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  • Vivendo agora para um novo mundo
    A Sentinela — 1960 | 1.° de novembro
    • outras formas de desonestidade. — 1 Cor. 4:5; 1 Tes. 2:4; Atos 5:3-5; Miq. 6:8; 1 João 4:18; Mat. 22:37-39; Pro. 16:5.

      A HONESTIDADE NAS DIVERSAS RELAÇÕES

      20. Embora haja confiança e confidência entre as testemunhas de Jeová, contra que é correto que se protejam?

      20 Entre os que agora estão sendo ajuntados dentre as nações do mundo para o um só “rebanho” das ovelhas de Jeová substituem-se assim a desconfiança e a suspeita da sociedade do velho mundo pela confiança e confidência. Sim, mesmo agora, os princípios da Palavra de Deus estão mudando as vidas das pessoas para que possam usufruir a associação cristã sem os temores que afetam a associação dos que estão no velho mundo. Isto não significa que as testemunhas de Jeová sejam, por exemplo, um povo crédulo, facilmente enganado, confiando como que em qualquer um. Usam de precaução sensata e estão alertas a lidar com qualquer pessoa de maquinações iníquas que procure infiltrar-se na sua associação por razões de lucro pessoal, para aproveitar-se da bondade e da confiança existentes na sociedade do Novo Mundo. Tais mal-intencionados mostram prontamente pelas suas obras que não amam a verdade e a justiça, no íntimo, e os cristãos maduros logo percebem o seu disfarce hipócrita. — Mat. 7:20.

      21. Como se aplicaria o principio da honestidade nos negócios dum cristão?

      21 Que se pode dizer daquele que é dono e administrador dum negócio? Pode ele, como cristão, usar corretamente de meios enganosos para fazer competição aos outros e aumentar seu lucro? O seguinte princípio bíblico é muito pertinente em resposta a essa pergunta: “Não cometereis injustiça no juízo, . . . nem no peso, nem na medida. Balanças justas, pesos justos.” Portanto, o comerciante cristão não enganaria os seus fregueses por não lhes dar a medida pelo seu dinheiro ou por trabalho inferior, a fim de ter um lucro desonesto. Igualmente, ele lidará justa e honestamente com os seus empregados. — Sal.19:35, 36; Col. 4:1, ALA.

      22. Com que objetivo se apresenta esta informação neste artigo?

      22 Isto não significa que o cristão tem o direito de ir falar aos outros como eles devem manejar os seus negócios, como se fosse juiz de tais questões. O propósito do que se escreve aqui não é tentar dizer às pessoas do mundo como devem cuidar de suas vidas. O que se apresenta aqui são simplesmente princípios que governam a vida cristã, para que os que desejam cessar de viver do modo como as nações fazem e viver em harmonia com a justiça do Novo Mundo, possam ser ajudados a fazer isso.

      23. Como pode uma pessoa ser desonesta no seu trabalho, e por que razão de máxima importância deve o cristão ser trabalhador diligente?

      23 O mesmo princípio de honestidade aplica-se também aos empregados em relação a seus patrões. Quando alguém entra num acordo de trabalhar para outro por determinado ordenado, então tal acordo deve ser cumprido. Se a pessoa não o cumprir, por preguiça de fazer o trabalho designado, isso seria realmente uma forma de desonestidade, não é verdade? Seria igualmente desonesto se a pessoa usasse o tempo em que concordou trabalhar para o patrão, e pelo qual recebe ordenado, para outros objetivos, mesmo que ache que tal outro objetivo seja mais interessante ou mesmo mais proveitoso para si própria ou para os outros. Usar assim o tempo do patrão sem o seu conhecimento e sua permissão é ser infiel ao acordo. O trabalhador honesto e diligente ganha respeito e uma reputação honrosa. (1 Tes. 4:11, 12) O empregado ou servo cristão faz bem o seu trabalho, não apenas para agradar aos homens ou ganhar a aprovação dos homens, mas por que é direito fazer isso, é ser honesto, e ele reconhece que é um proceder que agrada a Jeová e lhe traz uma recompensa dele. Paulo escreveu em Efésios 6:5-8 (NM): “Vós, escravos, sede obedientes aos que são vossos senhores em sentido carnal, com temor e tremor, na sinceridade de vossos corações, como ao Cristo, não de modo ostentoso como para agradar a homens, mas como escravos de Cristo, fazendo a vontade de Deus de toda a alma. Sede escravos com boas inclinações, como a Jeová, e não como a homens, pois sabeis que cada um, qualquer que seja o bem que fizer, receberá isto de volta de Jeová.” — Compare-se com Colossenses 3:22-25.

