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  • Aijá
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    • atrás da casa de Jeroboão, assim como se varre o esterco”. (1 Reis 14:2-18; 15:29) ‘A profecia de Aijá’, um dos registros escritos que incluíam os assuntos de Salomão, sobreviveu até o tempo em que Esdras compilou as Crônicas. — 2 Crô. 9:29.

  • Aijalom
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    • AIJALOM

      [lugar do cervo ou veado adulto].

      Cidade da Sefelâ, ou baixada cheia de colinas da Palestina, situada numa colina localizada no extremo S da linda baixada ou vale de Aijalom. O povoado deste sítio é agora chamado Ialo, e situa-se logo ao N da estrada que vai de Jerusalém a Jafa, cerca de 22, 5 km ao NO de Jerusalém.

      O vale de Aijalom é o mais setentrional de diversos vales que cortam as colinas da Sefelá, e era importante garganta que levava das planícies costeiras à região montanhosa central. Josué estava, evidentemente, perto desta planície quando requereu que o sol e a lua permanecessem “imóveis” sobre Gibeão e a “baixada de Aijalom”, ao concluir sua batalha vitoriosa contra os cinco reis amorreus que tinham travado guerra contra Gibeão. — Jos. 10:12-14.

  • Aimeleque
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    • AIMELEQUE

      ([irmão do rei; meu irmão é rei].

      Filho de Aitube, e bisneto de Eli; sumo sacerdote do tabernáculo localizado em Nobe. Por ter dado ajuda a Davi, não sabendo que este era fugitivo de Saul, Aimeleque, oitenta e quatro outros sacerdotes de Jeová, e os homens, as mulheres e as crianças de Nobe, foram massacrados pelo edomita Doegue. Abiatar foi o único filho de Aimeleque a escapar. (1 Sam., caps. 21, 22) Davi, compondo mais tarde o Salmo 52, relembrou o ato hediondo de Doegue. (Sal. 52, cabeçalho) Jesus também relembrou a experiência de Davi com Aimeleque. — Mat. 12:3, 4; Mar. 2:25, 26; Luc. 6:3, 4.

  • Aitofel
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    • AITOFEL

      ([irmão tolo; irmão da tolice]. Um natural de Gilo, nas colinas de Judá (2 Sam. 15:12), pai de um dos poderosos de Davi, chamado Elião, e possivelmente avô de Bate-Seba. (11:3; 23:34) Como conselheiro pessoal de Davi, o conselho sagaz de Aitofel era avaliado como se fosse a palavra direta de Jeová. (16:23) Mais tarde, este companheiro, certa vez íntimo, tornou-se maquiavelicamente traidor, e juntou-se a Absalão, filho de Davi, num golpe contra o rei. Como um dos cabeças da rebelião, aconselhou Absalão a violar as concubinas de Davi, e pediu permissão para organizar um exército de 12.000 homens e imediatamente ir caçar e matar Davi, enquanto este estava em sua condição desorganizada e debilitada. (15:31; 16:15, 21; 17:1-4) Quando Jeová frustrou esta trama audaciosa, mediante o conselho de Husai, o orgulho de Aitofel ficou ferido. (15:32-34; 17:5-14) Ele cometeu suicídio e foi sepultado junto com seus antepassados. (17:23) À parte do tempo de guerra, este é o único caso de suicídio mencionado nas Escrituras Hebraicas. Seu ato traiçoeiro é, pelo que parece, relembrado no Salmo 55:12-14.

  • Ajudante-de-ordens
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    • AJUDANTE-DE-ORDENS

      [Heb., shalísh, terceiro homem, referindo-se ao terceiro guerreiro num carro de guerra]. A palavra shalísh tem sido traduzida em várias versões da Bíblia como “capitão”, “guerreiro”, “combatente”, “tropas de escol”, “ajudante-de-ordens”, etc.

