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  • Está a unidade mundial finalmente ao nosso alcance?
    Despertai! — 1979 | 8 de agosto
    • Está a unidade mundial finalmente ao nosso alcance?

      UNIDADE mundial! Que bênção isso seria para a humanidade! Mas, existe algo que indique ser mais do que apenas um sonho utópico? Ou será, talvez, que finalmente ficou ao nosso alcance?

      Se já viajou muito, talvez tenha sentido a frustração de manter suas finanças em ordem. É provável que enfrentasse o desafio de converter seus ienes japoneses em marcos alemães, daí, em liras italianas, passando-as para libras esterlinas inglesas ou talvez para dólares estadunidenses, tentando, nesse processo todo, calcular o que isto ou aquilo custa “em dinheiro vivo”. Assim, sem dúvida, pode ver a vantagem que a unidade mundial traria em apenas uma pequena questão como a moeda comum.

      Ou, o que dizer daqueles controles infindáveis de passaporte e da alfândega? Que inconveniência e que perda de tempo! Estes, também, cessariam caso fosse realidade a unidade mundial. Não haveria mais: “Queira abrir suas malas, por favor. Quanto tempo pretende permanecer? Onde?” e, às vezes, até mesmo “Por Quê?” — quase como se não fosse realmente desejado.

      Naturalmente, trata-se de pequenas inconveniências quando comparadas aos problemas realmente GRANDES que a unidade mundial equacionaria. Desapareceriam as diferenças políticas, as críticas e os nomes feios que, com demasiada freqüência, escalonam em embargos comerciais, restrições monetárias, rompimento de relações diplomáticas e, por vezes, atingem um clímax na própria guerra, com toda sua desnecessária miséria e sofrimento.

      Caso as pessoas pudessem solucionar suas diferenças políticas, pense na tremenda quantia de dinheiro, atualmente reservada para a defesa nacional, que se tornaria imediatamente disponível! Tal dinheiro poderia fornecer a cada um uma habitação decente e um emprego e condições de trabalho dignos. Poderia tornar habitáveis áreas desoladas, construir estradas e hospitais, e aprimorar os sistemas educacionais. Ora, a lista de possibilidades é quase que infindável!

      Em vista dos benefícios trazidos pela unidade, é compreensível que se tenham feito repetidas tentativas de alcançá-la. Em pequena escala, algumas dessas tentativas tiveram êxito. Grupos de pessoas se uniram, formando nações fortes. Considere, por exemplo, o Santo Império Romano, o Império Britânico, ou, mais recentemente, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

      Outras tentativas, embora não necessariamente tendo por alvo a integração política, trouxeram, sem embargo, maior unidade de pensamento e de ação entre grupos de nações. A Liga dos Estados Árabes é um exemplo, assim como a Organização das Nações Unidas.

      Alguns reputam a unidade mundial, contudo, como pura Utopia. Ora, até mesmo o Santo Império Romano e o Império Britânico se romperam com o tempo, indicam eles. Mesmo os governos federais estáveis estão tendo problemas, como o governo do Canadá, que está preocupado de que Quebeque se desvincule do restante do país.

      Assim, embora desejável, parece haver fortes correntes ocultas, opostas à unidade mundial. Abba Eban, ex-ministro do exterior de Israel, certa vez disse: “Um paradoxo de nossos tempos é que a proliferação das pequenas nações-estados prossiga de mãos dadas com uma busca de formas mais amplas de integração, tais como exemplificadas nas Nações Unidas, na Comunidade Econômica Européia, na Organização dos Estados Americanos e na Organização da Unidade Africana.” O decurso de 14 anos desde que tais palavras foram proferidas só serve para comprová-las, porque, durante tal período, muitas nações novas vieram à existência: Angola, Bangladesh e Botsuana, para se mencionar apenas três. Agora, há 150 nações-membros das Nações Unidas, o maior número que já houve.

      Em vista desta forte tendência para o nacionalismo, podemos falar realisticamente sobre a unidade mundial? Sim, podemos. Achamos que a unidade mundial é, não só desejável e alcançável, mas inevitável! E achamos que trará benefícios a respeito dos quais o homem hodierno nem sequer chega a sonhar.

      Mas permanece ainda a pergunta: Como será alcançada? Os europeus ocidentais podem ver o progresso em direção a um proposto “Estados Unidos da Europa” como um passo na direção certa. Poderia isto, se alcançado, resultar ser um grande passo à frente? Colocaria, finalmente, a unidade mundial ao nosso alcance? Vamos considerar a evidência.

  • São os “Estados Unidos da Europa” um passo na direção certa?
    Despertai! — 1979 | 8 de agosto
    • São os “Estados Unidos da Europa” um passo na direção certa?

