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  • A besta escarlate
    A Sentinela — 1963 | 15 de abril
    • cinco destes tinham caído: o Egito, a Assíria, a Babilônia, a Média e Pérsia e a Grécia. O sexto estava então em poder, a Roma pagã, que continuou em existência até mais tarde como o Santo Império Romano, e um ainda estava para vir, a potência mundial anglo-americana, a besta de dois chifres. Permanecer ela por um pouco indica que o fim destas potências mundiais está próximo.

      Esta besta escarlate ainda aparece no livro de Apocalipse sobre outra forma. Isto, porém, não deve ser surpreendente, visto que na profecia bíblica várias pessoas e entidades às vezes aparecem em mais de uma forma, todas apropriadas, mas usadas para mostrar aspectos diferentes de pessoas,, de organizações, de nações ou de entidades políticas. Assim notamos que a sétima potência mundial, a anglo-americana, é representada pela sétima cabeça da besta que emergiu do mar, pela besta de dois chifres semelhantes a um carneiro, porém, com voz de dragão e também pelo falso profeta por causa de sua propaganda. Isto, igualmente, se dá com a besta escarlate; ela é chamada também de oitava potência mundial e, em Apocalipse 13:14, 15, é referida como sendo “a imagem da besta”, isto é, da besta que emergiu do mar. “[A besta de dois chifres] seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu, e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que, não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta.” — ALA.

      Segundo esta profecia, a besta de dois chifres, isto é, a Grã-Bretanha e os Estados Unidos, diriam aos habitantes da terra que fizessem uma imagem da besta, da Liga das Nações. Comprovam isto os fatos históricos? Comprovam sim, pois, a Enciclopédia Britânica, Vol. 20, página 846, edição de 1959, na bibliografia de Jan Christiaan Smuts, um estadista sul-africano, diz o seguinte: “Depois do Armistício [1918] Smuts escreveu um Memorando sobre a Liga das Nações, The League of Nations: A Practical Suggestion (1918) [A Liga das Nações: Uma Sugestão Prática], que foi apoiado tanto pelo Presidente Wilson como por Mr. Lloyd George, tornando-se em substância o Pacto da Liga.” Naquele tempo eram naturalmente estes dois os chefes dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha. Embora os Estados Unidos nunca se unissem oficialmente à Liga, o seu chefe tomou parte em dizer ao mundo que fizesse uma imagem da besta. Com o passar dos anos os Estados Unidos realmente entraram furtivamente na Liga mediante apoiar os pactos e tratados ratificados pelos membros dela. A evidência é ainda mais forte de que os chefes destas duas nações ou desta potência mundial dupla, Winston Churchill e Franklin D. Roosevelt, tomaram a dianteira em fazer com que os povos da terra tirassem esta besta escarlate do abismo de inatividade em que tinha sido lançado pela Segunda Guerra Mundial, na forma de Nações Unida.

      O que dizer da mulher vestida de escarlate que monta a besta da mesma cor? Nas Escrituras, desde Gênesis 3:15 até Apocalipse 22:17, usa-se a mulher para prefigurar organização, especialmente organização religiosa. Assim, a infiel Jerusalém é representada por uma prostituta e a congregação cristã fiel por uma virgem pura. (Isa. 1:21; 2 Cor. 11:2) Esta mulher, portanto, pode prefigurar muito bem a falsa religião e, em especial, a cristandade apóstata, que professa estar desposada com Jesus Cristo, mas que lhe é infiel, conforme se ve no fato de ela consorciar-se e agir de comum acordo com os governos deste mundo em vez de aguardar o reino de Deus. A ela se aplicam as seguintes palavras pejorativas: “BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA.” É digno de nota que, quando o Rei dos reis, Jesus Cristo, executar o juízo sobre estas várias bestas serão os dez chifres ou reis da besta escarlate que destruirão este sistema religioso falso, sendo que a conhecida oposição do comunismo a todas as coisas religiosas é uma antecipação disto. — Apo. 17:5, ALA.

      Obviamente, este debuxo, por assim dizer, não pode aludir a todos os pormenores das bestas do Apocalipse. Estas, porém, quando consideradas, provam-se em harmonia com o acima e com o que se considera em outras publicações da Sociedade Torre de Vigia.

      Jeová, sem dúvida, está fazendo com que a sua luz brilhe sobre as profecias registradas há muito, segundo a sua promessa de fazer com que o caminho dos seus servos fosse cada vez mais iluminado. Isto é realmente o motivo para que todos os seus servos tenham incrementada fé que Ele, em todo o tempo, tem pleno controle sobre os assuntos mundiais e que a Bíblia é a sua Palavra inspirada. Isto deve fortalecer a esperança deles de que a justiça triunfará por fim e os ajudar a servir a Deus na “forma de adoração que é pura do ponto de vista de nosso Deus e Pai”, mantendo-se sem mancha do mundo. — Tia. 1:27.

  • O cristianismo e a religião confortável
    A Sentinela — 1963 | 15 de abril
    • O CRISTIANISMO E A RELIGIÃO CONFORTÁVEL

      ✔ Escrevendo no Colonist de Vitória, de 28 de janeiro de 1961, o clérigo Frank S. Morley lamentou a moleza dos ministros hodiernos em comparação com os cristãos heróicos do primeiro século. “Há dias li um jornal religioso”, ele escreveu, “e achei alguns anúncios escritos de modo a atrair ministros às vagas em igrejas. Um gabou-se de ‘presbitério mobiliado, aquecimento a óleo combustível . . . ruas calçadas, escolas modernas’. Outro: ‘Bela igreja, presbitério excelente — dez minutos a carro da universidade.’ Assim rezaram: ‘Presbitério completamente mobiliado’; ‘presbitério confortável, de tijolos, com aquecimento a óleo combustível’; ‘reitoria confortável, aquecida a óleo combustível, garagem nova, próxima às escolas secundárias e públicas’”.

      Morley chamou à atenção que quando Paulo recebeu a chamada para ir a Macedônia, “carecendo a abordagem cautilosa de seus sucessores hodiernos, Paulo chamou Barnabé e “imediatamente procuraram partir para Macedônia’”. (Atos 16:10) Padeceram motins, espancamentos, encarceramentos, privações, dificuldades, e ainda regozijaram nas suas designações ministeriais. Quão diferentes são os clérigos modernos dos cristãos do primeiro século!

  • Troca de alimento material por espiritual
    A Sentinela — 1963 | 15 de abril
    • TROCA DE ALIMENTO MATERIAL POR ESPIRITUAL

      Certa testemunha de Jeová recebeu convite para freqüentar a Escola do Ministério do Reino da Sociedade Torre de Vigia, no período letivo que havia de se iniciar antes do fim da campanha da Sentinela. “Eu estava determinado a fazer tudo ao meu alcance para atingir a minha quota de trinta assinaturas para pioneiro especial”, declarou esta Testemunha. “Visto que no inverno há falta de emprego, pus em prática a sugestão do Ministério do Reino de trocar assinaturas com mantimento. Certa vez troquei uma assinatura com cinqüenta centavos [de dólar] e uma dúzia de ovos, e em outra ocasião pedi vinte e cinco centavos e meia dúzia de ovos por uma assinatura de seis meses. Muitas vezes trocava com fubá, batatas ou galinhas. Antes de partir, em 11 de abril, fiz muito empenho para voltar a todas as promessas. Durante a última semana obtive crês assinaturas, elevando o número de minhas assinaturas a vinte e seis.”

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