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  • A Bíblia — manual do Criador para o homem
    A Sentinela — 1971 | 15 de outubro
    • de si as restrições morais. Ajuda-nos a compreender o ponto de vista de Deus e a ser agradáveis a ele.

      Não é evidente por que este Livro dos livros deve ser nosso compêndio primário no estudo? Os cristãos, acima de tudo, estão vivamente interessados em investigar este Livro da autoria Daquele a quem o Filho de Deus disse: “A tua palavra é a verdade.” (João 17:17) Quanto mais se familiarizar com os sessenta e seis livros da Bíblia, tanto mais ficará convencido de que é deveras o Manual de Deus para toda a humanidade.

  • Principal defesa contra o uso de entorpecentes
    A Sentinela — 1971 | 15 de outubro
    • Principal defesa contra o uso de entorpecentes

      UM JOVEM músico, no Canadá, foi encontrado em más condições pela polícia. Ele disse à polícia que havia decidido experimentar o LSD, porque a maconha não lhe dava mais a devida sensação. O resultado foi uma “viagem ruim”, durante a qual ele enfiou os dedos nas órbitas dos olhos, porque “não queria ver o que estava vendo”. Ele danificou seriamente ambos os olhos e os médicos temiam que perdesse a vista de um deles.

      Relatos similares não são nada incomuns nas notícias. Os médicos, os legisladores e até mesmo a maioria dos que usam drogas admitem que as fortes drogas “psicodélicas”, tais como LSD e heroína, bem como as “bolinhas estimulantes” e as “‘sedativas”, as anfetaminas e os barbituratos, são perigosas. Especialmente a heroína e os barbituratos viciam. Poucos são os viciados de heroína que ficam curados.

      Por outro lado, os que fumam maconha, os quais incluem muitos jovens em idade ginasial e universitária, apresentam argumentos para defenderem seu uso da “erva”. Chamam-na de “intensificador social”.

      Um estudante universitário disse que, com a maconha, “a gente se delicia magnificamente com situações ou lembranças muito simples”. Alguns foram mais longe ao explicarem um objetivo mais profundo de a fumarem, dizendo: As drogas “são nosso meio principal para sentirmos amor neste desastre de autodestruição”. É a “volta ao Éden” e as drogas são o “paraíso instantâneo”, ou a “análise instantânea de si mesmo”.

      ALGUNS FATOS SOBRE O EFEITO DA MACONHA

      As duas perguntas feitas com mais freqüência são: Há probabilidade de que os que usam maconha passem para tóxicos mais fortes? É a própria maconha perigosa?

      Visto que se encobriu a verdade sobre a maconha numa “névoa” de ignorância e observando a sua difusão epidêmica, os governos estão estabelecendo comissões de investigação das drogas. Além disso, grande número de cientistas realizam investigações por conta própria. O que verificaram? Leva fumar maconha ao uso de entorpecentes mais fortes?

      Um folheto publicado pelo Departamento de Saúde, Educação e Bem-estar Social dos Estados Unidos relata que “os que usam uma droga ilícita podem ficar expostos a uma variedade delas, em vista do seu contato com os vendedores de entorpecentes e outros viciados”. E o U. S. News & World Report, sob o título “Últimas Descobertas Sobre a Maconha”, em 1.º de fevereiro de 1971, declarava que “há evidência de que os que recorrem a este entorpecente por motivos psicológicos — na crença de que alivie tensões e depressões — provavelmente passarão para entorpecentes mais fortes”.

      São bem comprovados os perigos físicos dos fortes entorpecentes. Quanto à maconha, “as doses suficientemente elevadas . . . podem causar episódios psicóticos imprevisíveis, agudos — embora temporários — manifestando-se na forma de ilusões, alucinações, paranóia, depressão e pânico”, dizia um relatório da Comissão Temporária de Avaliação das Leis Sobre Drogas, do Estado de Nova Iorque. “Além disso, a investigação preliminar revela que o contínuo uso regular de maconha ou de doses extremamente elevadas dela podem causar dano ao fígado, defeitos genéticos, danos cerebrais e moléstias no aparelho superior de respiração.” Que pessoa sensata se exporia deliberadamente a si mesmo e aos seus descendentes aos padecimentos e ao encurtamento da vida resultantes destas doenças?

      O CONCEITO BÍBLICO

      Diz a Bíblia alguma coisa a respeito do assunto dos entorpecentes? Oferece-nos ajuda para resistirmos ao uso deles? Podemos, com a ajuda da Bíblia, fortalecer nossos filhos para se oporem a eles?

      Os entorpecentes já eram conhecidos na antiguidade, quando se escreveu a Bíblia. Com relação a que eram especialmente conhecidos? Com relação à feitiçaria, à bruxaria e ao espiritismo. Mas os entorpecentes não levavam os que os usavam à ‘comunhão com Deus’, conforme afirmam alguns defensores modernos dos entorpecentes. Em Gálatas 5:20, o espiritismo é classificado, não como fruto do espírito de Deus, mas como “obras da carne”, que impedem alguém de entrar no reino de Deus. A palavra grega usada aqui para “prática de espiritismo” ou “feitiçarias” é pharmakia, literalmente, “drogaria”.

