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RamáAjuda ao Entendimento da Bíblia
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O Rei Baasa, de Israel, começou a expandir ou a fortalecer Ramá, em Benjamim, enquanto guerreava contra Asa. (1 Reis 15:16, 17; 2 Crô. 16:1) Mas, quando o rei da Síria atacou Israel, do N, a atenção de Baasa foi desviada, e Asa tomou Ramá e também os materiais de construção que Baasa estava utilizando ali, empregando-os para construir as vizinhas Geba e Mispá. (1 Reis 15:20-22; 2 Crô. 16:4-6) Parece que, quando Jerusalém foi destruída, em 607 AEC, os judeus levados cativos foram ajuntados em Ramá, antes de serem conduzidos à cidade de Babilônia. (Jer. 40:1) Depois do exílio, Ramá voltou a ser povoada. — Esd. 2:1, 26; Nee. 7:30; 11:33; veja RAQUEL.
2. A cidade natal do profeta Samuel e de seus pais. Em 1 Samuel 1:1, Elcana, pai de Samuel, é descrito como um “homem de Ramataim-Zofim, da região montanhosa de Efraim”. Por todo o restante do relato, utiliza-se a forma abreviada “Ramá”. (1 Sam. 1:19) Talvez o nome mais extenso seja primeiramente empregado para diferençar esta Ramá dos outros lugares com o mesmo nome, tais como a Ramá de Benjamim. A Bíblia Vozes, seguindo evidentemente a Septuaginta, reza: “um homem de Ramataim, sufita”. Esta tradução, que difere do Texto Massorético, se referiria a Elcana como sendo, quer um descendente de Zufe (ou Suf, BV) ou Zofai, quer como sendo do distrito de Zufe. — 1 Crô. 6:27, 28, 34, 35; 1 Sam. 9:5.
Uma tradição antiga, apresentada por Eusébio, identifica Ramá com o local da moderna Rentis, nas colinas de Efraim, c. 32 km a NO de Jerusalém. Isto seria o mesmo local que Arimatéia (forma grega do hebraico Ramáh), mencionada nas Escrituras Gregas Cristãs. — Luc. 23:50-53.
Elcana fez de Ramá o seu lar, onde evidentemente nasceu Samuel, mas, cada ano, ele viajava até Silo para oferecer sacrifício. (1 Sam. 1:3, 19; 2:11) Embora Samuel morasse com Eli, o sacerdote de Silo, por algum tempo, por fim ele fixou residência em Ramá, e a utilizou como base da qual viajava num circuito, julgando Israel. (1 Sam. 3:19-21; 7:15-17; 8:4; 15:24-35; 16:4, 13; 19:18-24) Quando Samuel morreu, ele foi sepultado em sua casa, em Ramá, “sua própria cidade”. — 1 Sam. 25:1; 28:3.
3. Uma forma abreviada de Ramote-Gileade. — 2 Reis 8:28, 29; 2 Crô. 22:5, 6; veja RAMOTE-GILEADE.
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RamagemAjuda ao Entendimento da Bíblia
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RAMAGEM
Veja RAMO, RENOVO.
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Ramataim-zofimAjuda ao Entendimento da Bíblia
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RAMATAIM-ZOFIM
Veja RAMÁ N.° 2.
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RamessésAjuda ao Entendimento da Bíblia
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RAMESSÉS
Veja RAMSÉS, RAMESSÉS.
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Ramo, RenovoAjuda ao Entendimento da Bíblia
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RAMO, RENOVO
Na Bíblia, diversas palavras hebraicas e gregas são traduzidas de forma diversa como ramo, renovo, raminho, rebento, sarmento, rebentão, broto, galho e copa (de árvore). Ramos de árvores desempenhavam um papel na adoração de Israel. Na Festividade das Barracas, no sétimo mês de etanim, ou tisri, ramos de árvores, incluindo de palmeiras, oliveiras, murtas e choupos, eram usados para se construir cabanas ou barracas em que as pessoas residiam durante a festividade. — Lev. 23:40; Nee. 8:15.
Por ocasião da entrada de Jesus em Jerusalém, em 9 de nisã de 33 EC, a multidão que viera a Jerusalém para a Páscoa e a Festividade dos Pães Não-Fermentados o saudou por agitar frondes de palmeira, aclamando-o como o rei de Israel. (João 12:12, 13) Semelhantemente, a “grande multidão”, da visão de João em Revelação (Apocalipse), capítulo 7, é apresentada como agitando frondes de palmeiras, ao atribuir a salvação a Deus, que está no trono, e ao Cordeiro. — Rev. 7:9, 10.
EMPREGO FIGURADO
Jesus se criou na cidadezinha de Nazaré, que significa “Cidade-ramo”. O apóstolo Mateus traz-nos à atenção que Jesus era chamado de Nazareno (provavelmente do hebraico nétser, “ramo” ou “renovo”) em cumprimento da profecia, possivelmente se referindo à profecia de Isaías 11:1. — Mat. 2:23.
O apóstolo Paulo assemelha a congregação dos candidatos judeus que estavam naturalmente em linha para o reino celeste a uma oliveira que possuía definido número de ramos ligados ao tronco da árvore. Ramos de oliveiras bravas (pessoas das nações, gentios) foram enxertados para substituir os ramos naturais que foram “arrancados” (judeus), porque apenas alguns aceitaram Cristo, a maioria falhando nisto. Assim, completou-se o número pleno, ordenado por Deus, que se compunha de judeus e de gentios em seu estado derradeiro. — Rom. 11:17-24.
“Rebento” e “broto”, e os termos relacionados, supracitados, são utilizados nas Escrituras para indicar um filho ou prole, um descendente. Nas bênçãos que Jacó concedeu a seus filhos, ele chamou José de broto (Heb., ben, filho). (Gên. 49:22) A destruição, sem deixar raiz nem ramos, simboliza a extirpação da família, ou de todos de certa espécie, ou a destruição completa, sem possibilidade de reavivamento. — Mal. 4:1; compare com Isaías 5:24; Oséias 9:16.
Renovo. Jesus Cristo é mencionado profeticamente nas Escrituras Hebraicas como o servo “Renovo” (NM; IBB) ou “Rebento” (BJ; BV; PIB; So, nota), “Gérmen” (CBC; MC) de Jeová. (Zac. 3:8) Em Zacarias 6:12, 13, “o homem cujo nome é Renovo” é descrito como edificando o templo de Jeová, e sentando-se como sacerdote sobre Seu trono. Isto não se poderia aplicar a outrem senão a Jesus Cristo, visto que somente ele poderia ocupar o cargo de rei e de sacerdote sob o arranjo de
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