      Algumas inscrições de monumentos que ilustram os carros de guerra “hititas” e assírios mostram três homens: um é o condutor; outro é o combatente com a espada, lança ou arco, e um terceiro é o carregador do escudo. Embora não se tenham encontrado monumentos que apresentem os carros egípcios dirigidos por três pessoas, o termo é usado em Êxodo 14:7 com respeito aos condutores de carros de Faraó. O terceiro guerreiro do carro, usualmente aquele que carregava o escudo, era um comandante auxiliar do carro de guerra, um ajudante. A palavra portuguesa “ajudante” significa “pessoa que ajuda; ajudador, acólito” (Aurélio).

  • Alabastro
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    • ALABASTRO

      Nome de vasinhos semelhantes a frascos, para perfume, originalmente feitos duma pedra encontrada perto de Alabastron, Egito. A pedra em si, uma forma de carbonato de cálcio, também veio a ser conhecida pelo mesmo nome. Davi coletou “pedras de alabastro, em grande quantidade” para a edificação do templo de Jeová em Jerusalém. (1 Crô. 29:2) Este “alabastro oriental” ou antigo não deve ser confundido com um moderno alabastro, um sulfato hidratado de cálcio, que é facilmente arranhável. O alabastro original é usualmente branco, e, devido a ser uma formação de estalagmite, às vezes possui traços de várias cores. Aproxima-se da dureza do mármore, mas não pode receber tão grande polimento. O alabastro maciço era perfurado ou escavado com uma broca, para vir a conter até uma libra romana (330 gramas) de líquido. (João 12:3) Era usualmente modelado com um gargalo estreito que podia ser vedado eficazmente para impedir que a valiosa fragrância evaporasse. Quando se usavam materiais menos custosos, tais como o gipso, para fazer tais frascos, estes também eram chamados de alabastros, simplesmente por causa do uso que se fazia deles. No entanto, frascos feitos de genuíno alabastro eram usados para os ungüentos e perfumes mais custosos, como aqueles com os quais Jesus foi ungido em duas ocasiões — uma vez na casa dum fariseu, na Galiléia (Luc. 7:37), e outra vez na casa de Simão, o leproso, em Betânia. — Mat. 26:6, 7; Mar. 14:3.

  • Alamote
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    • ALAMOTE

      Veja HARPA.

  • Alaúde
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    • ALAÚDE

      A palavra hebraica shalísh parece relacionar-se a uma raiz que significa “três”. Por isso a forma plural shalishím, em 1 Samuel 18:6, foi traduzida de forma variável como “triângulos” (PIB), “cimbalos” (CBC; LEB), e, conforme preferido por modernos léxicos, “alaúdes”. (NM) O contexto deste versículo sugere um instrumento musical comparativamente leve, pois era tocado pelas mulheres israelitas enquanto cantavam e dançavam, na celebração das vitórias do Rei Saul e de Davi. — 1 Sam. 18:6, 7.

  • Alcaparra, Fruto Da
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    • ALCAPARRA, FRUTO DA

      [Heb., ’aviyohná]. Algumas traduções de Eclesiastes 12:5 vertem este termo hebraico como “desejo” (IBB), “apetite” (AL), de modo que tal trecho passa a rezar: “falhar o desejo”, ou “perecer o apetite”. (IBB; Al) No entanto, muitos tradutores modernos (PIB; CBC; NM; Nácar-Colunga, em espanhol) consideram que o escritor de Eclesiastes, neste capitulo que descreve a condição do homem em sua velhice, usou uma metáfora, como se dá através de toda a descrição, e que ’aviyohnáh se refere à alcaparra (como estimulando o desejo ou o apetite). Este último conceito encontra respaldo nas traduções da LXX, Vg, Sy e em traduções árabes.

      A alcaparra (Capparis spinosa) pode atingir uma altura de 90 cm, mas, usualmente, espalha-se pelo solo como uma vinha. Abunda em toda a região da Palestina, amiúde crescendo em reentrâncias das rochas ou espalhando-se por muros ou ruínas, bem semelhante à hera. Os ramos espinhosos apresentam rica folhagem oval verde. A planta floresce em maio, com grandes flores brancas, com filamentos purpurinos, de pontas amarelas, estendendo-se do seu centro.

