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  • Um convite para louvar a Jeová
    A Sentinela — 1960 | 1.° de novembro
    • pela obediência aos seus mandamentos.

      Agora é o tempo em que, em harmonia com a profecia de Jesus sobre o tempo do fim, “estas boas novas do reino” estão sendo pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações, antes de vir o fim derradeiro. Aproveite-se da grandiosa oportunidade que se lhe apresenta. Anuncie a salvação dada por Deus, agora, antes que venha o fim consumado, para que possa estar entre os que serão beneficiados por ela. Participe na proclamação do estabelecimento do reino de Deus, para que possa ser um dos seus súditos e receber para sempre os seus benefícios. — Mat. 24:14, NM.

  • Vivendo agora para um novo mundo
    A Sentinela — 1960 | 1.° de novembro
    • Vivendo agora para um novo mundo

      1. O que terá Deus segundo o seu propósito, e o que escreveu Pedro sobre isso?

      O PROPÓSITO de Deus ter um novo mundo em que habite a justiça. Foi a esperança de tal novo mundo que incentivou os primitivos cristãos nos dias dos apóstolos; deveras, fez que mudassem completa as suas vidas. Em vez de viver para as coisas que o m em volta deles lhes podiam oferecer, começaram a viver para esse novo mundo. O apóstolo Pedro escreveu: “Desde que todas estas coisas [as coisas do velho mundo em volta deles] assim serão dissolvidas, que sorte de pessoas deveis ser em atos santos de conduta e feitos de devoção piedosa . . . ! Mas, há novos céus e uma nova terra que aguardamos segundo a sua promessa, e nestes habitará a justiça.” — 2 Ped. 3:11-13, NM.

      2. Qual foi o resultado da rebelião do homem no Éden?

      2 Muito antes dos dias de Pedro, Jeová, o Criador do universo, fizera conhecer o seu propósito de ter tal novo mundo. Ele disse por meio do profeta Isaías: “Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das cousas passadas, jamais haverá memória delas.” (Isa. 65:17, ALA) Foi desde o princípio o seu propósito ter tal mundo justo, e foi só por causa da rebelião do homem no Éden que esta terra se tornou um lugar em que a iniqüidade e a injustiça vieram a florescer, e o pecado tem resultado em sofrimento e morte para os habitantes da terra, em vez de a terra ser um paraíso de paz e felicidade, com vida eterna para os que nela vivem. Mas, Deus não abandonou este emocionante propósito seu, pois ele promete que os justos “possuirão a terra, e residirão nela para sempre”. — Sal. 37:29, NM.

      3. Que significará que ‘a justiça habitará na terra’?

      3 A palavra “justo” significa “reto, virtuoso, obediente à lei”. O propósito declarado de Deus é ter então uma terra purificada, restaurada à condição de beleza paradísica igual ao Éden original, em que “habitará a justiça”. Há de ser um mundo em que florescerão a justiça, a verdade e a retidão, em que todos os habitantes da terra serão obedientes às leis, isto é, cumprindo a lei divina e fazendo a vontade divina. Foi em prol de tais condições na terra que Jesus nos ensinou a orar na sua oração-modelo: “Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.” — Mat. 6:9, 10, Al.

      4, 5. (a) Por que trouxe Deus o Dilúvio sobre a terra? (b) De que era quadro o Dilúvio, e como são as atuais condições na terra similares ás que existiam pouco antes do Dilúvio?

      4 Hoje não vivemos em tal mundo. Os habitantes deste mundo não vivem juntos em paz, nem há tratos justos entre a maioria deles. A virtude é algo facilmente posto de lado. Há menos respeito pela guarda das leis corretas, mesmo das leis dos homens, pois as notícias indicam claramente que aumenta o desrespeito pela lei. O que, porém, mais perturba as pessoas sinceras é o fato de que este mundo mostra pouco ou nenhum respeito pela lei divina de Deus. Condições similares existiam na terra nos dias de Noé, quando “a maldade do homem se multiplicara sobre a terra, e . . . toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente”. (Gên. 6:5, Al) Por causa desta maldade, Deus destruiu aquela sociedade iníqua dos homens por um dilúvio, permitindo que apenas Noé e sua família escapassem. A Bíblia fala disso como sendo a destruição duma “terra”. Não era que a terra literal fosse destruída; o que foi destruído foi a sociedade de pessoas que vivia na terra, os que viviam apenas para as suas próprias idéias mundanas depravadas e que se tinham esquecido de Deus. — 2 Ped. 3:5, 6.

      5 O que aconteceu naquele tempo foi um modelo em pequena escala de como Deus há de destruir este presente mundo mau. O próprio Jesus avisou sobre isto e disse: “Pois assim como foram os dias de Noé, assim será a presença do Filho do homem.” (Mat. 24:37, NM) Foi acuradamente predito que pouco antes do fim deste mundo perverso as condições na terra seriam similares às que precediam ao Dilúvio. Note quão fiel aos fatos são estas palavras inspiradas: “Nos últimos dias haverá tempos críticos, difíceis de manejar. Pois os homens serão amantes de si mesmos, amantes do dinheiro, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, sem benignidade, não tendo afeição natural, não querendo entrar em acordo, caluniadores, sem autocontrole, cruéis, sem amor à bondade, traidores, obstinados, inchados com amor-próprio, mais amantes dos prazeres do que amantes de Deus.” (2 Tim. 3:1-4, NM) Um estudo cuidadoso das outras profecias da Bíblia torna bem certo que vivemos agora nestes últimos dias, e isto significa que o fim deste presente mundo mau ocorrerá em nosso tempo.

      O AJUNTAMENTO DAS OVELHAS PARA A SOCIEDADE DO NOVO MUNDO

      6, 7. (a) A que espécie de pessoas mostra Jeová agora misericórdia? (b) Como fala Jesus do ajuntamento atual dos que amam a justiça?

      6 A destruição deste mundo mau envolverá necessariamente as vidas de grande número de pessoas. Mas Deus, na sua benevolência e misericórdia, tem por propósito fazer que, antes de este mundo vir ao fim, se ajuntem dentre as nações os que amam o que é direito, os que desejam ver a justiça florescer, os que mostram fé na Palavra de Deus, a Bíblia, e na promessa do novo mundo, cuja fé é tal que estão preparados a dar as costas a este velho mundo e seu mau proceder, e, em vez disso, ajustar-se aos princípios de justiça que hão de governar para sempre o novo mundo feito por Deus.

      7 Que haveria em nossos dias tal ajuntamento dos que amam a justiça é esclarecido nas Escrituras. O próprio Jesus proferiu a parábola das “ovelhas e dos cabritos para ilustrar exatamente isso. O relato desta parábola, em Mateus 25:31-46, indica que se trataria dum ajuntamento de pessoas de todas as nações e da separação delas do mundo, de tal modo que seriam identificáveis como povo separado e ajuntado. Jesus mostrou além disso que haveria tal ajuntamento de pessoas semelhantes a ovelhas para formar um povo identificável nestes últimos dias, quando disse: “E tenho outras ovelhas, que não são deste aprisco; essas também tenho de trazer, e elas escutarão a minha voz, e se tornarão um só rebanho,

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