      24. Que principio adicional do modo de vida do Novo Mundo é declarado em Efésios 4:28?

      24 Continuando no capítulo 4 de Efésios (versículo 28, NM), o apóstolo especificou outra regra do modo de vida do Novo Mundo: “Que o ladrão não roube mais, antes, trabalhe arduamente, fazendo com as mãos o que é boa obra, a fim do que tenha algo para distribuir a alguém em necessidade.” Roubar significa tirar algo a que não se tem direito, secretamente, sem ser visto. É fácil de compreender que arrombar uma casa, à noite, quando o proprietário não está ali, e tirar dinheiro ou outros bens, tais como roupa, seja roubo. Mas, o que se pode dizer quando alguém lida com alimentos ou materiais, ou equipamento, no decorrer do seu emprego como empregado doméstico, ou num escritório ou numa fábrica? Tem-se a liberdade de se servir de tais coisas?

      25. Que perguntas podem ser feitas, para se guardar contra o roubo?

      25 Em certas comunidades aldeanas, em alguns países, é costume que o viajante em trânsito pela aldeia pode servir-se de um pouco de alimento, para que possa prosseguir na sua viagem revigorado. Este costume mostra consideração e louvável hospitalidade. Todos os da comunidade compreendem este costume onde é praticado, e não é de modo algum considerado roubo, mesmo que o viajante use o alimento na ausência do seu dono. Tal costume faz-nos lembrar da provisão feita para o estranho, para o viajante ou o pobre, debaixo da lei judaica. (Veja-se Levítico 19:9, 10.) Mas, os costumes mudam, e, embora tal costume seja ainda praticado em algumas comunidades rurais, não é mais comum nas grandes cidades, sob as condições da civilização moderna. Portanto, é preciso ajustar-se à situação onde quer que se esteja. Um guia seguro para se saber o que é roubo e o que não é roubo é perguntar-se: “Tenho o direito de tomar isso?” Quer dizer: “Tenho a permissão do proprietário deste alimento ou deste material para usá-lo ou tirá-lo?” Caso se tratar de algo que é propriedade do patrão, poderá perguntar-se: “Tiraria eu isto se o meu patrão estivesse presente e me visse?” Se achar que a resposta é “não” a qualquer uma destas perguntas, então sabe que seria roubo tomar o objeto em questão.

      26. Que poderá fazer o trabalhador honesto e diligente?

      26 Em harmonia com o conselho do apóstolo, o cristão deve trabalhar arduamente, fazendo com as mãos o que é bom, não o que é mau; deve ser honesto e diligente, não precisando roubar a fim de ter o suficiente para comer. Antes, não só proverá para as suas próprias necessidades e para as necessidades de sua esposa e seus filhos, se estiver casado, mas estará também em situação de ajudar a qualquer um de seus companheiros cristãos na congregação, que talvez não sejam tão afortunados, tendo possivelmente sofrido alguma perda ou desastre inesperado. E ele estará também em condições de contribuir para os fundos da congregação local, a fim de ajudar a arcar com as despesas e promover a obra da pregação das boas novas do reino .de Deus na sua vizinhança.

      27, 28. (a) De que modo são as pessoas muitas vezes desonestas quando tomam dinheiro emprestado? (b) Que diz a Bíblia sobre os que não restituem o que tomaram emprestado? (c) Que boas qualidades deve o cristão cultivar e que más qualidades deve abandonar?