      A EUROPA foi, durante séculos, o centro da civilização e da cultura mundiais. Ela passou pelo Renascimento; foi a mãe da revolução industrial; financiou a exploração de terras distantes “não descobertas”; colonizou-as e fez, dos “nativos pagãos”, cristãos nominais. Mesmo hoje, a Europa faz sentir sua influência em muitas partes da terra.

      É por isso que muitas pessoas acham que uma Europa unida — talvez até mesmo os “Estados Unidos da Europa” — exerceria um efeito positivo e benéfico sobre o restante do mundo. Poderia ser, talvez, um passo na direção certa — na direção da unidade mundial?

      Tentativas de Unificação

      O famoso escritor francês, Victor Hugo, serviu qual presidente de um congresso realizado em Paris, em 1849, que pleiteava os Estados Unidos da Europa para garantir a paz universal. Mais tarde, o Conde Richard Coudenhove-Kalergi, um austríaco, fundou o que era conhecido como a união pan-européia, com um alvo similar, mas esta também teve pouco êxito.

      Depois de emergirem da Segunda Guerra Mundial, que dividiu a Europa em dois blocos políticos, as nações da Europa Ocidental começaram a mostrar renovada consideração à conveniência da unificação. As nações da Europa Oriental rejeitaram tal idéia, vendo nela um passo político das nações ocidentais para opor-se ao bloco comunista. Por isso, os chamados “Estados Unidos da Europa” têm sido principalmente um projeto europeu ocidental.

      Em 1949, deu-se um primeiro passo, quando 10 destas nações da Europa Ocidental concordaram em estabelecer um Conselho da Europa. Tinha “o propósito de salvaguardar e realizar os ideais e princípios que constituem sua herança comum e facilitar seu progresso econômico e social”. Embora não tivesse poderes decisórios, todavia servia como grupo consultivo ou foro em que as nações-membros podiam expressar opiniões e fazer recomendações.

      Winston Churchill disse a respeito deste Conselho: “O primeiro passo já foi dado, e é o primeiro passo que conta” — uma vez, naturalmente, que o primeiro passo seja dado na direção correta. E foi? O fato de que outras nações européias se filiaram a este Conselho — na atualidade há 20 membros — parece indicar que, pelo menos, acham que foi.

      Em 1951, por sugestão do ministro francês dos negócios estrangeiros, Robert Schumann, cinco destas dez nações originais (França, Itália, Bélgica, Países-Baixos e Luxemburgo), junto com a República Federal da Alemanha, formaram a Comunidade Européia do Carvão e do Aço. Desta forma, conjugaram seus recursos básicos e os tornaram sujeitos a uma nova autoridade multinacional.

      Visto que isto resultou muito prático, essas seis nações se aventuraram a dar outro passo à frente, em 1957. Estabeleceram a Comunidade Econômica Européia e a Comunidade Européia de Energia Atômica. Mais tarde, em janeiro de 1973, tais comunidades foram ampliadas para nove membros, quando a Dinamarca, a Irlanda e o Reino Unido aderiram ao movimento. Este “Mercado Comum”, como é geralmente chamado, foi considerado outro passo em direção à eventual união econômica e política completa.

      O Que as Pessoas Pensam Sobre Isso?

      A atitude do homem comum se baseia, não tanto nas implicações políticas desta união, como nos resultados práticos que ele mesmo sente. As donas-de-casa sentem-se felizes de que agora dispõem de maior variedade de gêneros alimentícios a escolher, e que os produtos estrangeiros tendem a ser mais econômicos, graças aos arranjos favoráveis de intercâmbio comercial dentro do Mercado Comum e com outras nações.

      Os viajantes ficam felizes de que se tornaram possíveis os movimentos mais livres entre os estados. Os governos parecem mais dispostos a cooperar nos problemas comuns: terrorismo, inflação, desemprego, energia. Uma carteira de motorista européia parece estar em caminho, assim como, posteriormente, talvez, uma moeda comum.

      Euro-Barometre, publicação da Comissão das Comunidades Européias, em seu número de julho de 1977, anunciou os resultados de enquêtes feitas a cada seis meses, desde 1973. Dizia: “As atitudes na Comunidade como um todo mudaram muito pouco . . . seis em dez (57%) achavam que a Comunidade era ‘uma coisa boa’, entre um e dois em cada dez (14%) achando que era ‘uma coisa ruim’. . . . As atitudes ainda variam consideravelmente de um país para outro, mas menos do que em 1973.” Este artigo também indicava que 42 por cento dos indagados achavam que o movimento no sentido da unificação européia deveria ser acelerado, 34 por cento preferindo vê-lo continuado como no presente, ao passo que 11 por cento desejavam que fosse reduzido.