      Sobre esta palavra comenta o Expository Dictionary of New Testament Words, de Vine: “PHARMAKIA . . . significava principalmente o uso de medicamentos, drogas, encantos; depois, envenenamento; daí, feitiçaria, . . . Veja também Rev. 9:21; 18:23. . . . Na feitiçaria, o uso de drogas, quer simples, quer fortes, era geralmente acompanhado por encantamentos e invocações de poderes ocultos, com o uso de diferentes talismãs, amuletos, etc., que supostamente se destinavam a proteger o cliente ou paciente contra a atenção e o poder dos demônios, mas que realmente se destinavam a impressionar o cliente com os recursos misteriosos e os poderes do feiticeiro.”

      Quando alguém se deixa levar à prática do espiritismo, ele se expõe a toda sorte de práticas erradas que podem resultar em influência demoníaca e demência, e certamente resultará na sua morte eterna. Deus disse: “Mas, quanto aos . . . que são repugnantes na sua sujeira, e aos assassinos, e aos fornicadores, e aos que praticam o espiritismo [em grego: pharmakóis, “os que drogueiam”] . . . terão o seu quinhão no lago que queima com fogo e enxofre. Este significa a segunda morte.” — Rev. 21:8, Tradução Interlinear do Reino, em inglês.

      HAXIXE, A DROGA DOS ASSASSINOS

      A maconha é produto da planta cannabis, um cânhamo, da qual se produz também o haxixe. Este entorpecente é similar à maconha e é freqüentemente usado pelos que fumam maconha.

      A origem da palavra “assassino” atesta a força do haxixe para incitar a atos de violência. A palavra “assassino” é tirada da palavra árabe haxixim, usada para descrever a Ordem dos Assassinos, ordem muçulmana fundada na Pérsia por volta de 1090 E. C. Na época das cruzadas, estes homens aterrorizavam os cristãos e outros inimigos pelo homicídio secreto, pelo assassinato religioso, cometido sob a influência do haxixe.

      OS ENTORPECENTES LEVAM OS QUE OS USAM À ESCRAVIDÃO

      Todos os entorpecentes, desde a maconha até o LSD e a heroína, viciam, quer física quer psicologicamente, ou ambas as coisas. Os investigadores dizem: “Os cientistas . . . concordam que são comuns os indícios do vício psicológico [da maconha].” É verdade que alguns entorpecentes, quando administrados sob os cuidados dum médico, podem ter fins medicinais. Mas os que usam a maconha não podem encontrar nenhuma desculpa assim, pois, segundo o Departamento de Saúde, Educação e Bem-estar Social, dos Estados Unidos, a maconha, “dessemelhante dos outros entorpecentes, não tem utilidade conhecida na medicina moderna”.

      O cristão que trava uma luta pela fé é advertido: “Mantende os vossos sentidos, sede vigilantes. Vosso adversário, o Diabo, anda em volta como leão que ruge, procurando a quem devorar.” (1 Ped. 5:8) Quem relaxa a vigilância, especialmente quando o faz por causa de “emoções” e por meio de algo que inibe os processos normais do pensamento e do discernimento, expõe-se ao ataque de Satanás e dos demônios. Tal pessoa lança de si o autodomínio e age contrária à sua devoção a Deus e a Cristo. O apóstolo Paulo disse: “Eu não me deixarei por sob autoridade por coisa alguma” (quer dizer, por algo que colocasse a Paulo em desvantagens quanto a servir a Deus). — 1 Cor. 6:12; Gál. 5:22, 23.

      CRISTO REJEITOU AS IRREALIDADES E OS ENTORPECENTES

      Qual era o conceito de Jesus Cristo sobre o escapismo e o uso de entorpecentes? Quando uma sugestão feita por Pedro, um de seus apóstolos, o tentou a escapar da realidade por desconsiderar mesmo por um só instante a carreira difícil de sacrifício que tinha diante de si, Jesus respondeu prontamente: “Para trás de mim, Satanás.” — Mar. 8:32, 33.

      Mais tarde, quando estava para ser pendurado numa estaca de tortura, ofereceram a Jesus “vinho misturado com mirra, mas ele não quis tomá-lo”. (Mar. 15:23) Por que o recusou Jesus? O Dicionário de Vine comenta: “[O verbo] SMURNIZO . . . é usado de modo transitivo no N. T., com o significado de misturar ou narcotizar com mirra, Marcos 15:23; sem dúvida, a mistura foi oferecida para mitigar a dor (a palavra “fel” de Mateus [27:34] sugere que a mirra não era o único ingrediente). Cristo recusou tomar qualquer destes meios de alívio; Ele quis reter todas as suas faculdades mentais para o cumprimento completo da vontade do Pai.” Pouco antes de morrer, Cristo aceitou um pouco de vinho azedo para aplacar a sede. Incidentalmente, isto indica que Jesus fazia uma distinção entre drogas e vinho. — João 19:28-30.

      PAIS, AJUDEM SEUS FILHOS

      Os pais podem ajudar seus filhos e devem prepará-los de antemão. Devem tratar do assunto com a atitude correta. Os jovens talvez pensem que têm bons motivos para usarem entorpecentes, pois ouvem argumentos a favor destes, da parte dos colegas em volta deles. Os filhos são basicamente inteligentes, e não querem apenas uma série de proibições, mas querem saber de motivos adequados. Os pais, por usarem de amor, consideração e bondade, raciocinando por apresentarem fatos e conselho bíblico, podem fortalecer os filhos a resistirem à ameaça dos entorpecentes. — 2 Tim. 2:24-26.

      A questão mais forte a enfatizar é a relação que a pessoa tem com Deus. Pois, caso se deixe a Deus fora da questão, a palestra pode entrar num “círculo vicioso” e acabar deixando o filho achar que realmente houve pouco conselho válido e

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