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  • Acha divertido o que Deus odeia?
    A Sentinela — 1981 | 1.° de fevereiro
    • Deus, desejaremos evitar tudo que o desagrada. (Mar. 12:30) Ele é santo e quer que sejamos santos. (1 Ped. 1:15, 16) Há também a questão de se agradar ao esclarecido interesse pessoal. Deus nos manda amar a nós mesmos, mas, da mesma forma, amar nosso próximo como a nós mesmos. (Mar. 12:31) Precisamos persistir dizendo a nós mesmos que entregar-nos ao que é mau simplesmente não vale a pena. Conforme diz a Palavra de Deus: “Não vos deixeis desencaminhar: De Deus não se mofa. Pois, o que o homem semear, isso também ceifará; porque aquele que semeia visando a sua carne, ceifará da carne corrupção, mas aquele que semeia visando o espírito, ceifará do espírito vida eterna.” — Gál. 6:7, 8.

      Desenvolver hábitos mentais salutares será de ajuda. Continuemos vigilantes quanto ao que lemos, o que vemos, em que fixamos nossa mente. Ajudará ler a Bíblia diariamente, até mesmo memorizar textos bíblicos. Tampouco devemos negligenciar o valor obtido da oração. Faça da oração um hábito. “Persisti em oração “ Jesus deu-nos um excelente exemplo, pois está escrito a seu respeito: “Amaste a justiça e odiaste o que é contra a lei.” — Rom. 12:12; Heb. 1:9.

      Que recompensas há para tais esforços? Verificaremos que são verazes em nosso caso as palavras adicionais do apóstolo Paulo: “A devoção piedosa é proveitosa para todas as coisas, visto que tem a promessa da vida agora e daquela que há de vir.” Isto significa caminhar pela estrada estreita e difícil da autodisciplina, mas a paz mental e o contentamento acompanham-na agora, e o fim dela é a vida eterna. — 1 Tim. 4:8; Mat. 7:13, 14.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1981 | 1.° de fevereiro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Quando um amigo meu tornou-se cristão, sua esposa se divorciou dele e nega-se até mesmo a vê-lo. Embora ele se desse conta, à base da Bíblia, de que não estava livre para se casar de novo, passou a namorar alguém. O que indica a Bíblia sobre tal namoro, e como posso ajudá-lo da melhor maneira?

      É lamentável que a esposa dele, por um divórcio injustificável, o expusesse a solidão e à tentação. Ainda assim, enquanto ele não estiver biblicamente livre para se casar de novo, seu namoro é errado e perigoso. Precisa de ajuda bondosa, mas firme, que em parte talvez possa dar-lhe.

      Hoje em dia, concedem-se divórcios legais por muitos motivos. Aos olhos dos governos, uma vez que tal divórcio se torna definitivo, as duas pessoas são novamente “solteiras”. Mas a Palavra de Deus apresenta um conceito diferente. Jesus disse: “Todo aquele que se divorciar de sua esposa, exceto em razão de fornicação [porneia, grave imoralidade sexual], e se casar com outra, comete adultério.” (Mat. 19:9) Portanto, quando um governo concede um divórcio legal sem haver base bíblica para ele, e não tendo havido imoralidade desde então, Deus ainda considera os dois como marido e mulher.

      Este conhecimento ajuda os cristãos a reconhecerem como alguém que não está biblicamente livre para se casar de novo deve comportar-se. Devem agir como fariam se ele e ela ainda estivessem casados e vivessem com o cônjuge. Embora Provérbios 5:15-21 se refira especificamente às relações maritais, o texto torna claro que o homem casado não deve buscar interesses românticos em outra mulher: ‘Seja fiel à sua própria esposa e dê seu amor somente a ela. Seja feliz com sua esposa e sinta alegria na moça com quem se casou. Deixe que os encantos dela o mantenham feliz; deixe que o rodeie com seu amor. Por que deveria dar seu amor a outra? O Senhor vê tudo o que você faz.’ (Good News Bible) Sim, a pessoa que aos olhos de Deus está casada deve evitar outro envolvimento romântico. O fiel José negou-se a se envolver imoralmente com uma mulher casada. — Gên. 39:10-12.

