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  • Entenda e aprecie a música
    Despertai! — 1979 | 22 de julho
    • harmônicos, chamada “timbre”, normalmente produzida por um instrumento de metal, por exemplo, segundo comparado com um instrumento de corda, ou um que é um cano de ar vibrado por uma palheta.

      Como Podemos Apreciar a Música

      Pouquíssimas pessoas têm o talento ou os meios de apreciar a música ao vivo, todavia, milhões continuam a entreter-se pela boa reprodução de alta-fidelidade. No rádio, há estações de AM e FM. Prefere-se usualmente a FM devido à sua recepção quase isenta de ruído, e sua amplitude de freqüência mais ampla na transmissão musical. Em muitos países, atualmente, as estações de FM-estéreo são bem populares, não só porque muitas exercem cuidados na programação, mas por causa de sua capacidade de reproduzir, em grande medida, os harmônicos sobre os quais falamos. Em aditamento, discos e fitas de alta-fidelidade se acham disponíveis. O ideal das gravadoras é reproduzir a música ao vivo numa gravação de real fidelidade, assim como era originalmente com todos seus harmônicos e, ao mesmo tempo, eliminar o ruído e a distorção indesejáveis.

      Para uma pessoa que ouça casualmente música, enquanto está trabalhando ou fazendo outras coisas, isto talvez não seja muito importante. Um pequeno rádio-transistor poderá ser inteiramente adequado. Nem deveria ser criticado por isso, pois os gostos musicais variam grandemente. Para outra pessoa, contudo, isto poderá ser muitíssimo insatisfatório. Ao passo que produz música, para ela não soa como verdadeira música. Entre as razões podem estar a alta distorção e limitada amplitude de freqüência. A falta dum som musical puro, junto com ruído e distorção, podem fazer com que tal pessoa o desligue, ao invés de continuar ouvindo.

      A baixa distorção é importante na reprodução musical de excelência. No caso de discos, a distorção poderá provir duma cápsula ou agulha de baixa qualidade. Certas fitas apresentam, mais do que outras, distorções e sibilos. O amplificador e as caixas acústicas também têm muito que ver com o som de alta qualidade. Se os dados estiverem disponíveis, seria bom verificar o nível de distorção e a amplitude de freqüência. Alguns modelos mostram um nível de distorção tão alto quanto 1,5 por cento ou mais, ao passo que um produto superior poderá mostrar 0,04 por cento ou menos. Os dados da amplitude de freqüência são importantes, também, mas podem ser desencaminhantes.

      Certa autoridade, depois de muitas pesquisas sobre testes de preferência, expressou-se da seguinte forma: “Noventa por cento de todos os ouvintes ficarão completamente satisfeitos com uma faixa de 60 a 8.000 Hz.” Assim, pareceria que a maioria das pessoas não são exigentes quanto alguns anunciantes gostariam de nos fazer crer. Naturalmente, isto de forma alguma se aplica a todos. Alguns têm aguçado senso auditivo, e seu apreço da música é influenciado pela distorção e falta de plena amplitude. Em que classe se coloca? No fim, é seu ouvido que é seu melhor juiz. Escolha dentre o que possa adquirir o som que lhe agrade mais.

      Manter Conceito Equilibrado

      A música, como os demais prazeres, possui suas limitações. Depois dum dia de trabalho árduo, pode ser muito descontraente, antes de a pessoa se recolher. Alguns acham que é um estimulante contra a depressão branda. No entanto, não deve ser considerada como a resposta para tudo. Se a pessoa tiver um problema que necessita de ação, ouvir música não resolverá o assunto. Também é bom lembrar-se de que, para a maioria das pessoas, a reflexão séria e a meditação exigem silêncio. No entanto, alguns parecem ser tão viciados com música que acham que precisam ouvi-la constantemente. E uma queixa comum dos vizinhos é que a música é tocada, por alguns, com volume demasiado. Parece que alguns apreciadores despercebem o fato de que nem todos partilham seu entusiasmo e gosto. Caso uma pessoa more em local apertado, junto com outros que podem sentir-se perturbados, talvez seu usufruto da música possa ser solucionado por meio de fones de ouvido. Caso não seja cuidadosamente controlada, a música pode consumir demasiado tempo e, desta forma, gerar mais problemas do que os que soluciona.

      Para ilustrar isto, vamos fazer breve exame de algumas das pessoas muito famosas que tornaram a música seu principal interesse na vida, às vezes à custa de outras coisas que deviam ter merecido mais de sua atenção. Ludwig van Beethoven é considerado como um dos maiores compositores de todos os tempos, todavia, diz-se-nos que tinha uma vida pessoal muito desordenada. Outro, Franz Schubert, que se diz ter composto uma das mais lindas sinfonias de todos os tempos, certa vez descreveu a si mesmo como homem muitíssimo infeliz.

      Nem tais depressões emocionais envolvem apenas artistas do passado. O falecido Hank Williams, um dos mais populares cantores de música “country” e “western” de seus tempos, costumava cantar uma melodia religiosa intitulada “I Saw the Light” (Eu vi a Luz). Mas será que viu mesmo? Em certa ocasião, depois de entoar tal canção, relata-se que irrompeu em lágrimas e soluçou, dizendo que não tinha visto nenhuma luz. Sua vida terminou tragicamente com uma superdose de tóxicos, tomada quando estava a caminho para uma apresentação.

      Sim, estas foram pessoas que viveram para a música; era toda a sua vida. Poderíamos bem afirmar que a música, para elas, era como alguns lampejos de luz do sol no meio dum mar tempestuoso e agitado! Qualquer alegria passageira que conseguiam dela logo era anuviada pela melancolia dos problemas pessoais. Para os que procuram uma vida equilibrada e feliz, tais músicos são exemplos admoestadores.

      Ao passo que a maioria de nós vive como ouvintes, e não como músicos executantes, a lição acima é a mesma para ambos. Tempo demais gasto tocando ou ouvindo música não é bom. A música é uma coisa belíssima, sem dúvida! Mas, é apenas UMA das maravilhosas dádivas de Deus à humanidade. Há outras dádivas também — nossa família, nossos amigos, nosso trabalho, nosso serviço cristão. Estes também requerem nossa atenção. Se pudermos conservar sabiamente a música em seu devido lugar — pronta a ser usada quando necessária e desejada, e não sufocando as demais responsabilidades — poderemos bem continuar a entender e apreciar saudavelmente a música no decorrer de nossos anos.

  • O bebê precisa de aconchego
    Despertai! — 1979 | 22 de julho
    • O bebê precisa de aconchego

      DURANTE várias gerações, o enfoque do parto, em vários países, tem sido separar o recém-nascido de sua mãe por longos períodos de tempo. É usualmente colocado numa sala junto com outros bebês.

      No entanto, há mais médicos que afirmam agora que experiências cuidadosamente controladas demonstram que o contato que a mãe tem com seu filho, nas primeiras horas da vida do bebê, produz efeitos benéficos duradouros sobre o bebê, e também sobre a mãe. As mães que têm mais contato inicial com seus bebês parecem afeiçoar-se mais a eles posteriormente e falar-lhes usando um maior número de palavras e perguntas. Acha-se que, quanto mais atenção inicial o bebê receber, tanto maior será seu desenvolvimento emocional e intelectual.

      O Dr. John Kennell, pediatra dum hospital infantil em Cleveland, EUA, declara: “Quanto mais cedo colocar a mãe e seu filho juntos, por períodos extensos, tanto mais poderosos serão os efeitos disso.” Alguns médicos afirmam agora que os berçários ou quartos separados para bebês, nos hospitais, devem ser eliminados.

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