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Prometida a união de todos os homens de boa vontadeA Sentinela — 1961 | 15 de maio
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37. Segundo Isaías 52:8-10, que devem fazer os que observam e discernem a obra de libertação de Deus?
37 Por causa desta libertação e restauração de suas testemunhas, é agora a ordem do dia que todos vigiem e discirnam esta obra de Deus, de publicar a salvação provida por ele. “Ouve! Os teus próprios vigias levantaram a sua voz. Continuam a clamar alegremente em uníssono, pois verão face a face quando Jeová voltar a Sião. Alegrai-vos, clamai alegremente em uníssono, vós, lugares devastados de Jerusalém, pois Jeová tem consolado o seu povo; ele tem comprado de volta a Jerusalém. Jeová desnudou o seu santo braço diante dos olhos de todas as nações, e todos os confins da terra têm de ver a salvação de nosso Deus.” — Isa. 52:8-10, NM.
38. Em cumprimento desta profecia, o que vê hoje o mundo da humanidade na realidade?
38 É por isso que o mundo da humanidade vê as testemunhas de Jeová ir até os confins da terra com a mensagem sobre o reino de Deus e suas bênçãos para todos os homens de boa vontade. A própria presença e atividade destas testemunhas em toda a terra é um testemunho vivo da libertação que o Deus Todo-poderoso lhes deu deste mundo babilônico, debaixo de Satanás, o Diabo. Para onde quer que vão, elevam a sua voz, proclamando alegremente as boas novas em uníssono. Não mais são como os lugares devastados da antiga Jerusalém, espiritualmente falado, mas abundam em frutos do reino de Deus. Em toda a parte clamam em uníssono, pois estão todas de acordo e mantêm a união.
39. (a) De que modo é bom e agradável que os irmãos habitem juntos em união? (b) Por que é em união que devemos engrandecer a Jeová e exaltar o seu nome? (c) Como se vindicou ele na sua promessa a respeito da união?
39 Quão maravilhoso e quão animador é este milagre moderno dos tratos de Jeová com seu povo dedicado para os que amam a Deus e estudam tal milagre! “Vê! Quão bom e quão agradável é que irmãos habitem juntos em união!” (Sal. 133:1, NM) Não é apenas agradável de ver. Habitarem assim juntos em união é algo de máximo proveito para estes irmãos espirituais, e faz as coisas agradáveis para eles, entre si mesmos. Juntos, podemos fazer a obra atual de Deus, fortalecendo-nos uns aos outros e sustentando-nos uns aos outros, garantindo assim o bom êxito. O espírito do salmista Davi empolga a nossa própria existência e nos faz clamar: “Engrandecei a Jehovah commigo, e todos á uma exaltemos o seu nome.” (Sal. 34:3) Sim, engrandeçamos a Jeová e exaltemos o seu digno nome, porque ele rompeu os grilhões do inimigo e nos reuniu, estabelecendo-nos como suas testemunhas, juntas, em união, como rebanho seu, no seu redil de segurança, sob Cristo. Ele prometeu a união de todos os homens de boa vontade neste mundo dividido, e a transformou numa bendita realidade, para a sua própria vindicação, preservando-a para o seu glorioso novo mundo.
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1961 | 15 de maio
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Perguntas dos Leitores
● Quais são os princípios bíblicos que governam a educação dos filhos em lares onde um dos pais é uma dedicada testemunha cristã de Jeová e o outro não é? — Baseado em muitas perguntas recebidas.
Segundo as Escrituras, o marido e pai é o chefe da casa. Se ele for dedicada testemunha cristã de Jeová, recai sobre ele a responsabilidade de cuidar de que sua família receba provisões espirituais bem como materiais. (1 Tim. 5:8) Mesmo que sua esposa seja descrente, ele deve cuidar de que seus filhos recebam a devida educação cristã, treinando-os tanto em casa como no Salão do Reino e deverá fazer tudo ao seu alcance para ajudar a sua esposa a apreciar a verdade da Palavra de Deus. Por outro lado, deve conceder à esposa liberdade de adorar a Deus à maneira dela, e, às vezes, ela talvez insista em levar as crianças para o lugar de adoração dela. Conceder-lhe liberdade de adoração pode até significar permitir que ela coloque uma árvore de Natal num dos quartos da casa naquela época, embora o marido crente não permita que os outros quartos da casa ou o lado de fora sejam decorados. Concedendo assim liberdade de adoração à sua esposa, ele mostra que a ama como a si mesmo. — Efé 5:28, 29.