      Dois Novos Passos no Futuro à Vista

      Uma das instituições da Comunidade Européia é chamada de Parlamento Europeu (não deve ser confundido com o supracitado Conselho da Europa). Serve de teste de sondagem para os problemas da Comunidade. Mas, visto que não se trata duma legislatura, seus poderes são limitados. Até agora, os membros têm sido nomeados pelos parlamentos nacionais, de per si, mas, em 1976, decidiu-se que na primavera de 1978 seriam realizadas eleições gerais para elegê-los diretamente. Dificuldades em decidir o processo eleitoral, contudo, forçaram o adiamento, e as eleições foram então reprogramadas para serem realizadas de 7 a 10 de junho de 1979.

      O interesse por tais eleições mostrou-se reduzido. Certa pesquisa indicava que apenas 28 por cento da população da República Federal da Alemanha, em fevereiro de 1979, estava pensando seriamente em votar. Os oponentes afirmavam que as eleições seriam simples experiência política, desprovida de qualquer significado real, e que fracassariam em alterar a situação geral. Os proponentes, por outro lado, achavam que as eleições, pelo menos, avivariam o interesse no Parlamento e inculcariam em seus membros o fato de que eram responsáveis perante o povo que os havia elegido. Seja como for, as eleições, uma vez realizadas, provavelmente dessem ímpeto ao esforço feito em direção geral aos “Estados Unidos da Europa”.

      Outro passo debatido envolve a ampliação do Mercado Comum, para incluir a Espanha, Portugal e Grécia. Alguns receiam que isto debilite a aliança. Embora o Rei Juan Carlos, da Espanha, em sua fala da coroação, mencionasse que ‘a Europa estaria incompleta sem o espanhol’, todavia, existe certa relutância de ambos os lados de levar avante tal idéia. Com uma taxa de desemprego já desconfortavelmente alta no Mercado Comum, seus atuais membros relutam em admitir nações que têm problema de desemprego ainda maior do que o deles. Alguns têm falado em termos de um período de negociações de 10 anos, que, compreensivelmente, não é aceitável para os que desejam progresso mais rápido.

      Obviamente, há muitos que acham que a ampliação impediria, ao invés de promover, as possibilidades da unidade européia. John Cole, num artigo em The Observer (O Observador), expressou-se da seguinte forma: “A ampliação também significa, provavelmente, o abandono, por muitos anos, de qualquer esperança — ou temor — de uma Europa federal, qualquer possibilidade antecipada de união econômica e monetária.”

      Barreiras Adicionais ao Progresso

      O nacionalismo é, indubitavelmente, a maior barreira para a verdadeira unidade. A cooperação entre iguais políticos, para mútuo benefício comercial, é uma coisa; desistir da sua soberania nacional, ou mesmo de parte dela, é outra coisa. Com efeito, muitas alianças foram formadas com o entendimento — sim, até com a condição — de que se respeitassem as soberanias nacionais e de modo nenhum fossem violadas. A história nos ensina que as nações e os regentes raramente se dispõem a entregar sua soberania a outros.

      Até mesmo nações com forma similar de governo, baseado numa ideologia comum, não estão especialmente interessadas em se unir sob um único governo. A União Soviética e a China, por exemplo, até mesmo desenvolveram seus próprios tipos de comunismo. A Grã-Bretanha e os Estados Unidos da América provavelmente gozam de uma das relações mais íntimas, entre as potências mundiais, que já existiram. Todavia, devíamos esperar planos para uni-los politicamente, resultando, possivelmente, quer num “Presidente da Grã-Bretanha” quer numa “Rainha dos Estados Unidos”, a receber aprovação unânime e instantânea?

      A unidade política, se pudesse ser alcançada, obviamente iria bem longe em promover a unidade mundial. Mas a unidade política significaria a eliminação do nacionalismo, e o nacionalismo deveras tem uma morte difícil!

      Outra coisa: a base da unidade tem de ser uma lei comum, reconhecida por todos e a qual todos resolvam submeter-se, sem exceção. Uma lei comum, porém, pressupõe uma única norma de conduta e de convicções éticas. Poderá realmente haver unidade, enquanto os povos e as nações continuam estabelecendo suas próprias normas, “fazendo o que lhes apraz”? Esta ausência de convicções e normas de conduta similares torna extremamente difícil de se alcançar a formação de uma lei comum, a que todos decidam submeter-se. Quem teria a sabedoria e a autoridade necessária para estabelecer tais normas a que todos se dispusessem a submeter-se?

      O Dr. Owen, ministro do exterior britânico, falando em Bruxelas, em fevereiro de 1978, disse que “o federalismo plenamente criado”, ao qual alguns permaneceram dedicados, era “um alvo nobre, mas um alvo que, para a maioria de nós, na Grã-Bretanha, é irrealístico, e, para alguns, é mítico. Não conseguimos ver, em termos concretos, como nove nações, com tradições políticas, sociais e culturais bem diferentes . . . possam tornar-se federadas em qualquer escala periódica de atividade política em que seja realístico focalizar-se.”

