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  • “Que Deus se levante, que seus inimigos sejam espalhados”

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  • “Que Deus se levante, que seus inimigos sejam espalhados”
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1968
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1968
w68 1/4 pp. 201-207

“Que Deus se levante, que seus inimigos sejam espalhados”

“Que Deus se levante, que seus inimigos sejam espalhados, e que aqueles que o odeiam intensamente fujam por causa dele.” — Sal. 68:1.

1, 2. A quem tem Deus como inimigos, alguns destes sem o saberem?

DEUS tem seus inimigos! Milhões de pessoas, atualmente, são inimigas da própria idéia de que há um Deus, o Altíssimo e Todo-poderoso, o Ser Divino que não tem princípio e nem fim, o Criador do céu e da terra, o Artífice do homem. Aquele a quem todas as criaturas humanas inteligentes na terra têm de prestar contas, dependendo inteiramente Dele.

2 Há outras pessoas que afirmam ser adoradores de Deus, mas que são realmente seus inimigos, mui provavelmente os piores inimigos por motivo de o representarem mal e serem assim hipócritas religiosos. É como declarou há muito tempo alguém que amava a Deus: “Eles declaram publicamente que conhecem a Deus, mas repudiam-no pelas suas obras, porque são detestáveis, e desobedientes, e não aprovados para qualquer sorte de boa obra.” (Tito 1:16) Centenas de milhões de outras pessoas são inimigos de Deus sem o saberem, não que adorem deuses falsos, mas porque são amigos deste mundo: “Não sabeis que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Portanto, todo aquele que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” (Tia. 4:4; NM; CBC) Sem contestação, Deus tem seus inimigos, infelizmente para eles!

3. (a) Até que ponto se levantará Jeová agora contra seus inimigos? (b) Qual é Seu propósito, conforme declarado em Isaías 28:21, e isso deve fazer que os inimigos pensem no quê?

3 Chegou o tempo para que Deus se levante contra seus inimigos na terra com um só movimento final para eliminá-los inteiramente. Nas páginas da História estão casos em que Deus se levantou contra certos inimigos daqueles dias, para aliviar-se da resistência deles. Mas, agora, segundo o seu propósito declarado, ele se levantará para livrar a terra dos seus inimigos hodiernos em um só grande movimento que abrange tudo, não permitindo que nenhum escape. Não se esqueceu do seu propósito declarado, embora fosse registrado há vinte e sete séculos atrás: “Jeová se levantará assim como no Monte Perazim, Ele ficará agitado assim como na planície baixa perto de Gibeom, para executar o seu ato — seu ato é estranho — e para fazer a sua obra — sua obra é incomum.” (Isa. 28:21) A História mostra o que ocorreu em Perazim naquela ocasião, e isso deveria bastar para fazer que os inimigos hodiernos de Jeová pensassem em como as suas forças destrutivas jorrarão impetuosamente como águas sobrepujantes para varrer a eles e aos seus ídolos.

4, 5. (a) Quem testemunhou o que Deus fez em Perazim e Gibeom, e que papel tinha este de desempenhar para com os inimigos de Deus em toda a terra? (b) No Salmo 68:1-3, o que pediu em oração a respeito dos inimigos e dos justos?

4 Um homem que testemunhou tanto o que ocorreu em Perazim como o que ocorreu mais tarde em Gibeom, no século onze antes de nossa Era Comum, foi o Rei Davi, de Jerusalém. (2 Sam. 5:17-25; 1 Crô. 14:8-17) A eliminação daqueles inimigos filisteus em Perazim e Gibeom não acabou por completo com todos os inimigos do reino de Deus que Jeová estabelecera ali, no Oriente Médio, tendo o Rei Davi como o seu representante visível no trono de Jerusalém. Havia muitos outros inimigos que ainda permaneciam na faixa de terra que Jeová Deus prometera dar ao antepassado de Davi, o patriarca Abraão, faixa esta que ia desde o grande rio Eufrates até o rio do Egito. (Gên. 15:17-21; 12:1-9; 13:14-18) Outros inimigos poderosos, tais como os sírios, permaneciam nesta área geral de terra e tinham de ser destruídos ou subjugados e se tornarem vassalos. O Rei Davi recebera a ordem de Deus de lidar com tais inimigos de tal modo que cumprisse a promessa de Deus de dar “toda a terra” aos descendentes de Seu fiel amigo, Abraão. Davi devia ter presente estes inimigos quando escreveu as palavras iniciais do Salmo 68 (versos um a três):

