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  • Nasom
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    • depois de Judá. ( 1  Crô. 2:3-10) A irmã dele era esposa de Arão. (Êxo. 6:23) Nasom formava um elo na linhagem de descendência que levava a Davi e a Jesus, tornando-se pai de Salmom (Salma), que se casou com Raabe, e era avô de Boaz, que, por sua vez, casou-se com Rute. — 1 Crô. 2:11-15; Rute 4:20; Mat. 1:4-6, 16; Luc. 3:32.

      Como maioral de Judá, a principal tribo de Israel, Nasom ajudou Moisés a fazer, no deserto, o primeiro registro dos combatentes. Ele apresentou as contribuições de Judá para o serviço no tabernáculo, quando o altar foi inaugurado, e encabeçava o exército de 74.600 homens de Judá, que liderava a linha de marcha de Israel. — Núm. 1:2-7; 2:3, 4; 7:2, 11, 12-17; 10:14.

  • Natã
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    • NATÃ

      [dádiva, dado, isto é, aquele que Deus deu].

      1. Um profeta de Jeová durante o reinado de Davi; possivelmente pertencia à tribo de Levi. Quando o rei revelou a Natã o seu desejo de construir um templo para a adoração de Jeová, o profeta respondeu: “Tudo o que tiveres no coração — vai, faze.” ( 2 Sam. 7: 1-3; 1 Crô. 17:1, 2) No entanto, naquela noite, Jeová informou a Natã que, em vez de Davi construir um templo, Jeová edificaria para Davi uma casa duradoura, e que, mais tarde, um descendente de Davi construiria a casa de Jeová. Assim, mediante Natã, Jeová anunciou a Davi um pacto para um reino “por tempo indefinido” na linhagem de Davi. — 2 Sam. 7:4-17;  1 Crô. 17:3-15.

      Natã foi mais tarde enviado por Jeová para apontar tanto a magnitude do pecado de Davi contra Urias, o hitita, com respeito a Bate-Seba, como a penalidade divina imposta por causa disso. Natã fez isto com tato, porém vigorosamente, empregando uma ilustração. Desta forma, conseguiu fazer que Davi expressasse, sem o perceber e sem preconceitos pessoais, o seu próprio julgamento a respeito dum ato desta natureza. Natã então o informou: “Tu mesmo és o homem!” e expressou o julgamento de Jeová sobre Davi e a casa dele. — 2 Sam. 12:1-18; veja também o cabeçalho do Salmo 51.

      Com o tempo, um segundo filho, chamado Salomão, nasceu de Davi e Bate-Seba. Jeová amou tal filho; assim, enviou Natã, seu profeta, que “por causa de Jeová”, chamou o menino de Jedidias, que significa “Amado de Jah (Jeová)”. ( 2 Sam. 12:24, 25) Nos dias finais da vida de Davi, quando Adonias tentou apossar-se do trono, Natã tomou medidas apropriadas para trazer o assunto à atenção de Davi. Natã então compartilhou na unção e na posse de Salomão como rei. — 1 Reis 1:5-40.

      Parece que Natã, junto com Gade, aconselharam Davi quanto à utilização apropriada de instrumentos musicais em relação com o santuário. ( 2 Crô. 29:25) Natã e Gade foram, como é evidente, as pessoas empregadas para registrar as informações contidas nos capítulos finais de Primeiro Samuel, e todo Segundo Samuel. ( 1 Crô. 29:29) “Entre as palavras de Natã, o profeta”, foram também registrados os “assuntos de Salomão”. — 2 Crô. 9:29.

      Este Natã pode ter sido o pai de Azarias e de Zabude, ambos os quais detinham importantes posições durante o reinado de Salomão. Azarias era um supervisor principesco dos prepostos, ao passo que Zabude servia qual sacerdote e amigo e conselheiro íntimo do rei. — 1 Reis 4:1, 5.

