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    Raciocínios à Base das Escrituras
    • eu tenho obras. Mostra-me a tua fé à parte das obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.’ Não foi Abraão, nosso pai, declarado justo por obras, depois de ter oferecido Isaque, seu filho, no altar? Observas que a sua fé cooperou com as suas obras e que a sua fé foi aperfeiçoada pelas suas obras. Deveras, assim como o corpo sem espírito está morto, assim também a fé sem obras está morta.”

      Ilustração: Um jovem poderá fazer a corte a uma jovem, dizendo-lhe que a ama. Mas, se nunca a pedir em casamento, está ele realmente demonstrando que seu amor é completo? Da mesma forma, as obras são um meio de demonstrarmos a genuinidade da nossa fé e do nosso amor. Se não obedecermos a Deus, não o amamos realmente nem temos fé na retidão de seus caminhos. (1 João 5:3, 4) Não podemos, porém, merecer a salvação, quaisquer que sejam as obras que fazemos. A vida eterna é uma dádiva de Deus por meio de Jesus Cristo, não um pagamento pelas nossas obras. — Efé. 2:8, 9.

  • Feriados
    Raciocínios à Base das Escrituras
    • Feriados

      Definição: Dias em que usualmente se suspendem o trabalho secular e as aulas com o fim de se comemorar um evento. Tais dias podem também ser ocasiões de festividades em família ou na comunidade. Os participantes talvez considerem tais feriados como sendo religiosos ou em grande parte acontecimentos sociais ou seculares.

      Baseia-se na Bíblia a celebração do Natal?

      Data da celebração.

      A Enciclopédia Barsa diz: “A data real deste acontecimento [do nascimento de Jesus] . . . não foi ainda satisfatoriamente reconhecida. . . . O dia 25 de dezembro aparece pela primeira vez no calendário de Philocalus (354). No ano 245, o teólogo Orígenes repudiava a idéia de se festejar o nascimento de Cristo ‘como se fosse ele um faraó’.” — (São Paulo, 1968), Vol. 9, p. 437.

      Lucas 2:8-11 mostra que havia pastores nos campos, de noite, quando Jesus nasceu. A obra Daily Life in the Time of Jesus declara: “Os rebanhos . . . passavam o inverno em abrigo; e somente disso já se pode ver que a data tradicional para o Natal, no inverno, é improvável quanto a ser a certa, visto que o Evangelho diz que os pastores estavam nos campos.” — (Nova Iorque, 1962), Henri Daniel-Rops, p. 228.

      A Enciclopédia Barsa nos informa: “A data atual [25 de dezembro] foi fixada . . . a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: a festa mitraica . . . que celebrava o natalis invicti Solis (“Nascimento do Vitorioso Sol”) e várias outras festividades decorrentes do solstício do inverno, como a Saturnalia em Roma e os cultos solares. . . . A idéia central das missas de Natal revelam claramente esta origem: as noites eram mais longas e frias, pelo que, em todos estes ritos, se ofereciam sacrifícios propiciatórios e se suplicava pelo retorno da luz. A liturgia natalina retoma esta idéia.” — (São Paulo, 1968), Vol. 9, pp. 437, 438.

      A New Catholic Encyclopedia reconhece o seguinte: “A data do nascimento de Cristo não é conhecida. Os Evangelhos não indicam nem o dia nem o mês . . . Segundo a hipótese sugerida por H. Usener . . . e aceita pela maioria dos peritos hoje em dia, designou-se ao nascimento de Cristo a data do solstício do inverno (25 de dezembro no calendário juliano, 6 de janeiro no egípcio), porque, nesse dia, à medida que o sol começava seu retorno aos céus setentrionais, os devotos pagãos de Mitra celebravam o dies natalis Solis Invicti (aniversário natalício do sol invencível). Em 25 de dez. de 274, Aureliano mandou proclamar o deus-sol como o principal padroeiro do império e dedicou um templo a ele no Campo de Marte. O Natal se originou numa época em que o culto do sol era particularmente forte em Roma.” — (1967), Vol. III, p. 656.

      Sábios, ou magos, dirigidos por uma estrela.

      Aqueles magos eram realmente astrólogos procedentes do oriente. (Mat. 2:1, 2, NM; NE) Embora a astrologia seja popular entre muitos povos hoje em dia, ela é fortemente desaprovada pela Bíblia. (Veja as páginas 119, 120, sob o tópico geral “Destino”.) Será que Deus conduziria ao recém-nascido Jesus pessoas cujas práticas Ele condenava?

      Mateus 2:1-16 mostra que a estrela guiou os astrólogos primeiro ao Rei Herodes e depois a Jesus, e que então Herodes procurou fazer com que Jesus fosse morto. Não há menção de que alguma outra pessoa, a não ser os astrólogos, visse a “estrela”. Depois de partirem, o anjo de Jeová avisou José para que fugisse para o Egito a fim de salvaguardar o menino. Era aquela “estrela” um sinal da parte de Deus ou de alguém que procurava mandar destruir o Filho de Deus?

      Note que a narrativa bíblica não diz que encontraram o bebê Jesus numa manjedoura, conforme costumeiramente se representa nas criações artísticas do Natal. Quando os astrólogos chegaram, Jesus e seus pais moravam numa casa. Quanto à idade de Jesus nessa ocasião, seja lembrado que, à base daquilo que Herodes ficou sabendo dos astrólogos, decretou que fossem destruídos no distrito de Belém todos os meninos de dois anos ou menos de idade. — Mat. 2:1, 11, 16.

      Dar presentes, como parte da celebração; histórias sobre São Nicolau, Papai Noel, etc.

      O costume de dar presentes no Natal não se baseia no que os magos fizeram. Conforme demonstrado acima, eles não chegaram na ocasião do nascimento de Jesus. Outrossim, deram presentes, não entre si, mas à criança, Jesus, de acordo com o que era costumeiro quando alguém visitava pessoas eminentes.

      A Grande Enciclopédia Delta Larousse declara que as saturnais eram “festas . . . que constituíram . . . ocasião para trocar presentes”. (Rio de Janeiro, 1972, Vol. 13, p. 6192) Em muitos casos isso representa o espírito natalino de dar presentes — uma troca de presentes. O espírito que se traduz nessa troca de presentes não produz verdadeira felicidade, porque viola os princípios cristãos, tais como os que se encontram em Mateus 6:3, 4 e 2 Coríntios 9:7. O cristão pode certamente dar presentes a outros como expressão de amor em outras ocasiões durante o ano, fazendo isso quantas vezes quiser.

      Dependendo do lugar onde moram, diz-se às crianças que os presentes são trazidos por Santa Claus, São Nicolau, Papai Noel, Père Noël, Knecht Ruprecht, os magos, o elfo Jultomten (ou Julenissen), ou uma bruxa conhecida por La Befana. (The World Book Encyclopedia, 1984, Vol. 3, p. 414) Naturalmente, nenhuma dessas histórias é verdadeira. Será que tais histórias contadas às crianças consolidam o respeito delas

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