5 “Que Deus se levante, que seus inimigos sejam espalhados, e que aqueles que o odeiam intensamente fujam por causa dele. Assim como se afasta a fumaça, que os afaste; assim como a cera se derrete por causa do fogo, que os iníquos pereçam de diante de Deus. Mas, quanto aos justos, que se regozijem, que se animem perante Deus, e que exultem com regozijo.”

6, 7. (a) A quem citou ali o salmista Davi, e o que foi tal pessoa instruída a fazer para representar a presença de Deus? (b) Quando e por quê proferiu tal pessoa as palavras citadas por Davi?

6 Visto que ainda havia inimigos não subjugados na Terra Prometida, a marcha vitoriosa de Jeová Deus contra seus inimigos ainda não fora feita por completo. Apropriadamente, então, o Rei Davi foi inspirado a escrever e a citar as palavras do homem a quem Jeová Deus usou quando começou esta marcha vitoriosa, a saber, o profeta Moisés, no século dezesseis A. E. C. Moisés, naquele tempo, achava-se no deserto de Sinai, na Arábia, junto com as doze tribos dos filhos de Israel e uma “vasta companhia mista” de não israelitas também. (Êxo. 12:38; Núm. 11:4) O acampamento inteiro se compunha de milhões de pessoas. Na primavera setentrional do ano prévio, Jeová Deus livrara miraculosamente a todos eles do Egito, até mesmo destruindo os exércitos dos egípcios sob Faraó, quando tentaram alcançar os fugitivos israelitas ao cruzarem estes o leito seco do Mar Vermelho. No terceiro mês depois disso, os israelitas e a “multidão mista” atingiram o Monte Sinai, e ali Jeová Deus fez com eles um pacto ou contrato nacional.

7 Segundo a lei deste pacto nacional, foi erguido um tabernáculo sagrado para a adoração de Deus. No quarto mais recôndito deste tabernáculo foi colocada a arca de ouro do pacto para representar a presença de Deus ali. Sempre que os israelitas levantavam tendas e se mudavam para o local seguinte, a arca do pacto era levada nos ombros dos sacerdotes para esse lugar de parada seguinte. Assim, Deus e seu povo estavam em marcha para tomar posse da Terra Prometida. Havia muitos inimigos no caminho, antes mesmo de conseguirem a posse completa da terra inteira. Em reconhecimento disto, Moisés, qual mediador entre Deus e a nação de Israel, suplicou a Deus que tomasse a liderança, assim como Números 10:35, 36 nos diz, nas seguintes palavras: “Acontecia que, quando a Arca partia em viagem, Moisés dizia: ‘Levanta-te, ó Jeová, e que teus inimigos sejam espalhados; e que aqueles que te odeiam intensamente fujam de diante de ti.’ E quando descansava, ele dizia: ‘Retorna, ó Jeová, às miríades de milhares de Israel.’

8, 9. No Salmo 68:4-6, o que foi que o Rei Davi instou com seu povo que fizesse com respeito a Deus?

8 As vitórias de Jeová e todo o seu tratamento misericordioso de seu povo merecia ser celebrado com cânticos de louvor a Ele. O salmista Rei Davi, que era cantor e músico, instou com seu povo, as doze tribos de Israel a que fizessem isso:

9 “Cantai a Deus, entoai melodia ao seu nome; alçai um cântico Àquele que cavalga pelas planícies desérticas como Já, que é seu nome; e jubilai-vos diante dele; um pai de meninos órfãos e um juiz de viúvas é Deus em sua santa morada. Deus faz que os solitários habitem numa casa; traz os prisioneiros à plena prosperidade. Contudo, quanto aos teimosos, têm de residir numa terra devastada.” — Sal. 68:4-6.

