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  • A consciência — e a sujeição às autoridades
    A Sentinela — 1963 | 1.° de julho
    • [espirituais], contra os dominadores [espirituais] deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.” — Efé. 6:11, 12, ALA.

      42. Portanto, que armas mostrou Paulo que o cristão pode carregar ao passo que se sujeita às autoridades, para que e contra o que servem estas armas?

      42 Portanto, não estamos num dilema como os protestantes alemães estão na Alemanha Oriental Comunista. (Despertai! de 8 de janeiro de 1961, páginas 12 a 15) Temo-nos revestido das “armas da luz”, a fim de que lutemos contra as trevas e as maquinações do Diabo. Estas são as espécies de armas que os cristãos estão autorizados a usar ao se sujeitarem às “autoridades superiores”. Nenhuma outra espécie de arma está o cristão autorizado a usar; e com estas armas ele não desobedece à lei do amor de Deus nem fere a ninguém. (Rom. 6:13; 2 Cor. 6:7; 10:4) Estas armas lutam contra as trevas da imoralidade, do crime, do roubo, e assim por diante. Elas lutam pelo esclarecimento dos povos de todas as nações para que possam tomar uma posição ao lado do reino de Deus que os há de abençoar.

      43, 44. (a) Como devemos comportar-nos e, assim, com quem evitamos entrar em conflito? (b) Comportando-nos assim, a quem não falhamos em agradar e o que não pomos em perigo?

      43 Este é o propósito destas “armas da luz” conforme está claro nas seguintes palavras de Paulo: “Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo, e nada disponhais para a carne, no tocante às suas concupiscências.” — Rom. 13:13, 14, ALA.

      44 Andando decentemente como na luz do dia, onde podemos ser vistos pelas autoridades e pelos demais, não nos colocamos em conflito com as “autoridades superiores”, pois não violamos as suas leis que exigem boa conduta moral e pacífica. É claro que, se não podemos agradar às autoridades terrestres se violarmos estas leis, então não podemos agradar ao Deus Altíssimo pelo mesmo motivo. Entretanto, andando decentemente na luz do dia, merecemos o louvor das “autoridades superiores” portadoras da “espada” e não trazemos vitupério sobre o nosso Deus nem sobre a verdade e a congregação dele. Tampouco pomos em perigo a nossa salvação pelo reino de Deus.

      45. Como é que nos ‘revestirmos do Senhor Jesus Cristo’ influi em nossa posição com respeito às coisas das trevas e que instrumento não daremos motivo de ser usado contra nós?

      45 Quando Jesus estava na terra, ele não se associou com as coisas das trevas, com as orgias, bebedices, impudicícias, dissoluções, contendas e ciúmes ou as coisas que os homens fazem quando se entregam aos desejos da carne e dispõem para a satisfação destes desejos. Assim, se nos ‘revestirmos do Senhor Jesus Cristo’ e mostrarmos ao povo a imagem do que ele era, conservar-nos-emos afastados das coisas das trevas. Por causa de nós mesmos, por causa de nossos irmãos cristãos, lutaremos contra aquelas coisas com as “armas da luz”. Adornaremos assim as boas novas do Reino que pregamos. Neste sentido especial não damos razão genuína para as “autoridades superiores”, às quais ainda estamos sujeitos, usarem a “espada” contra nós.

      46, 47. (a) Por quanto tempo continuaremos a nos sujeitar às “autoridades que existem” e como? (b) Assim, o que nos ajudará a manter a nossa sujeição conscienciosa, conforme se deu no caso de Daniel?

      46 Em obediência a Romanos, capítulo treze, continuaremos sujeitos às “autoridades que existem” até que sejam destruídas na impendente guerra universal do Armagedon. Sujeitar-nos-emos a elas a despeito do partido político que tenha o poder ou do grupo político que se apodere do poder.

      47 Deste modo a nossa sujeição conscienciosa às “autoridades que existem” nos ajuda a manter-nos em nossa neutralidade cristã para com as campanhas políticas e para com as batalhas de qualquer nação do mundo. Somos como o profeta Daniel, que não se opôs, mas se sujeitou aos conquistadores medo-persas, Dario e Ciro, depois de eles terem conquistado a iníqua Babilônia. — Dan. 5:26 a 6:5.

      48. (a) Portanto, como cristos neutros, em que coisas não tomaremos parte? (b) No novo mundo de Deus, que dificuldades não existirão para os que se sujeitam em amor?

