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  • Naja(Cobra)
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    • seu livro, Reptiles of the World (Répteis do Mundo) afirma que tal cobra é comum, não apenas em países limítrofes do deserto do Saara, mas também na Arábia. A cobra do Egito, contudo, é agora extremamente rara no S da Palestina.

      Os israelitas estavam assim bem familiarizados com esta cobra, não só quando estavam no Egito, mas também durante sua peregrinação pelo deserto. Moisés, ao falar aos israelitas no deserto, referiu-se à peçonha dessa cobra, “o veneno cruel de najas”. (Deut. 32:33) O termo “cruel” descreve apropriadamente o efeito do veneno dessa cobra, a respeito do qual H. W. Parker afirma em seu livro Snakes (Cobras; p. 133): “Os sintomas que acompanham de imediato uma mordedura são infinitamente maiores do que os danos causados apenas pelas feridas, sendo seguidos de pronto por muita inchação local, o sangue e o soro exsudando das perfurações das presas. Estes sintomas, produzidos pelas substâncias destruidoras de tecidos e anticoagulantes, podem surgir dentro de trinta segundos, e se espalham à medida que o veneno se dispersa pelo corpo, ocorrendo hemorragias em outros pontos. Simultaneamente, as neurotoxinas começam a produzir efeito; a fraqueza das pernas, a pendência da cabeça e das pálpebras, a paralisia da língua, dos lábios e da garganta . . . a náusea e crescente dificuldade respiratória seguem-se em sucessão, resultando, embora não inevitavelmente, na morte por insuficiência respiratória e cardíaca.”

      A naja dá o bote mediante o arremesso para a frente de seu corpo erguido, acompanhado por agudo silvo. Quando a naja pica, sua mandíbula agarra tenazmente o objeto e então começa um movimento peculiar de mastigação; isto é necessário, uma vez que as presas são relativamente curtas e uma quantidade maior de veneno pode penetrar na perfuração se houver um contato maior. Por causa deste hábito de picar e a extrema toxidez do veneno, as najas se acham entre as mais perigosas de todas as criaturas. Assim, o salmista, empregando linguagem figurada, associa a naja com o leão, e afirma a respeito dos que têm feito de Jeová a sua confiança: “Pisarás no leãozinho e na naja; pisotearás o leão novo jubado e a cobra grande.” (Sal. 91:13) Isaías, ao falar do reajuntamento do povo de Jeová, profetiza sobre as condições mudadas para eles, descrevendo uma época em que “a criança de peito há de brincar sobre a toca da naja; e a criança desmamada porá realmente sua própria mão sobre a fresta de luz da cobra venenosa”. — Isa. 11:8, 11, 12.

      A Bíblia se refere ao ouvido da naja, e faz alusão à capacidade da naja de “escutar a voz dos encantadores”. (Sal. 58:4, 5) Embora alguns naturalistas afirmem que as cobras não têm capacidade auditiva, a Bíblia se harmoniza com as mais recentes descobertas que demonstram que as cobras dispõem dum mecanismo sonoro interno e que podem ouvir razoavelmente bem. Assim, o jornal Times de Nova Iorque, de 10 de janeiro de 1954 (Seção 4, p. 9), noticiou, sob a manchete “São as Cobras ‘Encantadas’ Pela Música?“:

      “O dr. David I. Macht, pesquisador farmacólogo do Hospital Monte Sinai, em Baltimore [Maryland, EUA], é uma das principais autoridades do mundo sobre o veneno da naja. .  . . O dr. Macht informou que, ao trabalhar com najas e com o veneno da naja, familiarizou-se com diversos médicos hindus, bem-instruídos e de diferentes partes da índia. Todos concordavam que as najas reagem a certos tons musicais, de flautas e de pífaros. Algumas formas de música excitam os animais mais do que outras formas, informaram os médicos. Avisa-se às crianças indianas que brincam no escuro, no interior do país, a que não cantem para que seus sons não atraiam, najas, disse ele. O dr. Macht comentou que Shakespeare, que repetidas vezes se referiu a serpentes como sendo surdas . . . simplesmente repetia um erro comum. Por outro lado, disse o dr. Macht, o salmista estava certo ao dar a entender, por sentido inverso, no Salmo 58, Verso 5, que as serpentes podem ouvir: . . . Contrário às afirmações de alguns naturalistas, o dr. Macht disse que as cobras são ‘encantadas’ pelos sons, e não pelos movimentos do encantador. Revisem-se os livros didáticos, recomendavam os médicos.”

