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Por dentro das notíciasA Sentinela — 1980 | 1.° de maio
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ar livre para brincar, mas com a mínima supervisão. As crianças do grupo “antigo” ficaram restritas a um recinto fechado, com menos equipamento, mas sua conduta era supervisionada de perto. Aquelas que violavam as regras estritas de comportamento aceitável eram encostadas num “canto de castigo”.
O que revelou o estudo? Que as crianças que brincavam sob os “novos” métodos eram muito mais agressivas, com comportamento que ia desde as ameaças verbais até a própria violência física. Entre os meninos do grupo “novo”, houve 89 incidentes agressivos (56 envolvendo uma troca de golpes), em comparação com apenas cinco no grupo “antigo”, e estes eram todos apenas ultrajes verbais. As meninas no grupo “novo” tiveram 42 incidentes agressivos, ao passo que o grupo “antigo” não teve nenhum.
Qual é o significado deste estudo? New Scientist explicou: “As crianças no grupo antigo simplesmente eram mais felizes do que as do grupo progressista . . . Nossas observações, por certo, são inteiramente coerentes com o conceito antigo de que as crianças são mais felizes e sentem-se mais seguras quando se lhes impõe um código de conduta, e quando sabem quais são as regras e que punição podem esperar pela transgressão, do que se são criadas num estilo liberal, sem nenhuma orientação clara quanto ao comportamento esperado.”
É evidente que os métodos novos, que contradizem o que a sabedoria divina esclarece sobre a criação dos filhos, terão pouco êxito. Provérbios 13:24 diz que aquele que ama seu filho “está à procura dele com disciplina”.
Igrejas Contribuem Para Distúrbios Mentais
● O manual diagnóstico da Associação Psiquiátrica Americana, de 1° de janeiro de 1980 (em inglês), acrescentou a “jogatina patológica” à sua lista de distúrbios mentais. No entanto, segundo uma enquête típica, a maioria dos 127 sacerdotes da Arquidiocese Católica Romana de Milwaukee, Wisconsin, E. U. A., que abrange 10 municípios, aprovaram a jogatina patrocinada pela igreja na forma de bingo ou víspora. Não consideravam o bingo como sendo “uma questão moral”. Todavia, num número recente da revista U. S. Catholic, o artigo de Nathan Kollar elaborou o tema “A Jogatina na Igreja É Imoral”. “O jogador quer que os outros percam, porque esta é a única maneira de ele ganhar”, escreveu ele. “O que pode produzir esta atitude senão cristãos egocêntricos — odiosos da boa sorte dos outros — alegrando-se com a sua própria boa sorte? Será que isso é cristão?” Além disso, será que a jogatina na igreja não estimula alguns em direção à “jogatina patológica”?
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1980 | 1.° de maio
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Perguntas dos Leitores
● Por que o toco de árvore do sonho de Nabucodonosor foi enfaixado com duas bandas?
Nabucodonosor recebeu um sonho profético de uma imensa árvore que foi cortada e enfaixada. Com relação ao toco, lemos: “Deixai-lhe o toco na terra, mas com banda de ferro e de cobre, . . . e seja seu quinhão com os animais do campo, até terem passado sobre ele sete tempos.” — Dan. 4:23, 15.
O profeta Daniel explicou que, na primeira aplicação, o sonho significava que Nabucodonosor seria cortado de sua posição governamental por sete tempos (evidentemente sete anos). Entendemos que este sonho se aplica também aos “sete tempos” de dominação gentia, durante os quais Jeová não exerceria a soberania universal por meio dum reino com um governante da linhagem de Davi. Veja O Reino de Deus — Nosso Iminente Governo Mundial (1977), pp. 71-89.
Ser o tronco enfaixado significaria que a “árvore” seria mantida sob restrição por sete tempos. Conforme mostra Jó 14:7-9, sob condições normais, um toco de árvore pode brotar e começar a crescer novamente; mas não esse. Quando Nabucodonosor recebeu o sonho, o ferro e o cobre estavam entre os metais mais fortes disponíveis. (Veja Salmo 107:10, 16; Jó 40:18.) De modo que o enfaixamento do toco com uma banda de ferro e uma banda de cobre confirmaria em dobro que a “árvore” não cresceria novamente até que as bandas de restrição divina fossem removidas.
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