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  • Naftali
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    • a vitória. O próprio Baraque evidentemente era da tribo de Naftali, uma vez que Quedes, em Naftali, era aparentemente seu lar. (Juí. 4:6-15; 5:18) A tribo de Naftali também apoiou o juiz Gideão na luta contra os midianitas. — Juí. 6:34, 35 ; 7:23, 24.

      Anos depois, 1.000 chefes e 37.000 outros guerreiros da tribo de Naftali vieram até Hébron para fazer de Davi o rei sobre todo o Israel. Para a festa realizada em conexão com este evento, trouxe-se alimento de tão longe quanto Issacar, Zebulão e Naftali. ( 1 Crô. 12:23, 34, 38-40) Sob a liderança do Rei Davi, a tribo de Naftali parece ter tido notável parte em subjugar os inimigos de Israel. — Sal. 68, cabeçalho, Vv. 1, 27.

      Mais de trinta e cinco anos depois da divisão do reino de Israel, Naftali sofreu fustigamento por parte do rei sírio, Ben-Hadade. ( 1 Reis 15:20; 2 Crô. 16:4) Cerca de dois séculos depois, durante o reinado de Peca, os habitantes de Naftali foram levados por Tiglate-Pileser (III) para o exílio na Assíria. ( 2 Reis 15:29) Quase um século depois da derrubada do reino setentrional, o Rei Josias, de Judá, estendeu arrojadamente sua destruição dos artigos usados na idolatria até bem ao N, aos lugares devastados de Naftali, dominada pelos assírios. — 2 Crô. 34:1-7.

      A PROFECIA DE ISAÍAS

      A humilhação sofrida às mãos dos assírios pode bem ser aquilo a que Isaias 9:1 se refere: “A obscuridade não será como quando a terra estava em aperto, como no tempo anterior, quando se tratava com desprezo a terra de Zebulão e a terra de Naftali.” Em seguida, Isaias indica que, numa época posterior, honrar-se-ia aquilo que fora tratado com desprezo, e continua: “O caminho junto ao mar, na região do Jordão, Galiléia das nações. O povo que andava na escuridão viu uma grande luz. Quanto aos que moram na terra de sombra tenebrosa, resplandeceu sobre eles a própria luz.” (Isa. 9:1, 2) Estas mesmíssimas palavras foram citadas por Mateus (4:13-17) e aplicadas a Cristo Jesus, “a luz do mundo”, e à sua atividade. (João 8:12) Visto que Jesus fez de Cafarnaum, no território de Naftali, “sua própria cidade” (Mat. 4:13; 9:1), ele podia, em certo sentido, ser considerado como pertencendo a Naftali. Portanto, também as palavras proféticas de Jacó, a respeito de Naftali: “Ele dá palavras de elegância”, podiam aplicar-se razoavelmente a Jesus. (Gên. 49:21) O Filho de Deus deveras proferiu “palavras de elegância”, motivando até mesmo oficiais que foram enviados para prendê-lo a exclamar: “Nunca homem algum falou como este.” — João 7:46.

      MENCIONADA EM VISÕES

      Na visão de Ezequiel, a terra consignada a Naftali se situava entre Aser e Manassés (Eze. 48:3, 4), e uma das portas da cidade “O Próprio Jeová Está Ali” foi assim chamada em honra a Naftali. (Eze. 48:34, 35) Também em visão, o apóstolo João ouviu que 12.000 tinham sido selados da tribo (espiritual) de Naftali. — Rev. 7:4, 6.

  • Naim
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    • NAIM

      [talvez do hebraico na‘ím, agradável ou deleitoso, este nome possivelmente aludindo à própria cidade, ou à beleza natural das cercanias]

      Cidade galiléia em que Jesus Cristo ressuscitou o filho único duma viúva. (Luc. 7:11-17) Naim parece estar representada pelo povoado de Nein, do lado NO de Jebel Dahi (colina de Moré?). Acha-se situada na área geral indicada por Jerônimo e por Eusébio para o sítio antigo. Voltada para a planície de Esdrelom, Nein se situa numa área dotada de beleza natural. Também as águas duma fonte ali existente sustentam excepcionais olivais e figueirais. Hoje em dia, o povoado é bem pequeno, mas as ruínas da localidade mostram que era muito maior em séculos anteriores.

