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  • Observando o Mundo
  • Despertai! — 1983
  • Subtítulos
  • A Pílula Escraviza as Mulheres?
  • O Brasil Destrói Maconha
  • Questionadas as Viagens do Papa
  • Reciprocidade da Alemanha
  • O Dinheiro Fala Alto
  • Aumenta o Número de Governos Militares
  • Salve Aquele Dente!
  • Debate na ONU
  • Socorros Baldados
  • O Incontrolado Tráfico de Drogas
  • Cai, Cai — Caiu?
  • ‘Dívida Incontrolável’
  • Comprar com Música
Despertai! — 1983
g83 8/9 pp. 29-31

Observando o Mundo

A Pílula Escraviza as Mulheres?

● “O corpo não deve estar sempre à disposição do desejo sexual.” É o que diz a autora F. Edmonde Morin em seu livro La Rouge Différence (A Vermelha Diferença), recentemente lançado na França. Em vez de proporcionar liberdade, o uso do DIU e da pílula transformou as mulheres em escravas do desejo masculino; um produto de consumo, sempre disponível. A tranqüilidade que a pílula confere é uma forma de morte. Nada mais é do que uma castração que permite duas coisas: A programação social do corpo feminino e a constante disponibilidade ao desejo masculino. As mulheres têm tudo a perder e nada a ganhar por porem de lado os ciclos rítmicos do corpo e submetê-lo a uma cadência única, é o argumento da sra. Morin. Ardorosamente polemizadas em todos os setores, a autora não espera que suas idéias causem muita impressão na sociedade moderna. De acordo, porém, está o bispo brasileiro Edmundo Kunz, que sustenta que “a permissividade total na moral, amparada fisicamente na pílula que afasta a ameaça da gravidez, transformou o sexo em objeto de fácil e freqüente consumo”.

O Brasil Destrói Maconha

● Mais de um milhão de pés de maconha (Cannabis sativa), o equivalente a 500 toneladas da droga, foram recentemente destruídos numa operação conjunta sob a supervisão da Polícia Federal nos estados de Pernambuco e do Piauí, publicou o jornal O Estado de S. Paulo. Avaliados em cerca de 200 milhões de dólares, foi a maior quantidade já apreendida no Brasil. Localizadas em fazendas remotas, a polícia calcula que mais de 500 famílias estão de algum modo envolvidas no negócio ilegal. Agindo com extrema cautela, dada a presença de pistoleiros profissionais na região, contratados para protegerem as plantações, os agentes federais e trabalhadores de frentes de emergência, com a ajuda da Polícia Militar, arrancaram as plantas uma por uma. Os pistoleiros não reagiram, preferindo fugir e se esconder na mata.

Questionadas as Viagens do Papa

● “Sou um mensageiro-peregrino que deseja viajar pelo mundo para cumprir o mandado que Cristo deu aos apóstolos quando os enviou a evangelizar todos os homens e todas as nações”, são palavras atribuídas ao papa João Paulo II. Contudo, crescente número de clérigos começam a questionar a sabedoria de suas viagens ao exterior. “Pessoalmente acho que é uma viagem maluca”, disse certo religioso do Vaticano sobre a 17.ª viagem do papa em quatro anos. Entre as razões fornecidas por funcionários do Vaticano figuram as seguintes: Segurança — dois atentados contra a vida do papa já ocorreram e um quase foi bem-sucedido. Custo — às vezes ultrapassa a 10 milhões de dólares por país, cabendo às igrejas anfitriãs o pagamento da maior parte da conta. Países africanos visitados mais de um ano atrás ainda estão pagando por sua hospitalidade. Repercussões políticas — declarações públicas do papa amiúde colidem com as diretrizes e ações dos governos visitados. E as coisas se complicam ainda mais com visitas consecutivas a países oponentes um ao outro, como no caso de sua viagem à Grã Bretanha e Argentina. Certo sacerdote disse: “Mesmo seus melhores amigos começam a se indagar: ‘Faz ele as viagens porque o mundo as necessita ou porque ele as necessita?’”

Reciprocidade da Alemanha

● Alemães gratos, tendo ouvido falar das dificuldades da cidade de Detroit, Michigan (EUA), atingida pela recessão, têm enviado donativos em dinheiro e em forma de pacotes do tipo da CARE (Cooperação de Remessa à Europa) aos pobres ali, em reconhecimento da ajuda que eles próprios receberam no fim da Segunda Guerra Mundial. “Lembro-me das roupas bonitas, do leite em pó e do chocolate que nós, crianças ganhamos dos americanos depois da guerra”, disse uma senhora de 39 anos, da Alemanha Ocidental. “Somos todos crianças dos anos do após-guerra gratos aos americanos, e estamos retribuindo os pacotes da CARE que recebemos.” O prefeito de Detroit declarou recentemente estado de emergência quanto às necessidades de alimento e moradia, depois que o nível de desemprego subiu a quase o dobro do índice nacional.

