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  • Libertação do medo de perigos espirituais
    A Sentinela — 1975 | 1.° de março
    • 23. (a) Por que não queremos ficar iguais a Demas mencionado em associação com Paulo? (b) A obediência a Revelação 18:4 nos tirou de que “armadilha” e nos levou a que lugar?

      23 Agora, dezenove séculos depois de João escrever estas palavras, a organização de Satanás, o Diabo, qual armadilha, está muito perto de desaparecer para sempre. Por que deveríamos nós, os que saímos da organização visível de Satanás para o “lugar secreto do Altíssimo”, desejar ser novamente engodados por aquela organização condenada? Não queremos ser semelhantes ao ex-cristão Demas, a respeito de quem o apóstolo Paulo disse na sua última carta, antes de sua morte: “Demas me abandonou, porque amava o atual sistema de coisas, e foi para Tessalônica.” (2 Tim. 4:10) A religiosa Babilônia, a Grande, inclusive a cristandade, foi apanhada e está presa na armadilha da organização visível de Satanás e sofrerá em breve a destruição junto com ela. Nós, em obediência à ordem de Deus em Revelação 18:4, saímos de Babilônia, a Grande, e da armadilha de Satanás, na qual ela foi apanhada. Por não voltarmos a ela, podemos continuar a usufruir os benefícios de nossa libertação da “armadilha do passarinheiro”. Sob a “própria sombra do Todo-poderoso”, temos segurança espiritual.

      A “PESTILÊNCIA QUE CAUSA ADVERSIDADES”

      24, 25. (a) O que associa o salmista com a armadilha do passarinheiro, no mesmo versículo? (b) O que simboliza isto, e por que apropriadamente assim?

      24 No mesmo versículo, junto com a “armadilha do passarinheiro”, o salmista menciona outra ameaça potencial para a segurança espiritual, a saber, uma mortífera moléstia epidêmica que é muito contagiosa, infecciosa. Ele diz: “Pois ele mesmo te livrará da armadilha do passarinheiro, da pestilência que causa adversidades.” — Sal. 91:3.

      25 Assim como a “armadilha” do passarinheiro, esta “pestilência” que causa adversidades é simbólica. Visto que o salmista, sob inspiração, associa as duas coisas, a pestilência simbólica da atualidade é algo que acompanha a armadilha do passarinheiro, a qual é a organização terrestre, visível de Satanás. Esta “pestilência” figurativa é, de fato, criada, cultivada, dentro daquela organização mundana, egoísta. Esta “pestilência” contagiosa que grassa violentamente na terra é o nacionalismo.

      26. Desde quando se apoderou o nacionalismo dos povos e o que disse recentemente o historiador Toynbee sobre o nacionalismo?

      26 Os historiadores seculares notaram que, desde a Primeira Guerra Mundial de 1914-1918 E. C., o espírito do nacionalismo se apoderou dos povos do mundo. Isto é bastante natural, porque aquela guerra foi travada pelos Aliados “pela autodeterminação dos povos”. O historiador britânico Arnold Toynbee disse tão recentemente quanto em 21 de novembro de 1972:

      “Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, o nacionalismo dobrou o número dos soberanos estados locais, independentes, e reduziu pela metade seu tamanho médio. . . . Os problemas estratégicos e higiênicos da humanidade são globais e são prementes; não podem ser solucionados pelos governos de estados locais. Exigem o estabelecimento duma autoridade global dotada de poder predominante. A sobrevivência da humanidade exige união política, contudo, a atual disposição de ânimo da humanidade é cada vez mais divisória. Será que enlouquecemos?”

      27. De que modo tem sido o nacionalismo como uma “pestilência que causa adversidades”?

      27 Satanás, o Diabo, a quem Jesus Cristo chamou de “governante deste mundo”, é responsável por esta onda de nacionalismo, por meio do qual espera destruir os que disseram a Jeová: “Tu és meu refúgio e minha fortaleza, meu Deus, em quem vou confiar.” (Sal. 91:2) Esta “pestilência” política do nacionalismo causou muitas e grandes adversidades”. Apesar do estabelecimento da Liga das Nações em 1920, surgiram ditadores intensamente nacionalistas, tais como Mussolini, na Itália, Stálin, na Rússia, Hitler, na Alemanha, o partido político imperialista do Japão, e assim por diante. Proveu assim a força propulsora para a Segunda Guerra Mundial. Instigou o patriotismo fanático, gestos religiosamente fervorosos para com símbolos e emblemas nacionais, preparativos militares acompanhados por tributação pesada, rivalidades internacionais, insistência na soberania nacional, em vez de a submissão à soberania universal de Jeová e do reino messiânico.

