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    Despertai! — 1971 | 22 de maio
    • Nacional de Aeronáutica e Espaço em Greenbelt, Maryland. Solicitava às autoridades ali que comprovassem a estória. O chefe do Escritório de Assuntos Públicos do centro, Edward Mason, respondeu por carta: “Nada sabemos do Sr. Harold Hill e de jeito nenhum podemos corroborar a referência ao ‘dia perdido’ no artigo.” Acrescentou o Sr. Mason: “Embora façamos uso das posições planetárias como necessárias na determinação das órbitas das naves espaciais em nossos computadores, não comprovei que quaisquer ‘astronautas e cientistas espaciais de Greenbelt’ estivessem envolvidos na estória do ‘dia perdido’ atribuída ao Sr. Hill.”

      Existe realmente a comprovação desta notícia das descobertas feitas por computadores? Seria bom não dizer que existe a menos que surja sólida documentação, em especial tendo-se em vista que o Sr. Hill afirma ter ‘visto pessoalmente o Senhor Jesus Cristo’.

      Também, deve-se considerar muito estranho, para se dizer o mínimo, que uma estória quase idêntica seja relatada no livro The Harmony of Science and Scripture (A Harmonia da Ciência e da Escritura), de Harry Rimmer. Mas, esse livro foi publicado pela primeira vez em 1936! Num capítulo intitulado “A Moderna Ciência e o Longo Dia de Josué”, Rimmer se refere a um livro escrito em 1890 por certo Professor C. A. Totten, de Yale, e afirma que “estabelece o caso além de qualquer sombra de dúvida”.

      Na versão de Rimmer do relato de Totten, é um “provecto astrônomo” que se afirma ter descoberto que a terra se achava 24 horas fora da tabela. Ao tentar provar isso, o astrônomo verificou, segundo relatado, pelos seus cálculos astronômicos, que o tempo do “Dia Que Faltava” era somente de 23 horas e 20 minutos de duração. Mas, então, o Professor Totten alegadamente trouxe à atenção do astrônomo o fato de que Josué não disse que era um dia inteiro, mas “cerca” do espaço de um dia. Então disse ter verificado que o relato do Rei Ezequias preenchia os outros 40 minutos.

      Estes dois relatos são quase que idênticos. No entanto, o moderno, de 1970, atribui a descoberta aos cientistas espaciais e computadores de Greenbelt (que, por sua vez, o negam); o relato mais antigo, de 1936, atribui-o a um “provecto astrônomo” mencionado num livro escrito por outra pessoa em 1890!

      Entretanto, a falta de comprovação de tais afirmativas não altera a veracidade da Bíblia. A Bíblia é a Palavra de Deus. Fala a verdade, pois Deus não pode mentir. (2 Tim. 3:16, 17; João 17:17; Tito 1:2) Os cristãos dispõem de evidência abundante que mostra que a Bíblia é aquilo que afirma ser, a Palavra de Deus. Não precisam, nem seria sábio, tentarem criar fé à base de algo que não pode ser provado como tendo sólido alicerce.

      Encontrada a Arca de Noé?

      No ano passado, houve também muita publicidade no tocante a uma expedição enviada para encontrar a arca de Noé no Mt. Ararate. Grande parte desta publicidade se centraliza nas afirmações de Fernand Navarra.

      Science News, de 13 de junho de 1970, declarou: “Em 1955, Fernand Navarra, industrial e explorador amador francês, encontrou no Mt. Ararate, na Turquia oriental, calculadamente 50 toneladas de madeira enterradas numa ponta duma banquisa de gelo glacial. O local da descoberta se acha a mais de 4.200 metros de altitude, a vários milhares de metros acima da linha das árvores e a uns 480 quilômetros de distância das árvores mais próximas de qualquer tamanho. . . . Navarra tem afirmado que o artefato é um pedaço da bíblica Arca de Noé.”

      Alguns calcularam que a madeira tinha cerca de 4.000 a 5.000 anos. No entanto, outras descobertas que utilizavam a medição radiocarbônica apresentaram estatísticas mais recentes, embora estas pudessem ter sido influenciadas pela contaminação da madeira com carbono-14 formado mais recentemente na atmosfera superior e trazida para baixo pela chuva e neve.

      Daí, em 1969, descobriu-se mais madeira perto do local de 1955. Outras escavações deveriam ocorrer no verão de 1970 sob a direção da “Search Foundation, Inc.” No entanto, a Turquia impediu que a expedição tivesse acesso ao Mt. Ararate, citando “razões de segurança”. Tentativas foram feitas para mudar esta decisão.

      Esta não é a primeira afirmativa da possível descoberta da Arca. Nos séculos passados, houve muitas notícias sensacionais. Alguns afirmam ter visto um navio. Outros, a proa dum navio. Outra notícia diz que uma equipe investigadora encontrou e examinou vários compartimentos numa estrutura parecida a um barco. Mas, não foi possível verificar tais afirmações e estabelecê-las além de dúvida.

      Há cerca de dez anos, viu-se no Mt. Ararate uma forma que se parecia a um barco. Fotos da mesma foram publicadas em revistas. Mas, investigadores foram ao local e verificaram tratar-se apenas duma formação terrestre incomum. Na verdade, o interesse atual não se centraliza naquele lugar, mas em outra parte do monte.

      Todavia, seria sábio ter cautela. Mesmo que a madeira fosse anterior ao Dilúvio, era a Arca a única estrutura feita à mão daquele tempo? Não é possível que estruturas destruídas pelo Dilúvio pudessem ter seus restos transportados pelas águas do dilúvio para diferentes lugares, inclusive o Mt. Ararate? Não é possível também que uma estrutura de madeira pudesse ter sido construída no Mt. Ararate muito depois do dilúvio dos dias de Noé?