      Sob o título “A Europa do Amanhã”, o mensário teuto Unsere Arbeit (Nosso Trabalho) declarou: “O caminho para uma União Européia — com seu próprio corpo legislativo, governo, banco central, e todos os símbolos dum estado soberano — é árduo, e está cheio de obstáculos. Até mesmo o Mercado Comum, o ponto inicial da federação, . . . não funciona sem queixas.”

      A revista Time chamou a Comunidade, depois de 20 anos de existência, de “mais um adolescente subdesenvolvido do que um adulto maduro”, e acrescentou que “o progresso adicional para uma Europa verdadeiramente unificada é, talvez, mais esquivo hoje em dia do que era no início do grande experimento. Os estados-membros ainda não hesitam de passar por alto as instituições da Comunidade quando existe uma vantagem nacional a ser obtida.”

      Assim, embora tenha havido progresso, parece que os problemas que ainda confrontam este empreendimento europeu ocidental são formidáveis. De muitos modos, são similares aos enfrentados, em escala global, pela Organização das Nações Unidas. Voltemos nossa atenção para ela, então, por um momento, e vejamos se ela, talvez, teve êxito em colocar a unidade mundial finalmente ao nosso alcance.

      [Diagrama na página 8]

      (Para o texto formatado, veja a publicação)

      Nações do Mercado Comum

      1 Itália 2 França 3 Rep. Fed. da Alemanha 4 Bélgica 5 Países-Baixos

      6 Luxemburgo 7 Grã-Bretanha 8 Irlanda 9 Dinamarca

      Ainda Não

      10 Grécia

      11 Portugal

      12 Espanha

      Europa

      8

      9

      7

      5

      4

      3

      6

      2

      11

      12

      1

      10

      NORUEGA

      SUÉCIA

      REP. DEM. ALEMÃ

      POLÔNIA

      TCHEC.

      ÁUST.

      HUNGRIA

      IUGOSLÁVIA

      ALB.

      ÁFRICA

      [Foto na página 5]

      Winston Churchill disse: “O primeiro passo já foi dado, e é o primeiro passo que conta.”

  • Tem a ONU a solução?
    Despertai! — 1979 | 8 de agosto
    • Tem a ONU a solução?

      Pode a ONU tapar os vazamentos?

      FRANÇA

      CHINA

      U.R.S.S.

      GRÃ-BRETANHA

      E.U.A.

      TERRORISMO

      NACIONALISMO

      EGOÍSMO

      ÓDIO

      TÓXICOS

      CRIME

      GUERRA

      OS ERROS tipográficos são a ruína da indústria gráfica. Num artigo de jornal, há alguns anos, sobre as Nações Unidas, houve a transposição acidental das letras “i” e “t” da palavra inglesa “united” (unidas). Assim, ao invés de falar sobre as Nações Unidas (United, em inglês), o artigo acabou se referindo às Nações Desunidas (Untied).

      Naturalmente, com ironia, poder-se-ia explicar o erro como não sendo nenhum erro real. Embora a ONU ainda exista, depois de sua fundação, há mais de 30 anos atrás, todavia, houve épocas em que as nações pareciam estar um tanto mais “desunidas” — cada nação seguindo seu próprio caminho e procurando seus próprios interesses — do que unidas, ou vinculadas, nos interesses e empenhos mútuos.

      Alvos Elogiáveis

      Os alvos da Organização das Nações Unidas são elogiáveis. “Os propósitos das Nações Unidas são”, assim reza sua carta, “manter a paz e a segurança internacionais”.

      O Artigo 55 da carta afirma: “Com o fim de criar condições de estabilidade e bem-estar, necessárias às relações pacíficas e amistosas entre as nações, baseadas no respeito ao princípio da igualdade de direitos e autodeterminação dos povos, as Nações Unidas favorecerão: a) níveis mais altos de vida, trabalho efetivo e condições de progresso e desenvolvimento econômico e social; b) a solução dos problemas internacionais econômicos, sociais, sanitários e conexos; a cooperação internacional, de caráter cultural e educacional; e c) o respeito universal e efetivo dos direitos do homem e das liberdades fundamentais para todos, sem distinção de raça, sexo, língua ou religião.”

      São excelentes alvos, mas, até que ponto foram alcançados? Até que ponto podem ser alcançados? Um artigo do Frankfurter Allgemeine Zeitung, em 1965, chamou a atenção para certos fatos que ainda se aplicam hoje, 14 anos depois: “Um equilíbrio de vinte anos de história da ONU, e uma longa lista de medidas de conciliação e de mediação mostram que as Nações Unidas têm tido êxito em casos em que as ‘superpotências’ não estiveram diretamente envolvidas.”