      A cobra pode ouvir melhor uma vibração no solo, ou notas de diapasão alto. Algumas de suas vítimas mais comuns emitem sons de diapasão alto; estas notas de diapasão alto deixam a cobra muito intranqüila e alarmada. Assim, as notas produzidas por flautas apenas representam alimento ou perigo para a cobra, e ela não aprecia a música tocada. Quando um encantador de serpente começa a tocar sua flauta, isto provoca de imediato uma reação da cobra, e ela se ergue de modo ereto, ficando alerta diante do suposto perigo. Reconhecendo o som como provindo da flauta, ela naturalmente fixará sua atenção naquele objeto e na pessoa que o toca. Se o encantador se movimentar, ou girar para trás e para a frente, a cobra fará o mesmo. Se ele se mover em círculos ao redor da cobra, esta, naturalmente, se virará para manter os olhos fixos na fonte do som.

  • Naor
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    • NAOR

      1. Pai de Tera e avô de Abraão. Naor era filho de Serugue, e um descendente de Sem. Viveu 148 anos, de c. 2177 até c. 2029 AEC. — Gên. 11:22-26; 1 Crô. 1:24-27; Luc. 3:34-36.

      2. Filho de Tera; neto do Naor (N.° 1, acima); e irmão de Abraão. (Gên. 11:26; Jos. 24:2) Naor casou-se com Milca, irmã de Ló e filha de Harã, outro irmão de Naor, sendo portanto, sobrinha de Naor. Com ela, teve oito filhos, e com sua concubina, Reumá, teve outros quatro filhos, somando doze ao todo, alguns dos quais se tornaram cabeças tribais. (Gên. 11:27, 29; 22:20-24) Através de seu filho Betuel, Naor se tornou avô de Labão e de Rebeca, e bisavô de Léia, Raquel, Jacó (Israel) e Esaú. (Gên. 24:15, 24, 47; 29:5, 16; 1 Crô. 1:34) Por meio de seus filhos, Uz e Buz, Naor pode ter sido também um antepassado de Jó e de Eliú. — Jó 1:1; 32:2.

      O relato de Gênesis, sobre Tera e Abraão deixarem Ur dos Caldeus, não menciona o nome de Naor na lista dos que partiram. (Gên. 11:31) Parece, contudo, que ele possivelmente veio depois, pois o servo de Abraão, que procurava uma esposa para Isaque, viajou para Harã, onde Tera passou a residir, e onde morreu, e onde Labão, neto de Naor, vivia quando Jacó se dirigiu a ele. (Gên. 11:31, 32; 12:4; 27:43) O servo de Abraão veio à “cidade de Naor”, quer a Harã propriamente dita, quer a um local ali perto, talvez a Nahur mencionada com freqüência em várias tábuas de Mari, do segundo milênio AEC. (Gên. 24:10; 29:4) E, quando Jacó deixou Labão, este invocou “o deus de Abraão e o deus de Naor” para julgar entre eles. — Gên. 31:53.

  • Nardo
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    • NARDO

      Pequena planta aromática (Nardostachys jatamansi) encontrada nos montes Himalaia. As hastes e as raízes desta planta são, em geral, consideradas como sendo a fonte do nardo mencionado na Escritura. (Cân. 1:12; 4:13, 14; Mar. 14:3) O nardo se distingue por seus feixes de hastes escuras, piliformes, de c. 5 cm de comprimento, que se ramificam do topo da raiz. As folhas brotam da porção superior da planta, que termina com cachos de flores róseas.

