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  • A música e a dança de sua escolha
    Sua Juventude — O Melhor Modo de Usufruí-la
    • parceiros seguram um ao outro, podem às vezes ser sexualmente estimulantes, por causa do contato físico, íntimo. Portanto, se você participar em tais danças, tome em consideração a possibilidade de que seu parceiro ou sua parceira podem ficar indevidamente estimulados, mesmo que você ache que não estão bastante perto para você derivar um prazer sensual da dança.

      10 É um fato que a maioria das danças não podem ser classificadas como sendo ou corretas ou impróprias. Muitas delas podem ser dançadas de modo correto e próprio, ou então dum modo que viola o conselho da Palavra de Deus, de se comportar de maneira limpa e sadia.

      ESCOLHA DA MÚSICA

      11, 12. Por que tem a música poder? Cite exemplos.

      11 Assim como se dá com a dança, precisa também cuidar e refletir sobre a escolha da música que você escuta. Por quê? Porque a música tem poder, e assim como qualquer outro poder, pode servir para o bem ou para o prejuízo.

      12 Donde vem o poder da música? Da sua capacidade de induzir certo sentimento, disposição de ânimo ou espírito nas pessoas. A música pode descansar e acalmar, ou revigorar e animar. Pode quase que “sentir” a diferença entre uma marcha vigorosa e uma serenata suave. A música pode estimular toda emoção humana — amor, ternura, reverência, tristeza, ira, ódio e paixão. Em toda a história, os homens reconheceram o poder da música e a usaram para induzir as pessoas a certo proceder. Por exemplo, parte do triunfo da Revolução Francesa freqüentemente é atribuída ao que um escritor chama de “convocação horripilante às armas” da canção A Marselhesa. E há escolas que costumam entoar suas “canções de combate” antes de competições atléticas.

      13-16. (a) Como se relaciona o conselho de Provérbios 4:23 com a escolha da música? (b) De que modo pode a música ser um “catalisador” e às vezes com resultados prejudiciais, duradouros?

      13 Na Bíblia, o coração é intimamente associado com as emoções e a motivação, de modo que a Palavra de Deus aconselha: “Mais do que qualquer outra coisa a ser guardada, resguarda o teu coração, pois dele procedem as fontes da vida.” (Provérbios 4:23) Visto que o poder emocional da música é um fato, protegermos o coração exige ser criteriosos quanto à música que escolhemos.

      14 É verdade que o efeito comovedor da música é apenas temporário. Mas amiúde dura o bastante para dar um impulso decidido em certa direção ou para baixar a resistência a certos atrativos ou tentações. Se tiver estudado química na escola, sabe o que é um “catalisador”. Aprendeu que a combinação de duas ou mais substâncias químicas muitas vezes pode ser obtida apenas pelo uso de outro ingrediente, que, na realidade, une essas substâncias. Este ingrediente é um “catalisador”. Ora, todos nós temos certas fraquezas e inclinações erradas, e por isso nos sentimos às vezes tentados a fazer algo que é errado. Suponhamos que surjam circunstâncias que o animem a cometer um ato errado. A música pode ser o “catalisador” que consegue a combinação do desejo e das circunstâncias — resultando em algo que você depois talvez lamente muito. À base de seus estudos, uma pesquisadora duma comissão governamental que estudou a pornografia disse:

      15 “A música, por influenciar as emoções das moças para suscitar amor e afeição, serve freqüentemente de catalisador para o amor e assim de estímulo para a provocação sexual na adolescente. A música traz estes sentimentos à tona.”

      16 Sim, o impulso provido pela música, embora temporário, pode bastar para incitá-lo a um proceder ou modo de vida que em si mesmo é de longa duração ou que produz resultados que os são. Por isso, não vale a pena usar de discernimento no que se refere à música?

      O PROBLEMA DA DECISÃO

      17, 18. Como poderá você saber, escutando uma música, se há nela algo de bom para você ou algo de mau?

      17 Na realidade, ninguém pode fornecer-lhe uma lista que de imediato identifique música boa e música má. O motivo é que, entre quase todas as espécies de música, não há nenhuma que possa ser classificada como “toda boa” ou “toda má”. Você terá de usar a mente e o coração para discernir o valor individual de certa música e deve deixar-se guiar por princípios tais como os já considerados. E sua escolha diz aos outros algo sobre a espécie de pessoa que você é.

      18 “Não faz o próprio ouvido a prova das palavras assim como o paladar saboreia a comida?”, perguntou Jó há muito tempo. (Jó 12:11) Do mesmo modo, seu ouvido pode fazer a prova da música. Mesmo sem palavras, amiúde pode saber a espécie de disposição de ânimo ou espírito que certa peça pretende produzir, que espécie de conduta estimula. Isto se deu com a música que Moisés ouviu ao descer do monte Sinai e chegar ao acampamento israelita. Conforme ele disse a Josué: “Não é o som de canto de realizações potentes [um canto de vitória], e não é o som de um canto de derrota [um canto de lamento]; é o som de outro canto que estou ouvindo.” O canto, na realidade, evidenciou uma atividade desenfreada e idolatramente imoral. — Êxodo 32:15-19, 25.

      19-22. (a) Contra que precisam prevenir-se aqueles que gostam de música clássica? (b) Que fatos merecem consideração ponderada sobre o efeito de certa música de jazz e rock?