      Alguns talvez querem crer que aquilo que está ali é a arca de Noé e, assim, talvez afirmem dogmaticamente que é, antes de se obter evidência conclusiva. Mas, o que dizer se posterior evidência provar que não se tratava da Arca? Será que isso debilitará sua crença no Dilúvio e no relato bíblico sobre a arca de Noé? Não seria a primeira vez que a fé das pessoas sofreria danos por crerem elas em evidência sem base, ao passo que o próprio evento era a verdade.

      Por isso, até que haja muito mais evidência do que no presente, não seria sábio fixar as esperanças em tal descoberta para comprovar o relato da Bíblia. Realmente, os cristãos não precisam dessa descoberta. Dispõem do registro da própria Palavra de Deus sobre o assunto. Ele foi testemunha ocular do inteiro evento. Assim, também, temos o registro de Noé, que foi testemunha ocular disso na terra. E temos o registro de que Jesus Cristo mesmo aceitou o dilúvio global como fato histórico. — Gên. 6:1-8:22; Luc. 17:26, 27.

      Também, há os relatos do dilúvio comuns a quase toda raça ou cultura. Tão amplo relato não poderia ser mera coincidência. Também, é um fato bem estabelecido que súbita morte aquosa, e, em muitos casos, rápido congelamento, surpreendeu milhões de coisas vivas no passado. Restos delas foram encontradas em enormes quantidades em lugares tais como o Alasca e a Sibéria. Alguns animais foram tão rapidamente congelados que a vegetação ainda se achava em suas bocas e estômagos.

      Todavia, até mesmo se os restos da arca de Noé fossem encontrados e definitivamente identificados, ficariam os críticos mais convictos da exatidão da Bíblia? Depositariam então sua confiança nela e em seu Autor? Bem, será que os rolos de Isaías do Mar Morto convenceram os críticos a ter mais fé na Bíblia e em seu Autor do que tinham antes? Não, ao invés, gastaram anos discutindo sobre pormenores de soletração, formas das letras, doutrina dos essênios, e assim por diante. Desperceberam o verdadeiro ponto no tocante à preservação da Palavra de Deus, e de terem confiança nela e no seu Autor.

      Ficariam os críticos do dilúvio global “persuadidos se alguém [digamos, o próprio Noé] se levantar dentre os mortos” e os conduzir à Arca? (Luc. 16:31) Não é provável. Jesus ressuscitou pessoas e isso não convenceu os seus críticos. Ora, quando Jesus ressuscitou um homem chamado Lázaro, os críticos religiosos desejavam matar Jesus! E não só isso, mas “deliberaram matar também Lázaro”! — João 11:45-53; 12:9-11.

      Não, não são os fatos sobre a veracidade da Bíblia que faltam. Estes existem em abundância e testificam solidamente que a Bíblia é a Palavra de Deus. O que falta no que tange aos críticos é a condição correta de coração. Não desejam crer. Nem desejam submeter-se aos arranjos ou às leis morais de Jeová Deus.

      Fechar os Olhos no Batismo?

      Outro exemplo de quão desencaminhante e crassamente falso pode ser um item se deu com um artigo noticiado pela “Associated Press” de Mufulira, Zâmbia.

      O despacho da “Associated Press” dizia: “Membros da seita da Torre de Vigia devem supostamente manter os olhos bem fechados quando seus co-religionistas se submetem aos seus ritos batismais. Felizmente, alguém mantinha os olhos abertos quando Davison Kapysa foi mergulhado no Rio Kafue, na presença de 200 membros da Torre de Vigia. Um crocodilo apoderou-se da perna de Kapysa, mas o único que espreitava deu o alarma antes de o réptil poder arrastar sua vítima.”

      Desta notícia, o leitor desinformado poderia concluir que, quando as testemunhas de Jeová se acham presentes a um batismo, têm de cerrar os olhos quando alguém está sendo batizado. Todavia, se a “Associated Press” tivesse verificado o assunto com qualquer representante das testemunhas de Jeová, teria descoberto que a informação era errada, pois a verdade é exatamente o contrário. As testemunhas de Jeová que estão presentes nos batismos estão ali como observadores e testemunhas oculares. Dificilmente poderiam sê-lo caso mantivessem os olhos cerrados quando os outros estão sendo batizados!

      Pese O Que Lê

      Havendo tanta propaganda no mundo hodierno, é bom exercer cautela. Quando lê assuntos importantes, analise os fatos disponíveis. Pergunte-se: Há sólido alicerce para o que se diz, ou trata-se de mero boato? É fidedigna a fonte? Se a evidência for fugaz, espere ulterior comprovação.

      Outro ponto a considerar: quem tem mais probabilidade de imprimir a verdade — os devotados ao Deus da verdade, Jeová e que não fazem seu trabalho visando lucro comercial? ou aqueles que procuram lucrar, que têm anunciantes e outros interesses adquiridos, com os quais precisam preocupar-se? A resposta e óbvia.

  • O peixe como alimento
    Despertai! — 1971 | 22 de maio
    • O peixe como alimento

      ● A carne de peixe é rica em proteínas, gorduras, minerais e vitaminas de que o homem necessita. A safra anual dos pesqueiros mundiais é de cerca de 45.500.000.000 quilos. Os óleos dos fígados de peixes fornecem grande parte das vitaminas que o homem usa, em especial a vitamina A e a vitamina D.

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