      O artigo trazia à atenção o excelente trabalho feito por órgãos das Nações Unidas em outros campos, tais como o feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS), pela Organização das Nações Unidas de Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), pelo Fundo das Nações Unidas de Socorro à Infância (UNICEF), e uma hoste de outros.

      Há agências da ONU, por exemplo, que lidam com as utilizações pacíficas do espaço cósmico, da energia atômica e do leito do mar. Questões do meio ambiente, do desenvolvimento industrial e do desenvolvimento econômico também são consideradas. Há o Fundo das Nações Unidas de Controle da Toxicomania. Muito tem sido feito no sentido de socorros em casos de calamidades públicas. Uma das mais notáveis consecuções foi cuidar das necessidades de milhões de refugiados de Bangladesh, depois da guerra com o Paquistão.

      Um Comitê de Prevenção e de Combate ao Crime também tem feito excelente trabalho. A primeira grande conferência intergovernamental, inteiramente devotada às mulheres, foi patrocinada por tal organização na Cidade do México em 1975.

      Um Problema Básico

      No entanto, estes excelentes resultados não constituem, em geral, a base de qualquer julgamento feito sobre a própria organização. A ONU, continuava o artigo, “precisa acostumar-se à idéia de que será medida por uma fita de medir política”.

      Aplicar uma fita de medir política, contudo, é difícil. A ONU não é nenhum governo político comum. Trata-se de algo diferente. Não se trata de um governo mundial, nem foi destinada a ser tal, embora Kurt Waldheim, seu atual secretário-geral, admita: “Em seus dias iniciais, havia ampla ansiedade de que as Nações Unidas infringissem a independência e a soberania nacionais.”

      Mas como poderia fazê-lo? A ONU não dispõe de poderes de fazer leis, muito menos de fazê-las vigorar. Suas decisões não são obrigatórias para as nações que são membros. Os estados-membros são todos soberanos e são considerados iguais. É esta própria falta de autoridade real, respeitada e aceita por todas as nações-membros, que parece ser um dos principais defeitos inerentes da ONU.

      Por exemplo, com a exceção dos casos que envolvam a paz e a segurança internacionais, não existe nenhum dispositivo para que as Nações Unidas intervenham nos assuntos internos das nações de per si. Mas isto, naturalmente, permite a interpretação — o que são assuntos internacionais e o que são assuntos puramente internos?

      O presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter, declarou-se fortemente a favor dos direitos humanos e protestou contra sua desconsideração, em alguns países, em violação da carta das Nações Unidas. Outros países acusam os Estados Unidos de intervir indevidamente nos seus assuntos internos, por assim agirem. Em realidade, tudo se reduz ao fato de que cada nação só aceita o que deseja aceitar e rejeita o que considera interferência em seus direitos como nação soberana. É o mesmo problema no caso dos “Estados Unidos da Europa”, somente que em escala maior!

      Forte Nacionalismo

      Isto é apoiado por aquilo que um opúsculo da ONU afirma com respeito à Corte Internacional de Justiça da ONU: “O Estatuto da Corte é uma parte da Carta das Nações Unidas, e todo Estado-Membro tem acesso automático à Corte. Os estados que fazem parte do Estatuto podem, a qualquer tempo, declarar que reconhecem a jurisdição compulsória da Corte em disputas legais. A maioria dos Estados-Membros ainda não aceitaram a jurisdição compulsória.” [O grifo é nosso.] Assim, trata-se duma corte sem qualquer autoridade real, um ‘tigre de papel’.

      Kurt Waldheim, recapitulando 30 anos de atividades da ONU, disse que um sistema internacional exeqüível precisa, inevitavelmente, envolver limitações da soberania individual. Disse que, embora em alguns campos tais limitações estejam sendo alcançadas, todavia, tem havido também “fortes reafirmações de nacionalismo” através do mundo todo, nos últimos 30 anos.

      “Fortes reafirmações de nacionalismo” tornam mais difícil conseguir-se a unidade mundial. Waldheim expressou o que a ONU tinha de enfrentar, afirmando: “O fortalecimento do papel de nossa Organização em manter a paz, por granjear o respeito geral pelas decisões de seus principais organismos, é, talvez, a tarefa mais difícil de todas.”

      Conseguir tal “respeito geral”, admitidamente, não é fácil. N. J. Padelford e L. M. Goodrich, em seu livro The United Nations in the Balance — Accomplishments and Prospects (O Saldo das Nações Unidas — Realizações e Perspectivas), tece a seguinte observação significativa sobre a ONU: “Ela tem sido convocada a manter a paz quando não existe paz alguma no coração dos homens . . . A Organização não pode impedir que uma guerra nuclear engolfe a humanidade, se as nações se inclinarem para isto. Não pode obrigar as grandes potências a obedecer-lhe ou a seguir suas recomendações. . . . Oferece um foro em que os representantes dos estados podem arrazoar juntos, se desejaram. Podem tornar disponíveis processos de diplomacia preventiva, de conciliação, de manutenção da paz, para ajudar a solucionar disputas e a manter a paz e a segurança internacionais. Os estados, porém, precisam estar preparados para aceitar e usar a tais, ou os esforços malograrão desde o início.” [O grifo é nosso.]

