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  • As bolinhas que movem as pessoas
    Despertai! — 1970 | 8 de abril
    • ação, música que suaviza e induz ao sono, música para descontração, música para dança. E estórias com fundo musical certamente causam profunda impressão nos ouvintes. Alguns cantam por se sentirem felizes, alguns porque estão tristes, e alguns porque o som da água correndo na banheira ou do chuveiro toca em sua sensibilidade musical.

      O Que É Música?

      Uma coisa é cantar ou cantarolar uma modinha familiar sem conhecer nada de música escrita. Outra bem diferente é ler e escrever música, de modo que a melodia possa ser reproduzida com exatidão. A escala tonal melhor conhecida no mundo ocidental é chamada de escala diatônica. Divide-se em oito notas que ascendem ou descendem em certa ordem. Começando com “dó” — há dois graus inteiros, daí, meio grau, três graus inteiros, daí, meio grau: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó. Tais notas podem ser elevadas um semitom, isto é, elevadas meio grau (sustenidos) ou abaixadas meio grau (bemóis).

      Por se dispor estas notas de certo modo e aumentar ou diminuir a duração de certas notas para adaptar-se a determinada batida ou ritmo, podemos produzir estimulantes acordes ou uma melodia assustadora. A alteração da altura do som é que faz a melodia, visto que qualquer pessoa pode dizer se ouviu alguém soar uma nota errada.

      Os orientais às vezes dividem a escala em vinte e quatro intervalos ou quarto de tom. E a maioria da música folclórica antiga tem uma escala de cinco notas, como o faz a antiga música chinesa e escocesa.

      As melodias são registradas na música escrita por meio de bolinhas ovais com curtas linhas verticais ligadas a elas. Por se colocar tais bolinhas ou notas em várias posições numa pauta de cinco linhas horizontais, indica-se a posição de cada nota na escala. Por se usar diferentes tipos de notas se indica por quanto tempo devem ser mantidas.

      Instrumentos Determinam o Colorido

      Tocar uma melodia em vários instrumentos fornecerá à pessoa uma variedade de coloridos ou timbres. Se resolvermos tocar uma melodia alegre numa flauta, o som será doce e avícola. No fagote, soará grave e jovial e, sem dúvida, nos divertirá! No violão, o seu som talvez mova a pessoa a querer dançar. Sim, esta linha melódica de bolinhas pode mudar de colorido conforme o instrumento usado para tocá-la.

      Os vários instrumentos são divididos em quatro classes principais: cordas, de sopro de madeira, de metal e de percussão. Nos instrumentos de corda, o som é produzido pela vibração das cordas provocada por um arco ou por se tangê-las. Na maioria dos instrumentos de sopro de madeira o som é produzido por se soprar numa câmara sonora oca com a ajuda de palhetas localizadas no bocal. Nos instrumentos de metal, os lábios são todo-importantes para a produção de música. Os instrumentos de percussão, inclusive o piano, o triângulo, os címbalos e todos os tipos de tambores, são aqueles em que a batida ou toque está envolvido. Naturalmente, cada classe de instrumentos abrange grande variedade deles.

      Alguns dos incomuns são as trombetas feitas de conchas do mar, os tambores falantes de madeira da África, a harpa bifurcada com uma cabaça ligada para servir qual câmara de som, e o balafon, um xilofone de estilo africano com filas de pequenas cabaças de vários tamanhos por baixo para dar os tons.

      Um dos mais excelentes de todos os instrumentos, contudo, é a voz humana. Embora não possua talvez o âmbito de vários outros instrumentos, é capaz, com treinamento, de atingir muito maiores profundezas de emoção e tons de sentimento. E seu tema mais digno é o entoar os louvores Daquele que criou o homem e sua maravilhosa voz, o Deus a quem só pertence o nome de Jeová.

      Na verdade, a música é uma dádiva maravilhosa, e, como as demais dádivas, quando usadas apropriadamente, abençoa tanto o dador como o recebedor. Quando usada em conjunção com a língua em expressar o que é bom, verdadeiro, alegre e edificante para a mente, então reflete algo da glória e majestade do único Deus verdadeiro, que é digno de toda expressão musical de louvor.

  • A profecia bíblica não é de interpretação particular
    Despertai! — 1970 | 8 de abril
    • “A Tua Palavra É a Verdade”

      A profecia bíblica não é de interpretação particular

      OS HOMENS às vezes fazem previsões exatas, baseadas em sua própria interpretação das tendências e circunstâncias existentes, mas, não raro suas predições são erradas. Isto se dá porque a evidência disponível é indevidamente avaliada ou é insuficiente para se fazer uma previsão fidedigna. Em contraste, as profecias bíblicas procedem de fonte infalível. Escreveu o apóstolo Pedro: “Nenhuma profecia da Escritura procede de qualquer interpretação particular. Porque a profecia nunca foi produzida pela vontade do homem, mas os homens falaram da parte de Deus conforme eram movidos por espírito santo.” — 2 Ped. 1:20, 21.

      Com efeito, a interpretação humana de como as condições existentes influirão sobre o futuro geralmente sugere algo inteiramente diferente da profecia divinamente inspirada. Por exemplo, os judeus no oitavo século A. E. C. sentiam-se seguros em suas cidades fortificadas. Efetivamente, arrazoavam: ‘Jeová jamais permitirá a destruição de seu templo. E, mesmo que sejamos ameaçados pelos caldeus, o poderio militar do Egito nos salvará. Ora, a simples notícia de que uma expedição militar vinha do Egito fez com que os caldeus se retirassem de lutar contra Jerusalém. Assim, não precisamos temer uma calamidade às mãos dos babilônios.’ Era desta forma que os humanos consideravam as perspectivas para o futuro. — Compare-se com Jeremias 5:17; 7:4, 14; 14:13; 37:5-10.

      Quão diferente, porém, era a palavra profética de Deus! Mediante seu profeta Jeremias, disse Jeová: Os caldeus “destroçarão com a espada as tuas cidades fortificadas em que confias”. (Jer. 5:17) “Vou fazer também à casa sobre a qual se invocou meu nome . . . assim como fiz a Silo” (Jer. 7:14), onde o tabernáculo se localizara nos tempos de Josué. (Jos. 18:1) “Eis que a força militar de Faraó, que está saindo a vós com o fim de prestar auxílio, terá de voltar à sua terra, o Egito. E os caldeus certamente retornarão e lutarão contra esta cidade, e a capturarão e a queimarão com fogo.” (Jer. 37:7, 8) Incríveis como tais palavras possam ter parecido aos judeus, foram cumpridas. — Jer. 44:2.

      Não menos estarrecedoras foram as profecias proferidas por Cristo Jesus

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