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  • Tomando liberdades com a verdade
    A Sentinela — 1963 | 1.° de outubro
    • EM NOME DA CIÊNCIA

      Toma-se também muita liberdade com a verdade em nome da ciência, especialmente da parte dos evolucionistas. Declaram indiscriminadas asserções infundadas como fatos referentes à origem do homem e o ascenso ou descenso dos animais inferiores. Um cientista que, com justa indignação, ataca esta questão de tomar liberdades com a verdade é Ivar Lissner, doutor em filosofia, cujos livros já foram publicados em quatorze idiomas. No seu último livro, publicado em 1961 e intitulado “Mas Deus Estava Lá”a, ele fala da “inefável estupidez de todos os atentados de reconstruir-se o homem de Neanderthal ou mesmo o de Pequim. As exageradamente hirsutas [peludas] figuras de gesso e fisionomia bestial nos olham selvagemente furiosas nos museus de todas as partes do mundo, suas feições são geralmente cor de chocolate, seus cabelos indômitos e desgrenhados, suas maxilas prognatas [salientes] e suas testas recuadas — e isto apesar de não termos a mínima idéia da cor da pele do homem paleolítico, de como crescia o seu cabelo nem da sua fisionomia” ou feições do seu rosto. “A autoridade americana, T. D. Stewart, indicou corretamente em 1948 a impossibilidade de se reconstruir o cabelo, os olhos, o nariz, os lábios ou as expressões faciais. ‘As probabilidades são que as expressões do homem primitivo não eram menos delicadas do que as nossas’, escreveu ele.

      “Quando os museus apresentam modelos do homem de Pequim, de Neanderthal e do moderno homo sapiens [homem], uns ao lado dos outros, eles estimulam um conceito de desenvolvimento físico e intelectual, que não é segundo o conceito da ciência contemporânea. Os que fazem tais modelos tendem a soltar as rédeas da imaginação deles. . . . A exibição destas figuras metade humanas e metade animais é sintomática da arrogância moral de nossa era, disfarçadamente inspirada num sentimento fátuo de ‘veja até onde chegamos!”‘ Em seu livro, o cientista Lissner mostra que o homem sempre foi bem distinto da criação animal inferior e que sempre teve alguma forma de religião. Em um dos seus capítulos conclusivos ele então pergunta: “Por que nos aferramos tão obstinadamente a teorias antiquadas? Por que preferimos procurar a nossa origem nos animais antes que em Deus?” Obviamente porque não desejam reconhecer a tamanha gratidão que devem ao Criador nem a necessidade de se sujeitarem a ele. Recusam admitir a verdade de que Jeová “é Deus: foi ele quem nos fez e dele somos”. — Sal. 100:3, ALA.

      Os exemplos acima, que podem ser multiplicados muitas vezes, certamente incriminam alguns de esticarem a verdade e isto com motivos suspeitos. Sendo assim, o princípio caveat emptor, “acautele-se o comprador”, deve ser mantido quando se lê ou se ouve alguma coisa que se diz ser verdade e sobre a qual se deve basear ações ou crenças. É conforme a Bíblia, a Palavra de Deus, diz: “Julgai todas as cousas, retende o que é bom.” — 1 Tes. 5:21, ALA.

  • República Malgaxe
    A Sentinela — 1963 | 1.° de outubro
    • República Malgaxe

      Certo dia, ao trabalhar com as revistas, dois missionários colocaram revistas com uma senhora e prometeram voltar para responder às perguntas que porventura tivesse. Voltaram duas vezes, mas não encontraram a senhora em casa. Todavia, certo dia ao fazerem revisitas numa outra parte do mesmo território, encontraram-na esperando-os perto de uma casa que estavam visitando. Ao saírem, ela disse-lhes: “Os senhores prometeram voltar a visitar-me e responder às minhas perguntas. Gostaria que chegassem à, minha casa agora.” E assim ela os conduziu à sua casa, onde começou-se um estudo. — Anuário de 1963, em inglês, pág. 140.

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