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  • Ajude as viúvas e órfãos
    Nosso Ministério do Reino — 1978 | novembro
    • com a mãe. Onde o pai é descrente é provável que se dê conselho não bíblico aos filhos, que enfrentem zombaria e talvez até mesmo maus tratos, mas devem mostrar a devida obediência. — Efé. 6:1-3.

      COMO PODEMOS AJUDÁ-LOS

      3 É evidente que os órfãos e viúvas, entre outros em nosso meio, necessitam especialmente de encorajamento e edificação. Para que alguém de nós possa ser fonte de encorajamento ou ajuda para estes necessitados, precisamos saber qual a sua situação. Visto que não consideram abertamente seus problemas e sentimentos íntimos com a congregação inteira, como podemos determinar que ajuda e encorajamento seria apreciado? Em geral, isto não se pode fazer por se perguntar diretamente: “Há algo que posso fazer por você? Precisa de alguma coisa?” Não obstante, podemos aprender muito sobre sua situação real por observá-los e por escutar suas observações casuais. Por exemplo, as expressões faciais e a evidência de cansaço podem nos dizer bastante coisas. Quanto mais conversarmos com eles no Salão do Reino, quando junto com eles no serviço de campo, ou na casa deles ou em nossa, tanto melhor chegaremos a conhecer suas necessidades reais. Naturalmente, devemos evitar intrometer-nos nos seus assuntos particulares.

      4 Após descobrirmos em que áreas ajuda e encorajamento são necessários e seriam apreciados, deveríamos prosseguir na medida do possível. Talvez seja questão de ajudar na limpeza do lar, lavar roupa ou fazer compras. Às vezes, ajuda material, em forma de dinheiro, roupa ou comida pode ser indicada. (Veja 1 Tim. 5:3-10; 1 João 3:17, 18) Pode ser muito encorajador para pessoas necessitadas serem convidadas para acompanhá-lo na atividade de estudos bíblicos ou em revisitas, como também em outras atividades de serviço de campo. Também, pode ser benéfico incluí-los em alguma atividade social salutar, a fim de atender a sua necessidade de companheirismo. — Luc. 14:12-14.

      5 Naturalmente, deve-se tomar cuidado para não forçar sua atenção em alguém que talvez não lhe seja tão achegado. Se um irmão realmente mostrar preocupação com um jovem em situação infeliz e demonstrar isso pelo calor e interesse genuínos, o jovem usualmente corresponderá, com o tempo. A relação desenvolver-se-á naturalmente, talvez sem que o irmão ou o jovem tenham de falar a respeito. Por exemplo, pode ser que venham a gostar de trabalhar juntos no serviço de campo e trocar idéias e experiências. Embora esse irmão, em realidade, nunca possa preencher o papel de pai do jovem, poderá ser amigo de confiança. Por causa da diferença em idade, talvez seja como um pai, mas ele reconhece corretamente que é mais como irmão mais velho.

      6 Naturalmente, quanto alguém pode fazer é governado pelas circunstâncias. Um irmão solteiro, por exemplo, pode ser limitado na sua ajuda dada a uma viúva e seus filhos, para não dar a impressão errada. Amiúde é melhor para irmãs ajudarem as viúvas, ou casais se empenharem nisso juntos. Ademais, caso ajuda seja dada a crianças não acompanhadas pelos pais, devemos tomar em consideração os sentimentos dos pais vivos e não minar a influência e orientação dos pais.

      7 Como é o caso com todos os demais membros da congregação, podemos ser uma fonte de encorajamento para órfãos e viúvas e outros afligidos, se estivermos alertas às suas necessidades e atendermos a elas na medida que nossa situação permite. É realmente uma questão de cumprir a admoestação do apóstolo Pedro: “Tende intenso amor uns pelos outros.” — 1 Ped. 4:8.

  • Como é sua família?
    Nosso Ministério do Reino — 1978 | novembro
    • Como é sua família?