      Em 31 EC, durante sua primeira viagem de pregação pela Galiléia, Cristo Jesus chegou a Naim, procedente das vizinhanças de Cafarnaum. (Luc. 7:1-11) Uma distância de c. 37 km separava as duas localidades. O “portão” pode ter sido uma simples abertura entre as casas, pela qual uma estrada penetrava em Naim, não havendo evidência de que a cidade fosse cercada por um muro. Foi, como é provável, na entrada oriental de Naim que Jesus e seus discípulos depararam com o cortejo fúnebre, que talvez se dirigisse para os túmulos nas vertentes das colinas situadas a SE da moderna Nein. Movido de compaixão pela viúva, agora sem nenhum filho, Jesus se acercou do esquife e ressuscitou o filho da viúva. As notícias deste milagre se espalharam por toda a região, e chegaram até mesmo à Judéia. Talvez as palavras “os mortos estão sendo levantados” também façam alusão a este evento, palavras que eram parte da resposta de Jesus aos mensageiros mais tarde enviados pelo encarcerado João, o Batizador. — Luc. 7:11-22.

  • Naja(Cobra)
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    • NAJA(COBRA)

      [Heb., péthen], Uma cobra extremamente venenosa da Ásia e da África. A cobra mencionada em seis trechos da Bíblia é, sem dúvida, a cobra do Egito (víbora-de-cleópatra) ou áspide-do-egito, uma cobra comumente empregada no encantamento de serpentes, tanto nos tempos bíblicos como nos atuais. Semelhante à comum cobra-capelo-indiana e à cobra-real (hamadríade) da Ásia, a cobra do Egito dilata seu capelo quando irada. Com efeito, esta espécie é conhecida por ser uma serpente rápida e irritável, ela se ergue e silva quando perturbada mesmo que ligeiramente. A cobra do Egito possui um nome desencaminhante, visto que goza de ampla distribuição fora do Egito; com efeito, possui uma distribuição mais ampla do que qualquer cobra na África. Não está limitada, contudo, à África; e Raymond Ditmars em seu livro, Reptiles of the World (Répteis do Mundo) afirma que tal cobra é comum, não apenas em países limítrofes do deserto do Saara, mas também na Arábia. A cobra do Egito, contudo, é agora extremamente rara no S da Palestina.

      Os israelitas estavam assim bem familiarizados com esta cobra, não só quando estavam no Egito, mas também durante sua peregrinação pelo deserto. Moisés, ao falar aos israelitas no deserto, referiu-se à peçonha dessa cobra, “o veneno cruel de najas”. (Deut. 32:33) O termo “cruel” descreve apropriadamente o efeito do veneno dessa cobra, a respeito do qual H. W. Parker afirma em seu livro Snakes (Cobras; p. 133): “Os sintomas que acompanham de imediato uma mordedura são infinitamente maiores do que os danos causados apenas pelas feridas, sendo seguidos de pronto por muita inchação local, o sangue e o soro exsudando das perfurações das presas. Estes sintomas, produzidos pelas substâncias destruidoras de tecidos e anticoagulantes, podem surgir dentro de trinta segundos, e se espalham à medida que o veneno se dispersa pelo corpo, ocorrendo hemorragias em outros pontos. Simultaneamente, as neurotoxinas começam a produzir efeito; a fraqueza das pernas, a pendência da cabeça e das pálpebras, a paralisia da língua, dos lábios e da garganta . . . a náusea e crescente dificuldade respiratória seguem-se em sucessão, resultando, embora não inevitavelmente, na morte por insuficiência respiratória e cardíaca.”

