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  • O Reino de Deus a única esperança da humanidade

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  • O Reino de Deus a única esperança da humanidade
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1962
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1962
w62 15/8 pp. 485-488

O Reino de Deus a Única Esperança da Humanidade

UMA esperança segura para o futuro é isso que a humanidade necessita agora como nunca antes. Pode o homem mediante suas conferências sôbre o desarmamento, seus programas de defesa e seus empenhos pelo govêrno do mundo prover tal esperança segura de sobrevivência? Oferece Deus à humanidade qualquer esperança?

Indicando que a sobrevivência se tornou uma questão destacada, a sobrevivência da humanidade na era atômica foi o principal tópico de consideração quando milhares de cientistas se reuniram recentemente em Dênver, Colorado, EUA, durante a 128a. reunião da Associação Americana Para o Progresso da Ciência. Instou-se com o estabelecimento de uma Ciência da Sobrevivência Humana, a fim de preparar a humanidade no evento de uma guerra nuclear. Recentemente, Bertrand Russell, o bem conhecido filósofo,calculou “a probabilidade de quarenta por cento a favor da sobrevivência e sessenta por cento contra”.

Os passos dados em direção do aniquilamento da família humana têm causado doenças mentais e cardíacas entre as massas dos povos. Ofereceram-se várias possibilidades para a solução dos problemas do mundo. Mas a grande questão é: Que esperança provará ser real?

ESPERANÇAS PARA O FUTURO

Milhões de pessoas depositaram a sua esperança por um mundo melhor nas promessas resplandecentes de fartura, prosperidade e igualdade para todos debaixo do regime comunista. Apresenta-se-lhes a prova tangível do tremendo poder do comunismo, e são, por conseguinte, levadas a crer que se cumprirão as promessas feitas pelo comunismo. Não lançou a União Soviética os homens ao espaço e não atingiu até a lua com um de seus foguetes? Sim! Não só isso, mas olhe para o seu arsenal eriçado com bombas de multimegatons!

Por outro lado, multidões de pessoas olham para os governos democráticos do Ocidente para proteção. As suas esperanças de sobrevivência, prosperidade e bênçãos se acham nas promessas dessas potências. Milhões de pessoas recebem dessas benefícios tangíveis e, por conseguinte, julgam que elas sejam melhores para a humanidade e que têm de prevalecer. Depositam esperançosamente a sua confiança nas armas dos Estados Unidos, as quais, segundo disse recentemente o Secretário de Defesa dos Estados Unidos, McNamara, são “capazes de destruir o sistema de bombardeio soviético, mesmo depois de terem sofrido um ataque inicial”.

Apesar de estarem opostos um ao outro o Oriente comunista e o Ocidente democrático, estão unidos numa organização irônicamente chamada de Nações Unidas. Muitos aclamam esta organização como sendo a melhor esperança de paz, porque, apesar daquilo que realmente sucede, o seu propósito não é fazer um lado lutar contra o outro lado, mas unir ambos em um só. Logo no início da história das Nações Unidas, o Papa Pio XII as chamou de “a esperança agradável e sagrada de todos os homens de boa vontade”. Recentemente, um clérigo presbiteriano disse que “as Nações Unidas são a nossa última e melhor esperança para edificar um mundo pacífico e evitar um holocausto atômico”.

A grande maioria dentre a humanidade deposita as suas esperanças quanto ao futuro nestes reinos e organizações mundanas. Entretanto, não se pode desconsiderar a esperança que Deus oferece. Há muito prometeu estabelecer um reino sôbre a humanidade, um govêrno real, que proveja sobrevivência durante êste tempo de dificuldade, e grandiosas bênçãos num nôvo mundo de fartura. A Sua Palavra promete que “o Deus do céu estabelecerá um reino” e “esmagará e porá fim a todos êstes reinos, e êle mesmo permanecerá por tempo indefinido”. — Dan, 2:44.

A questão vital que precisa ser resolvida é: Em que deve a pessoa depositar a sua esperança de sobrevivência? Há apenas uma esperança que provará ser bem sucedida; tôdas as outras levarão ao desapontamento e finalmente à morte. Por quê? Porque Jeová, que é Todo-poderoso, declara que o seu reino esmagará até aniquilar os governos tanto do Oriente como do Ocidente, inclusive as Nações Unidas, e êle só “permanecerá por tempo indefinido”. Não haverá coexistência com os governos egoístas dos homens. Portanto, qual será a sua escolha, leitor? A quem dará o seu apoio? Em que esperará?