      Esse é o ponto crucial. Para obter unidade é preciso haver disposição da parte de todos de cooperar para o bem mútuo. Esta disposição precisa ser um desejo nascido do coração, e não apenas da mente. Em suma, o amor é a chave para a unidade mundial.

      O nacionalismo, porém, o maior problema erguido no caminho da unidade mundial, não é expressão de amor. Antes, sublinha os interesses pessoais e egoístas de uma única nação, ao invés de procurar o bem-estar geral de todas as nações.

      O verdadeiro amor exige a ampliação dos interesses e das afeições da pessoa, de modo a incluir, não apenas os de sua própria nação, mas pessoas do mundo inteiro. Exige um modo internacional de pensar.

      Não se pode, porém, legislar sobre o amor. Como, então, pode ser alcançado? Existe qualquer evidência que indique que as nações, quer as que brincam com a idéia dos “Estados Unidos da Europa”, quer as 150 nações-membros da ONU, tenham reconhecido esta chave e a estejam usando para abrir a porta para a unidade mundial, colocando-a finalmente ao nosso alcance?

  • Regozije-se! A unidade mundial está ao nosso alcance!
    Despertai! — 1979 | 8 de agosto
    • Regozije-se! A unidade mundial está ao nosso alcance!

      A PAZ e a união andam de mãos dadas. Se dispuser de uma, terá a outra. A unidade mundial garantiria a paz mundial, uma paz tão abundante e duradoura quanto à unidade sobre a qual se baseia.

      Mas, ambas dependem de algo mais. Do quê? O Salmo 119:165 responde: “Paz abundante pertence aos que amam a tua lei [a de Deus], e para eles não há pedra de tropeço.”

      Amar a lei de Deus, e não simplesmente conhecê-la, é o que se faz mister para vencer as pedras de tropeço no caminho da paz e da unidade mundial. Esse amor é a chave que abre a porta da unidade mundial.

      Indicando tal fato, há as palavras do cardeal católico romano, Franz König, da Áustria. Falando sobre as possibilidades de se conseguir uma Europa unida, disse ele: “Os sintomas da doença espiritual no homem ocidental hodierno podem ser resumidos brevemente: a incapacidade de amar. . . . Todos sabemos que nós, europeus, estamos atravessando uma crise. Temos a sensação de que esta crise do mundo ocidental procede de um desarraigamento espiritual. . . . Na luta louca pela prosperidade material, o homem está sendo levado à ruína, tanto física como espiritualmente. . . . À medida que o homem se torna espiritualmente doente, os problemas da vindoura Europa serão insolúveis.” [O grifo é nosso.]

      Nenhum Amor a Deus

      A unidade mundial não é simples questão política. Envolve a espiritualidade; envolve a religião, a religião com base na Bíblia. Chegar a conhecer a lei de Deus significa estudar cuidadosamente a Bíblia. Aprender a amar a lei de Deus envolve algo mais: meditar sobre sua sabedoria e sobre os benefícios pessoais da obediência. A pessoa que assim aprende a amar a lei de Deus expressará isto por amar seu próximo, mas primariamente por amar a Deus.

      Os governos, bem como os órgãos humanitários da ONU, podem expressar certo amor ao próximo, mas onde está o amor deles a Deus, quando se colocam em oposição ao Seu reino? Têm feito isto? Têm.

      A cronologia bíblica e o cumprimento da profecia bíblica indicam que, no ano de 1914, cumpriram-se as palavras de Revelação 11:15: “O reino do mundo tornou-se o reino de nosso Senhor e do seu Cristo.”

      O que significa isto? Significa que, depois de dar ao homem milhares de anos para reger o mundo sem interrupção, Deus, mediante seu Filho, Jesus Cristo, agora age para produzir a unidade mundial que o homem se mostrou incapaz de conseguir. Mas ao invés de se voltarem para o reino de Deus, as nações se juntaram — unidas, por assim dizer, na ONU ou em outras organizações — em oposição a este reino.

      O Salmo 2:2-6 predisse isto: “Os reis da terra tomam sua posição, e os próprios dignitários se aglomeraram à uma contra Jeová e contra o seu ungido . . . o próprio Jeová . . . lhes falará . . . dizendo: ‘Eu é que empossei o meu rei em Sião, meu santo monte.’”

