BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Nebo
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • a c. 12 km a NO de Hébron, tem sido apresentada como sendo uma possível identificação dela.

      3. Era, evidentemente, uma das montanhas do Abarim. Foi do monte Nebo, ou do cume do Pisga (que pode ter sido parte do Nebo ou o Nebo pode ter sido parte do Pisga) que Moisés contemplou a Terra Prometida, e então morreu ali. (Deut. 32:48-52; 34:1-4) O monte Nebo é geralmente indentificado com o Jebel en-Neba. Este monte se eleva 823 m acima do nível do mar, e se localiza a c. 19 km a E de onde o Jordão deságua no mar Morto. Crê-se que Pisga pode ser Ras es-Siyaghah, uma elevação logo a NO, e ligeiramente mais baixa, do que o pico de Jebel en-Neba. Num dia límpido, o cume do Ras es-Siyaghah provê esplêndida vista, incluindo os montes Hermom, Tabor, Ebal e Gerizim, a cordilheira central em que se situam Belém e Hébron, o vale do Jordão e o mar Morto.

      4. Uma deidade cuja humilhação, na queda da cidade de Babilônia, foi predita pelo profeta Isaías. (Isa. 46:1, 2) veja BEL.) Julga-se que o nome de este deus significa “orador, anunciador, profeta”. Nebo foi adorado tanto em Babilônia como na Assíria. Era identificado com o planeta Mercúrio, e considerado como sendo o filho de Marduque e Sarpanitu, e o consorte de Tashmet (Tashmitum). Para seus adoradores, Nebo era um deus de sabedoria e de erudição, “o deus que possui inteligência”, “aquele que ouve de longe”, “aquele que ensina”, e “o senhor do estilo da tabuinha”.

  • Nebuzaradã
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • NEBUZARADÃ

      [Nebo deu descendência].

      O chefe da guarda pessoal e a figura principal das forças de Nabucodonosor durante a destruição real de Jerusalém em 607 AEC. Parece que Nebuzaradã não estava presente no sítio inicial e na penetração de Jerusalém, pois foi cerca de um mês depois que ele “veio a Jerusalém”, depois de o Rei Zedequias ter sido conduzido a Nabucodonosor, e ser cegado. — 2 Reis 25:2-8; Jer. 39:2, 3; 52:6-11.

      De fora da cidade, Nebuzaradã dirigiu as operações babilônias de destruição da cidade, que começaram no “dia sétimo do mês” (o quinto mês, ab), e que incluíam o saque dos tesouros do templo, destroçar a muralha, lidar com os cativos e permitir que alguns dos mais humildes permanecessem. (2 Reis 25:8-20; Jer. 39:8-10; 43:5, 6; 52:12-26) Três dias depois, no décimo dia do mês, parece que Nebuzaradã “entrou em Jerusalém” (Veja também CBC; MC; PIB; Vozes), e, depois de uma inspeção, incendiou a casa de Jeová e reduziu a cidade a cinzas. (Jer. 52:12, 13) Josefo observou que foi nesse mesmíssimo dia, o décimo dia do quinto mês, quando o templo de Salomão foi incendiado, que o templo reconstruído por Herodes também foi incendiado, em 70 EC. — Wars of the Jews (Guerras Judaicas), Livro VI, cap. IV, pars. 5, 8.

      Nebuzaradã, sob ordens de Nabucodonosor, libertou Jeremias, e falou bondosamente com ele, permitindo que escolhesse o que desejava fazer, oferecendo-se para cuidar dele e lhe dando alguns suprimentos. Nebuzaradã também foi o porta-voz do rei de Babilônia ao designar Gedalias como governador dos que permaneceram em Judá. (2 Reis 25:22; Jer. 39:11-14; 40:1-7; 41:10) Cerca de cinco anos depois, em 602 AEC, Nebuzaradã levou outros judeus para o cativeiro, pelo que parece aqueles que tinham fugido para os territórios circunvizinhos. — Jer. 52:30.

  • Neco
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • NECO

      Um faraó do Egito, contemporâneo do Rei Josias, de Judá. Segundo Heródoto, historiador grego, Neco era filho de Psamético I, e sucedeu seu pai como governante do Egito. Embora iniciasse a obra de construção dum canal que ligava o Nilo ao mar Vermelho, não concluiu tal projeto. No entanto, mandou realmente uma frota fenícia numa viagem em torno da África. Esta viagem foi concluída com êxito em três anos. — História, Livro II, seções 158, 159; Livro IV, seção 42, Clássicos Jackson.

