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    A Sentinela — 1969 | 15 de março
    • ocultou o fato de que não estava biblicamente livre para se casar e aceitou a proposta de um homem que fez limitadas indagações sobre o seu estado civil. Se ele mais tarde souber que ela não estava ainda em condições para se casar, estaria justificado em cancelar o noivado. De fato, teria a obrigação bíblica de fazer isso. (Mat. 5:32) Ou, se um homem deliberadamente mentiu para encobrir certos fatos, para que a moça aceitasse sua proposta, saber ela dos fatos e da mentira dele poderia induzi-la a terminar o noivado. (Col. 3:9) Nestes casos, os homens espiritualmente mais maduros, responsáveis de proteger a pureza moral da congregação cristã, vão querer saber desta desonestidade, para que se possam tomar medidas a fim de proteger outros cristãos.

      Em outros casos, não havendo razão válida, o rompimento unilateral do noivado indicaria instabilidade e imaturidade. É óbvio que tal espécie de pessoa não poderia ser posta diante da congregação como exemplo de madureza cristã. Se um homem na congregação cristã fizer isso, não estaria habilitado para ter responsabilidade na congregação. Os superintendentes e servos ministeriais devem estar “livres de acusação”, e tal pessoa dificilmente o estaria. (1 Tim. 3:10) Se ele não sabe o que quer e não pode honrar a sua palavra com respeito ao casamento, poderá fazê-lo em outros assuntos? Precisa crescer à madureza.

      Todavia, cabe aqui uma palavra de cautela com respeito aos que não estão pessoalmente envolvidos em cortejos. Embora seja bom estar interessado na felicidade de dois cristãos que se cortejam, os pormenores de seu cortejo são inteiramente pessoais, envolvendo estes dois e suas famílias. Os outros, homens e mulheres, não precisam tentar descobrir até que ponto já progrediu o seu cortejo. (1 Ped. 4:15) Quando o casal tem algum anúncio a fazer, convidando outros para participar de sua felicidade, é suficiente que se inteirem então disso. Ou, quando os irmãos responsáveis pela direção da congregação acham que o proceder dum noivo põe em dúvida a sua madureza espiritual, eles podem investigar o assunto. Não é algo para discussão ou comentário público.

      Tudo isso deve salientar a importância de se reconhecer a proposta de casamento, o noivado e o próprio casamento como assunto sério. Os cristãos, demonstrando madureza e sabedoria espirituais nestas coisas, podem fazer o que é correto, em harmonia com as Escrituras e nos seus melhores interesses.

  • “Uma nova era de violência”
    A Sentinela — 1969 | 15 de março
    • “Uma nova era de violência”

      ● Cerca de dez anos depois da Primeira Guerra Mundial, Sidney Bradshaw Fay escreveu uma obra em dois volumes intitulada “As Origens da Guerra Mundial”. É uma investigação das causas cultas e imediatas daquela sangrenta conflagração. Dois anos depois, ele revisou a obra, e, recentemente, esta revisão de 1930 surgiu em forma de brochura. Num prefácio especial para esta edição em brochura, o Sr. Fay teceu a seguinte observação a respeito do significado da Primeira Guerra Mundial: “Atualmente, rememorando mais de meio século de estudo, estou mais do que nunca impressionado pelo tremendo impacto da Guerra Mundial de 1914-18 sobre os acontecimentos mundiais nos cinqüenta anos seguintes. A guerra iniciou um período de mudança política e social internacionais inigualado na História. . . .

      “A Guerra Mundial também iniciou uma nova era de violência que se contrastou grandemente com a era de paz comparativa que a precedera. Neste período anterior, de 1815 a 1914, a paz em geral prevalecia na Europa, exceto por algumas guerras ‘locais’ que foram travadas com armas tradicionais, que foram comparativamente curtas e causaram pequena destruição. A maior parte da Ásia e da África ainda era toleravelmente quiescente sob o colonialismo imposto pelas potências imperialistas européias. . . . Depois de 1914, contudo, as ‘pequenas’ guerras irromperam em conflitos globais que duraram vários anos e foram travados com novas armas, como submarinos, tanques e mísseis aéreos que causaram terríveis perdas de vida e propriedade. Ao mesmo tempo, na Ásia e na África, as populações amarelas e de pele escura, não mais quiescentes, começaram a luta para acabar com toda a dominação colonial européia e estabelecer sua própria independência e poder.”

      É exatamente o que Jesus predisse, há dezenove séculos atrás, que nos “últimos dias” deste perverso sistema de coisas haveria “na terra angústia de nações”. Conhecendo o significado destes eventos, os cristãos fiéis erguem a cabeça e o coração na confiança de que seu “livramento está-se aproximando”. — Luc. 21:25, 28.

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