      “Espatifá-las-ás”

      Jesus predisse que, depois que o reino de Deus começasse a reger, far-se-ia uma obra mundial de pregação. (Mat. 24:14) Isto permitiria que os habitantes da terra tivessem oportunidade individual de decidir se apoiariam a soberania de Jeová ou a das nações.

      Depois de se apresentar tal oportunidade na medida que Deus desejasse, Cristo voltaria sua atenção para as nações, e lhes faria o que o Salmo 2:9 diz: “Tu as quebrantarás com um cetro de ferro, espatifá-las-ás como se fossem um vaso de oleiro.” — Veja também Daniel 2:44.

      Deve isto impressionar-nos como sendo estranho ou cruel da parte de Deus? Os governos humanos amiúde tomam medidas fortes quando consideram ameaçados sua existência ou o bem-estar de seus cidadãos. Deveria o Criador do universo ter menos direito de agir quando Ele vê a própria existência da humanidade ser ameaçada, pelas nações desunidas, através da guerra nuclear?

      Unidas em Sentido Religioso sob Um Só Governo

      La Nouvelle Gazette, um jornal belga, estampou como manchete dum artigo: “Para Evitar Uma Guerra Nuclear Dentro de 25 Anos, Peritos Americanos Só Encontraram Uma Solução: A das Testemunhas de Jeová!” Passou a explicar: “O único remédio seria grande renúncia da soberania por parte de cada país . . . em favor dum governo mundial.” Disse que isto era exatamente “a proposição apresentada pelas Testemunhas de Jeová”.

      Mas qual é esta “proposição” que até mesmo moveu um jornal australiano a declarar que “as Testemunhas de Jeová são o único movimento mundial de paz a ter êxito”? Será que realmente encontraram a chave para a paz, para a unidade mundial?

      As Testemunhas de Jeová decidiram unir-se sob um só governo, o governo de Deus. Isto exige uma posição de estrita neutralidade para com os assuntos de mais de 200 nações em que vivem atualmente, posição tão bem conhecida, em geral, que dificilmente precisa de qualquer documentação aqui.

      Embora o reino de Deus seja um governo celeste, é uma realidade. Possui instrumentos ou órgãos terrestres que contribuem para a paz e a unidade: programas de treinamento, escolas, sistemas judiciais e arranjos de aconselhamento. Milhares de pessoas já foram ajudadas a abandonar os tóxicos, o fumo, as bebidas em excesso, o sexo promíscuo, e aprenderam a ser trabalhadores honestos e conscienciosos. Tem isto contribuído para sua saúde, seu bem-estar geral, sua paz mental e sua felicidade? Julgue por si mesmo.

      Tais instrumentos também ajudaram milhares de pessoas a se tornarem alfabetizadas. Ao passo que a taxa de alfabetização entre as Testemunhas de Jeová na Nigéria é de cerca de 77 por cento, The Times, jornal nigeriano, falou recentemente de “uma taxa de alfabetização [através do país] de apenas 20 por cento”. Numa entrevista com as Testemunhas de Jeová, um ex-secretário de educação de Santo André, São Paulo, declarou: “É raro encontrar pessoas ou grupos tais como as Testemunhas de Jeová, que estão tão interessadas na instrução de seus vizinhos, com o fito de incorporar milhares de pessoas em uma sociedade da qual foram excluídas anteriormente devido ao analfabetismo. Poderão contar com nosso apoio e gratidão. Se tais esforços fossem feitos por outros grupos, haveria menos analfabetismo no Brasil.”

      O governo de Deus está interessado em educar seus súditos de modo que possam obter conhecimento exato de suas leis. Também proveu arranjos judiciais para certificar-se de que tais leis sejam cumpridas. Mas, visto que seus súditos estão convencidos de que tais leis são justas e corretas, e visam torná-los felizes, estão dispostos a aceitar a jurisdição compulsória do governo celeste. Pessoas que vivem em mais de 200 países diferentes, e, mesmo assim, conseguiram unir-se sob uma lei comum, baseada numa única norma de conduta e de convicções éticas, e que apóiam ativamente o mesmo e único governo, progrediram realmente muito em conseguir, em suas fileiras, a unidade mundial.

      O Sentinel de Milwaukee, EUA, sublinhou isto, quando disse sobre as Testemunhas de Jeová: “Seu acordo não se dá apenas nas trivialidades da vida, mas em coisas vitais — regras de conduta, aderência a princípios, adoração de Deus.” O jornal, O Tempo, concordou: “Embora haja muitas religiões imponentes, com sua propaganda, em todas as partes da terra, não existe um único grupo sequer na face da terra, atualmente, que mostre o mesmo amor e união como a organização teocrática das Testemunhas de Jeová.”