10. Como, no caso de Israel, Deus demonstrará ser (a) um pai para meninos órfãos e (b) juiz de viúvas?

10 Nenhuma nação ou povo da terra, atualmente, poderia ter melhor governante do que tinha a antiga nação de Israel em seu Deus, seu Rei invisível. Sua inteira nação havia sido prisioneiros involuntários e imerecedores no Egito pagão; mas Jeová Deus desolou a terra do Egito com dez miraculosas pragas e os levou à prosperidade, que atingiu sua plenitude por volta do tempo do Rei Davi. No Egito, a nação de Israel tinha sido como um menino órfão, mas Jeová demonstrou-se um pai para ela, chamando a nação inteira do “meu primogênito”. (Êxo. 4:22) Quando tirou a Israel, seu primogênito, da opressão debaixo do Faraó que desafiou a Deus, foram mortos todos os varões primogênitos do Egito. O povo de Deus ali era como uma viúva desamparada, sem ter ninguém a quem apelar por ela no tribunal, e Ele entrou em cena como o justo Juiz do Supremo Tribunal e certificou-se de que a nação afligida obtivesse justiça, libertação. Veio a ser como um marido para o seu povo. — Isa. 54:5; Jer. 3:14; 31:31, 32.

11. Como foi que Deus lidou com o “solitário” em contraste com os “obstinados”, e com que nome cavalgava?

11 Tratados como escravos perigosos no Egito, os israelitas eram como pessoas solitárias num deserto inamistoso, sem terem nenhum lar para onde ir. Jeová, porém, os tirou dali e os colocou numa casa, na Terra Prometida. Aqueles que se mostraram Seus inimigos e obstinadamente se opuseram a ele, fez que residissem sem as bênçãos refrescantes do favor divino, como numa terra tostada pelo sol. Seu nome é Já, que é abreviação do nome Jeová. Tornou conhecido a seu povo lá no Egito o seu nome Jeová, como eles e seus fiéis antepassados jamais o conheceram antes. (Êxo. 15:1, 2; 17:16) Com este nome, sobre o qual acumulara fama, cavalgou pela planície desértica ao guiar Seu povo até à terra da promessa. Alcem um cântico a Ele!

A MARCHA DE SINAI A SIÃO

12, 13. Como o salmista Davi nos faz lembrar, que coisas pode Deus mover a fim de mostrar seu poder qual Criador, e como foi que demonstrou isto em Sinai?

12 Para este Deus Onipotente, Jeová, não é nada mover o céu e a terra para mostrar que ele é o Deus da criação e de todas as leis dela. Demonstrou seu poder de fazer isso no Monte Sinai, na Arábia, para onde levou seu povo no terceiro mês depois de livrá-lo do escravizador Egito. Bem antes de declarar os Dez Mandamentos do cume do Monte Sinai, fez terríveis demonstrações na terra e no céu, a fim de inculcar no povo de Israel que o Legislador dele não era mera criatura humana insignificante, mas era o Deus do céu e da terra. Se as coisas inanimadas da criação são movidas pela sua presença invisível, por que as suas criaturas humanas inteligentes, que contemplam suas maravilhosas obras de criação, não deviam também ser movidas? Ele pode mover o céu e a terra a cumprir Sua vontade. A divina qualidade de poder de fazer isto foi o que o salmista Rei Davi trouxe à lembrança e mencionou, para o louvor de Jeová, ao dizer

13 “Ó Deus, quando saístes à frente do teu povo, quando marchaste pelo deserto . . . a própria terra se sacudiu, o próprio céu também gotejava por causa de Deus; este Sinai se sacudiu, por causa de Deus, o Deus de Israel. Copiosa chuva começaste a fazer cair, ó Deus; tua herança — até mesmo quando estava exausta — tu mesmo a revigoraste. Tua comunidade de tendas — eles habitaram nela; em tua boa qualidade passaste a torná-la pronta para o aflito, ó Deus.” — Sal. 68:7-10.

14. (a) Como foi que Deus revigorou sua herança quando esta estava exausta? (b) Por quanto tempo era seu povo uma “comunidade de tendas”, e que resistência enfrentou por fim?