      Agir de outro modo seria desrespeitar o arranjo marital e seu Originador, Jeová, e daria mau exemplo quanto à conduta cristã. Além disso, se tal casal mantivesse amizade romântica, eles se confrontariam com forte pressão para se empenharem em atos sexuais que só são cabíveis no matrimônio. Lemos: “O matrimônio seja honroso entre todos e o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os fornicadores e os adúlteros.” — Heb. 13:4.

      Os espiritualmente qualificados devem dar conselho baseado na Bíblia àquele que namora enquanto não está biblicamente livre para se casar, procurando assim “reajustar” a tal. (Gál. 6:1) Se ele não reagir favoravelmente, devem persistir nos empenhos de ajudá-lo, advertindo-o e repreendendo-o, mesmo ‘repreendendo-o com severidade’. — Prov. 29:1; Tito 1:10, 13.

      Talvez possam fortalecer o amor dele a Deus e seu apreço pelo profundo prazer e satisfação de ser amado e bendito por Deus. (Rom. 8:35-39; 2 Cor. 4:16-18) Eles e outros na congregação talvez possam ajudá-lo a vencer a solidão por ter associação correta e edificante, e por manter-se atarefado com obras excelentes. (Tito 2:14) Assim talvez possam desviá-lo dum proceder que poderia levá-lo a violar a lei de Deus contra o adultério, porque poderia então ser desassociado da congregação. — 1 Cor. 5:9-11.

      Se alguém persistir em namorar quando não tem liberdade bíblica para se casar, é provável que muitos na congregação se sentiriam obrigados a aplicar o conselho bíblico dado a respeito de alguém que se recusa a trabalhar: “Se alguém não for obediente a nossa palavra . . ., tomai nota de tal, parai de associar-vos com ele, para que fique envergonhado. Contudo, não o considereis como inimigo, mas continuai a admoestá-lo como irmão.” (2 Tes. 3:14, 15) Muitos cristãos, que tem elevada estima pelo arranjo marital de Deus, não gostariam de associar-se socialmente com alguém que deliberadamente o desonra. Pode ser que, pela sua recusa de terem tal contato social com a pessoa, bem como pelo que dizem na congregação a respeito da aceitação do conselho sábio de Deus, possam demovê-lo de seu proceder errado. — Judas 23a.

      ● Provérbios 10:6 reza: “As bênçãos são para a cabeça do justo, mas quanto à boca dos iníquos, ela encobre a violência.” O que significam estas palavras?

      Este provérbio contrasta belamente o resultado apropriado para duas espécies de pessoas: os justos e os iníquos. A consideração do seu significado pode ajudar-nos a analisar que tipo de pessoas queremos ser.

      Quem é de coração puro e justo dá ampla evidência disso. Conforme disse Jesus: “É da abundância do coração que a boca fala.” (Mat. 12:34, 35) Sim, alguém deste tipo fala regularmente aquilo que é bondoso e prestimoso, e age de acordo. Como reage você diante de tal pessoa sincera? Não é de modo favorável? Não recebe ela sua bênção e seu apreço?

      Em contraste, quem no íntimo é iníquo, odiento ou malicioso pretende basicamente prejudicar os outros. Embora possa às vezes falar de modo suave, ele finalmente se entrega à violência, quer física para com outros, quer com linguagem que ataca e procura derrubá-los. Não merecendo a bênção dos outros, recebe em vez disso sua maldição.

      No hebraico original, uma versão alternativa desta última parte é: “A violência cobrirá a própria boca dos iníquos.” Isto enfatiza o que o iníquo recebe, e o possível efeito disso sobre ele. Destaca o princípio de que ‘aquilo que se semeia é o que se ceifa’. Ele semeia hostilidade e maldade, e isso é o que recairá sobre ele. Como que cobre-lhe ou fecha-lhe a boca. Mais do que qualquer outra coisa, os resultados violentos da iniqüidade que ele semeia se voltarão com o tempo contra ele e o silenciarão.

      Que resultado é que nós desejamos? Isso depende da espécie de pessoa que procuramos ser no íntimo.

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