      Isto se dá porque as Testemunhas de Jeová são súditos leais de seu governo escolhido. Que nação da terra, hoje em dia, poderia afirmar dispor APENAS de súditos leais, afligidas como estão muitas delas por grupos radicais, que visam derrubar o governo, dispondo de cidadãos que só prestam serviços fingidos, mas deslealmente sonegam nos seus impostos, esquivam-se das leis inconvenientes em proveito pessoal, mostram desrespeito pelas “decisões de seus órgãos principais” e zombam de seus líderes?

      Os súditos do reino dominante de Deus, por outro lado, obedecem às suas leis no melhor de suas habilidades imperfeitas, até mesmo quando isso lhes é inconveniente, porque amam a lei de Deus. Mostram respeito pelas “decisões dos seus órgãos principais”, e dispõem-se a pagar ao seu governo o que lhe é justamente devido.

      Efetivamente, dispõem-se até a morrer em defesa de seu governo celeste, dispondo-se a morrer, por assim dizer, por seu país. Seu exemplo, Jesus Cristo, deu sua vida, não em defesa do Império Romano, nem para preservar o sistema judaico de coisas, mas a fim de promover os interesses do reino de Deus. É esta lealdade inquebrantável ao governo de Deus, baseada no amor a Deus, que assegura a sua unidade.

      Tal unidade, porém, não abafa o individualismo ou a variedade. O ex-ministro do exterior de Israel, Abba Eban, certa vez disse que “a diversidade nacional pode ser uma fonte de intensa e positiva vitalidade, uma vez que se reconcilie com as restrições e as solidariedades de uma ordem internacional”. As Testemunhas de Jeová, que vivem em mais de 200 nações diferentes, mantêm sua “diversidade nacional” — sua maneira de vestir-se, seus costumes locais, seu modo de vida, toda a diversidade que Deus tencionou entre a humanidade — e isto é deveras “uma fonte de intensa e positiva vitalidade” porque lhes permite aprender umas das outras. Os grupos nacionais que são fortes em hospitalidade ensinam aos grupos mais restritos a ser mais abertos e generosos; os que dispõem de talentos de organização ajudam outros a se tornarem mais práticos e eficientes; as boas caraterísticas de outros estão sendo assimiladas, ao passo que as caraterísticas negativas estão sendo erradicadas. Têm aprendido o modo internacional de pensar, assim permitindo que sua “diversidade nacional” “se reconcilie com as restrições e as solidariedades duma ordem internacional”, neste caso, o reino de Deus.

      As Testemunhas de Jeová não se atribuem nenhum mérito pessoal por tudo isso. Não afirmam ser os arquitetos da unidade mundial. É Deus quem provê a chave para a unidade mundial e tal chave acha-se disponível para uso de todos. A unidade que as Testemunhas de Jeová demonstram só pode ser atribuída à sua disposição de ajustar seus modos aos modos de Deus. Trata-se de algo sábio a fazer e é o único meio de assegurar a vida no novo sistema de coisas de Deus, descrito em Revelação 21:3, 4: “E o próprio Deus estará com eles. E enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” É isto o que o reino de Deus fará!

      Os propostos “Estados Unidos da Europa”, ou mesmo a Organização das Nações Unidas, são um substituto ineficaz — deveras, não são nenhum substituto — para o reino de Deus, apesar do fato de que o Papa Paulo VI, dirigindo-se à ONU, em 1965, falou de as pessoas se voltarem “para as Nações Unidas como a última esperança de harmonia e paz”. A verdade do assunto é que cada vez mais pessoas se voltam para o reino de Deus como a última esperança, atraídas pela unidade mundial que já conseguiu em pequena escala, e na expectativa da unidade mundial que em breve trará em escala global.

      Os editores de Despertai! esperam sinceramente que muito mais pessoas ainda aprendam sobre a maravilhosa provisão de Deus e se beneficiem dela. A chave para a unidade mundial já foi encontrada e a porta para ela já foi aberta. Regozije-se! A unidade mundial ESTÁ ao nosso alcance! Fará o empenho de aceitá-la?

  • Recuperação do deserto
    Despertai! — 1979 | 8 de agosto
    • Recuperação do deserto

      Um deserto quente, de uns 24 quilômetros de comprimento e uns 7 quilômetros de largura está sendo recuperado perto da cidade de Yanbu’, no litoral do Mar Vermelho, na Arábia Saudita. Deve tornar-se um gigantesco complexo industrial. Constroem-se ali três grandes portos marítimos, para a entrega de produtos petrolíferos, químicos e minerais, e também para a importação de alimentos e outras mercadorias. Milhares de trabalhadores começaram a gigantesca tarefa, que custará dezenas de bilhões de dólares. Espera-se que a cidade de 21.000 habitantes aumente para uns 250.000. Como se obterá água potável? Um exemplo disso é um navio ancorado ao largo. Construído e operado por trabalhadores japoneses, é uma usina de dessalinização da água, capaz de produzir diariamente uns 1.890.000 litros de água potável.

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