      1 “Homem devoto e que temia a Deus, junto com toda a sua família.” Esta não é uma situação desejável? Descreve também a sua família? É interessante que não se fala aí duma família cristã. No entanto, era uma família onde se ofereciam orações a Deus diariamente e fizeram-se esforços sinceros para servir ao Altíssimo. De modo que Deus enviou um anjo que disse a esse homem que mandasse chamar Pedro para aprender sobre a salvação. — Atos 10:2; 11:13, 14.

      2 Provavelmente reconhece o homem — um italiano, oficial do exército, Cornélio. Ele e sua família foram os primeiros gentios incircuncisos a se tornarem cristãos. Mas a Bíblia fala de outras famílias, e conta os passos necessários que esses homens deram, a fim de ganharem a aprovação de Deus.

      3 Sobre certo assistente dum rei evidentemente do Rei Herodes Ântipas, a Bíblia diz: “Ele e toda a sua família creram.” Diz-nos sobre Lídia e os que moravam com ela: “Ela e sua família foram batizadas.” De modo similar, a Bíblia diz sobre um carcereiro filipense: “Ele e os seus foram batizados sem demora. . . . e alegrou-se grandemente, com toda a sua família, agora que tinha crido em Deus.” — João 4:53; Atos 16:15, 33, 34.

      4 Será que a sua família também crê? São convencidos em mente e coração quanto à identidade real de Jesus — que é realmente o Filho de Deus do céu que deu sua vida em morte sacrificial aqui na terra para que pudéssemos ganhar a vida eterna? Naturalmente, há algo que precisa anteceder o crer. O quê? Conhecimento, pois como pode realmente crer em algo que não conhece? Existem provisões para sua família crescer em conhecimento de Deus? Precisa haver realmente.

      5 Como são as horas das refeições na sua família? Em conversa recente, alguns de nós dissemos que nos lembramos muito bem da nossa família estar reunida ao redor da mesa de refeições. Foram tempos bons de associação, e para nós, que éramos da verdade, era ótima oportunidade de considerar e recapitular assuntos espirituais. As horas de refeição são períodos agradáveis e benéficos em Betel hoje. É isso assim na sua família? Se não, poderia fazer um arranjo para que seja? Isto pode desempenhar um papel importante em desenvolver uma família verazmente crente.

      6 Note o que observou certo pai que criou 18 filhos na verdade: “Tomarmos as refeições juntos decididamente tem contribuído para a nossa união, dando-nos, por exemplo, a oportunidade de orar juntos. E habilitou-me a inculcar nos meus filhos as declarações de Deus, ‘sentado na minha casa’, em harmonia com a Sua Vontade. (Deu. 6:6, 7) Ajudou-me também a tomar pulso da minha família, observar atitudes ou tendências, e aplicar a solução que achei necessária, segundo as necessidades espirituais de todos nós.” — A Sentinela de 1/12/1976.

      7 Tomar refeições juntos em família pode envolver alguns ajustes nos programas da família, mas pode realmente valer o esforço ou custo. Certo pai que foi bem sucedido em criar três rapazes na verdade, escreveu: “Embora eu trabalhasse a mais de 25 quilômetros de distância do lar, voltava para o almoço. Eu achava que o custo era mais do que compensado pelas vantagens duma refeição em família. Quantos problemas não solucionamos em torno da mesa familiar!” — A Sentinela de 15/6/78.

      8 Jesus também usou as horas de refeições para considerar assuntos espirituais e evidentemente os discípulos fizeram o mesmo. (João 21:15-17; Atos 2:42, 46) Mas é também bom quando se pode reservar outro tempo para ler a Bíblia e palestrar sobre ela. Exemplificando, por que não selecionar partes da vida de Jesus e ler, numa ocasião, trechos da Bíblia que se referem somente àquela parte específica da vida de Jesus? Muitas sessões de leitura da Bíblia e de palestras, por exemplo, podem girar em torno dos poucos dias entre 8 e 16 de nisã, de 33 E.C.

      9 Como é sua família? Cada um de nós deve fazer esta pergunta para si mesmo muitas vezes, e então tomar as necessárias providências para que seja uma família espiritualmente sadia. Pois, afinal, de que proveito será se ganharmos o mundo inteiro, mas nossa família estiver morrendo espiritualmente?

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