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Espere a recompensa da parte de DeusA Sentinela — 1971 | 1.° de agosto
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não são “salário” mesquinho. Sim, a “devoção piedosa junto com a auto-suficiência” é grande ganho. (1 Tim. 6:6) É deveras um estado mental feliz poder-se dizer assim como o apóstolo Paulo: “Aprendi a ser auto-suficiente em qualquer circunstância em que esteja”, quer dizer, a estar contente. Lemos, pois, a respeito do patriarca Abraão, que serviu a Jeová Deus até à idade de 175 anos, que ele morreu “idoso e satisfeito”. — Fil. 4:11; Gên. 25:8.
Hoje também é verdade que Jeová Deus recompensa os seus servos fiéis. De fato, centenas de milhares de fiéis testemunhas cristãs de Jeová podem atestar isso. Uma prova disso se pode ver nas histórias de sua vida, publicadas na revista A Sentinela. E também se pode ver uma prova disso nos seus grandes congressos, onde a sua felicidade é tão notável, por causa de seu grande número.
E depois, naturalmente, há também a esperança de uma recompensa futura, recompensa repetidas vezes oferecida nas Escrituras. Jesus assegurou aos seus seguidores que se lhes “pagará de volta na ressurreição dos justos”. E o apóstolo Paulo assegurou isto aos cristãos na conclusão de sua forte exposição da ressurreição, dizendo: “Conseqüentemente, meus amados irmãos, tornai-vos constantes, inabaláveis, tendo sempre bastante para fazer na obra do Senhor, sabendo que o vosso labor não é em vão em conexão com o Senhor.” De modo similar, ele disse aos escravos cristãos nos seus dias: “O que for que fizerdes, trabalhai nisso de toda a alma como para Jeová, e não como para homens, pois sabeis que é de Jeová que recebereis a devida recompensa da herança.” — Luc. 14:14; 1 Cor. 15:58; Col. 3:23, 24.
Não há dúvida de que Jeová Deus recompensa os que se apegam aos seus princípios e que fazem o que lhe agrada. Eles têm recompensas atuais e podem esperar recompensas futuras, no seu tempo devido. Isto não é ser egoísta, mas apenas se acredita na palavra de Jeová Deus, assim como Josué lembrou aos israelitas: “Não falhou nem uma única de todas as boas palavras que Jeová, vosso Deus, vos falou. Todas elas se cumpriram para convosco.” (Jos. 23:14) Portanto, espere com fé pela sua recompensa da parte de Jeová Deus!
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1971 | 1.° de agosto
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Perguntas dos Leitores
● Ezequiel 29:1-16 indica que o Egito ficaria desolado por quarenta anos. Aconteceu isso realmente? — E. U. A.
Esta desolação do Egito talvez tenha ocorrido após a conquista do Egito por Nabucodonosor. A queda do Egito já fora declarada pelo profeta de Jeová, Jeremias. (Jer. 25:17-19) Ela começou com a derrota decisiva do Egito em Carquemis, junto ao rio Eufrates, infligida pelos babilônios sob Nabucodonosor, na primeira parte de 625 A. E. C. Este acontecimento é descrito em Jeremias 46:2-10, bem como nas Crônicas Babilônicas.
Nabucodonosor se apossou a seguir da Síria e da Palestina, e Judá se tornou estado vassalo de Babilônia. (2 Reis 24:1) O Egito fez pelo menos uma última tentativa de continuar como potência na Ásia. O faraó governante (que se acredita ter sido Hofra) veio a Canaã em resposta ao pedido de apoio militar, feito pelo rei judeu Zedequias, na sua revolta contra Babilônia, em 609-607 A. E. C. Conseguindo apenas um levantamento temporário do sítio babilônico, as tropas egípcias se viram obrigadas a retirar-se, e Jerusalém ficou entregue à sua destruição. — Jer. 37:5-7; Eze. 17:15-18.
Apesar dos fortes avisos de Jeremias (Jer. 42:7-22), o restante da população de Judá fugiu mais tarde para o Egito em busca de santuário. (Jer. 24:1, 8-10) Mas o cumprimento das profecias de Jeová apanhou os refugiados israelitas quando Nabucodonosor marchou contra o Egito e conquistou o país.
Sobre isso, as palavras proféticas de Jeová declararam: “E ele [Nabucodonosor] terá de entrar e golpear a terra do Egito. Quem estiver destinado para a praga mortífera, ficará para a praga mortífera,
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