      Os frutos da planta não são tão usados quanto os pequeninos botões novos. Estes são colhidos e comidos como condimento, para estimular o apetite, qualidade pela qual são conhecidos desde priscas eras. Assim, o escritor de Eclesiastes parece estar afirmando que, quando diminui o senso do paladar dum homem idoso, e seu apetite se reduz, nem mesmo o estímulo do fruto da alcaparra consegue despertar seu desejo de comer.

  • Aldeia (Cidade)
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    • ALDEIA (CIDADE)

      Veja CIDADE.

  • Aldeias (Cidades) Dependentes
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    • ALDEIAS (CIDADES) DEPENDENTES

      [literalmente, “filhas”]. Pequenas cidades na vizinhança de uma cidade maior. A capital, ou cidade principal dum distrito, era a metrópole, ou cidade “mãe”, como em 1 Crônicas 18:1: “Gate e suas aldeias dependentes” (literalmente, “Gate e suas filhas”). Tiro é chamada de “filha” de Sídon, cidade evidentemente mais antiga do que Tiro, que parece ter sido originalmente uma colônia de Sídon. (Isa. 23:8, 12; Gên. 10:19; Jos. 11:8) As cidades menores de Judá dependiam de Jerusalém. (Sal. 48:11; 97:8; Lam. 3:51) Outras cidades “mães”, que possuíam aldeias ou cidades dependentes eram Samaria e Sodoma (Eze. 16:53), Rabá de Amom (Jer. 49:3), Quenate (Núm. 32:42), Ecrom (Jos. 15:45), Asdode e Gaza (Jos. 15:47), Bete-Seã, Ibleão, Dor, En-Dor, Taanaque e Megido. — Jos. 17:11.

      As aldeias ou cidades “filhas” se originaram da cidade “mãe”, ou eram política e economicamente (e às vezes religiosamente) dependentes dela. Em alguns casos, as cidades dependentes não tinham muros ou eram menos fortificadas, e, em época de sítio, os habitantes procuravam a segurança na cidade “mãe”. — Jer. 4:5; 8:14.

      A antiga cidade de Jerusalém, como “mãe” das cidades dependentes de Judá, é usada simbolicamente para representar a “Jerusalém de cima”, o lugar de segurança de Jeová, no qual os que buscam a justiça encontrarão refúgio no “dia de Jeová contra todas as nações”. — Gál. 4:26; Obd. 15,17; Sal. 48:11-13; Joel 2:32.

      Babilônia, a Grande, é representada em Revelação, capítulo 17, como uma prostituta e como uma cidade, possuindo filhas. Estas são organizações que surgiram da organização-mãe. Dependendo dela, sofrerão a destruição junto com ela.

  • Alegria
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    • ALEGRIA

      A emoção suscitada pela aquisição ou pela expectativa do que é bom; estado de felicidade; exultação. As palavras hebraicas e gregas usadas na Bíblia para alegria, exultação, regozijo e regozijar-se expressam várias nuanças de significado, diferentes estágios ou graus de alegria. Denotam, de forma variada, o júbilo, a base ou a ocasião para alegria, dançar como que com alegria, rodopiar com agradável emoção, exultar ou pular de alegria exuberante, e gloriar-se ou gabar-se (de algo).

      Jeová é chamado o “Deus feliz”. (1 Tim. 1:11) Ele cria e trabalha com alegria para si mesmo e para suas criaturas. O que Ele produz o torna alegre. (Sal. 104:31) Deseja que suas criaturas igualmente gozem as Suas obras em benefício delas, e usufruam seu próprio trabalho. (Ecl. 5:19) Visto que Ele é a Fonte de todas as coisas boas (Tia. 1:17), o principal prazer de todas as criaturas inteligentes, tanto humanas como angélicas, é o de virem a conhecê-lo. — Sal. 64:10; 104:34; Jer. 9:23,  24; Fil. 4:4.