O Dinheiro Fala Alto

● “Os de fora não têm nenhuma chance de entrar para o ofício, junto com a rainha da Inglaterra na Igreja Episcopal de São Paulo, em San Diego” disse The San Diego Union. Referindo-se ao comparecimento da rainha Elizabeth II a um culto naquele local durante sua visita recente aos Estados Unidos, o jornal prosseguiu: “Na verdade, várias centenas de membros da paróquia tampouco serão admitidos.” Com apenas 580 lugares disponíveis, e com 800 membros solicitando admissão junto com outros de organizações britânicas, a decisão foi “dar prioridade de lugares a adoradores regulares que sejam também os maiores contribuintes”. Segundo James Earle Carroll, vigário da Igreja, “a idéia era ter como convidados pessoas que normalmente apóiam a paróquia com sua presença física e com sua carteira”. Foram emitidos ingressos para os convidados, com o aviso de que “talvez se solicite identificação”.

Aumenta o Número de Governos Militares

● Uns “38 governos no mundo são agora formalmente encabeçados por militares, e pelo menos uma dúzia de outros chegaram ao poder através do exército ou estão sob seu efetivo controle”, diz um artigo no The Galveston Daily News. “Governos militares, uma tradição na América Latina, predominam hoje na África negra e são comuns em grande parte do Oriente Médio e da Ásia.” Quem são os que tomam o poder? “Na África, 20 governos são dirigidos por soldados cuja idade média era de 36 anos quando se apossaram do poder das mãos de seus superiores mais velhos”, diz o jornal. Nações em desenvolvimento têm presenciado calculados 190 golpes militares desde 1958 — dois terços dos quais bem-sucedidos. Prevêem-se mais, à medida que persistem os problemas econômicos.

Salve Aquele Dente!

● Que deve você fazer caso um filho quebre acidentalmente um dente permanente? A melhor coisa é recolocar o dente imediatamente no seu alvéolo (cavidade), diz o dr. Frank Courts, da Universidade da Flórida, EUA. O seguinte melhor proceder que ajudará na implantação bem-sucedida de um dente perdido, diz Courts, é guardar o dente no leite, até que seja possível ir ao dentista. Embora fosse recomendado anteriormente que o dente fosse lavado e colocado na água ou mantido na boca para ser banhado em saliva, a caminho do dentista, os pesquisadores da universidade descobriram que leite era “75 por cento melhor do que a água e 50 por cento melhor do que a saliva”.

Debate na ONU

● “O debate começou inocente — quando 34 nações pediram à Assembléia Geral da ONU que declarasse 1992 o ‘Ano do Quinto Centenário do Descobrimento da América’”, disse a revista Newsweek. “Mas, parece que nada transcorre de modo simples nas Nações Unidas, e logo aquele augusto organismo se viu emaranhado em outra fervilhante disputa internacional.” O embaixador da Irlanda objetou à comemoração da viagem de Colombo, visto que certos textos latinos sugerem uma travessia anterior ao 7.º século feita por monges irlandeses. O representante da Islândia objetou, visto que a resolução desconsiderava a alegada descoberta da América pelo islandês Leif Ericson, no ano 1000, e ameaçou apresentar uma proposta paralela. “O debate foi estritamente acadêmico para vários delegados africanos”, diz Newsweek, “que em particular declararam não poder apoiar uma resolução que comemorasse o colonialismo nas Américas independente de quem o iniciou”.

Socorros Baldados

● “A prontidão das pessoas em dar e a generosidade de autoridades públicas” vez após vez “acabam beneficiando indivíduos ou uma burocracia improdutiva”. Foi o que lamentaram dois ex-trabalhadores do Terceiro Mundo ao jornal suíço Weltwoche. Comentando a falta de controle adequado sobre as atividades de coleta de organizações de socorro, prosseguiram: “Mesmo a melhor das intenções não evita que a crescente burocracia das organizações de socorro afete adversamente o balanço dos custos e benefícios.” Informaram, por exemplo, que dos 290.013,25 francos suíços coletados pela organização suíça “Enfants du Monde”, para ajudar crianças, 273.292,25 foram gastos em despesas organizacionais. Sobraram apenas uns magros seis por cento para cumprir o verdadeiro propósito para o qual o dinheiro foi coletado.