      Perto do fim do reinado de 31 anos de Josias (659-c. 629 AEC), o faraó Neco marchou através de Canaã para combater o “rei da Assíria” (o conquistador babilônio da Assíria, Nabopolassar). Nessa época, Josias desconsiderou “as palavras de Neco provenientes da boca de Deus”, e foi ferido mortalmente quando tentava fazer recuar as forças egípcias, em Megido. Cerca de três meses depois, o faraó Neco levou cativo a Jeoacaz, sucessor de Josias no trono, e fez de Eliaquim, com 25 anos, o seu vassalo, mudando o nome do novo governante para Jeoiaquim. Neco também impôs pesada multa ao reino de Judá. (2 Reis 23:29-35; 2 Crô. 35:20 a 36:4) Em Carquemis, uns quatro anos depois (625 AEC), as forças de Neco sofreram derrota às mãos dos babilônios, sob o comando de Nabucodonosor. — Jer. 46:2.

  • Neemias
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • NEEMIAS

      [Jeová conforta, ou, Jeová é conforto].

      Filho de Hacalias, e irmão de Hanani; copeiro do rei persa, Artaxerxes (Longímano), e, mais tarde, governador dos judeus, reconstrutor do muro de Jerusalém e escritor do livro da Bíblia que leva o seu nome. — Nee. 1:1, 2, 11; 2:1; 5:14, 16.

      Durante o vigésimo ano do Rei Artaxerxes, no mês de quisleu (novembro-dezembro), Neemias, quando se achava em Susã, o castelo, recebeu visitantes — seu irmão Hanani e outros homens de Judá. Ao lhes perguntar, eles lhe contaram a péssima situação dos judeus e que a muralha e os portões de Jerusalém ainda se achavam em ruínas. Neemias sentiu-se movido a chorar. Durante dias, depois disso, ele se lamentou, jejuando e orando continuamente. Confessou o pecado de Israel e, à base das palavras de Deus a Moisés (Deut. 30:1-4), suplicou a Jeová que ‘o fizesse objeto de misericórdia’ diante do Rei Artaxerxes, de modo que seu plano de reconstruir a muralha de Jerusalém fosse bem-sucedido. — Nee., cap. 1.

      Mais tarde, no mês de nisã (março-abril), as orações de Neemias foram respondidas. O rei observou que a face de Neemias estava sombria e lhe perguntou a razão. Neemias então o informou a respeito do triste estado de coisas em Jerusalém. Quando lhe foi perguntado o que procurava conseguir, Neemias, orando de imediato a Deus, solicitou a permissão do rei para voltar e reconstruir Jerusalém. Esta solicitação lhe foi concedida. Em aditamento, Neemias obteve cartas do rei que lhe davam direito a livre trânsito pelas áreas sob a jurisdição dos governadores a O do rio Eufrates, e também de obter suprimentos de madeira para tal projeto. Com chefes da força militar e cavaleiros, partiu para Jerusalém. — Nee. 2:1-9.

      RECONSTRUÍDA A MURALHA DE JERUSALÉM

      Depois de estar em Jerusalém por três dias, Neemias, sem que ninguém soubesse, exceto alguns homens que estavam com ele, fez uma inspeção noturna da cidade. Ao passo que os demais caminhavam, Neemias montava um animal, provavelmente um cavalo ou um jumento. Quando as ruínas se tornaram tão extensivas de modo a impedir a passagem, Neemias desmontou e seguiu a pé. — Nee. 2:11-16.

      Concluída a sua vistoria, Neemias revelou seus planos aos judeus, trazendo a atenção deles para a mão de Jeová no assunto. Incentivados desta forma, eles responderam: “Levantemo-nos, e temos de construir.” Malgrado as palavras zombadoras de Sambalá, o horonita, de Tobias, o amonita, e de Gesém, o árabe, os reparos começaram por volta do dia quatro de ab (julho-agosto). — Nee. 2:17-20; compare com 6:15.