O REINO DE DEUS CONTRA OS GOVERNOS MUNDANOS

Esperará nos governos humanos, depositando a sua confiança nêles? Muitos fazem isso. Não que tenham tirado Deus de seus pensamentos, mas acham que o homem precisa trazer o reino de Deus mediante a conquista dos governos mundanos para os caminhos piedosos. Acreditam que tal seja o meio pelo qual virá o reino de Deus. Mas não será assim. Isto se torna inequi̇̀vocamente claro no exemplo que o Senhor Jesus ofereceu para os cristãos seguirem. Durante todo o período do seu ministério terrestre êle nunca tomou parte dos movimentos políticos. Não procurou reformar o govêrno romano, e até rejeitou um projeto da parte dos judeus para fazerem dêle o seu rei, com o fim de os libertar de Roma. Jesus disse que o seu reino não fazia parte dêste mundo, e disse mais que tampouco os seus seguidores, os que seguiam o seu exemplo nessas questões, faziam parte do mundo. Pagavam os impostos, obedeciam a tôdas as leis dos governos de César que não estivessem em conflito com a lei de Deus e eram exemplares no seu amor ao próximo; mas, quanto aos movimentos políticos das nações, nisto eram absolutamente neutros. — João 6:15; 15:19; 17:16; 18:36; Mat. 22:17-21, 39.

Outros, entre os homens, não têm ilusões quanto a fazer que prevaleça a justiça mediante os seus esforços, mas não querem abandonar tôda a esperança de sobrevivência. Talvez até concordem com a opinião expressa no Daily Express de Londres, de 27 de julho de 1961: “Supunha-se que a Liga das Nações fôsse assegurar a paz e o progresso do mundo. Durou vinte anos e acabou em calamidade. As Nações Unidas . . . são um fracasso ainda maior que a Liga.” Não obstante, enquanto houver as Nações Unidas ou qualquer outra agência em prol da paz, julgam que, no interêsse pela sobrevivência, a única coisa a fazer seja apoiar tal organismo e crer contra a esperança que a calamidade seja evitada. Admitem que as coisas não estão boas; mas a realidade é que aquilo em que se apegam não é absolutamente esperança. Não existe nenhum govêrno humano que possa garantir à humanidade a segurança tão desejada. Por que se dá assim?

Porque realizar a paz duradoura envolve muito mais do que as negociações entre os governantes das nações. Mesmo que todos os homens concordassem num programa de paz, não estão à altura de pôr fim às atividades que fomentam a guerra da parte do “deus dêste sistema de coisas”, Satanás, o Diabo. Tampouco podem erradicar o pecado que induz os homens a seguir caminhos impiedosos. Em vista destas coisas, precisam olhar para Deus. — 2 Cor. 4:4; Apo. 12:9; Heb. 2:14, 15.

Outrossim, Deus não comissionou os governantes políticos da humanidade a criarem um nôvo mundo. É a seu Filho Jesus Cristo que êle ungiu Rei. Por conseguinte, quando os homens na sua presunção se apresentam como os que irão trazer a paz e a prosperidade a tôda a humanidade, não estão procurando o bem para os seus semelhantes, mas estão atrás de glória pessoal, usurpando o papel que Deus conferiu a seu Filho; e jamais terão êxito. — Sal. 2:6-12.

A única esperança da humanidade consiste no reino de Deus, o Seu govêrno celestial que administrará com justiça os negócios da terra. É em prol dêste reino que Jesus nos ensinou a orar: “Pai nosso nos céus, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. Faça-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra.” — Mat. 6:9, 10.

A SUPERIORIDADE DA ESPERANÇA DO REINO

Deus fêz provisão para êsse reino logo após a rebelião do primeiro casal humano no jardim do Éden. Êle sabia que “não depende do homem que anda o dirigir os seus passos”. (Jer. 10:23, VB) Portanto, êle prometeu uma Semente que esmagaria o originador da rebelião, Satanás, o Diabo, e que se tornaria um dominador justo para a bênção de tôda a humanidade. Essa Semente, o há muito esperado Messias, nasceu como o menino Jesus em Belém, há cêrca de 1.900 anos. O anjo, anunciando o nascimento dêle, disse: “Êle, será rei . . . e não haverá fim do seu reino.” — Luc. 1:30-33; Gên. 3:15; 22:17, 18; Gál. 3:16.

