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    A Sentinela — 1974 | 1.° de junho
    • para nós. — Rev., caps. 20, 21.a

      Este reino governará para o bem da humanidade. Deveras, trará honra a Deus e estabelecerá eternamente sua soberania sobre tudo na terra. Harmonizará este único planeta rebelde com o resto do universo. Mas a verdadeira beneficiada será a humanidade. Seu Rei é a “descendência” por meio de quem “todas as nações da terra hão de abençoar a si mesmas”. — Gên. 22:18.

      UMA DEMONSTRAÇÃO DA VERACIDADE E DO PODER DE DEUS

      Mas que dizer da certeza da esperança deste governo benéfico — da fidedignidade da promessa? Note o que Deus fez, demonstrando sua capacidade de exercer domínio sobre os homens e de predizer com anos de antecedência o que ele fará.

      Há cerca de vinte e cinco séculos atrás, certo rei, Nabucodonosor, de Babilônia, era o indisputado governante mundial. Babilônia havia esmagado a Segunda Potência Mundial, a Assíria, e tornara-se então a grande Terceira Potência Mundial do registro histórico da Bíblia.

      Mas o seu rei, Nabucodonosor, cometeu um sério erro. No seu orgulho e na sua arrogância, desconsiderou que o Deus do céu apenas lhe permitira estar onde estava. Deus permitira-lhe levar ao exílio a nação judaica, o próprio povo de Deus, por causa da desobediência deste, como punição disciplinar. Não foi a força de Nabucodonosor que o habilitou a tomar Jerusalém. A fim de ilustrar isso a Nabucodonosor e às gerações futuras, Deus enviou em sonhos uma mensagem a Nabucodonosor, que o perturbou grandemente.

      Depois de consultar os adivinhos e astrólogos religiosos e não obter uma explicação satisfatória do sonho, Nabucodonosor convocou um escravo judeu, o profeta Daniel. — Dan., cap. 4.

      Daniel explicou o significado do sonho. Este predisse para Nabucodonosor uma humilhante disciplina de sete anos da parte de Deus. Não obstante, um ano depois, Nabucodonosor começou a gabares, ufanando-se de sua capital, Babilônia. Mal havia terminado com a sua jactância, quando ouviu uma voz procedente do invisível — do céu, dizendo:

      “A ti se diz, ó Nabucodonosor, o rei: ‘O próprio reino se afastou de ti e a ti mesmo expulsarão de entre a humanidade, e tua morada será com os animais do campo. A ti mesmo darão vegetação para comer, como a touros, e sete tempos é que passarão sobre ti, até saberes que o Altíssimo é Governante no reino da humanidade e que ele o dá a quem quiser.’” — Dan. 4:29-32.

      O que se seguiu logo depois? Exatamente o que Deus dissera. Está no relato de Daniel. Os registros babilônicos que foram descobertos não relatam que Nabucodonosor ficou louco por sete anos literais, conforme a Bíblia mostra que aconteceu. Mas, devemos esperar que os apoiadores e servos dum rei ditador registrem a sua humilhação? Não podemos imaginar os historiadores de Hitler registrarem as derrotas de Hitler, se ele tivesse voltado ao poder, assim como Nabucodonosor fez, ao fim dos seus sete anos de loucura. Outras nações também adotam a política de “inocentar” seus governantes e governos, assim como podemos ver nos anais do antigo Egito, Assíria e de muitos países modernos. Mas a Bíblia nos fornece um registro histórico veraz, cândido e sem rebuços.