O Incontrolado Tráfico de Drogas

● “A produção e o uso de drogas ilegais aumenta na maior parte do mundo, gerando o crime violento e ameaçando a estabilidade política”, diz certo informe de um órgão das Nações Unidas. “As vultosas somas auferidas do tráfico ultrapassam em muito os recursos destinados a contê-lo”, e aumentados esforços de cooperação entre governos têm meramente inspirado os contrabandistas a desenvolver “métodos mais engenhosos e novas rotas”.

Tais conclusões, publicadas no International Herald Tribune, destacam a “incontida produção de cocaína, especialmente no Peru e na Bolívia, qual nova fonte de séria inquietação e uma preocupação principal”. Com a maconha “perdendo seu atrativo entre os jovens” o abuso de cocaína tem aumentado drasticamente nos Estados Unidos. A revista Time de 11 de abril de 1983 diz que os usuários de cocaína nos Estados Unidos aumentaram de 15 para 20 milhões nos últimos dois anos. A guerra contra as drogas ilegais tem sido chamada de prioridade n.º 1 do FBI.

Cai, Cai — Caiu?

● A Torre Inclinada de Pisa aumentou sua famosa inclinação em 1,27 mm no ano passado, e autoridades dizem que está condenada a cair a menos que algo possa ser feito para deter a crescente inclinação. “Pode levar cem anos”, disse Giuseppe Toniolo, superintendente dos monumentos de Pisa “ou pode ser bem antes”. Especialistas temem que os esforços do governo para estabilizar a torre falhem. “A última grande intervenção, em 1934, provocou um grandíssimo aumento na inclinação”, disse o sr. Toniolo. “Ninguém pode dizer o que acontecerá dessa vez.” Medidas anteriores incluíram a injeção de mais de 90 toneladas de concreto sob o lado mais baixo da torre e o fechamento de 15 poços artesianos na área numa tentativa de conter a queda do lençol aqüífero.

A torre, cuja construção começou no século 12, está atualmente mais de 4,7 metros fora da perpendicular, e já havia começado a inclinar depois que 10,7 metros dela foram erigidos. Quando os últimos três andares e o campanário foram acrescentados, no século 14, completando seus atuais 54,9 metros de altura, a torre já estava 3,1 metros fora da perpendicular. A famosa inclinação da torre tem atraído mais de 7.000 turistas por dia, que sobem até o topo pelos seus aproximadamente 300 degraus de escadas espiraladas. “Não queremos aprumá-la”, disse o sr. Toniolo. “Simplesmente queremos que ela não caia.”

‘Dívida Incontrolável’

● “Para a maioria dos países em desenvolvimento, sua dívida se tornou incontrolável”, diz Chandra S. Hardy, economista do Banco Mundial. “Alguns deles se encontram na posição absurda de tomar emprestado para pagar juros. Portanto, o risco de falta de pagamento aumenta vertiginosamente. Já agora, 90 centavos de cada dólar vão para o serviço da dívida — e no caso de alguns deles são 100 centavos.”

O que levou a essa situação? “Pela primeira vez na era do após-Segunda Guerra Mundial o volume do comércio mundial diminuiu, lançando grande carga sobre o Terceiro Mundo, que precisa vender seus produtos às nações mais ricas a fim de sobreviver”, diz o artigo no International Herald Tribune. “À medida que caem as exportações dos países do Terceiro Mundo e diminui o preço que conseguem por seus produtos, um maior número deles não têm conseguido fechar seu balanço de pagamentos, numa dívida mundial calculada em 500 a 600 bilhões de dólares, ou cinco vezes o piso em 1973.”

Comprar com Música

● Num recente estudo de nove semanas, num supermercado, os pesquisadores descobriram que o ritmo da música executada exerce um efeito significativo sobre a quantidade de itens comprados. Usando música suave, os pesquisadores tocaram músicas de ritmo lento (cerca de 60 batidas por minuto) em certos dias e as de ritmo mais acelerado (108 batidas por minuto) em outros. Os resultados? As vendas aumentaram em 38,2 por cento nos dias em que a música mais lenta foi tocada! Atribuiu-se isso ao fato de que naqueles dias os compradores também andavam mais lentamente nos corredores e presumivelmente levavam mais tempo para olhar e selecionar itens. Contudo, quando se perguntou aos compradores, à saída do estabelecimento, se havia sido tocado música lá dentro, 33 por cento não tinham certeza e 29 por cento responderam com um “não” definitivo.

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