      27 Este velho sistema de coisas está cheio de egoísmo. As pessoas mostram isso na sua atitude para com a vida, procurando ganhar o máximo pelo mínimo que possam dar em troca. Os líderes políticos e religiosos apelam para este egoísmo a fim de tentar ganhar apoio para as suas respectivas organizações. Isto se vê do modo como as pessoas estão prontas para tomar emprestado dinheiro de quem puderem, mas estão vagarosas para devolvê-lo, e muitas vezes acontece que nem têm a intenção de devolvê-lo. Alguns tentarão até justificar isso por dizer que tomar emprestado dum rico e não lhe pagar de volta não está realmente errado, visto que o rico não precisa do dinheiro para si mesmo. Quantas vezes surgem brigas e lutas por causa de dívidas não pagas! Por isso diz Salmo 37:21 que “o iníquo toma emprestado e não paga”.

      28 Jeová não abençoa os iníquos. Ele não abençoa os que são egoístas, gananciosos, apenas, interessados no que podem tirar da vida, ao passo que, em troca, fazem o mínimo possível pelos outros. Os que desejam a vida no novo mundo precisam cultivar amor, em vez de egoísmo, o espírito de dar, em vez de ganância. Em vez de endividar-se para aumentar os bens materiais, o cristão aprende a estar satisfeito com as coisas necessárias, trabalhando diligentemente para ganhar tais coisas com o trabalho honesto. O apóstolo Paulo exercia cuidado para não impor um fardo desnecessário aos seus irmãos. Ele não usou a sua condição para obter lucro material de seus companheiros cristãos, só porque era apóstolo. Não cobiçou deles nem “prata nem ouro”. Como apóstolo de tempo integral ele apreciava a ajuda das congregações, para que pudesse dedicar todo o seu tempo ao ministério, mas quando esta ajuda voluntária não era prestada, ele estava pronto para trabalhar com as suas próprias mãos na fabricação de tendas, pára cuidar de suas necessidades materiais. — Atos 20:33, 34; 18:3; 1 Tes. 2:9.

  • Vindicado o registro bíblico da criação
    A Sentinela — 1960 | 1.° de novembro
    • Vindicado o registro bíblico da criação

      No periódico Förkunnaren, que significa Publicador, isto é, publicador da Palavra de Deus, o astrônomo Arvid Ljunghall, doutor em filosofia, publicou um artigo interessante sobre a ciência natural e o registro bíblico da criação. Ele conclui: “Pode-se dizer, então, que o evento novo, que marca época dum ponto de vista cristão, é que se encontrou evidência praticamente irrefutável de que o nosso mundo é de idade limitada, que houve um tempo em que o universo e a matéria não existiram, e que por esta razão deve ter havido uma criação. Vemo-nos assim confrontados pelo fato notável de que o relato bíblico da criação, que costumava ser tão anticientifico, tão estranho para o pensamento cientifico, no inicio de nosso século, está agora plenamente em harmonia com a idéia moderna do universo.” “Quem quiser ser sincero para com o cristianismo e começar na base de que há um Deus, que é o Criador de tudo, não precisa crer contrário a toda a razão, contrário a todo o bom senso e à investigação cientifica. Sua crença está plenamente de acordo com a idéia que a ciência tem hoje sobre o universo.” — Svenska Dagbladet, 16 de dezembro de 1958.

  • A queima de seu fetiche converte um africano
    A Sentinela — 1960 | 1.° de novembro
    • A queima de seu fetiche converte um africano

      ● Foi em fevereiro que alguns ministros cristãos visitaram certa pessoa de boa vontade que é chefe duma sociedade de “juju” (fetiches) e ardoroso crente no poder dos fetiches. Chamaram-lhe a atenção ao que a Bíblia registra sobre os adoradores de Baal nos tempos passados e o que ela diz sobre Jeová ser o único Dador de vida. Depois de prestar bem atenção a tudo o que as testemunhas tinham a dizer, este adorador de fetiches disse que, se os ministros pudessem provar que tinham poder sobre o seu “juju”, ele chegaria a crer. Portanto, numa data marcada, as testemunhas reuniram-se e convidaram todos os aldeanos a ver o que aconteceria. Primeiro fez-se uma conferência bíblica e depois se queimou publicamente o ídolo “juju”. Pela benignidade imerecida de Jeová, não só aquele líder do culto de fetiches tornou-se testemunha de Jeová, mas ele conseguiu interessar também outra pessoa de boa vontade na verdadeira adoração. Ambos foram recentemente batizados numa assembléia das testemunhas de Jeová.

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