      Quando Deus restabeleceu a sanidade de Nabucodonosor, este pouco se dava conta de que os “sete tempos” teriam um cumprimento maior, de um ano para cada dia dos sete anos proféticos de 360 dias cada um, num total de 2.520 (7 x 360) anos. Pouco se dava conta de que era uma profecia que revelava que, desde a derrotada do reino representativo de Deus, quando Jerusalém foi desolada, em 607 A. E. C., não haveria rei da linhagem de Davi que exercesse autoridade governante nos assuntos da humanidade, por 2.520 anos. Durante este tempo, ‘Jerusalém seria pisada pelas nações, até que se cumprissem os tempos designados das nações’ — quer dizer, Deus permitiria a dominação gentia da terra, sem haver rei no trono como representante de Deus. No fim do período de 2.520 anos chegaria o tempo devido de Deus para ele assentar seu Messias no trono, nos céus. Segundo a cronologia bíblica e as condições mundiais em cumprimento da profecia, estes “tempos dos gentios” expirariam em 1914 E.C. — Luc. 21:24, Almeida; Eze. 21:27.

      Isto significa que estamos agora no curto período de tempo antes de o reino messiânico ‘vir’ contra o atual sistema iníquo de coisas e introduzir o reinado pacífico de mil anos. — Mat. 6:10.

      PODE UM LIVRO ESCRITO POR HOMENS SER DIGNO DE CONFIANÇA?

      Alguns talvez hesitem em confiar na Bíblia, visto que ela foi escrita por homens. Mas os autores, muitas vezes, ditam seus pensamentos a outros que atuam como meros secretários. De modo similar, obras históricas e documentárias não representam as idéias de seus escritores ou compiladores. Embora seja verdade que a Bíblia foi escrita por homens, não precisa ser a palavra de homens. A Bíblia afirma nas suas próprias páginas ser obra de inspiração divina? e ela foi escrita em nome do ‘próprio Altíssimo e Aquele que vive por tempo indefinido’. Depois desta peripécia humilhante, o próprio Nabucodonosor viu claramente e reconheceu que as palavras de Daniel, na interpretação do sonho, não foram apenas as palavras de Daniel. Ele admitiu:

      “Ao fim dos dias, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu e meu próprio entendimento começou a retornar a mim; e eu bendisse o próprio Altíssimo, e louvei e glorifiquei Aquele que vive por tempo indefinido, porque seu domínio é um domínio por tempo indefinido e seu reino é para geração após geração. E todos os habitantes da terra são considerados como simplesmente nada, e ele age segundo a sua própria vontade entre o exército dos céus e os habitantes da terra. E não há quem lhe possa deter a mio ou quem lhe possa dizer: ‘Que estás fazendo?’” — Dan. 4:34, 35.

      Realmente, usarem-se homens como secretários para registrar o que Deus queria, na Bíblia, não diminui a autenticidade dela nem seu impacto na humanidade.

  • Quando o reino do mundo foi confiado a Cristo
    A Sentinela — 1974 | 1.° de junho
    • Quando o reino do mundo foi confiado a Cristo

      A Bíblia predisse que Deus daria “o reino do mundo” a Cristo. (Rev. 11:15)

      Quando seria isso? Após sete “tempos” simbólicos. (Dan. 4:10-17)

      A árvore enorme, representando o poder régio, foi ‘derrubada’ quando Jerusalém caiu em 607 A. E. C. Após a expiração dos “sete tempos”, remover-se-iam as ‘bandas’; a árvore cresceria.

      Qual seria a duração dos “sete tempos”? Muito mais do que sete anos literais.

      Quando esteve na terra, Jesus indicou que os “tempos” simbólicos ainda não haviam terminado. (Luc. 21:24) Revelação 12:6, 14, mostra que 1.260 dias são iguais a três “tempos” e meio.

      Cada ‘tempo’ deve ser de 360 dias. (31/2 x 360 = 1.260)

      Cada dia dos “tempos” proféticos representa um ano. (Núm. 14:34; Eze. 4:6)

      Assim, “sete tempos” (7 x 360) são 2.520 anos.

      Quando começaram os sete “tempos” simbólicos (2.520 anos)?

      No outono setentrional de 607 A. E. C., quando o território do reino típico de Deus, em Judá, foi desolado.

      Quando terminaram os sete “tempos” simbólicos?

      Os 2.520 anos nos levam ao outono setentrional de 1914 E. C. (6061/4 + 19133/4 = 2.520)

      1914 E. C. — ano marcado, em que “o reino do mundo” foi confiado a Cristo.

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