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  • Que base há para um futuro melhor?
    Despertai! — 1976 | 8 de novembro
    • duma “recessão” do “império” estadunidense. Concluiu que ‘a liderança mundial está propensa de passar para novas mãos bem cedo no século 1976-2076’.

      No entanto, há um motivo mais fundamental pelo qual podemos esperar ver grande mudança, muito antes da chegada do “Tricentenário”. E não é porque os Estados Unidos venham a ser conquistados por outra potência mundial.

  • Algo melhor que o nacionalismo
    Despertai! — 1976 | 8 de novembro
    • Algo melhor que o nacionalismo

      O POVO de cada país deseja sentir que eles, e seus descendentes, terão um futuro melhor. Mas, como este virá? Por meio dos esforços individuais das nações?

      Há, atualmente, mais nações do que nunca. Cada uma promete melhores dias a seu povo, e exige a obediência às suas diretrizes. Mas, será que qualquer nação, ou mesmo qualquer grupo de nações, lidera o caminho para o aprimoramento da inteira família humana? Por certo já dispuseram do tempo. Todavia, nosso século tem estado cheio de fracassos desastrosos.

      Não podemos fugir da realidade que a divisão da terra em tantas nações diferentes não foi proveitosa. Uma ‘casa dividida’ não tem probabilidades de solucionar os problemas complexos do mundo.

      Por exemplo, a revista Parade afirma: “Um quarto da população do mundo está quase sempre faminta e um décimo está à beira da morte, devido a pouquíssimo alimento.” Todavia, os peritos alimentares afirmam que a culpa não é da terra, visto que pode produzir suficiente alimento. Afirmam que são os sistemas políticos e econômicos divididos que impedem a cooperação e a distribuição racional.

      Também, devido ao orgulho nacional — o nacionalismo — as nações divididas temem umas às outras. Assim, as nações do mundo gastam mais de 300 bilhões de dólares por ano agora com armamentos. Imagine só o que a família humana poderia realizar se tal dinheiro fosse usado para finalidades produtivas!

      Realmente, nenhuma nação ou ideologia pode fornecer ao povo o que este deseja e mais necessita. E, o que a maioria das pessoas desejam é verdadeira paz, segurança permanente, prosperidade, saúde e felicidade.

      Se todas as pessoas pudessem dar-se bem como família amorosa, como irmãos leais e fidedignos, pense só nas qualidades desejáveis entre todos os grupos nacionais que poderiam ser usufruídas. Não é interessante provar ampla variedade de alimentos que os diferentes povos comem? Muitos de seus estilos de vestir-se, e sua música, são agradáveis. Se as atuais divisões nacionais não existissem, há muitas boas caraterísticas de todas as culturas que poderiam aumentar muito o prazer de se viver.

      Não Faz Sentido

      Lançar nações ou raças umas contra outras não faz sentido, visto que todas tiveram antepassados comuns.

      O falecido historiador inglês, Arnold Toyntee, disse sobre o nacionalismo: “É um estado mental em que prestamos nossa principal lealdade política a uma fração da raça humana . . . sejam quais forem as conseqüências que isto traga à maioria estrangeira da raça humana.”

      Por ser o nacionalismo tão divisório e destrutivo, Toyntee disse a respeito disso: “O nacionalismo é uma doença mental.” E o antigo Secretário-Geral das Nações Unidas, U Thant, observou: “Tantos dos problemas que enfrentamos hoje são devidos a, ou resultam de, atitudes falsas — algumas delas adotadas quase que inconscientemente. Entre essas, está o conceito do nacionalismo estreito — ‘meu país, certo ou errado’.”

      O Criador da humanidade, Jeová Deus, “não é parcial”, diz-nos sua Palavra. (Atos 10:34) E, visto que “ele fez de um só homem toda nação dos homens”, é evidente que, para o Criador do homem, manter as divisões nacionais tampouco faz sentido. — Atos 17:26.

      Mas, existe qualquer esperança realística de que, algum dia, todas as nações sobrepujem seus preconceitos nacionais e unam-se numa fraternidade internacional para trabalhar pelo bem de todos os povos?

      A União a Caminho, Agora!

      Sim, há uma esperança realística. Com efeito, a própria Palavra de Deus garante que o atual estado dividido da humanidade terminará em breve. Não mais haverá divisões nacionais prejudiciais. — Dan. 2:28, 44.

      A profecia bíblica mostra que vivemos agora “na parte final dos dias”, pouco antes de Deus intervir nos assuntos humanos e pôr fim ao atual sistema dividido de regência humana. Mas, nesta mesmíssima época, como prediz Isaías, capítulo 2, a Sua adoração verdadeira seria elevada bem alto, de modo que para ela ‘terão de afluir todas as nações’.

      Com que resultado, Deus “certamente fará julgamento entre as nações e resolverá as questões com respeito a muitos povos. E terão de forjar das suas espadas relhas de arado, e das suas lanças, podadeiras. Não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerra”. — Isa. 2:4.

      Sim, o Deus Todo-poderoso está agora mesmo ajuntando as pessoas de coração honesto em uma fraternidade internacional e lhes ensina agora a viver numa justa nova ordem que Ele regerá desde os céus. E, depois de destruir o atual sistema iníquo, Deus levará os sobreviventes que ele ‘endireitou’ para Sua nova ordem de eterna paz e prosperidade.

      Revelação, capítulo 7, versículo 9, mostra que tais sobreviventes constituem “grande multidão, que nenhum homem podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas.” Serão aqueles que se submeterão à Sua regência. Avaliam que, não importa que benefícios qualquer nação lhes possa prover, nada se poderá comparar com a esperança de vida na nova ordem de Deus. Apenas Deus, e não o homem, pode conduzir as pessoas dispostas àquele alvo muito desejável.

  • Hipotecando o futuro dos filhos
    Despertai! — 1976 | 8 de novembro
    • Hipotecando o futuro dos filhos

      ● O Congresso dos EUA recentemente aumentou o teto da dívida governamental para US$ 700 bilhões — mais de US$ 3.200 para todo homem, mulher e criança daquela nação. Todo estadunidense deverá, em média, mais de US$ 200 apenas de juros da dívida governamental para o ano fiscal de 1977. Estes juros de US$ 45 bilhões teriam feito operar o governo inteiro em 1951.

      No ínterim, muitos governos estaduais e locais também se acham afundados em dívidas. Por quê? Citando um motivo, The Wall Street Journal relata que as folhas de pagamentos dos governos estaduais e locais aumentaram, até 1974, em mais de oito vezes e meia o que eram em 1950, ao passo que a renda de todos os trabalhadores estadunidenses se multiplicou em menos da metade disso.

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