      Jesus Cristo, que era o íntimo de Jeová, é quem melhor o conhece (Mat. 11:27) e pode explicá-lo a seus seguidores. (João 1:18) Jesus, por conseguinte, é alegre, sendo chamado “o feliz e único Potentado”. (1 Tim. 6:14, 15) Por amor a seu Pai, está ansioso de sempre fazer as coisas que agradam a Ele. (João 8:29) Portanto, quando foi colocada diante dele a tarefa de vir à terra, sofrer e morrer, a fim de vindicar o nome de Jeová, “pela alegria que se lhe apresentou, ele aturou uma estaca de tortura, desprezando a vergonha”. (Heb. 12:2) Também sentia grande amor pela humanidade e alegrava-se nela. — Pro. 8:30, 31.

      O coração de Jeová pode alegrar-se com seus servos, devido à fidelidade e à lealdade deles para com Ele. Satanás, o Diabo, desafia constantemente a justeza da soberania de Deus, e a integridade de todos os que servem a Deus. (Jó 1:9-11; 2:4, 5; Rev. 12:10) A eles se aplicam as palavras: “Sê sábio, filho meu, e alegra meu coração, para que eu possa replicar àquele que me escarnece.” (Pro. 27:11) O povo de Jeová na terra pode fazer com que Deus se regozije por meio de sua fidelidade e lealdade a Ele. — Isa. 65:19; 1 Tim. 3:17.

      Visto que Jeová é a Fonte da alegria e deseja que seu povo sinta-se jubilante, a alegria é um fruto do seu espírito santo. (Gál. 5:22,  23; 1 Tes. 1:6) Paulo aconselhou os cristãos em Roma no sentido de que o reino de Deus não consistia em coisas materiais, de modo que uma pessoa não devia tropeçar por causa de outra, nem devia julgar outrem à base de coisas tais como aquilo que este comia ou bebia, “pois o reino de Deus não significa comer e beber, mas significa justiça, e paz, e alegria com espírito santo”. —  Rom. 14:17.

      A verdadeira alegria é uma qualidade do coração, e pode influir no corpo inteiro para o bem. “O coração alegre tem bom efeito sobre o semblante”, e “o coração alegre faz bem como alguém que cura [ou, “faz bem ao corpo”, NM, ed. 1957, em inglês, nota marginal]”, afirma o sábio escritor de Provérbios. — Pro. 15:13; 17:22.

      Alegria no serviço de Deus

      O que Jeová pede de seus servos não é pesado. (1 João 5:3) Ele deseja que tenham prazer em Seu serviço. Israel, seu povo, devia gozar as festividades periódicas que Deus programou para eles, e deviam regozijar-se em outros aspectos de sua vida e da adoração de Deus. (Lev. 23:40; Deut. 12:7, 12, 18) Deviam falar sobre Deus com alegria. (Sal. 20:5; 51:14; 59: 16) Caso não servissem a Deus com alegria de coração, havia algo de errado em seu coração e em seu apreço pela benevolência e pela bondade Dele. Assim, ele os avisou do que aconteceria êsses tornassem desobedientes e não sentissem alegria em servi-lo. —  Deut. 28:45-47.

      O cristão, igualmente, deve sentir prazer em seu serviço a Deus. De outra forma, algo está faltando quanto ao seu apreço de coração. (Sal. 100:2) “0 regozijo de Jeová é o vosso baluarte”, disse um dos servos fiéis de Deus. (Nee. 8:10) As boas novas que o cristão proclama foram anunciadas pelo anjo de Deus como “boas novas duma grande alegria que todo o povo terá”. (Luc. 2:10) O nome de Jeová sobre Suas testemunhas, e a verdade encontrada na Bíblia, devem ser, em si, uma alegria para elas. —  Compare com Jeremias 15:16.

      Ademais, as decisões judiciais justas e retas de Jeová, postas em vigor na congregação cristã e na vida dos cristãos, são causa para alegria em especial num tempo em que o mundo deita por terra a justiça e a retidão. (Sal. 48:11) Dai, por certo, a maravilhosa esperança adiante fornece base para alegria. (“Alegrai-vos na esperança.” — Rom. 12:12; Pro. 10:28) Sua salvação é uma base para alegria. (Sal. 13:5) Adicionalmente, há a alegria que o servo de Deus deriva daqueles a quem ajuda a obter conhecimento de Jeová e a servi-lo. (Fil. 4:1; 1 Tes. 2:19) (Reunir-se com o povo de Deus e trabalhar junto com ele é uma das maiores alegrias.) — Sal. 106:4, 5; 122:1.