14 O povo de Israel fora tirado de entre as nações pagãs para ser a possessão exclusivado próprio Deus, e ele o chamava de sua herança. (Deu. 32:8, 9) Fora afligido no Egito; e, quando alcançara o sopé do Monte Sinai no deserto, estava sem dúvida exausto, como uma terra sedenta. Mas ali, por lhe dar os Dez Mandamentos e todas as demais leis do Seu pacto e por estabelecer Sua pura adoração organizada entre eles, Jeová Deus começou a causar uma chuva de bênçãos espirituais. Isto foi espiritualmente revigorante para o povo de sua herança e os forteleceu como alimento. Verificaram que tinham de viver, não só do alimento físico, mas também de toda palavra procedente da boca de Deus. Passaram longo tempo — quarenta anos — como uma comunidade de tendas no deserto e fora dos limites da Terra Prometida. Mas, no ano final, Jeová os levou às fronteiras da “terra que manava leite e mel”. Daí os reis locais começaram a oferecer resistência. O que restava fazer então? Ouçam:

15, 16. Conforme observado no Salmo 68:11, que parte desempenharam as mulheres de Israel em relação às vitórias de Deus por meio de seus homens?

15 “O próprio Jeová fornece a afirmação; as mulheres que proclamam as boas novas são um grande exército. Até os reis de exércitos fogem, fogem. Quanto àquela que fica em casa, ela participa do despôjo. Embora, ó homens, continuásseis deitados no meio dos montes de cinza do acampamento, haverá as asas de uma pomba coberta de prata, e suas pontas das asas de ouro verde-amarelado. Quando o Todo-poderoso espalhou os reis nele, começou a nevar em Salmom.” — Sal. 68:11-14.

16 Nos tempos antigos, as mulheres não tomavam parte na batalha, mas, quando as tropas vitoriosas retornavam, saíam de seus lares para celebrar e para declarar as boas novas com dança, cânticos e música. Miriã, a irmã de Moisés, liderou as mulheres israelitas na dança e nos cânticos depois que seu Deus, Jeová, aniquilou os exércitos egípcios no Mar Vermelho. (Êxo. 15:20, 21) A filha de Jefté veio se encontrar com ele com dança e música quando retornava de sua vitória sobre os inimigos amonitas. (Juí. 11:34) Quando o Rei Saul, em companhia de seu general, Davi, retornavam da vitória sobre os filisteus, as mulheres saíram de todas as cidades para saudá-los com música, cânticos e dança. (1 Sam. 18:6, 7) As mulheres não deveriam ficar silenciosas em tais ocasiões. Eram seus homens que foram usados na luta vitoriosa sob Deus e tinham direito de participar na celebração da vitória e dar a glória e o crédito pela vitória a Deus, cuja vontade seus homens haviam feito.

17. (a) Por que as mulheres da atualidade estão obrigadas a contar as “boas novas”? (b) Qual era a “afirmação” que Deus deu ao antigo Israel, e o que deveria fornecer a obediência à “afirmação?

17 As mulheres desse tipo não são inimigas de Deus. Não importa quão grandiosas fossem as boas novas que as mulheres tinham a contar lá naquele tempo em que o salmista Davi escreveu, as mulheres destes dias modernos têm ainda mais grandiosas boas novas a contar, e, destarte, provar que não são inimigas, mas sim amigas de Deus. Recebem as boas novas de Deus, e é seu direito e sua obrigação contá-las. Lá naquele tempo, nos dias da jovem nação de Israel, ‘o próprio Jeová forneceu a afirmação’. Qual foi a afirmação? À medida que os israelitas se aproximaram da Terra Prometida para tomá-la das mãos dos inimigos de Deus, Sua “afirmação” a eles seria a de irem avante corajosamente e tomarem posse dela, executando com armas de guerra os inimigos de Deus que ocupavam a Terra Prometida sem o direito a ela, dado por Deus. A obediência a esta ordem ou “afirmação” da parte dos homens batalhadores de Israel deveria produzir que resultado? O Deus a quem foi dirigida a oração: “Levanta-te, ó Jeová, e que teus inimigos sejam espalhados”, garantia que o resultado seria a vitória! Resultaria em “boas novas” que as mulheres seriam movidas a celebrar com música e dança e a contar em cântico.

18. (a) Em que sentido poderia ser dito que Deus fornece a “afirmação” às mulheres? (b) De que modo começou a “nevar” em Salmom quando Deus espalhou os reis inimigos?