      19 Considere exemplos mais recentes. Por exemplo, a música clássica, em geral, tem um som nobre e às vezes majestoso. Mas, embora grande parte dela possa ter um efeito bastante nobre sobre os pensamentos, parte dela trata do lado sórdido e egoísta da vida e até o glorifica. Vale a pena lembrar que muitos dos famosos compositores clássicos levaram uma vida imoral, até mesmo dissoluta. E embora, em geral, compusessem para uma assistência que supostamente apreciava as “coisas melhores da vida”, é quase que inevitável que parte do conceito deturpado e das emoções deturpadas se revelem, na sua música, com ou sem palavras. Portanto, se quisermos proteger a saúde de nossa mente e coração, até mesmo a chamada música “séria” não pode ser aceita sem restrições.

      20 Do lado oposto ao das composições clássicas, no espectro musical, encontramos a música sincopada do jazz e do rock. Mesmo nela se encontra música melódica e moderada. Mas, parte dela é desenfreada e estridente. É por isso que os próprios músicos fazem uma distinção entre a música jazz e rock que é “suave” e a que é “quente”, “dura” ou “ácida”. Você deve poder distinguir que espécie de conduta a música promove — seu ouvido, sua mente e seu coração devem dizer-lhe isso. As palavras e o tom de certa música às vezes são tão óbvios, que as pessoas os associam facilmente com certo tipo de conduta ou certa espécie de pessoas. Por exemplo, a Bíblia fala de “cantos dos bebedores” e do “cântico de uma prostituta”. (Salmo 69:12; Isaías 23:15, 16) Que dizer de hoje?

      21 Por exemplo, se você lê no jornal a respeito dum concerto ou festival de música, e a notícia falar de pessoas gritando, de moças desmaiando, do uso de entorpecentes e da intervenção policial, para evitar que o local fosse destruído — o que acha sobre a espécie de música que estava envolvida na apresentação? Se souber dum jovem cantor (ou cantora) ou músico popular que morreu do excesso de drogas — em que espécie de música acha você que ele ou ela se especializou?

      22 Provavelmente já soube que muitos jovens se sentem atraídos à música rock porque acham que sua letra descreve as realidades e os problemas do mundo que os cerca. Talvez mais do que qualquer outra forma de música popular, a música rock procura transmitir uma mensagem: sobre os problemas do crescimento, o conflito de gerações, os entorpecentes, o sexo, direitos civis, dissensão, pobreza, guerra e outros tópicos assim. Procura expressar o descontentamento de muitos jovens com as injustiças sociais e suas idéias sobre um mundo melhor. Mas, qual tem sido o efeito geral? O que tem feito para a maioria dos jovens? Que soluções reais lhes trouxeram suas filosofias? Se tal música se destina a focalizar as realidades, por que se refere em grande parte às drogas, sendo que algumas letras só são entendidas pelos que usam drogas? Estas são perguntas a considerar.

      23-25. (a) Com relação à música, qual é o conselho de Eclesiastes 7:5? (b) A quem devemos tomar em consideração ao escolher música e danças? Por quê? (1 Coríntios 10:31-33; Filipenses 1:9, 10) (c) Portanto, por que não é um assunto trivial a música e a dança que escolhemos?

      23 Portanto, sua escolha da música não é assunto trivial. Pode deixar que outros decidam isso por você, por simplesmente acompanhar a multidão, escolhendo aquilo que é popular e que atraia as massas. Ou pode pensar por si mesmo e usar de cuidado na escolha, orientado pela sabedoria duradoura e superior encontrada na Palavra de Deus. Eclesiastes 7:5 diz: “Melhor é ouvir a censura de um sábio, do que ser um homem que ouve o canto dos estúpidos.” A “estupidez” de que a Bíblia fala não é mera obtusão mental, mas significa estupidez moral, seguir um proceder que só pode causar dificuldades futuras.

      24 Talvez ache que pode escutar música com algo nas palavras contrário ao que é verdadeiro e direito, ou que tenha som sensual, desenfreado, sem ser afetado. Talvez pense assim também sobre as danças que escolhe. Mas, que espécie de influência exerce sobre os outros? Pensa assim como o apóstolo Paulo, que disse que estava disposto a renunciar até mesmo a coisas corretas, tais como comer carne, se com isso podia evitar tornar-se pedra de tropeço para outros? Com que espécie de pessoas o identificará a música de sua escolha?

      25 Portanto, sua escolha da música que quer escutar e das danças em que quer participar mostra se você está simplesmente interessado em se “divertir” ou levar uma vida boa, uma vida eterna no favor de Deus.

  • Tem sentido a moralidade em questões sexuais?
    Sua Juventude — O Melhor Modo de Usufruí-la
    • Capítulo 18

      Tem sentido a moralidade em questões sexuais?

      1-3. O que acham muitas pessoas do mundo a respeito das relações sexuais pré-maritais?

      A PRESSÃO de se empenhar em relações sexuais, pré-maritais, é hoje forte em muitos lugares. De fato, o mundo foi apanhado numa “revolução sexual”. O jornal Daily News de Nova Iorque explicou: “Relacionamentos sexuais sem casamento são agora amplamente reconhecidos pelos pais, pelas faculdades e pelo público em geral. Há uma espécie de tolerância passiva da imoralidade, como se fosse fútil opor-se à nova onda irresistível.”

      2 Muitos demandam a liberdade de ter relações sexuais com quem quer que desejem e de qualquer modo que queiram. Tais atitudes produzem incertezas em muitos. Uma colegial falou sobre um problema típico que ela encontrou ao sair com um rapaz: “Ele disse: Por que não? Eu gastei metade de nosso tempo tentando explicar-lhe o que era tão especial na moralidade. Depois, perguntei a mim mesma: Por que não?” Talvez você também já se tenha perguntado: “Por que não?” Será que

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