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  • ‘Toda a criação persiste em gemer’ — por quê?
    A Sentinela — 1986 | 1.° de julho
    • até mesmo por outros negros. Têm ansiado libertação. Mas, seus movimentos de libertação, apesar de greves brancas e marchas de protesto, têm produzido êxitos apenas parciais. Incapazes de mudar plenamente os corações, eles têm fracassado em eliminar o preconceito racial, a ignorância religiosa e a falta de amor ao próximo.

      Assim, ‘toda a criação persistirá em gemer e estará em dores’ até que a discriminação racial seja eliminada pelo Reino de Deus, exercido por Cristo.

      A Libertação da Mulher

      Ao longo dos séculos, as mulheres têm sido maltratadas e em muitos casos consideradas humanos de segunda classe. Isso não se deve a alguma falha do Criador delas. Ele não criou a mulher para que o homem a encarasse simplesmente como objeto sexual. Tampouco foi o homem instruído a tiranizá-la. Como esposa do homem, ela seria sua “ajudadora”, serviria “como complemento dele” e tornar-se-ia “uma só carne” com ele. — Gênesis 1:26-28; 2:18-24.

      O desejo de Eva de ser independente da autoridade amorosa de Deus não resultou em liberdade, mas sim em dura subjugação. Prevendo isso, Deus disse: “Terás desejo ardente de teu esposo, e ele te dominará.” (Gênesis 3:16) Para muitas mulheres, a dominação masculina imperfeita tem sido muito desagradável, e muitos movimentos feministas têm tentado eliminá-la.

      Mas, o Movimento de Libertação Feminina, embora tenha conseguido algumas mudanças para melhor, tem fracassado porque é contrário à libertação equilibrada, que Deus promete. ‘Toda a criação persistirá em gemer e estará em dores’ até que o Reino de Deus ensine todos os homens a ‘amar a esposa como ao seu próprio corpo’ e a tratar “as mulheres mais idosas, como a mães, as mulheres mais jovens, como a irmãs, com toda a castidade”. — Efésios 5:28; 1 Timóteo 5:2.

      Antes de explicarmos como virá esse dia, precisamos considerar outra questão importante. Exatamente como devem os cristãos encarar os hodiernos movimentos de libertação?

  • Como os cristãos devem encarar a libertação
    A Sentinela — 1986 | 1.° de julho
    • Como os cristãos devem encarar a libertação

      OS CRISTÃOS são contrários à “libertação” que rejeita a autoridade corretamente exercida. Por quê? Porque na verdade essa libertação não liberta — escraviza. Um exemplo simples serve para ilustrar isso.

      Um jovem se irrita sob a autoridade de seus pais, que o proíbem de fumar e de tomar bebidas alcoólicas. Não se dando conta de que a autoridade parental é exercida para seu próprio bem, ele anseia a libertação. Ao atingir a maioridade e sair de casa, finalmente consegue a libertação que sempre quis. Mas, anos depois, já como fumante inveterado e quase alcoólatra, seu médico lhe diz que, por razões de saúde, ele deve deixar tanto de fumar como de beber. Ele acha isso difícil. A sua libertação o levou ao vício, à escravização.

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