18 Por lutar pelo seu povo e lhe dar a vitória, Jeová estaria dando algo às mulheres para que contassem. Estaria suprindo-lhes o tema de seu cântico de celebração; estaria dando a elas as boas novas. Neste sentido, poderia ser mencionado como dando a afirmação. Na celebração da vitória, as mulheres contariam como os reis pagãos dos exércitos inimigos haviam fugido de diante de Jeová Deus, quando Ele se levantou contra eles em batalha. As mulheres contariam que, quando Deus, o Onipotente, espalhou os reis inimigos que estavam no caminho de Israel, os corpos mortos dos exércitos inimigos cobriam o campo como a neve, como em Salmom; ou, possivelmente que, para conceder a vitória a seu povo, ele mandará vir uma neve miraculosa em Salmom. Os batalhadores vitoriosos em favor de Deus retornariam para casa depois de despojar o inimigo morto, e partilhariam o despôjo com suas mulheres, que tiveram de ser deixadas em casa para cuidar do lar.

19. Como, embora os homens ficassem deitados entre os montes de cinza do campo, haveria uma pomba coberta com metais preciosos?

19 Talvez tenha acontecido que, embora os exércitos executores de Deus tivessem que ficar deitados entre os montes de cinza durante a campanha, havia uma pomba, feita de metais preciosos, com penas cobertas de prata e as pontas de suas asas de ouro verde-amarelado, para levarem para casa como troféu da vitória de Jeová. Mas, daí, também, a nação de Israel era chamada de “rola” de Jeová. (Sal. 74:19) Deste ponto de vista, embora os homens desta nação rola de Deus tivessem de deitar-se entre os montes de cinza do acampamento, durante a campanha de luta contra os inimigos de Deus, sairia como uma rola, de asas fortes e de aparência limpa, reluzente como se tivesse coberta de prata e de ouro verde-amarelado. Assim, Deus não entregaria sua nação rola às mãos de Seus inimigos.

20. O que é que os inimigos têm feito desde 1914, de modo que Jeová tem de levantar-se contra eles no Armagedom?

20 A força deste relato poético dos tratos de Deus não deve ser desperdiçada com os inimigos hodiernos de Deus Estes inimigos tentam obstruir a realização do propósito de Deus com respeito a seu povo, o levá-lo com êxito a uma nova ordem justa, que ele tem prometido. O “tempo do fim”, conforme predito em sua Palavra, tem chegado para as nações deste mundo, começando em 1914 no fim dos Tempos dos Gentios, “os tempos designados das nações”. Recusam deixar o poder durante este “tempo do fim” e pacificamente dar lugar à soberania exercida por Deus sobre a terra criada por Ele. Assim, torna-se necessário que o Deus Onipotente as expulse. Ele tem de levantar-se contra elas em batalha. Isto fará no campo de batalha do Armagedom. No ínterim, as nações inimigas continuam a bloquear o progresso do povo de Deus, ao se empenhar na promoção dos interesses terrestres do reino de Deus.

21. Como no caso de Davi, como foi que os inimigos tentaram impedir Jesus Cristo de reinar, e com que êxito?

21 O reino não é o do antigo Davi na Jerusalém terrestre, mas o do prometido Filho de Davi, Jesus Cristo, que nasceu na linhagem de Davi mediante a virgem judia, Maria, por um milagre de Deus. Os inimigos tentaram impedir Davi de governar como rei no Monte Sião em Jerusalém, mas, foram desgraçadamente derrotados quando Deus se levantou contra eles. Semelhantemente, os inimigos tentaram impedir que o Filho de Davi, Jesus Cristo, dominasse como rei, mas eles também curvaram-se em derrota. Mataram Jesus Cristo fora de Jerusalém no dia em que era morto o cordeiro pascoal judeu, mas, no terceiro dia, o Deus Onipotente o levantou dentre os mortos qual glorioso Filho espiritual imortal. O Filho de Davi subiu então para o seu Pai celeste. Ali, Jeová Deus o lançou como a Pedra real na Sião celeste, para começar a governar ali no devido tempo de Deus, isto é, em 1914. Daí, Deus começaria a fazer de todas as nações gentias um escabelo sob os pés do Filho de Davi. — Luc. 21:24; Isa. 28:16-21; Sal. 110:1, 2; Atos 2:34-36; Heb. 10:13.

