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Empresa de transplante genético — um negócio perigoso?Despertai! — 1982 | 22 de fevereiro
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simbiótico se adapta tanto a soja como às bactérias, e foi projetado aparentemente pelo Criador. Os cientistas gostariam de melhorar este arranjo.
Mas surgem problemas. Primeiro, não é tão fácil fazer genes estranhos operar apropriadamente nas plantas como é fazê-los operar nas bactérias. Não há plasmídios para ajudar, e as plantas são mais complexas do que as bactérias.
Mas, se se puder superar os problemas genéticos, continua um problema ainda maior de química básica. Os átomos de nitrogênio são naturalmente agrupados em pares. Antes de uma planta poder usar o nitrogênio, esses pares precisam ser “separados”. Isto exige muita energia, sem se considerar se os átomos de nitrogênio são separados pelo homem na fabricação de fertilizantes, pelas bactérias ou pela própria planta. “O custo da energia que a planta tem de pagar para conseguir esse processo não é pequeno”, admite um cientista botânico. A perda de energia resultaria provavelmente em plantas menores com safras muito menores por hectare.
É evidente, pois, que afinal de contas a idéia do Criador não foi tão má.
É verdade que o transplante genético pode fazer com que as bactérias produzam substancial químicas que os homens desejam. Mas será que isto as torna bactérias melhores? Não. Enquanto essas minúsculas “fábricas” estão fabricando produtos sem valor para elas, estão perdendo energia que poderia ser usada para fazê-las crescer mais rápido ou com mais força. Do ponto de vista das bactérias, a variedade de genes transplantados é realmente inferior.
Se o homem não pode melhorar o desenho de uma simples bactéria, pode ele esperar melhorar realmente o desenho de células muito mais complexas de plantas ou de animais? Os cientistas se maravilham do vôo aerodinamicamente “impossível” das mamangabas, do instinto de navegação das aves migratórias, da comunicação de longo alcance das baleias, da perfeição geométrica e arquitetônica do tecido ósseo. Estão realmente preparados para melhorar os desenhos do Criador? Uma criancinha talvez tenha aprendido a desmontar o relógio de bolso de seu pai, mas significa isso que ela poderia projetar um relógio superior?
O mesmo se dá com os cientistas modernos. Separaram alguns organismos simples, e admitem que não entendem plenamente o que encontraram dentro deles. Visto que os cientistas não entendem a função dos longos filamentos do ADN, afirmam que tal ADN é “vestigial”, ou “sem sentido”. (Os médicos costumavam dizer isso a respeito do apêndice e das amígdalas, antes de terem aprendido melhor.)
Não há nada de errado na intensa curiosidade sobre como operam as coisas viventes. Se os homens usarem sua curiosidade inata para aprender humildemente dos desenhos de Jeová Deus, tirarão proveito. Mas, se, com cobiça e arrogância, tentarem redesenhar radicalmente a criação feita por Deus, visando lucro material, terão por fim o pesar.
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Homens versus mulheresDespertai! — 1982 | 22 de fevereiro
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Homens versus mulheres
Com respeito ao câncer, parece haver uma diferença marcante entre homens e mulheres. Apenas 10 por cento do câncer nos homens é especificamente num órgão sexual, a próstata. Contudo, quase 40 por cento dos casos nas mulheres envolvem o câncer do útero ou da mama, órgãos associados com a procriação.
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