Após a sua morte e ressurreição, Jesus “se assentou à destra de Deus, daí por diante esperando até que os seus inimigos sejam feitos escabêlo para seus pés”. (Heb. 10:12, 13) Esta espera seria de vários séculos. Jesus indicou isto ao dar a sua profecia relativa à sua segunda presença no poder do Reino. Êle explicou que, no futuro então distante, êle começaria a dominar no meio de um tumulto mundial. Um exame desta profecia registrada em Mateus, capítulo 24, em Marcos, capítulo 13 e em Lucas, capítulo 21 estabelece conclusivamente que vivemos agora na geração das dificuldades sem precedentes, à qual Jesus se referia. A evidência bíblica indica o ano de 1914 como o tempo em que havia de ser estabelecido o reino nos céus, pelo qual há muito se vem orando. Êsse reino assegura sobrevivência através do atual tempo de dificuldades ao nôvo mundo de justiça a todos os que depositarem a sua esperança e confiança nêle.

Ao passo que o homem se acha limitado no poder e na habilidade de cumprir as suas promessas, tal não se dá com Jeová. Considere por um momento o seu ilimitado poder. Quando o homem liberta a energia de um pequeno pacote de átomos invisíveis de matéria, êle pode fazer voar cidades inteiras ao ar. Imagine só então o poder inescrutável Daquele que criou o inteiro universo material, inclusive os vastos sistemas estelares! Os cientistas calcularam que só um dos furacões do ano passado gerou mais energia do que quarenta e quatro bombas de 100 megatons. Jeová Deus, que tem contrôle de tôdas as fôrças da natureza, usará em breve tal poder para esmagar a todos os opositores do seu reino.

Há todo motivo para se confiar e esperar no poder de Jeová de salvar. Seja lembrada a antiga nação de Israel junto à margem do Mar Vermelho com as hordas egípcias aproximando-se pela retaguarda. Não salvou Jeová o seu povo partindo as águas para prover uma via de escape; daí fechando-as sôbre os egípcios perseguidores? Sim! (Êxo., cap. 14) Jesus empregou outros dois exemplos para ilustrar o poder de Deus em prover libertação para o seu povo e destruir a todos os que se oporiam aos seus propósitos. “Pois assim como foram os dias de Noé”, disse Jesus, “não fizeram caso, até que veio o dilúvio e as varreu à tôdas, assim será a presença do Filho do homem”. “Semelhantemente”, continuou Jesus, “no dia em que Lot saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxôfre e destruiu a todos. Do mesmo modo será no dia em que o Filho do homem fôr revelado”. Assim como no passado Deus agiu a favor dos que esperaram nêle, fará o mesmo agora a favor de todos os que esperam no Seu reino. — Mat. 24:37-39; Luc. 17:28-30.

Quão maravilhosas são as grandiosas bênçãos do domínio do Reino reservadas para os sobreviventes! O homem não teve êxito em conseguir a paz, nem entre si e o seu próximo. Mas, não só Deus promete que “êle faz cessar as guerras até a extremidade da terra”, mas assegura que até o homem e os animais viverão juntos em paz. — Sal. 46:9; Isa. 11:6, 9.

Quando o reino de Deus dirigir tôdas as energias do homem em direção de empreendimentos pacíficos, o aspecto da terra será transformado ao de um parque paradísico. “A própria terra dará certamente o seu produto”, de modo que nunca mais haverá escassez de víveres. Sob a administração do Divino Médico, o homem será finalmente livre de suas aflições de há muito, das doenças e enfermidades. Até mesmo a morte terá de ceder ao poder irresistível do Reino, pois Deus promete que “êle enxugará tôda a lágrima dos olhos dêles, e não haverá mais morte, nem haverá mais lamento, nem grito, nem dor. As coisas anteriores já passaram”. — Sal. 67:6; Apo. 21:4.

Se desejar ter a segurança de sobrevivência e usufruir estas grandiosas bênçãos de paz, prosperidade, saúde e segurança, então faça do Reino a sua esperança, pois é a única esperança que não conduzirá ao desapontamento. Estude assi̇̀duamente a Palavra de Deus, a Bíblia, e fique convicto do poder de Jeová de libertar o seu povo. Não deposite a sua esperança e confiança nos esforços fracos do homem de trazer as bênçãos do Reino, mas deixe que a sua atitude seja igual à expressa pelo profeta fiel: “Eis que este e o nosso Deus; por elle temos esperado, e elle nos salvará. Este é Jehovah, por elle temos esperado, exultaremos e nos regosijaremos na salvação que elle der.” — Isa. 25:9, VB.

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