22. Contra o que têm resistido as nações gentias desde 1914?

22 Desde 1914, as nações gentias têm recusado reconhecer o fim dos “tempos designados das nações” e têm resistido a serem postas como escabelo do reinante Filho de Davi. Mas, sua teimosa resistência demonstrar-se-á vã no Armagedom.

AVISANDO AS NAÇÕES

23, 24. (a) Qual era a “afirmação” que Jeová deu em 1914? (b) O que foi que Jesus predisse que ocorreria depois de 1914, e será que isto está incluído na “afirmação” mandatária?

23 Como o Salmo 68:11 já disse há muito: “O próprio Jeová fornece a afirmação.” No fim dos Tempos dos Gentios em 1914, Jeová Deus forneceu a afirmação para a expulsão das nações inimigas na terra. Acham-se em seu “tempo do fim”. (Dan. 11:40; 12:4) Com respeito ao que deveria acontecer durante este “tempo do fim”, o Filho de Davi, Jesus Cristo, predisse não só a guerra mundial, as fomes, as pestes, os terremotos e a angústia das nações, mas também a proclamação das boas novas de um novo governo, o legítimo governo da terra, a saber, o reino de Deus. Depois de predizer as perseguições contra seus fiéis seguidores, disse Jesus: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” — Mat. 24:7-14.

24 Assim, Deus avisa às nações inimigas. Tem fornecido a “afirmação” para que tais inimigos sejam subjugados, transformados em escabelo sob os pés do Filho de Davi. Esta “afirmação” mandatória inclui também avisá-las antes que Ele se levante contra elas no Armagedom. Será que tal aviso tem sido dado

25. (a) Dar aviso tem significado o que para as testemunhas do Reino e o que para Deus? (b) Semelhantemente, o nascimento do Reino significou o que, e que espécie de novas resultou?

25 Sim, especialmente desde o ano de 1919. Isto tem significado uma luta da parte das testemunhas do Reino de Jeová desde aquele ano. Mas, estas testemunhas do Reino têm orado: “Que Deus se levante, que seus inimigos sejam espalhados.” Em resposta, Deus tem limpado o caminho para que elas avisem as nações inimigas por pregarem as boas novas de que o reino de Deus foi estabelecido às mãos do Filho de Davi em 1914. Isto tem significado uma série de vitórias para Jeová, tornando possível que, atualmente, o aviso do Reino seja dado às nações em 197 terras e em 164 idiomas. O próprio nascimento do reino de Deus nos céus significou uma vitória para ele sobre Satanás, o Diabo, e seus demônios. (Rev. 12:5-12) A expansão da obra de aviso a respeito do Reino a cada vez mais nações tem significado vitórias adicionais para Jeová Deus. Tais vitórias divinas servem quais boas novas que devem ser contadas às pessoas.

26. (a) Como é verdade, atualmente, que “as mulheres que proclamam as boas novas” são grande número? (b) Por que é a palavra “exército” uma boa palavra para este grupo de mulheres?

26 Tais vitórias espirituais de Deus até agora têm sido comemoradas em todo o mundo. A “afirmação” de Deus não tem sido feita em vão. Como resultado de passar ele a executá-la de forma vitoriosa, “as mulheres que proclamam as boas novas são um grande exército”. (Sal 68:11) Os fatos relatados provam isso. Em abril de 1967 havia ao redor do globo 1.154.079 pessoas que davam o aviso a respeito do reino de Deus e anunciavam Seus feitos em sua marcha vitoriosa para o Armagedom. Trata-se de uma grande companhia de celebrantes. E, se examinarmos as pessoas que constituem esta multidão de celebrantes, verificaremos que a ampla maioria delas são mulheres. Por isso, dos 1.154.079 celebrantes, o número de mulheres comporia um “grande exército”. E “exército” é uma boa palavra para este grupo de mulheres que “proclamam as boas novas”. Por quê? Porque são lutadoras sob Deus, cujo nome é Já, ou Jeová. Muitas delas talvez tenham de cuidar da casa como mãe, esposa ou filha, mas partilham dos despojos das vitórias de Deus mediante suas testemunhas do Reino na terra. Ao irem de casa em casa, pregando, tais mulheres como um todo fazem mais do que todos os homens.

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