas fidedignas. Depois disso, instruiu o profeta a usar esta mesma expressão como nome de seu filho recém-nascido, declarando que, antes que a criancinha pudesse dizer “Meu pai!” e “Minha mãe!”, o rei da Assíria subjugaria os inimigos de Judá — Damasco e Samaria. (Isa. 8:1-4) O significado profético deste nome dado ao segundo filho de Isaías se cumpriu no decurso do prazo designado. Durante o reinado do rei Peca, de Israel, o monarca assírio, Tiglade-Pileser (III) invadiu Israel, tomou muitas cidades, saqueou a terra e levou numerosos habitantes para o cativeiro. Depois disso, Peca foi assassinado. ( 2 Reis 15:29, 30) O rei da Assíria também capturou Damasco, capital da Síria, levou seu povo para o exílio e matou o rei sírio, Rezim. ( 2 Reis 16:9) Deste modo, ambos estes reis, que tinham conspirado contra Judá, tiveram fim. Mais tarde, em 740 AEC, os assírios derrubaram Samaria, removendo os israelitas apóstatas do reino setentrional de Israel. ( 2 Reis 17:1-6) Assim este garotinho que Isaías teve com sua esposa (a quem ele chama de “profetisa“) provou ser em Israel, verdadeiro e fidedigno ’sinal e milagre’ da parte de Jeová.— Isa. 8:3, 18.
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Magia E FetiçariaAjuda ao Entendimento da Bíblia
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MAGIA E FETIÇARIA
Artes secretas e poderes misteriosos presumivelmente utilizados para realizar coisas que estão além do que é natural, e que estão ligados com poderes espíritas e ocultos. A magia “negra”, segundo se diz, consiste em encantamentos, em maldições especiais e no “mau-olhado” que traz danos aos inimigos da pessoa. A magia “branca”, por outro lado, segundo afirmam seus praticantes, produz bons resultados por desfazer os encantamentos e cancelar as maldições. Entre alguns povos antigos, a magia “negra” era proibida, sob pena de morte. A Bíblia, contudo, vai um passo além, e proíbe toda forma de magia espírita. (Lev. 19:26; Deut. 18:9-14) Mediante o emprego de fórmulas mágicas, que se diz terem sido obtidas por meio de conhecimento e de sabedoria sobrenaturais, o praticante tenta influenciar pessoas e alterar eventos futuros. Neste sentido, a magia difere da adivinhação, que tenta apenas descobrir os eventos futuros, em vez de influenciá-los ou alterá-los. — Veja ADIVINHAÇÃO.
As práticas espíritas, as chamadas “ciências”, foram desenvolvidas e utilizadas pelos antigos caldeus de Babilônia. Há dezesseis séculos, Epifânio disse que, em sua opinião, foi ‘Ninrode quem estabeleceu as ciências da magia e da astronomia’. Isaías, no oitavo século AEC, diz-nos que a Babilônia de seus dias estava repleta de feitiçarias de todas as sortes. (Isa. 47:12-15) Mais de um século depois, nos dias de Daniel, os sacerdotes-magos ainda constituíam uma parte da corte babilônica. (Dan. 1:20; 2:2, 10, 27; 4:7; 5:11) Esta expressão, “sacerdotes-magos”, é uma tradução literal e explícita do hebraico.
Os babilônios sentiam grande temor de pessoas fisicamente deformadas, chamadas de feiticeiros (bruxos) e de feiticeiras (bruxas), crendo serem manipuladores da magia “negra”. Por outro lado, os sacerdotes, segundo se dizia, eram mestres da magia “branca”.
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