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    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • perfeitamente pela humanidade carnal. — Rev. 21:4.

      OS CRISTÃOS NAO PRECISAM LUTAR COM PESSOAS CARNAIS

      Não é o arrazoamento carnal, e sim o espírito de Jeová, que revela os propósitos de Deus para os homens de fé, e os orienta. (Mat. 16:17; 1 Cor. 2:9, 14; Efé. 3:5) Assim, os cristãos não travam seu combate cristão ‘segundo a carne’, e não precisam lutar com pessoas de carne e sangue; nem usam armas carnais contra ninguém. Seu combate é com as “forças espirituais iníquas nos lugares celestiais”. (2 Cor. 10:3, 4; Efé. 6:12) Confiam, não no ‘braço da carne’, mas em Jeová, o Espírito. (Jer. 17:5; 2 Cor. 3:17) Empenham-se, com a ajuda de Deus, para purificar-se de “toda imundície da carne e do espírito”, e Deus os encara e julga, não segundo o que são na carne, como a homem muitas vezes o faz, mas segundo o que são em sentido espiritual. — 1 Cor. 4:3-5; 2 Cor. 5:16, 17; 7:1; 1 Ped. 4:6.

  • Carquemis
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    • CARQUEMIS

      Importante centro comercial situado na margem O do Eufrates superior, em um dos principais passos daquele rio. De Nínive até Harã (a apenas 89 km a E de Carquemis) passava uma das principais rotas comerciais, cruzando então o Eufrates em Carquemis e continuando até o vale do Orontes, no Líbano, ponto do qual outras rotas levavam ao Mediterrâneo ou ao S, para a Palestina e o Egito. As caravanas que passavam por ali proviam recursos em forma de impostos, e a cidade, evidentemente, tornou-se bem opulenta.

      Devido à sua posição estratégica, tanto comercial como militar, o controle de Carquemis era buscado pelos reinos agressores desde priscas eras. O faraó Tutmés III (de meados do segundo milênio A.E.C.) a saqueou e Ramsés III também registra um ataque a essa cidade. Assurnazirpal II (do nono século A.E.C.) descreve sua travessia do Eufrates em balsas que boiavam graças ao couro de cabra inflado, s afirma ter recebido tributo do rei de Carquemis, inclusive 20 talentos de prata, 100 talentos de cobre, 250 talentos de ferro, além de objetos de ouro, mobília marchetada de marfim, roupas de linho e de lã, e outros despojos.

      Carquemis figura no relato bíblico de Isaías 10:9, onde Jeová predisse o ataque assírio contra Israel e Judá. O jactancioso regente assírio é descrito como alistando Carquemis entre os reinos que não poderiam resistir a seu poderio. Isto, sem dúvida, refere-se à conquista assíria do reino independente de Carquemis, por parte de Sargão II, contemporâneo do Rei Ezequias. Depois disso, Carquemis foi regida por um governador assírio.

      Daí, depois da queda de Nínive, a capital Assíria, o faraó Neco marchou através de Canaã a caminho de Carquemis, para impedir que os vitoriosos babilônios passassem a O do Eufrates, para a Síria e Canaã. O Rei Josias, de Judá, tentou insensatamente fazer recuarem as forças egípcias em Megido, e foi morto nessa tentativa (c. 629 A.E.C.). (2 Crô. 35:20-24) Cerca de quatro anos depois, em 625 A.E.C., travou-se decisiva batalha em Carquemis, entre os exércitos egípcio e babilônio. Nabucodonosor conduziu os babilônios a esmagadora vitória sobre as forças do faraó Neco, e avançou impetuosamente sobre a Síria e Canaã. Esta batalha assinalou o fim da força imperial egípcia nestas regiões. O relato bíblico em Jeremias 46:2 é comparável ao das Crônicas Babilônicas (Museu Britânico 21946), ambos descrevendo a derrota do exército egípcio.

      Escavações têm sido feitas no sítio de Carquemis em Jerablus, na fronteira da Turquia e da Síria, cerca de 101 km a NE de Alepo. Encontrou-se grande número de documentos na língua presentemente chamada de “hitita”, e crê-se que Carquemis foi dominada pelo “Império de Hattusha”, por cerca de dois séculos, durante a última parte do segundo milênio A.E.C. Encontraram-se também relevos que traziam, entre outras coisas, a imagem duma esfinge, bem como o símbolo da cruz ansada, ou ‘ankh, indicando forte influência egípcia.

  • Carro
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    • CARRO

      Veículo de duas rodas, puxado a cavalo, criado primariamente para o campo de batalha, ao invés de para o movimento de tropas por trás das linhas de frente. Fornecia transporte rápido em combate, dava aos soldados uma plataforma móvel de fogo, e lhes fornecia o impacto psicológico quando se arremessavam sobre as fileiras dos soldados de infantaria. Os monumentos antigos contêm amplas ilustrações de carros de muitos formatos variados, atestando tanto sua antiguidade como seu uso amplo.

      Basicamente, o carro em geral consistia numa plataforma semi-circular montada sobre um único eixo, tendo laterais à altura da coxa e sendo curvos ao redor da frente; a traseira aberta do carro permitia a entrada rápida e fácil nele. O carro possuía um timão e uma trela presa a cavalos velozes. Um piso de corda entrelaçada dava maior sustentação do que uma superfície lisa de madeira. Não raro os carros eram dotados de equipamento auxiliar, que consistia em aljava e porta-flechas, escudos e lanças. Uma ameaça adicional para os soldados de infantaria eram as foices de ferro que às vezes sobressaíam dos cubos das rodas. (Jos. 17:16, 18; Juí. 1:19) Quando havia apenas um auriga, as rédeas eram presas em torno da cintura ou das cadeiras dele, na batalha, deixando suas mãos livres para manejar as armas. Os carros maiores e mais pesados, com múltiplas parelhas de cavalos, possuíam equipes de dois, três ou quatro homens, tendo um condutor e um ou dois combatentes, e talvez um escudeiro.

      A velocidade, a maneabilidade e a estabilidade eram fatores fundamentais que foram sendo aprimorados com seu contínuo desenvolvimento.

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