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  • O namoro bem-sucedido — quão importante é?

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  • O namoro bem-sucedido — quão importante é?
  • Despertai! — 1989
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Despertai! — 1989
g89 22/2 pp. 21-23

Os Jovens Perguntam. . .

O namoro bem-sucedido — quão importante é?

OS PRIMEIROS anos é que não raro determinam se o casamento será feliz ou não. Em 1979, 52.000 casais se divorciaram nos Estados Unidos antes de completarem o primeiro ano de casamento. E, nos anos subseqüentes de casamento, um número bem maior de casais se divorciaram.

Como podem duas pessoas contemplar a edificação dum relacionamento vitalício e depois, em apenas alguns meses ou em dois ou três anos, decidir que seu casamento é um fracasso?

“A maioria dos fracassos no casamento são fracassos no namoro”, explica Paul H. Landis, respeitado pesquisador da vida familiar. “Nunca é demais repetir esse ponto.” Nos países onde é costume as pessoas escolherem seu cônjuge, o namoro é o período em que um casal chega a conhecer melhor um ao outro, visando a possibilidade dum casamento. Por que é tão decisivo esse período?

Período de Exame

O casamento feliz requer esforço diligente. Após aconselhar muitos casais infelizes, a autora Nancy Van Pelt, em seu livro The Compleat Courtship (O Namoro Completo), perguntou: “Por que fracassam tantos casamentos? Há muitos motivos, mas o principal é a falta de preparação. . . . Sinto-me indignada diante da ignorância deles quanto à complexidade da tarefa.”

O marido e a esposa fazem um voto sagrado perante Deus de ser fiéis um ao outro pelo resto da vida. A Bíblia adverte que o voto é assunto sério, dizendo: “É um laço quando o homem terreno clama irrefletidamente: ‘Santo!’, e após os votos está disposto a fazer um exame.” (Provérbios 20:25) A pessoa talvez faça impulsivamente uma promessa solene, mas depois dá-se conta de que havia mais coisas envolvidas do que esperava. Mas, o tempo de “fazer um exame” é antes de fazer o voto, não depois.

O namoro dá ao casal a oportunidade de fazer tal exame ou investigação. O namoro, quando utilizado corretamente, não só pode ajudar o casal a determinar se são realmente adequados um para o outro, mas pode também prepará-los para os desafios da vida de casado.

O namoro é um período para a pessoa examinar seu próprio coração, para descobrir exatamente quais são suas importantes necessidades emocionais. Quando Estêvão começou a namorar Bárbara, esta passou a refletir em sua formação e concluiu: “Eu necessito dum homem que seja bem paciente comigo.” Acrescentou: “Estêvão era muito paciente, suportando tantas coisas que fiz a ele, e mostrava muita consideração. Ele sempre me ouvia, não importava o que eu dissesse. Por causa disso, meu interesse nele continuou a aumentar e a aprofundar-se.” Visto que cada um satisfazia as necessidades emocionais do outro, seu namoro conduziu a um casamento feliz.

Assim, durante o namoro, pergunte-se: Que tipo de pessoa sou eu? Quais são minhas necessidades emocionais importantes? Também, quais são os pontos fortes e os pontos fracos da minha personalidade e da dele(a)? Por exemplo, certo jovem disse a respeito da namorada: “Ela tem uma certa estabilidade de que eu necessito. Eu sou irrequieto e inconstante. Sinto que ela exerce uma influência estabilizadora e calmante.”

Um importante estudo realizado com mil casais noivos, muitos dos quais foram consultados adicionalmente vários anos após o casamento, constatou que a satisfação de tais necessidades emocionais “parece ser de importância primária no casamento hoje em dia”. (Courtship, Engagement and Marriage [Namoro, Noivado e Casamento], de Burgess, Wallin e Shultz) Embora o amor seja importante, ter alvos similares e saber satisfazer as necessidades emocionais um do outro são essenciais para uma relação duradoura.

Tome Tempo!

O que se diz em Provérbios 21:5 pode ser corretamente aplicado ao namoro: “Todo precipitado seguramente se encaminha para a carência.” Você pode acabar tragicamente prejudicado — em sentido emocional, espiritual e físico.

Por exemplo, Eliana confessou: “Detesto ter de admitir, mas casei-me precipitadamente com um homem que eu não conhecia muito bem. Estava com tanta pressa de me casar, que pensei que as coisas iam se resolver. Eu o abandonei três meses depois.”