      Perseguição é causa de alegria

      Para o cristão que guarda seu coração, até mesmo a perseguição, embora em si não seja prazerosa, deve ser considerada com alegria, pois suportá-la com integridade é uma vitória. Deus ajudará o fiel. (Col. 1:11) Adicionalmente, é prova de que a «pessoa é aprovada por Deus. Jesus disse que, quando o vitupério e a perseguição sobrevierem ao cristão, ele deve ‘pular de alegria’. — Mat. 5:11, 12; Tia. 1:2-4; 1 Ped. 4:13,  14.

      Outras alegrias providas por Deus

      Jeová tem provido muitas outras coisas que a humanidade pode usufruir dia a dia. Algumas destas são: casamento (Deut. 24:5; Pro. 5:18); ser pai ou mãe dum filho sábio e justo (Pro. 23:24,  25): alimento (Ecl. 10:19: Atos 14:17); vinho (Sal. 104:14, 15; Ecl. 10:19) e as múltiplas coisas de Sua criação. — Tia. 1:17;1 Tim. 6:17.

      Alegrias falsas ou passageiras

      Jesus menciona alguns que ouviriam a verdade e a receberiam com alegria, mas sem entenderem o real sentido dela. Tais não cultivam a palavra implantada em seu coração, e como conseqüência logo perdem a alegria por tropeçarem quando surge tribulação ou perseguição por causa da palavra. (Mat. 13:20, 21) A alegria baseada no materialismo é uma alegria falsa, errada e efêmera. Também, alguém que se regozija com a calamidade de outrem, mesmo de alguém que o odeie, tem e responder perante Jeová por seu pecado. Jó 31:25-30; Prov. 17:5; 24:17, 18) Um rapaz será tolo de regozijar-se em sua juventude, no sentido de que se entrega à satisfação dos “desejos pertinentes à mocidade”. (Ecl. 11:9, 10; 2 Tim. 2:22) Similarmente, o amor à hilaridade porá a pessoa em má situação. (Pro. 21:17; Ecl. 7:4) Até mesmo o cristão que exulta em comparar-se com outros está errado. Antes, deve provar quais são suas próprias obras e ter causa de exultação apenas em si mesmo. — Gál. 6:4.

      Alegria eterna

      Jeová prometeu restaurar seu povo, Israel, depois de seu cativeiro em Babilônia. Deveras os trouxe novamente a Jerusalém, em 537 A.E.C., e eles se regozijaram grandemente quando foi lançado o alicerce do templo. (Isa. 35:10; 51:11; 65:17-19; Esd. 3:10-13) Mas a profecia de Isaías (65:17) evidentemente tem um cumprimento maior no estabelecimento de “um novo céu e uma nova terra”, arranjo pelo qual toda a humanidade sentirá alegria para sempre, sob a “Nova Jerusalem” Rev. 21:1-3.

      Sob as atuais condições, a iniqüidade, a doença e a morte impedem que sintamos alegria plena e irreprimível. Mas, em harmonia com a regra bíblica: “O rei sábio dispersa os iníquos”, Jesus Cristo, o rei de Deus, porá fim a todos os inimigos de Deus e da justiça. (Pro. 20:26; 1 Cor. 15: 25, 26) Assim, todos os obstáculos à completa alegria serão removidos, pois até mesmo “não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor” (Rev. 21:4) O pesar com relação aos mortos terá desaparecido para sempre, sendo removido pela ressurreição dos mortos. Este conhecimento, até mesmo hoje em dia, conforta os cristãos que, por causa disso, não ficam “pesarosos como os demais que não têm esperança”. — 1 Tes. 4:13, 14; João 5:28, 29.

  • Dons
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • DONS

      Veja DÁDIVAS (DONS) DE DEUS.

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