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  • A vida na cidade — um passo curto da concórdia para a confusão
    Despertai! — 1975 | 22 de maio
    • muito drástico para as autoridades o enfrentarem. Depois de quatorze dias de crescente caos, cederam às exigências dos protestadores.

      Belfast foi arrancada da própria beirada do desastre absoluto. Num dia era uma cidade industrial, movimentada; daí, deu aquele passo curto no sentido de se tornar algo assolado, que lutava pela sobrevivência.

  • Quão grave é a escassez geral?
    Despertai! — 1975 | 22 de maio
    • Quão grave é a escassez geral?

      NO PASSADO, pouco se pensou nos limites dos recursos de nossa terra. Sua riqueza de matérias-primas era mormente considerada algo corriqueiro. Assim, durante séculos, seus minerais, combustíveis fósseis e outras reservas têm sido explorados como se fossem ilimitados.

      Atualmente a história é outra. Não se considera mais a terra como fonte de riqueza material infindável.

      Promovendo o Crescimento

      Até recentemente, a maioria dos economistas aceitavam as idéias promovidas por John Maynard Keynes, da Grã-Bretanha. Seu conceito era que os problemas econômicos, inclusive as depressões e o desemprego, podiam ser remediados por se incentivar o consumo em massa dos bens, até mesmo se as pessoas, firmas e governos tivessem de contrair dívidas para isso.

      Pensava-se que o aumento contínuo da procura dos bens de consumo exigiria maior produção, portanto, mais fábricas, empregos e renda para todos — assim, a “prosperidade”. E já por décadas esta tem sido a diretriz geral seguida pela vida econômica ocidental.

      Mas, tornou-se por fim evidente que poderia haver algo drasticamente errado na idéia de crescimento constante, além de que as dívidas crescentes poderiam tornar-se uma carga intolerável. O que trouxe o assunto a uma fase decisiva, mais rápido do que se esperava, foi que a população mundial começou a “explodir”. Isto se deveu a uma taxa continuamente alta de nascimentos, e um novo e dramático decréscimo na mortalidade infantil, mediante melhor prevenção contra as doenças.

      Em especial depois da Segunda Guerra Mundial, a população mundial começou a crescer mais rápido do que nunca. Agora há cerca de quatro bilhões de pessoas na terra, e quase 80 milhões são adicionadas cada ano. A essa taxa, a população dobraria em apenas 35 anos. Parece aos líderes mundiais que a terra não pode sustentar indefinidamente tal população em “explosão”.

      Acabando?

      Significa isso que os recursos da terra estão acabando? Não, realmente não. Pelo menos não agora. O problema principal consiste no modo em que a sociedade humana se acha atualmente constituída, com ênfase em cada vez maior industrialização.

      Um executivo de mineração observou em Vital Speeches: “Visto que os recursos minerais não são renováveis, inegavelmente, em alguma data futura, ocorrerá o esgotamento dos recursos econômicos — mas esse dia parece bem distante. A escassez geral experimentada nos últimos 15 meses não foi causada pela falta de reservas disponíveis.”

      Mas, ao passo que há amplas reservas ainda na terra, levar quantidades suficientes às nações que precisam delas, com rapidez suficiente e de forma bastante barata, é outra coisa. O que torna crítico o assunto para a Europa ocidental, o Japão e até mesmo os Estados Unidos é que agora as melhores reservas da maioria dos minerais e das fontes de energia de que precisam não se acham nas fronteiras desses países. E as reservas que possuem não bastam, e estão sendo consumidas cada vez mais rápido graças aos enormes apetites destas nações. Assim, tais nações sofrem grave e crescente escassez de matérias-primas.

      Gigantesca Demanda

      Anteriormente, quando a família humana vivia uma vida mormente agrícola, a demanda dos recursos da terra era pequeníssima. Mas, com a vinda da era industrial, há vários séculos, a procura de matérias-primas aumentou em tremendo passo.

      As sociedades industriais precisam de fábricas, escritórios, prédios de apartamentos, usinas de força, máquinas, transportes, energia. Tais coisas não podem ser construídas sem aço, alumínio, cobre, concreto e outros materiais. E a civilização industrial é alimentada principalmente pelo petróleo.

      Nos países industriais da Europa ocidental, Japão e América do Norte, a procura de todos esses recursos aumentou várias vezes mais rápido do que sua taxa de crescimento populacional. Mas, este aumento da procura está recebendo outro impulso — das populações em explosão no que é chamado de mundo “subdesenvolvido”.

      As pessoas destas terras mais pobres também desejam as máquinas e outros bens materiais que vêem nas nações industrializadas. E seus líderes estão levando tais países à era industrial tão rápido quanto podem. Exemplo de quanto isto pode aumentar a demanda de toda sorte de bens pode ser visto por um único item que envolve uma nação industrializada, conforme observado no livro Introduction to Geology: “O consumo de ferro nos Estados Unidos aumentou cerca de vinte vezes, ao passo que a população do país dobrou.”

      Sim, quando uma nação se torna altamente

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