Da mesma forma, o pai descrente, visto que é o chefe da casa, pode ditar a religião de seus filhos. Todavia, visto que a mãe é responsável pela conduta dos filhos na ausência do pai, ela deve inculcar neles princípios justos e pode testemunhar-lhes à medida que surjam as oportunidades. No caso em que o marido se opõe severamente, talvez ela não possa levá-los ao serviço ou às reuniões, se ele o proíbe. Mas ela pode continuar, por vários meios, a ensinar das crianças princípios e verdades da Bíblia. Se os filhos fizerem perguntas, ela tem o direito de responder a estas.
Suponhamos que o pai insistisse na questão da saudação à bandeira. Visto que todo cristão é instruído pela Palavra de Deus a fazer uma defesa de sua crença e de seu proceder, a mãe dedicada tem o direito de fazer tal defesa e de dar uma explicação, não só a seus filhos, mas também a seu marido, de modo que todos na família entendam a sua fidelidade para com os princípios cristãos. (1 Ped. 3:15) Visto que neste caso o pai se opõe a que a mãe obrigue os filhos a cumprir este princípio bíblico quanto si saudação da bandeira, então, a não ser explicar aos filhos qual é a posição bíblica quanto ao, assunto, a mãe não teria o direito de insistir em que os filhos cumpram o principio bíblico neste respeito, porque o, pai, como chefe da casa, exige que os filhos participem na cerimônia. Os filhos teriam de considerar o que o pai quer, e a mãe não pode interferir, enviando um recado para as professoras, pedindo que seus filhos sejam dispensados quando se realiza a cerimônia na escola. Todavia, se, depois de os filhos aprenderem a posição da mãe e apreciarem que isso é bíblico e por conseguinte a vontade de Deus, e, se de sua própria consciência, tomarem a sua posição na escola e em outra parte, recusando participar em tais cerimônias, então; naturalmente, tal ação não é devida a insistência da parte da mãe, mas é a própria decisão dos filhos, e o marido não poderá achar falta nela. Afinal de contas, a criança teia a responsabilidade de tomar a sua própria atitude, segundo a sua consciência, e se o pai a castigar se, por causa da consciência, ela recusar participar em cerimônias patrióticas, então a criança estará sofrendo por causa da justiça. — 1 Ped. 2:19, 20.
Em harmonia com o conselho que se acha em 1 Pedro 3:1-8, a dedicada esposa cristã de um descrente será exemplar na sua conduta e mostrará profundo respeito pelo seu marido é ensinará o mesmo a seus filhos. Não obstante, ela não deixará de participar ativamente na adoração verdadeira, e, mediante a sua conduta fiel e as coisas sobre as quais ela fala, ela exercerá uma influência poderosa tanto sobre o marido como sobre os filhos, para que eles também sejam salvos. — 1 Cor. 7:14, 16.
No caso em que a criança mostre apreciação das verdades bíblicas que aprendeu do genitor crente, os princípios cristãos também governam o proceder que deve seguir. O pai descrente ainda assim pode insistir em que o filho freqüente a igreja, e a criança menor, corretamente submissa ao pai, estará obrigada a fazer isso; mas, na igreja, não poderá participar conscienciosamente nas cerimônias idólatras, e, quando surgir oportunidade, durante as aulas, ela defenderá a Palavra de seu Pai celestial. Quando o pai descrente exigir dele que, faça algo que é diretamente uma violação da lei de Jeová Deus, a criança será guiada pelo conselho da Bíblia: “Importa antes obedecer a Deus que aos homens.” “Quem ama seu pae ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim.” “Filhos, obedecei a vossos paes no Senhor; pois isto é justo.” — Atos 5:29; Mat. 10:37; Efé. 6:1.
Portanto, em todas as situações, os membros dedicados de casas divididas avaliam corretamente as suas circunstâncias. Reconhecem que a sua primeira responsabilidade é para Deus, e, em harmonia com isso, cumprem as instruções dadas por Deus sobre reconhecer a chefia na família e mostram o devido amor e profundo respeito.
● Na página 129 do livro Do Paraíso Perdido ao Paraíso Recuperado se diz que João estava sozinho quando Jesus veio a ele para ser batizado. Por que se faz esta declaração?
Não há texto que faça especificamente esta declaração, mas toda a evidência bíblica aponta nesta direção. Jeová Deus comissionou João Batista a apresentar Jesus como o Cordeiro de Deus. Para que João estivesse capacitado a identificar o Messias quando este viesse e assim o pudesse apresentar convincentemente aos outros judeus, Jeová Deus disse a João que aquele sobre quem visse descer o espírito de Deus seria o Messias prometido, aquele que batizaria com espírito santo. — João 1:29-34.
Segue-se daí que, visto ter este sido um sinal dado a João, para torná-lo qualificado para executar a sua comissão, outros não foram assim feitos testemunhas, visto que não foram comissionados
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