      Ao progredir esse trabalho, Sambalá e Tobias continuaram a caçoar e a zombar dos esforços dos judeus de consertar a muralha de Jerusalém. Neemias fez disto um assunto de oração, “e o povo continuou a ter coração para trabalhar”. Quando a muralha atingiu a metade de sua altura, Sambalá, Tobias e os povos vizinhos intensificaram sua oposição, chegando ao ponto de conspirar para lutar contra Jerusalém. Neemias repetidas vezes recebia relatórios nesse sentido dos judeus que moravam perto da cidade. De novo, Neemias demonstrou confiança, como que em oração, em Jeová. Para enfrentar a situação tensa, armou os trabalhadores, fez arranjos para que outros montassem guarda e delineou um sistema de alarme. Neemias não tirava sequer as roupas à noite, evidentemente para ficar pronto para lutar, caso soasse um sinal de alarme dos vigias. — Nee., cap. 4.

      Mesmo nessa situação de urgência, Neemias não estava ocupado demais para dar a devida consideração ao clamor dos judeus. Ouvindo as queixas deles de que estavam sendo oprimidos por terem de pagar juros, censurou os nobres e os delegados governantes, fez arranjos para uma grande assembléia, e, depois de expor este mal, deu instruções para que esta situação fosse corrigida. — Nee. 5:1-13.

      Foi depois disto que os inimigos fizeram tentativas para parar a reconstrução. Por quatro vezes, tentaram desviar Neemias de seu projeto, mas ele os informou de que não podia tirar tempo da grande obra que fazia. Depois disso, Sambalá enviou uma carta-aberta que continha acusações falsas e sugeria que se reunissem para trocar idéias. Neemias replicou: “Não vieram a acontecer tais coisas como estás dizendo, mas é do teu próprio coração que as inventas.” Tentando ainda outro truque, Tobias e Sambalá contrataram um judeu para assustar Neemias, e fazer com que se escondesse indevidamente no templo. Neemias, contudo, não cedeu ao temor, e a reconstrução foi concluída com êxito no vigésimo quinto dia de elul (agosto-setembro), apenas 52 dias depois de iniciada a construção. Todavia, Tobias continuou a enviar cartas intimidativas a Neemias. — Nee., cap. 6.

      Concluída a muralha, Neemias voltou sua atenção para a obra de organizar os servos do templo. Em seguida, colocou dois homens em comando da cidade, um destes sendo seu irmão, Hanani. Neemias também deu instruções quanto à abertura e o fechamento dos portões da cidade, e como guardá-los. — Nee. 7:1-3.

      RESTAURADA A OBSERVÂNCIA DA LEI

      Foi, provavelmente, sob a orientação de Neemias que se realizou uma assembléia na praça pública, perto do Portão das Águas. Embora Esdras, o sacerdote, assumisse evidentemente a liderança em fornecer instruções sobre a Lei, Neemias também participou disso. (Nee. 8:1-12) Em seguida, realizou-se a Festividade das Barracas, por oito dias. Dois dias depois, os israelitas se reuniram de novo. Durante esta assembléia, fez-se uma confissão geral do pecado de Israel. Após o que foi redigido um contrato de confissão. Este contrato de confissão, ou “arranjo fidedigno”, foi atestado pelos príncipes, pelos levitas e pelos sacerdotes. Neemias, o “Tirsata [governador]”, foi o primeiro a atestá-lo por meio dum selo. (Nee. 8:13 a 10:1) Todo o povo concordou em refrear-se dos casamentos mistos com estrangeiros, de observar os sábados e de sustentar o serviço no templo. Em seguida, uma pessoa de cada dez foi escolhida, por sorte, para morar de modo permanente em Jerusalém. — Nee. 10:28 a 11:1.

      Foi depois disto que a muralha de Jerusalém foi inaugurada. Para tal ocasião, Neemias designou dois grandes coros de agradecimento e cortejos para percorrerem a muralha em direções opostas. Isto foi feito e todos se juntaram no templo, a fim de oferecer sacrifícios. Adicionalmente, designaram-se homens para ficar encarregados das contribuições para os sacerdotes e os levitas. — Nee. 12:27-47.

      Cerca de doze anos depois, no trigésimo segundo ano de Artaxerxes, Neemias deixou Jerusalém. Ao voltar, encontrou condições deploráveis entre os judeus. Eliasibe, o sumo sacerdote, tinha construído um refeitório no pátio do templo para ser usado por Tobias, o mesmíssimo homem que, anteriormente, tinha-se oposto tenazmente ao trabalho de Neemias. De imediato, Neemias agiu. Jogou fora do refeitório toda a mobília de Tobias, e instruiu que fosse purificada a sala de refeições.

