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Relatório de uma testemunha ocular: a enchente n.° 3 de JohnstownDespertai! — 1978 | 8 de janeiro
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completa. Um Salão do Reino destruído e desmantelado; quatorze casas danificadas, nove delas de forma extensiva. Cinco famílias foram evacuadas para casas de seus familiares ou para as de outras Testemunhas. E, ficamos gratos de verificar que, embora o tributo de mortes na cidade continuasse aumentando, nenhuma Testemunha de Jeová ficara ferida na enchente.
Numa reunião especial, realizada num Salão do Reino vizinho, na sexta-feira seguinte, ficamos emocionados de ouvir as expressões de cuidados da parte de nossos irmãos cristãos por todo o país, bem como as repetidas comunicações a respeito de nossas necessidades por parte do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová em Nova Iorque.
Assim, ao assentar-se (literalmente) o pó em Johnstown, temos muito a agradecer. Temos também algumas coisas a analisar. Poderíamos ter enfrentado melhor a situação? Podemos estreitar nossos vínculos de amor cristão ainda mais, diante do que jaz à frente neste velho mundo? Mas, parte dessa reflexão terá de esperar. No momento, temos um Salão do Reino para reconstruir.
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Observando o MundoDespertai! — 1978 | 8 de janeiro
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Observando o Mundo
Abreviada Semana de Trabalho?
◆ A semana de trabalho de cinco dias, tão comum em grande parte do mundo industrial, obtém fria recepção no Japão. Várias agências governamentais recusaram-se a experimentar a semana abreviada em programas experimentais, e os bancos adiaram indefinidamente uma mudança de horário, de seis dias para cinco. O Daily Yomiuri noticia que, recentemente, as juntas escolares daquela nação também se recusaram a impor uma semana de aulas de cinco dias, proposta pelo Ministério da Educação. Por que a resistência às horas mais curtas? Muitos observadores crêem que um motivo é que os japoneses gostam de trabalhar. Até mesmo quando gozam de sábados livres, muitos vão trabalhar de qualquer modo, sem pagamento extra. Também é comum permanecer no trabalho depois da hora de largá-lo.
Aves “Sofisticadas”
◆ “Um grau até aqui insuspeito de sofisticação no uso dos campos magnéticos pelas aves [migratórias]” para orientar seu vôo é o que noticia a revista Science. Os pesquisadores descobriram que as aves migratórias mudavam de direção e de altitude com maior freqüência do que o normal quando voavam sobre o campo magnético de uma grande antena. Essas variações ocorriam muito embora o campo magnético da antena fosse menos de um por cento tão forte quanto o da própria terra.
Mais que um Modelo
◆ Um entusiasta japonês de aviação pilotou recentemente um avião movido apenas por seis motores de modelos de avião, noticia o Daily Yomiuri. Voou no avião de 143 quilos a uma distância de 300 metros, numa altitude de três a quatro metros. O piloto afirma que esta é a primeira vez que alguém realizou tal proeza. Levou mais de dois anos para construir o avião, feito à mão, que mede 6,70 metros de comprimento, com uma envergadura de 14 metros. Cada um dos seis motores movidos a álcool só tem cerca do tamanho de um punho cerrado.
Método Ímpar de Combate ao Crime
◆ Muitos gângsteres nipônicos obtiveram tanto êxito em escapar dum processo legal quanto seus correspondentes norte-americanos. Por isso, os combatentes contra o crime em Osaca, Japão, começaram a usar o ostracismo social, uma arma ímpar japonesa, contra os criminosos. Com incentivo policial, os pais impedem que seus filhos brinquem com a prole dos gângsteres. As saudações amigáveis
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