      2. Um filho de Davi com sua esposa, Bate-Seba, que lhe nasceu em Jerusalém. ( 2 Sam. 5:13, 14;  1 Crô. 3:5) Mediante Natã e seus descendentes, traça-se a linhagem natural do Messias, desde Davi até Jesus, evidentemente por meio de sua mãe, Maria. (Luc. 3:23, 31) A respeito da ocasião em que “olharão para Aquele a quem traspassaram”, a profecia de Zacarias afirma que haverá amargo lamento e pranto por toda a terra, família por família, e especialmente pelas famílias de Davi, de Levi e dos simeítas, e “a família da casa de Natã”. (Zac. 12:10-14) Se a família da casa de Natã aqui mencionada provinha do filho de Davi, isto a tornaria uma das famílias de Davi. Por conseguinte, o lamento atingiria famílias incluídas em outras famílias.

  • Natanael
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    • NATANAEL

      [dado por Deus]. Presumivelmente, o sobrenome de Bartolomeu; assim sendo, um dos doze apóstolos de Jesus. Bartolomeu, que significa “filho de Tolmai”, era um termo patronímico (isto é, um designativo derivado do pai), acrescentado, pelo que parece, para distingui-lo pelo nome de seu pai. O apóstolo João emprega o nome de nascimento dele, Natanael, ao passo que Mateus, Marcos e Lucas o chamam de Bartolomeu. Ao fazê-lo, associam Filipe a Bartolomeu, do mesmo modo que João liga Filipe a Natanael. (Mat. 10:3; Mar. 3:18; Luc. 6:14; João 1:45, 46) Não era algo excepcional serem as pessoas conhecidas por mais de um nome. À guisa de exemplo, “Simão, filho de João”, também atendia pelos nomes de Cefas e de Pedro. (João 1:42) Nem era excepcional que Natanael fosse chamado de Bartolomeu, ou “filho de Tolmai”, assim como outro homem era chamado simplesmente de Bartimeu, que significa “filho de Timeu”. (Mar. 10:46) Os dois nomes, Natanael e Bartolomeu, são usados de forma intercambiável pelos escritores cristãos dos séculos subseqüentes.

      Natanael era de Caná da Galiléia. (João 21:2) Começou a seguir Jesus bem cedo no ministério do Mestre. Filipe, depois de responder à convocação de Jesus: “Sê meu seguidor”, imediatamente procurou seu amigo, Natanael, e convidou-o a ‘vir e ver’ o Messias. Natanael indagou: “Pode sair algo bom de Nazaré?”, mas, daí, acolheu o convite. Jesus, vendo-o aproximar-se, comentou: “Eis um israelita de verdade, em quem não há fraude.” Natanael deve ter sido um homem excepcional para merecer tal declaração da parte de Jesus. Porque Jesus disse isto, e mencionou ter visto Natanael sob uma figueira antes de Filipe o chamar, Natanael confessou que Jesus era deveras “o Filho de Deus, . . . o Rei de Israel”. Jesus lhe assegurou de que ‘veria coisas maiores do que estas’. — João 1:43-51.

      Como um dos Doze, Natanael estava constantemente presente durante todo o ministério de Jesus, sendo treinado para o serviço futuro. (Mat. 11:1; 19:25-28 ; 20:17-19, 24-28; Mar. 4:10; 11:11; João 6:48-67) Depois da morte e da ressurreição de Jesus, Natanael e outros apóstolos retornaram à sua pesca, e foi ao se aproximarem da praia em seu barco, certa manhã, que Jesus os chamou. Natanael, diferente de Pedro, permaneceu no barco até que este chegou à praia, e, então, juntando-se aos demais para o desjejum, observou a palestra significativa entre Jesus e Pedro. (João 21:1-23) Ele também estava presente, junto com os outros apóstolos, quando se reuniam para oração, e no dia de Pentecostes. — Atos 1:13, 14; 2:42.

  • Natureza
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    • NATUREZA

      [Gr., phy’sis, natureza, origem, nascimento; ou, a ordem regular da lei ou da natureza; de phy’o, produzir, dar origem a, crescer]. Os tradutores em geral vertem phy’sis e physikós (a forma adjetiva) como “natureza” e “natural”, respectivamente.

      OS HOMENS E OS ANIMAIS

      Que o homem possui uma natureza diferente da dos animais selvagens, e que até mesmo os animais selvagens não são todos da mesma natureza, é indicado pela declaração em Tiago 3:7: “Porque toda espécie [Gr., phy’sis, natureza] de fera, bem como de ave, e de bicho rastejante, e de animal marinho, há de ser domada e tem sido domada pelo gênero humano lphy’sei tei anthro-pínei, a natureza pertencente ao homem].” Esta diferença em “natureza, origem, nascimento” revela a variedade na criação de Deus e é mantida devido à lei divina que cada um produza segundo a sua própria espécie. — Gên. 1:20-28; compare com  1  Coríntios 15:39.

      A NATUREZA DIVINA

      Também, existe uma natureza diferente daquela dos que estão no céu, as criaturas espirituais de Deus. O apóstolo Pedro fala a seus co-cristãos, irmãos espirituais de Jesus Cristo, sobre “as promessas preciosas e mui grandiosas, para que, por intermédio delas, vos tornásseis parceiros na natureza [phy’seos] divina”. ( 2 Ped. 1:4) Que se trata da vida celeste, Pedro mostra em sua primeira carta: “Deus . . . nos deu um novo nascimento [anagennésas hemás, tendo-nos gerado de novo] para uma esperança viva por intermédio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos . . . Ela está reservada nos céus para vós.” ( 1 Ped. 1:3, 4) A “natureza divina”, portanto, requer uma nova gênese, um novo nascimento, uma mudança de natureza, através da morte e da ressurreição, conforme o apóstolo Pedro deixa claro em Primeira Coríntios, capítulo 15. Ele explica que o cristão precisa morrer (V. 36), e tem de ser ressuscitado num corpo diferente, um corpo espiritual (Vv. 38, 44, 49), o que exige uma mudança (V. 51).

      Visto que “natureza” contém a idéia básica daquilo que tem uma origem, que nasce, que é produzido ou que cresce, o termo “natureza” não poderia ser aplicado apropriadamente a Deus, que não possui princípio nem nascimento, mas, ao invés, aplica-se àqueles a quem Ele cria nos céus ou na terra, ou que nascem na terra, por meio do processo que Deus delineou.

      NATUREZA INERENTE

      Paulo fala a respeito de seus concidadãos, os judeus, chamando-os de “judeus por natureza”, isto é, nascidos de pais judeus, dos filhos de Israel ou Jacó. — Gál. 2:15.

      Na ilustração da oliveira, ele chama os judeus carnais de ramos naturais (katá phy’sin, “segundo a natureza”) da oliveira cultivada. Ele diz aos cristãos gentios: ‘Porque, se fostes cortados da oliveira que é brava por natureza e fostes enxertados, contrário à natureza, numa oliveira cultivada, quanto mais aqueles, que são naturais, serão enxertados na sua própria oliveira!’ (Rom. 11:21-24) A oliveira brava é infrutífera, ou produz frutos muito inferiores, mas é uma prática comum nos países mediterrâneos enxertar ramos de oliveiras cultivadas na oliveira brava, a fim de esta produzir bons frutos. No entanto, se o ramo da oliveira brava for enxertado na árvore cultivada, esta produz apenas os frutos ruins da oliveira brava. Por conseguinte, Paulo chama este último tipo de enxerto de “contrário à natureza”. Isto serve para destacar o poder de Deus, bem como sua benignidade imerecida para com os gentios, ao trazê-los para substituir os “ramos naturais”. Os judeus tinham sido ‘cultivados’ durante séculos por Jeová, mas os gentios tinham sido deixados num estado ‘bravo’, não possuindo a verdadeira religião, e não produzindo frutos para Deus. Não seria de modo natural, mas apenas pelo poder de Deus, que poderiam produzir frutos excelentes. Apenas Jeová, portanto, podia realizar com êxito este ‘enxerto’.

      A CONSCIÊNCIA

      Certas características ou qualidades são inerentes à humanidade desde o nascimento, tendo realmente sido colocadas no homem desde o início. O apóstolo Paulo comenta sobre a consciência, ou, pelo menos, um vestígio

Publicações em Português (1950-2026)
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