      Em aditamento, Neemias tomou medidas para assegurar-se de que fossem feitas as contribuições para os levitas, e fez vigorar a estrita observância do sábado. Também administrou a disciplina contra os que tinham tomado esposas estrangeiras — os filhos deles com tais mulheres não sabendo sequer falar a língua dos judeus: “E comecei a ralhar com eles, e a invocar o mal sobre eles, e a golpear alguns homens deles, e a arrancar seu cabelo, e a fazê-los jurar por Deus: ‘Não deveis dar vossas filhas a seus filhos, e não deveis aceitar nenhumas das suas filhas para os vossos filhos ou para vós mesmos.’”

      “Ralhar” Neemias com tais homens sem dúvida significava repreendê-los e censurá-los por meio da lei de Deus, expondo a ação errada deles. Tais homens colocavam a nação restaurada no desfavor de Deus, depois de Deus os ter bondosamente repatriado de Babilônia para restaurar a adoração verdadeira em Jerusalém. Neemias ‘invocou o mal sobre eles’, significando que ele recitou os julgamentos da lei de Deus contra tais violadores. Ele os ‘golpeou’, provavelmente não de forma pessoal, mas ordenou que fossem flagelados, como medida judicial oficial. Ele ‘arrancou [uma parte dos] cabelos deles’. Isto era símbolo de indignação moral e de ignomínia perante o povo. (Compare com Esdras 9:3.) Neemias então expulsou o neto do sumo sacerdote Eliasibe, que se tornara genro de Sambalá, o horonita. — Nee. 13:1-28.

      NEEMIAS, UM EXEMPLO NOTÁVEL

      Neemias se destaca como primoroso exemplo de fidelidade e de devoção. Era altruísta, deixando uma posição destacada qual copeiro da corte de Artaxerxes para realizar a reconstrução dos muros de Jerusalém. Visto haver muitos inimigos, Neemias voluntariamente se expôs ao perigo em favor de seu povo e da adoração verdadeira. Ele não só orientou a obra de restauração da muralha de Jerusalém, mas também teve parte ativa nessa tarefa. Não desperdiçava tempo algum, era corajoso e destemido, confiava plenamente em Jeová e era discreto no que fazia. Zeloso a favor da adoração verdadeira, Neemias conhecia a lei de Deus e a aplicava. Preocupava-se com restaurar a fé de seus co-israelitas. Mostrava-se um homem que temia corretamente a Jeová Deus. Embora fazendo vigorar, com zelo, a lei de Deus, não dominava os outros em busca de proveito egoísta, mas mostrava-se preocupado com os oprimidos. Jamais exigiu o pão que era devido ao governador. Antes, forneceu alimentos para considerável número de pessoas, às suas próprias custas. (Nee. 5:14-19) Apropriadamente, Neemias podia orar: “Lembra-te deveras de mim, ó meu Deus, para o bem.” — Nee. 13:31.

  • Neemias, Livro De
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • NEEMIAS, LIVRO DE

      Um livro das Escrituras Hebraicas que relata, primariamente, os eventos ocorridos pouco antes da governança de Neemias sobre Judá, e durante ela. (Nee. 5:14; 13:6, 7) As palavras iniciais deste relato inspirado identificam o seu escritor como sendo “Neemias, filho de Hacalias” (Nee. 1:1), e grande parte do relato acha-se escrito na primeira pessoa do singular.

      TEMPO ABRANGIDO E ÉPOCA DA ESCRITA

      O mês de quisleu (novembro-dezembro) de certo vigésimo ano é o ponto de referência com que se inicia a narrativa histórica. (Nee. 1:1) Como é evidente de Neemias 2:1, este vigésimo ano tem de ser o do reinado de Artaxerxes. Obviamente, o vigésimo ano, neste caso, não é computado como se iniciando em nisã (março-abril), pois quisleu do vigésimo ano não poderia então preceder o mês de nisã (mencionado em Neemias 2:1) do mesmo vigésimo ano. Assim, talvez tenha acontecido que Neemias empregou sua própria contagem de tempo, contando o ano lunar como se iniciando no mês de tisri (setembro- outubro), mês este que os judeus, atualmente, reconhecem como o início do seu ano civil. Outra possibilidade é que os persas, diferentes dos babilônios, poderiam computar os

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar