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    • tornando-se a capital do país. Mesmo quando o controle administrativo passou para outros locais, Nô-Amom (Tebas) continuou a ser uma cidade rica e proeminente, o centro do poderoso sacerdócio de Amom, cujo principal sacerdote se emparelhava com o próprio Faraó em poder e em riqueza. Mas, no século VII AEC, a agressão assíria se espalhou até o Egito, durante o reinado do assírio Rei Esar-Hadom. Seu filho e sucessor, Assurbanipal, renovou tal conquista, alcançando Tebas e saqueando cabalmente a cidade. É a tal devastação, como é evidente, que o profeta Naum se referiu quando avisava Nínive, capital da Assíria, sobre uma destruição de similar magnitude. (Naum 3:7-10) A “muralha” de Nô-Amom, uma série de defesas que iam do mar ao longo do Nilo, fracassou, e as riquezas de seu tráfego comercial e de seus templos religiosos se tornaram o galardão dos assírios saqueadores.

      LEVADA À RUÍNA

      Todavia, perto do fim do século VII ou do início do século VI AEC, Nô-Amom tinha recuperado uma posição de relativo destaque. Jeremias e Ezequiel predisseram um julgamento da parte de Jeová Deus sobre o principal deus do Egito, Amom, de Nô, e sobre o Faraó e todos os deuses egípcios, julgamento este que viria pelas mãos do rei babilônio, Nabucodonosor. (Jer. 46:25, 26; Eze. 30:10, 14, 15) O governante persa, Cambises, infligiu outro golpe severo a Nô-Amom em 525 AEC, e a cidade declinou continuamente, sendo por fim completamente arrasada pelos romanos sob Cornélio Galo, devido à participação que teve numa revolta contra o governo romano (30-29 AEC). Atualmente, podem-se encontrar apenas pequenos povoados ao redor das ruínas maciças dos templos dos deuses impotentes de Nô.

  • Nora
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    • NORA

      A esposa do filho duma pessoa. As mesmas palavras, tanto hebraica (kalláh) como grega (ny’mphe), traduzidas “nora”, também são traduzidas “noiva”, em certos casos. “Mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro.” — Rev. 21:9; Cân. 4:8-12; Isa. 61:10; Jer. 7:34; João 3:29; Rev. 18:23; 21:2; 22:17.

  • Norte
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    • NORTE

      Em seu emprego bíblico, “norte” pode indicar uma seção da Terra (Sal. 107:3; Isa. 43:6; Luc. 13:29), uma direção setentrional (Êxo. 26:20; 1 Reis 7:25; Rev. 21:13), o céu setentrional (Jó 26:7), e várias terras ou reinos (incluindo a Assíria [Sof. 2:13] e a Caldéia ou Babilônia [Jer. 46:10]), que estavam situadas um tanto para o N e o E da terra habitada pelos israelitas. Embora Babilônia, situada às margens do rio Eufrates, realmente estivesse localizada a E de Tiro, Ezequiel 26:7 fala do rei de Babilônia como vindo do N contra Tiro. Semelhantemente, a calamidade que Judá e Jerusalém deveriam sofrer, por parte dos babilônios, é mencionada como provindo “do norte”. (Jer. 1:14, 15) A razão disto parece ser que, quando marchavam para o O, os exércitos babilônios tomavam a rota setentrional e, assim, evitavam passar pelo deserto. Este era, efetivamente, o caminho costumeiro, como mostram os registros babilônios.

      Uma vez que a várias terras e reinos se consigna uma localização setentrional, o contexto e outros textos relacionados são amiúde de ajuda para se determinar o que se quer dizer com “norte” ou “terra do norte”. À guisa de exemplo, Isaías 21:2, 9 e Daniel 5:28 mostram que as nações provenientes da “terra do norte”, mencionadas em Jeremias 50:9, incluem os medos, os persas e os elamitas. Pelo visto, as nações que atacam Babilônia são consideradas como um exército unido, ou um inimigo comum da cidade de Babilônia, “uma congregação”. Muitas das nações envolvidas se situavam bem ao N de Babilônia (Jer. 51:27, 28), e grande parte da Média se localizava, pelo menos, a NE de Babilônia. O ataque, também, evidentemente veio duma direção setentrional, visto que Ciro impediu o fluxo do rio ao N da cidade.

      “O REI DO NORTE”

      Os fatos históricos fornecem ainda outra base para se determinar como o “norte” deve ser entendido em alguns textos. Um caso em pauta é o “rei do norte” mencionado em Daniel, capítulo 11. A evidência histórica aponta que o “rei poderoso”, de Daniel 11:3, era Alexandre Magno. Após a morte de Alexandre, o seu império foi por fim dividido entre seus quatro generais. Um destes generais, Seleuco Nicátor, ficou com a Mesopotâmia e a Síria, isto o tornando o governante do território situado ao N da Palestina. Outro general, Ptolomeu Lago, obteve o controle do Egito, ao SO da Palestina. Portanto, iniciou-se com Seleuco Nicátor e Ptolomeu Lago a longa contenda entre o “rei do norte” e o “rei do sul”. No entanto, a profecia a respeito do “rei do norte” se estende desde a época de Seleuco Nicátor até o “tempo do fim”. (Dan. 11:40) Logicamente, então, a identidade nacional e política do “rei do norte” mudaria, no decurso da História. Mas, ainda seria possível determinar-se sua identidade, à base de seu relacionamento com o original “rei do norte”. — Veja o livro ‘Seja Feita a Tua Vontade na Terra’, pp. 203-284.

      RESIDÊNCIA DE JEOVÁ

      “Norte” também aparece, nas Escrituras, com referência ao local onde Jeová residia, de forma representativa, com os israelitas. — Sal. 48:1, 2; Isa. 14:13, 14; veja MONTE DE REUNIÃO.

  • Nova Jerusalém
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    • NOVA JERUSALÉM

      Veja JERUSALÉM.

  • Novilha
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    • NOVILHA

      Veja VACA, NOVILHA

  • Novo Pacto
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    • NOVO PACTO

      Veja PACTO.

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