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  • Tóxicos: quão perigosos realmente são?
    Despertai! — 1971 | 22 de outubro
    • David Archibald, diretor-executivo da Fundação de Pesquisas de Vícios de Ontário, Canadá, declarou:

      “Não há dúvida de que, se 100 pessoas usarem maconha, algumas sofrerão efeitos prejudiciais. Certa proporção se meterá em apuros seríssimos em resultado de usar este tóxico. . . . Se forem emocionalmente perturbados a maconha acentuará a inclinação que o usuário tem para a depressão e talvez produza depressão. Se um, indivíduo tem, a tendência de ser maníaco [maluco], a maconha talvez acentue esta tendência e produza uma reação maníaca.”

      Para Onde Pode Levar

      Um fumante de maconha terá muito maior facilidade de tomar tóxicos ‘fortes’ do que o não-fumante. Entra num círculo de associados que usam tóxicos e que estão expostos a vendedores de tóxicos. Mediante tal associação, é amiúde influenciado a experimentar tóxicos mais fortes.

      Nos últimos cinco anos, o que antes constituía cerca de 50.000 fumadores de maconha nos EUA tornou-se cerca de 15 a 20 milhões que a usam ou já a experimentaram. E os relativamente poucos que tomavam tóxicos mais fortes se tornaram vários milhões. A história da maioria dos que usam tóxicos fortes mostra que começaram fumando maconha. Assim, afirma o Sr. Ingersoll: “Parece razoável presumir que se muitas pessoas não se envolvessem com a maconha, nunca chegariam a usar os tóxicos mais potentes e mais perigosos.”

      Durante uma palestra escolar, um jovem estudante disse a um ex-viciado em tóxicos ‘fortes’: “Achamos que podemos ficar com a maconha. Achamos que não precisamos passar para o troço forte. O que tem a dizer sobre isso?” O ex-viciado, de dezessete anos, e um dos doze ex-viciados do programa, replicaram: “Mas, isso era o que todos pensávamos. Todos nós. E sabe o que aconteceu? Todos ficamos fisgados, se é o que quer saber. Podíamos parar. Mas, não o fizemos. E você não parará, por isso nem comece!”

      Tragédia Devida ao uso de Tóxicos Fortes

      Os tóxicos mais fortes incluem o LSD (dietilamida do ácido lisérgico), narcóticos tais como a heroína, estimulantes químicos conhecidos como anfetaminas, e tranqüilizantes conhecidos como barbitúricos. Novas variedades aparecem cada ano.

      Uma coisinha de nada de LSD poderá levar uma pessoa numa ‘viagem’ alucinatória que talvez dure de oito a dezesseis horas. Há distorção do tempo, de profundidade, visão, cor e som. A capacidade de formar critérios ajuizados fica gravemente prejudicada. Dias, ou até meses, depois da última dose podem ocorrer alucinações.

      Um homem obeso, sob os efeitos do LSD, pegou uma faca e começou a cortar a gordura de seu corpo. Sangrou até morrer. Outro homem apunhalou sua sogra 105 vezes. Mais tarde não lembrava de que cometera esse assassinato. Outros foram recolhidos a hospícios. Um garotinho de dois anos e meio tomou acidentalmente um dos tabletes de LSD de sua mãe. Foi levado às pressas para o hospital em condição crítica. Muitos feriram a si mesmos e a outros de vários modos.

      A heroína, derivada do ópio, é um dos tóxicos que mais vicia e um dos mais destrutivos. Seu uso dá à pessoa um ‘estado alto’, uma autoconfiança despreocupada, uma sensação de bem-estar. Mas, à medida que o uso continua, cada vez maior quantidade é necessária para atingir esse ponto. O verdadeiro vício físico se arraiga.

      O viciado em heroína amiúde fica subnutrido porque não sente fome. Talvez pague tanto por seu tóxico que não pode comprar comida decente. Deveras, em geral tem de roubar para sustentar seu hábito dispendioso. Nesse estado subnutrido, fica propenso a contrair infecção. Também, por usar técnicas de injeção não-esterilizidas, talvez contraia hepatite, envenenamento fatal do sangue, e abscessos do fígado, cérebro e pulmões. Certo viciado admitiu: “Nossa vida fica de tal modo que a cadeia é o lugar para se tornar sadio.”

      Os que usam heroína vivem sob a constante ameaça de morte devida a uma dose excessiva ou ao uso regular. De fato, a cidade de Nova Iorque relata que o vício de heroína é agora em muito a causa principal de morte entre as idades de quatorze e trinta e cinco.

      Certa moça bem-intencionada, mas ingênua, perguntou a um ex-viciado: “Mas, não expandiu a sua experiência com tóxicos algumas de suas percepções?” Respondeu ele: “Talvez pense que aprendi algo construtivo nestes anos — mas tudo em que posso pensar é em tragédia.”

      Calcula-se que, no presente, cerca de 90 por cento dos que foram tratados quanto ao vício de tóxicos ‘fortes’ por fim voltarão aos tóxicos. Não, não há garantia de cura médica. A verdade é que a ruína física e mental, e até a morte, são garantias muitíssimo mais prováveis.

  • Os “mais vendidos”
    Despertai! — 1971 | 22 de outubro
    • Os “mais vendidos”

      A EXPRESSÃO “o mais vendido” denota um livro que é comprado pelo público em números incomumente grandes. Falando-se estritamente, só há um mais vendido de todos os tempos. Esse é a Bíblia Sagrada, que tem sido vendida em bilhões de exemplares e traduzida, toda ela ou em parte, em mais de 1.400 idiomas. Qualquer outro livro é apenas um “bem vendido” em comparação.

      As listas dos mais vendidos atualmente se dividem em geral em duas categorias: de ficção e não-ficcionistas. Como entram os livros em tais listas?

      Relatam as livrarias o número exato de exemplares de um livro que vendem? Não, isso consumiria muito tempo. O vice-presidente de uma das maiores cadeias de livrarias dos EUA fala a respeito dos relatórios como sendo a transmissão de um ‘pressentimento’. Escreve:

      “Os relatórios das livrarias sobre os mais vendidos são compostos de intuição, ‘pressentimento’, esperança, amor e, infelizmente, da necessidade ou do desejo de dar saída a um livro que ainda não teve saída, mas que se espera que tenha. . . . A lista está cheia de surpresas para os próprios vendedores de livros. Quão curioso é verificar nessa lista livros dos quais sua loja não vendeu um só exemplar a semana inteira ou que vendeu algum número insignificante. A lista nunca revela quantos exemplares dum livro foram vendidos — 18.000 em todo o país na semana passada, 23.000 em todo o país nesta semana. Os editores não fornecem esse tipo de informação. . . .

      “O que é realmente interessante quanto à lista é o que não consta ali. . . . As lojas relatam automaticamente as novelas e os livros não-ficcionistas em geral. . . . Mas, há um mundaréu de livros de aprenda você mesmo ou ‘manuais’ que nunca fazem parte das listas dos mais vendidos e que deveriam.” (The Writer, janeiro de 1968) Assim, livros tais como os de culinária poderiam ter sido vendidos em grandes números e ainda assim não fazer parte de uma lista semanal dos livros não-ficcionados mais vendidos. Também omitem-se em geral destas listas Bíblias e compêndios. Contudo, quando se publica uma importante tradução nova da Bíblia, talvez se torne um dos mais vendidos e apareça nas listas.

      A publicação de livros em brochuras, a preços mais baixos, aumentou grandemente a vendagem de muitos livros. Assim, no caso de um livro de

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