      28. A quem causou esta “pestilência” dificuldades especiais, mas em que questão não transigiram estes?

      28 Sem se falar nas adversidades que tudo isso causou à raça humana em geral, resultou em dificuldades especiais para as testemunhas cristãs de Jeová. Mas o Todo-poderoso não deixou que ficassem contaminados com a “pestilência” do nacionalismo e caíssem vítimas dos seus efeitos mortíferos para a espiritualidade cristã. Não foram engodados nem pressionados a adorar a “fera” política que leva o número de 666, nem sua “imagem” política, as Nações Unidas, sucessoras da Liga das Nações. (Revelação, capítulo 13; 15:2-4; 20:4) Não transigiram quanto a dar devoção exclusiva a Deus e defender Sua soberania universal.

      29. Apesar da Segunda Guerra Mundial, a favor de que se expressaram em 1939, e com que efeito sobre sua espiritualidade?

      29 Em 1939, apesar do andamento da Segunda Guerra Mundial, expressaram-se unidamente, em todo o mundo, a favor da absoluta neutralidade cristã para com os conflitos políticos e militares do mundo. (Veja o artigo “Neutralidade” no número de fevereiro de 1940 da revista A Torre de Vigia; em inglês, 1.º de novembro de 1939.) Embora sofressem, alguns mesmo até à morte, por causa de sua fidelidade, Jeová Deus os manteve espiritualmente seguros “no lugar secreto do Altíssimo” e “sob a própria sombra do Todo-poderoso”.

      (A continuar)

  • A adoração verdadeira exige decisões firmes
    A Sentinela — 1975 | 1.° de março
    • A adoração verdadeira exige decisões firmes

      QUANDO Jesus Cristo esteve aqui na terra, ele tornou claro que ser discípulo dele exigia decisões firmes, envolvendo verdadeiras mudanças na vida. Ele disse: “Podeis estar certos, assim, de que nenhum de vós que não se despedir de todos os seus bens pode ser meu discípulo.” (Luc. 14:33) Isto não significa que todo aquele que procura tornar-se discípulo de Jesus deve livrar-se de seus bens, mas sim que cada um precisa encarar as suas coisas materiais como secundárias, não deixando nada interpor-se no seu serviço a Deus, como discípulo fiel de Seu Filho. — Veja 1 Timóteo 6:17-19; Hebreus 13:5.

      Cada ano, muitos milhares de pessoas demonstram que isto se deu no seu caso. Estão dispostas a fazer enormes mudanças no seu modo de vida, mudanças que os outros consideram desvantajosas e tolas.

      Uma jovem do Brasil conta as mudanças que estava disposta a fazer para viver segundo a orientação provida na Bíblia. Contando por que ela aceitou prontamente estudar a Bíblia com as testemunhas de Jeová, ela diz:

      “A Bíblia era para mim um ponto de interrogação — um mistério. Naquela época, ou estava muito ocupada, pois havia entrado na faculdade e começado a fazer teatro. Ao mesmo tempo que progredia no estudo bíblico, as portas do teatro me eram abertas cada vez mais. Recebi o prêmio de segunda melhor atriz no VII Festival de Teatro Amador.

      “Com toda esta ocupação, deixei o estudo bíblico por algum tempo. Mas a Testemunha que fazia o estudo comigo continuava a visitar-me, sempre incentivando-me para continuar o estudo, freqüentar as reuniões e nunca deixar de ler a Bíblia e outras publicações bíblicas.

      “Aos poucos, minha consciência pedia uma decisão. Começaram então a surgir perguntas: ‘Será que posso pedir a bênção de Deus ao entrar no palco com peças cujo conteúdo é contrário aos princípios bíblicos? E quanto à conduta desenfreada, não é ela condenada por Deus?’

      “Travava-se na minha mente uma grande batalha, pois eu amava o teatro com sinceridade. Surgiram propostas de continuar trabalhando tanto dentro da Universidade quanto fora dela. Deixei finalmente de fazer teatro em favor do serviço de Jeová, o que não foi fácil.

      “Agora estou muito feliz. Sinto-me protegida entre meus irmãos e minhas irmãs espirituais, que

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