Um estudo realizado com 51 senhoras casadas já por muitos anos comparou a duração do namoro com a medida de felicidade que usufruíam no presente. Qual foi o resultado? As que namoraram por um longo período relataram ter maior “satisfação conjugal”. Quando indagadas: “Com que freqüência lamentam ter-se casado?” e: “Com que freqüência você e seu marido causam irritação um ao outro?”, as que namoraram por pouco tempo eram “muito menos felizes no casamento”, relatou a equipe de pesquisadores no periódico Family Relations (1985). Por que isso?

“Curtos períodos de namoro podem significar que as pessoas não têm muita oportunidade de provar divergências desagradáveis, e assim, quando inevitavelmente surgem depois divergências, estas causam maiores problemas ao casamento”, explicaram os pesquisadores da Universidade Estadual de Kansas, EUA. “Em contraste com isso, casais que tiveram tais experiências antes de se casar talvez as encarem como parte da vida, nada com que ficar terrivelmente perturbado.” Uma vez iniciado, o namoro pode tornar-se apenas um período em que se procura dar uma boa impressão, quando o rapaz e a moça fazem de tudo para conquistar o amor um do outro. Mas, se se conceder tempo suficiente, hábitos e tendências desagradáveis acabam aflorando. O casal que concede tempo ao namoro provavelmente achará mais fácil ajustar-se ao casamento, com menos surpresas desapontadoras.

Assim, o namoro bem-sucedido deve durar o bastante para o casal se conhecer bem. O importante realmente nem sempre é quantos meses ou anos dura o namoro, mas o que é realizado nesse período.

Entretanto, que dizer se o namoro parece estender-se demais?

O Tempo Para se Pensar de Modo Maduro

Alguns, embora queiram manter agradável o relacionamento, evitam conversar sobre a possibilidade dum casamento. Raciocinam: “Por que não podemos simplesmente deixar as coisas como estão agora?” Em alguns sentidos isso é comparável a alguém que vai a um restaurante e senta-se à mesa. O garçom, após trazer a água, o pão e o cardápio, aguarda anotar o pedido. Mas, o freguês persiste em dizer: “Não, estou muito bem assim. Não desejo pedir nada ainda.” Por que entrar num restaurante se não deseja uma refeição? O mesmo se dá com o namoro, por que entrar em tal relacionamento se não deseja casar-se?

O modo de pensar maduro induzirá o casal a considerar e a conversar sobre o futuro dum relacionamento. Não seria justo nem amoroso suscitar as expectativas de outra pessoa se não tem intenção de ir em frente e casar-se. “A expectativa adiada faz adoecer o coração”, declara Provérbios 13:12. Naturalmente, a intimidade e o compromisso se aprofundam aos poucos, e não se pode apressar isso. Contudo, especialmente durante o namoro, a pessoa deve cuidar que ‘seu amor seja sem hipocrisia’, para que seu par, que talvez espere que o relacionamento conduza ao casamento, não seja ferido desnecessariamente. — Romanos 12:9.

Ao passo que o casal considera seriamente o casamento, o namoro provê tempo para eles conversarem francamente sobre seus valores e alvos. O namoro também lhes proporciona tempo para conhecerem melhor a família um do outro e considerarem como será o relacionamento com os parentes.

O namoro normalmente conduz ao noivado, quando o casal se compromete formalmente a casar-se. O estudo já mencionado sobre mil casais noivos verificou que o noivado bem-sucedido era o melhor indício dum casamento satisfatório. Mas, um noivado bem-sucedido nem sempre subentende um noivado inteiramente isento de dificuldades. À medida que o casal passa mais tempo junto, as formalidades são deixadas de lado. A iminência do casamento também pode causar tensão ao casal. Assim, podem ocorrer discórdias e até mesmo discussões. Solucionar tais divergências indicará que o casal é capaz de resolver os assuntos.

Independente da duração do noivado, o casal cristão precisa refrear-se de ficar por demais íntimos no que tange a expressar afeto. (1 Tessalonicenses 4:3-8) Desse modo, manterão uma boa consciência perante Deus. Evitarão também a armadilha de permitir que a atração sexual os faça desconsiderar questões importantes.

O casal que planeja casar-se achará amiúde proveitoso pedir conselhos a um ministro cristão ou a um casal com mais idade, feliz no casamento. Tal aconselhamento pré-marital poderá ajudá-los a evitar algumas frustrações após o casamento. — Provérbios 15:22.

O namoro bem-sucedido produz muitas lembranças agradáveis e lança um bom alicerce para um casamento feliz. Um artigo futuro considerará como conduzir tal namoro.

[Destaque na página 22]

As pesquisas têm indicado que um namoro mais longo não raro conduz a um bom ajuste no casamento.

[Foto na página 23]

É proveitoso que os que planejam casar-se peçam conselhos a um casal com mais idade, feliz no casamento.

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