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  • Ajudas para enfrentar a poluição atmosférica
    Despertai! — 1971 | 8 de dezembro
    • Ozônio”. Assim, quem desejar comprar um aparelho purificador de ar deveria investigar antes de comprar.

      Ademais, algumas pessoas que vivem em cidades grandes em que a poluição atmosférica é muito elevada fazem viagens de fins-de-semana para o campo de vez em quando. Gastar um dia e meio ou dois num pequeno povoado, numa fazenda ou no mato, pode-lhe fazer um montão de bem, mesmo que não tenha nenhuma deficiência cardíaca ou pulmonar.

      As proporções sempre-crescentes do problema da poluição tornam claro que nunca será resolvido sob o atual sistema de coisas. Mas, algumas das sugestões precedentes podem resultar úteis em sua batalha pessoal contra os efeitos da poluição atmosférica sobre a sua saúde.

  • Será que se importa?
    Despertai! — 1971 | 8 de dezembro
    • Será que se importa?

      DURANTE os feriados de Natal muitas pessoas mostram que se importam com seus amigos e entes queridos. Talvez mandem-lhes um cartão ou lhes dêem presentes. Gastam-se centenas de milhões de cruzeiros em presentes em cada época de Natal.

      Assim, muitas pessoas esperam receber algo dos amigos na época de Natal. E se nada recebem, ficam magoados.

      Para evitar ofendê-los, muitas pessoas sinceras fazem um esforço de mostrar que se importam com eles por enviarem presentes. Mas, quanto pensam em Deus estas mesmas pessoas? Será que se importam de não ofendê-lo?

      Consideraram o que Deus pensa do Natal? Se deseja agradar a Deus, é vital que considere o que Ele pensa. Como ajuda nesse respeito, pense um pouco em algumas das coisas que leu sobre o Natal.

      Nos anos recentes, talvez tenha lido nos jornais ou em artigos de revistas que 25 de dezembro não é realmente a data em que Jesus nasceu. Isto é amplamente conhecido. O Times de Nova Iorque de 24 de dezembro de 1967, por exemplo, comentou: “Não há registro da época real do nascimento de Jesus — só uma alusão, na estória dos pastores nos campos mantendo a vigília sobre seus rebanhos à noite, de que foi numa estação quente. No inverno, as ovelhas são ajuntadas em apriscos.” — Luc. 2:8-12.

      No mesmo teor, em 20 de dezembro de 1969, o Star de Toronto declarou sobre o Natal: “Não vamos, porém, continuar pretendendo que se tenha especificamente de fazer algo com o nascimento de Jesus. . . . Já é hora de os cristãos se lembrarem de que a Igreja passou seus primeiros 380 anos sem absolutamente observar o nascimento de Jesus.”

      A Origem do Natal

      Não obstante, a data do Natal, bem como outros costumes natalinos, têm uma origem definida. Jornais, revistas e enciclopédias comentaram abertamente isto. O próprio leitor sem dúvida já leu alguns destes artigos. Os fatos são bem conhecidos tanto nos círculos seculares como nos religiosos. Por exemplo, a New Catholic Encyclopedia observa sob “Natal”:

      “Designou-se ao nascimento de Cristo a data do solstício de inverno (25 de dezembro no calendário juliano, 6 de janeiro no egípcio), porque nesse dia, à medida que o sol começava seu retorno aos céus setentrionais, os devotos pagãos de Mitra celebravam o dies natalis Solis Invicti (nascimento do sol invencível).”

      Sim, o Natal tem suas raízes nas antigas festas pagãs. O Times de Nova Iorque explica: “O Papa Libério [no quarto século] decidiu absorver observâncias pagãs por declarar 25 de dez. o dia de nascimento oficial de Jesus. A mudança de nome causou pouca mudança na forma.”

      E qual era essa “forma”? As antigas Saturnais eram um tempo em que se praticava crassa imoralidade sob o pretexto de festividades. Diz o livro Curiosities of Popular Customs (Curiosidades dos Costumes Populares) de W. S. Walsh:

      “Apesar da condenação dos sábios e dos sãos, o Natal nos dias primitivos reproduzia freqüentemente todas as piores orgias, as concupiscências e as indecências, das Bacanais e das Saturnais. Os próprios clérigos foram arrastados no remoinho . . .

      “Se até mesmo entre os clérigos as tradições pagãs sobreviveram tão estrenuamente, o que de melhor se poderia esperar dos leigos? As festanças desenfreadas, deveras, do período natalino nos tempos antigos são quase inacreditáveis. A obscenidade, a bebedice, a blasfêmia, — nada era despropositado. A liberdade era levada ao ponto máximo da licenciosidade.” — Páginas 228, 229.

      A mudança de nome, conforme disse o Times de Nova Iorque, na verdade “causou pouca mudança na forma”. É diferente hoje em dia? Certamente nem todos se entregam a tal conduta. Mas, não é verdade que muitos celebrantes tendem a lançar fora as restrições morais nas festas natalinas de escritório? Talvez já esteve em uma festa assim, e depois desejou que tivesse ficado em casa aquele dia.

      Deus detesta tal devassidão, e diz aos cristãos que “nem fornicadores, nem idólatras, nem adúlteros, . . . nem gananciosos, nem beberrões . . . herdarão o reino de Deus”. (1 Cor. 6:9, 10) Importa-lhe o conceito de Deus?

      Os Clérigos não Se Importam

      Os clérigos estão bem a par das origens pagãs do Natal, contudo incentivam a celebração. Por exemplo, segundo o Sun de Vancouver, o ministro da Igreja Anglicana, R. Desmond Kimmitt “afirma que é bem conhecido que Cristo não nasceu em meados de dezembro. Os cristãos primitivos, afirma ele, verificaram que não podiam acabar com a festividade pagã [das Saturnais] e assim a adotaram”. Contudo, Kimmitt declarou: “Eu ficaria aborrecidíssimo de ver desaparecer o Natal conforme o conhecemos.”

      Também Louis H. Valbracht, pastor da Igreja Luterana de S. João, Des Moines, Iowa, EUA, escreveu: “Dever-se-ia lembrar aos que dizem que o Natal se está tornando simples celebração pagã que o Natal era celebração pagã.”

      Mas, os clérigos não se importam. Disse o ministro luterano Valbracht: “Quanto a mim e à minha casa e à minha paróquia, eu digo, vamos engrandecer o Natal . . . torná-lo mais animado do que nunca antes.” — Successful Farming, dezembro de 1965.

      Assim, embora os clérigos saibam que o Natal é simplesmente uma festa pagã revestida com alguns nomes cristãos, isto não lhes perturba. Mas, não nos deveria surpreender que não se importam, porque se desviaram bem longe da Bíblia. Nos anos recentes, os jornais comentaram abertamente isto, como muitos clérigos endossam

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