      A naja dá o bote mediante o arremesso para a frente de seu corpo erguido, acompanhado por agudo silvo. Quando a naja pica, sua mandíbula agarra tenazmente o objeto e então começa um movimento peculiar de mastigação; isto é necessário, uma vez que as presas são relativamente curtas e uma quantidade maior de veneno pode penetrar na perfuração se houver um contato maior. Por causa deste hábito de picar e a extrema toxidez do veneno, as najas se acham entre as mais perigosas de todas as criaturas. Assim, o salmista, empregando linguagem figurada, associa a naja com o leão, e afirma a respeito dos que têm feito de Jeová a sua confiança: “Pisarás no leãozinho e na naja; pisotearás o leão novo jubado e a cobra grande.” (Sal. 91:13) Isaías, ao falar do reajuntamento do povo de Jeová, profetiza sobre as condições mudadas para eles, descrevendo uma época em que “a criança de peito há de brincar sobre a toca da naja; e a criança desmamada porá realmente sua própria mão sobre a fresta de luz da cobra venenosa”. — Isa. 11:8, 11, 12.

      A Bíblia se refere ao ouvido da naja, e faz alusão à capacidade da naja de “escutar a voz dos encantadores”. (Sal. 58:4, 5) Embora alguns naturalistas afirmem que as cobras não têm capacidade auditiva, a Bíblia se harmoniza com as mais recentes descobertas que demonstram que as cobras dispõem dum mecanismo sonoro interno e que podem ouvir razoavelmente bem. Assim, o jornal Times de Nova Iorque, de 10 de janeiro de 1954 (Seção 4, p. 9), noticiou, sob a manchete “São as Cobras ‘Encantadas’ Pela Música?“:

      “O dr. David I. Macht, pesquisador farmacólogo do Hospital Monte Sinai, em Baltimore [Maryland, EUA], é uma das principais autoridades do mundo sobre o veneno da naja. .  . . O dr. Macht informou que, ao trabalhar com najas e com o veneno da naja, familiarizou-se com diversos médicos hindus, bem-instruídos e de diferentes partes da índia. Todos concordavam que as najas reagem a certos tons musicais, de flautas e de pífaros. Algumas formas de música excitam os animais mais do que outras formas, informaram os médicos. Avisa-se às crianças indianas que brincam no escuro, no interior do país, a que não cantem para que seus sons não atraiam, najas, disse ele. O dr. Macht comentou que Shakespeare, que repetidas vezes se referiu a serpentes como sendo surdas . . . simplesmente repetia um erro comum. Por outro lado, disse o dr. Macht, o salmista estava certo ao dar a entender, por sentido inverso, no Salmo 58, Verso 5, que as serpentes podem ouvir: . . . Contrário às afirmações de alguns naturalistas, o dr. Macht disse que as cobras são ‘encantadas’ pelos sons, e não pelos movimentos do encantador. Revisem-se os livros didáticos, recomendavam os médicos.”

      A cobra pode ouvir melhor uma vibração no solo, ou notas de diapasão alto. Algumas de suas vítimas mais comuns emitem sons de diapasão alto; estas notas de diapasão alto deixam a cobra muito intranqüila e alarmada. Assim, as notas produzidas por flautas apenas representam alimento ou perigo para a cobra, e ela não aprecia a música tocada. Quando um encantador de serpente começa a tocar sua flauta, isto provoca de imediato uma reação da cobra, e ela se ergue de modo ereto, ficando alerta diante do suposto perigo. Reconhecendo o som como provindo da flauta, ela naturalmente fixará sua atenção naquele objeto e na pessoa que o toca. Se o encantador se movimentar, ou girar para trás e para a frente, a cobra fará o mesmo. Se ele se mover em círculos ao redor da cobra, esta, naturalmente, se virará para manter os olhos fixos na fonte do som.

  • Naor
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    • NAOR

      1. Pai de Tera e avô de Abraão. Naor era filho de Serugue, e um descendente de Sem. Viveu 148 anos, de c. 2177 até c. 2029 AEC. — Gên. 11:22-26; 1 Crô. 1:24-27; Luc. 3:34-36.

      2. Filho de Tera; neto do Naor (N.° 1, acima); e irmão de Abraão. (Gên. 11:26; Jos. 24:2) Naor casou-se com Milca, irmã de Ló e filha de Harã, outro irmão de Naor, sendo

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