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Por dentro das notíciasA Sentinela — 1977 | 15 de dezembro
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Por dentro das notícias
Financiamento de Sua “Diversão”?
● O Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu recentemente que os estados não precisam financiar abortos gratuitos para os pobres. O Presidente Carter, apesar dos muitos clamores de “injustiça”, apoiou a decisão do tribunal, dizendo que “há muitas coisas na vida que não são justas . . . Mas, eu não acho que o Governo Federal deva agir para tentar fazer estas oportunidades exatamente iguais, especialmente quando está envolvido um fator moral”.
Este “fator moral’ é esquecido por muitos, na sua precipitação de serem o que chamam de “justos”. Colocando o assunto na sua devida perspectiva: Acha que os governos, só para serem “justos”, devam financiar as contas médicas pelos olhos que foram cegados ou pelos dedos arrancados de pessoas pobres, que brincam temerariamente com fogos de artifício? Não seria mais sábio desestimular a brincadeira com fogos de artifício?
No entanto, quanto maior é o erro moral e o perigo quando as pessoas “brincam” com a fornicação, a principal causa dos abortos. Os governos pagarem pelas conseqüências de tal “brincadeira” em nome da “justiça” equivale a dizer que, porque os ricos podem dar-se ao luxo de brincar com o proceder errado, os governos devem ajudar os pobres a fazer o mesmo! Quanto mais sábio é que os solteiros, ricos ou pobres, se refreiem de tal “brincadeira”, e que os casados assumam a responsabilidade pelas suas próprias ações.
O Natal É de Origem Pagã
● A origem pagã do Natal está sendo cada vez mais amplamente reconhecida. O jornal “Star” de Auckland, na Nova Zelândia, dizia sobre o feriado de 25 de dezembro: “A festa romana ao deus Saturno — as saturnais — bem como a festividade persa do nascimento do deus Mitra, também eram celebradas neste dia.”
Como veio o Natal incidir neste mesmo dia? Um motivo, segundo observava o “Star”, é que alguns séculos depois da morte de Cristo, certos cristãos apóstatas, “querendo antes transformar as festividades pagãs, em vez de aboli-las, marcaram o 25 de dezembro para celebrar o nascimento de Cristo”.
Um editorial no jornal “Daily Times”, de Mount Pleasant, Michigan, EUA, dizia sobre o Natal: “Sua celebração no 25 de dezembro de modo algum representa a data exata do nascimento de Jesus.” Observava que esta data era “para os romanos a Festividade do ‘Sol Invicto’ — o Sol Invencível — um conceito que foi herdado da cultura grega, a qual o havia adotado do Oriente Próximo. . . . Até mesmo hoje, muitos dos antigos costumes pagãos, não somente da própria antiga Roma, mas de toda a Europa ocidental, introduziram-se na nossa celebração da Festividade do Natal, inclusive o azevinho, o visco, as árvores de Natal, os presentes, bebedeiras e banquetes, e a própria observância secular do Natal, pelo menos na América, não são dessemelhantes da antiga celebração romana da Festividade do Sol Invicto pelos romanos.”
Por isso, os cristãos que não celebram o Natal encontram firme apoio para isso na história.
Menores Diruptivos
● O Juiz Thomas Gill, do Juizado de Menores, em vias de aposentar-se, disse que, nos últimos vinte anos de trabalho nos tribunais de Connecticut, E. U. A., ele observou a emergência dum grupo mais perigoso de menores. Ele disse que o comportamento anti-social deles é tal, que agora constituem um “grupo extremamente diruptivo”, que causa “um impacto arrepiador nas pessoas”.
Por causa de sua ferocidade, esses jovens têm ido além do que antes costumava ser considerado como delinqüência juvenil. O Juiz Gill observou que, num período anterior de treze anos, seu tribunal tratou de apenas uma acusação de homicídio contra um menor em uns 55.000 casos tratados. Mas, num período recente de apenas um ano, tratou de três de tais casos. E o mesmo aumento nos crimes praticados por jovens é observado em quase que todas as outras partes.
A profecia bíblica predisse que, em nossos tempos, os filhos, de fato, seriam “desobedientes aos pais”, e que as pessoas, em geral, teriam cada vez maior falta de autodomínio, tornando-se ferozes e sem amor à bondade.
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