      A fim de preservar sua fragrância, o nardo, um líquido leve, aromático, de coloração avermelhada, era colocado em frascos selados de alabastro, uma pedra macia, usualmente esbranquiçada, marmórea, assim chamada por causa de Alabastron, no Egito, onde se fabricavam frascos deste material. Os pouco mais de 300 gramas de óleo perfumado, “nardo genuíno”, derramado por Maria, de um vaso de alabastro, sobre a cabeça e os pés de Jesus Cristo, ‘em vista de seu enterro’, foi avaliado em 300 denários, o equivalente a cerca do salário de um ano. (Mar. 14:3-9; João 12:3-8; Mat. 20:2) Ser este óleo perfumado tão custoso sugere que a sua fonte poderia ser a distante índia.

  • Nariz, Narinas
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    • NARIZ, NARINAS

      A parte da face que permite a passagem do ar na respiração, e serve como o órgão do olfato.

      Quando Deus criou Adão, Ele colocou no corpo de Adão a força de vida (rúahh), como muitos textos indicam. Daí, procedeu a “soprar nas suas narinas o fôlego [forma de neshamáh] de vida, e o homem veio a ser uma alma vivente”. (Gên. 2:7) O fôlego, inalado pelo corpo através das narinas, é essencial à vida; sustenta a força de vida. No Dilúvio, “morreu tudo em que o fôlego da força da vida estava ativo nas suas narinas, a saber, todos os que estavam em solo seco”. — Gên. 7:22.

      A palavra hebraica empregada para nariz ou narina (’aph) é usada com freqüência para referir-se a toda a face ou rosto. Adão foi sentenciado a obter sua subsistência do solo ‘no suor de seu rosto [literalmente, “nariz” ou “narinas”]’. (Gên. 3:19) Ló curvou-se com o rosto (“nariz”) em terra diante dos anjos visitantes. — Gên. 19:1.

      BELEZA

      O nariz, estando situado numa parte tão destacada, quando bem-formado contribui grandemente para a beleza facial. Em O Cântico de Salomão (7:4), ser o nariz da jovem sulamita comparado à “torre do Líbano” pode referir-se à simetria do nariz dela, como contribuindo para dar dignidade e beleza a seu rosto. Deus exigia que os sacerdotes de Israel, por serem Seus representantes perante o povo, não tivessem defeitos, um dos requisitos sendo que nenhum sacerdote tivesse um nariz fendido ou mutilado. — Lev. 21:18.

      EMPREGOS ILUSTRATIVOS E FIGURADOS

      A palavra para nariz ou narinas (’a,ph) é amiúde utilizada em sentido figurado para ira (por causa da respiração violenta ou resfolegante da pessoa enraivecida). (Veja Ira.) É também empregada com referência à ação tomada por Jeová, por causa de sua ira (Sal. 18:8, 15), ou quando Ele exerce sua poderosa força ativa. — Êxo. 14:21; 15:8.

      A repugnante idolatria em que se meteu Israel era causa da ira ardente de Jeová contra eles, ira esta que Ele expressou por meio do profeta Isaías, dizendo: “Estes são fumaça nas minhas narinas, um fogo ardendo o dia inteiro.” — Isa. 65:5.

      Provérbios 30:32, 33 declara: “Se agiste de modo insensato por te elevares a ti mesmo, e se fixaste nisto o teu pensamento, põe a mão à boca. Pois, bater o leite é o que produz manteiga, e premer o nariz é o que faz sair sangue, e premer a ira é o que produz a altercação.” Isto sublinha fortemente as dificuldades que podem ser causadas por alguém que fala algo que não devia, ou que alimenta a ira, ou que se permite dar vazão a ela de modo irrestrito. Aqui, num jogo de palavras, “ira” é a forma dual hebraica da palavra para “nariz”.

  • Narinas, Argola Para As
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    • NARINAS, ARGOLA PARA AS

      Veja ARGOLA PARA AS NARINAS.

  • Nasom
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    • NASOM

      [serpente]. O maioral da tribo de Judá no deserto. Nasom era filho de Aminadabe, e estava na quinta geração alistada,

Publicações em Português (1950-2026)
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