      48 Como cristãos neutros, não participaremos em rebeliões, insurreições, anarquias ou outras desordens públicas. Até na batalha impendente do Armagedon não levantaremos a nossa mão contra as “autoridades que existem” para apressar-lhes a, destruição. Deixaremos que Deus, a Fonte de toda autoridade, tire o controle das “autoridades que existem” e as substitua completamente pelo reino justo do seu Filho, Jesus Cristo. (2 Crô. 20:15-17; Dan. 2:44) Daí, no novo mundo de Deus, não haverá dificuldade alguma entre a consciência cristã e a sujeição ao Rei Jesus Cristo, pois ficam-lhe “subordinados anjos, e potestades, e poderes”. (1 Ped. 3:22, ALA) Bênçãos eternas cairão do céu sobre todos os homens no paraíso terrestre, que se sujeitarem amorosamente ao Rei, apoiando o perfeito arranja divino; segundo a vontade de Deus.

  • Do escritório-filial no Chile
    A Sentinela — 1963 | 1.° de julho
    • Do Escritório Filial no Chile

      O ESCRITÓRIO-FILIAL do Chile relatou que a organização mostra bastante madureza, mesmo com muitos novos publicadores, e nos conta várias experiências interessantes acerca do que se passa no país.

      Para dar fruto no ministério, primeiro precisa-se semear e não há semente melhor do que as revistas A Sentinela e Despertai! Ficamos alegres em ver o aumento na distribuição das revistas durante o ano, mantendo os publicadores de congregação a média de 13,8 por mês. Aproveitando-se de toda a oportunidade de colocar revistas, alguns publicadores colocaram tantas quantas cem por mês. Certo irmão, publicador de congregação, distribuiu 112 em média por mês, colocando-as durante as horas de seu trabalho de motorista de ônibus entre duas cidades. Muitas pessoas viajam regularmente duma cidade a outra e aceitam as revistas dele cada semana. Quando chegam os números novos, ele enche a pasta e coloca-a ao lado de seu assento, e quando as pessoas sobem no ônibus as revistas estão à mão.

      Certa irmã, acompanhando o servo de circuito no serviço de campo, disse-lhe que era a primeira vez que ela ia de porta em porta. Ele ficou admirado, visto que o relatório dela indicava que dirigia vários estudos e colocava cerca de quarenta revistas em média por mês; e então ela explicou como fazia isto. Tendo seis filhinhos, o marido não queria que fosse às reuniões para o ministério de porta em porta, mas permitia que assistisse regularmente às reuniões de congregação. Portanto, obtinha revistas nas reuniões, e todas as manhãs ficava algum tempo na porta de sua casa e falava com os vizinhos e transeuntes, oferecendo-lhes as revistas. Assim colocava muitas revistas, e com o tempo, começou a estudar com algumas das pessoas interessadas. E ainda podia cuidar da casa e dos filhos, andando assim de ‘modo digno de Jeová’. A sua alegria completou-se quando o marido também se interessou e mais tarde tornou-se publicador do Reino. Agora revezam-se, um cuida dos filhos enquanto o outro vai às reuniões para o ministério de porta em porta.

      Graças às cartas da Sociedade sobre o serviço de pioneiro, esta fase do ministério melhorou durante os últimos meses. Ao todo, 232 irmãos foram pioneiros de férias e, acrescentando estes ao número de pioneiros especiais e regulares, mais de 400 irmãos participaram no ministério de tempo integral durante o ano, ou 15 por cento do total de publicadores. Será que há modo melhor de ‘continuar a agradar a Jeová ao passo que dá fruto’? Certa irmã escreveu ao escritório durante o tempo em que era pioneira de férias e disse: “Embora eu tenha oito filhos, fiz uma tabela que me permite sair no serviço das 13 às 17 horas. Os filhos mais velhos cooperam em cuidar dos menores e meu marido também ajuda quando pode. Os resultados têm sido maravilhosos! Depois dos quatros meses de pioneira de férias tenho treze estudos bíblicos e várias destas pessoas assistem às reuniões no Salão do Reino. Para dar-lhes a devida atenção estou pensando em ser pioneira regular.” Ela certamente provou a si e a outros a verdade de Salmo 34:8, ALA: “Provai, e vede que o SENHOR [Jeová] é bom.” — Anuário, em inglês, págs. 104 e 105.

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