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  • Como cobradores de impostos eram encarados no primeiro século
    A Sentinela — 1974 | 1.° de setembro
    • aos olhos de Jeová Deus. Podem ter a certeza de que, ao se arrependerem e harmonizarem sua vida com os requisitos divinos estabelecidos na Bíblia, obterão o perdão de Deus e uma consciência limpa. Terem homens tais como o rico cobrador de impostos Zaqueu mudado de proceder ilustra que os que desejam adotar um proceder similar podem fazer isso. — Isa. 55:7.

  • Pregação das “Boas novas” no norte gélido
    A Sentinela — 1974 | 1.° de setembro
    • Pregação das “Boas novas” no norte gélido

      HOJE faz 34 graus abaixo de zero, com ventos de 16 quilômetros por hora. Com tais ventos, o efeito sobre a carne humana é equivalente a 43 graus abaixo de zero”, relatou uma das testemunhas de Jeová no extremo norte, e acrescentou: “Pregar de casa em casa, esta manhã, foi um desafio.”

      Este ministro das testemunhas de Jeová e centenas de milhares de outros semelhantes a ele levam regularmente a mensagem da Bíblia a outros — mesmo no norte gélido. As Testemunhas têm feito esforços especiais de entrar em contato com as pessoas em toda a parte, inclusive com os habitantes de lugares isolados.

      Em 1971, um grupo de testemunhas de Jeová foi às aldeias índias remotas da Província de Manitoba, no Canadá. Sobre as condições que encontraram, observou Donald Anders, membro deste grupo:

      “A temperatura caía amiúde a 40 graus abaixo de zero. O vento pode mesmo cortar a pessoa e congelar-lhe parte do rosto antes de ela saber disso. Às vezes ficava tão frio, que o ar realmente se cristalizava, ficando grosso, impedindo que o avião aterrissasse por causa da pouca visibilidade. Amiúde se formava geada sobre as pálpebras, o nariz e a boca.

      “Em tal frio extremo, é preciso vestir-se corretamente. Tínhamos de usar roupa que impedisse a penetração do vento. Muitas vezes, a única coisa nossa visível eram os nossos olhos e a boca. De outro modo, não era possível sobreviver.”

      “CADA CASA TEM DE SER VISITADA”

      Uma das testemunhas de Jeová no Alasca observou: “Talvez um dos maiores desafios em fazer a pregação das ‘boas novas’ aqui não seja tanto a temperatura abaixo de zero, como as distâncias entre os povoados.” Muitos povoados só podem ser alcançados por barco ou por avião. Não obstante, as testemunhas de Jeová se esforçaram em entrar em contato com as pessoas que moram nestes lugares distantes. O ministro já citado menciona uma técnica empregada para chegar às pessoas em cabanas solitárias das regiões do “mato”:

      “Ao se avistar uma cabana solitária, as Testemunhas no avião fazem um vôo rasante sobre a cabana até que o morador apareça. Na próxima passagem sobre a casa, lança-se para o morador um pequeno pacote com amostras de literatura bíblica e uma carta explicando as verdades bíblicas básicas. Assim, mesmo nestes lugares retirados, as Testemunhas podem ‘aparecer’ com as ‘boas novas’.”

      Um ancião que visita congregações no norte da Noruega descreve os esforços que se fizeram para chegar às pessoas isoladas ali. A congregação de Alta [mais de 320 quilômetros acima do Círculo Ártico] encontrou certo interesse em cinco casas de Garkolobold, que é campo aberto. A fim de chegar lá, primeiro tiveram de viajar por carro 85 quilômetros até o fim da estrada e depois por motoneta para neve mais 35 quilômetros. Muitas vezes ficamos mais tempo com os que vivem longe, estudando diversos capítulos e considerando diferentes perguntas.”

      Mattie Tiainen, ministro viajante das testemunhas de Jeová no extremo norte da Finlândia, fala sobre os esforços das Testemunhas locais para chegar às pessoas isoladas naquela região: “Alguns levam consigo uma bicicleta e esquis no ônibus e viajam mais de 100 quilômetros até as aldeias distantes, fazendo sua pregação no caminho de volta. Os esquis são necessários para trabalhar em estradas secundárias, porque não são limpas de neve.”

      Algumas casas eram inacessíveis no inverno, mas um registro cuidadoso delas era mantido para se voltar no verão. Foi numa casa assim, situada do outro lado dum rio intransponível no inverno, que as testemunhas de Jeová encontraram Kustaa Nurmela e sua família. Este lavrador quieto prontamente aceitou um estudo bíblico. Tornou-se testemunha de Jeová e educou também sua família para servir a Jeová. Quão feliz é o irmão Nurmela que as testemunhas de Jeová não desconsideraram sua casa isolada!

      O irmão Tiainen também fala sobre Kaisa Aho, uma senhora que ficou sabendo das promessas da Bíblia quando uma testemunha de Jeová visitou sua casa isolada:

      “A irmã Aho havia visitado cada casa naquela região. Às vezes seu marido Veikko permitia-lhe viagens de pregação a outras aldeias, algumas delas bastante distantes. No verão, as viagens eram feitas a pé, e no inverno, em esquis. As vezes, esta irmã esquiava de 20 a 30 quilômetros por dia. Uma viagem de vários dias podia ascender a 100 quilômetros.”

      Por que fazia ela tais esforços para alcançar as pessoas? Ela explica: “Cada casa tem de ser visitada, pois foi assim que meu marido e eu fomos achados.”

      ÁVIDOS POR APRENDER A VERDADE BíBLICA

      Muitos nativos do norte gélido são humildes e estão ávidos por aprender a verdade de Deus. Aceitam favoravelmente a idéia de o paraíso ser restabelecido na terra. Mas às vezes são necessários linguagem simples, ilustrações e desenhos para fazer estas pessoas humildes compreender.

      Durante o verão de 1972 e o de 1973, Morris Charland e Bryce Smith, dois ministros de tempo integral de Sept Iles, Quebec, passaram a visitar vinte e sete aldeias na parte nordeste daquela província. Encontraram nestes lugares moradores ávidos de ouvir as “boas novas” do reino de Deus? Eles relatam:

      “Muitos aldeões não se contentavam de ouvir a mensagem apenas uma vez. Seguiam-nos de porta em porta, até que havia uma grande procissão. Uma casa ficou tão apinhada, que eu tive dificuldades de me abaixar para tirar publicação da minha pasta. Deve ter havido pelo menos trinta ajuntados naquela casa para ouvir a mensagem do Reino.”

      Na pequena aldeia de Shaktolik, no Alasca, uma das testemunhas de Jeová chegou-se a um esquimó idoso que estava para partir com seu trenó para buscar sua esposa e seus netos, que estavam pescando a alguns quilômetros de distância. Mas quando soube do objetivo da visita, o homem enviou em vez disso seu filho, dizendo: “Isto é importante demais para eu ir. Queira entrar e contar-me tudo sobre isso.” Logo chegou sua esposa e ela também ficou muito alegre de ouvir as promessas consoladoras da Bíblia. Quando o irmão se levantou para partir, correram para a porta, dizendo: “Não, por favor, não vá. Queremos saber de tudo!“

      Às vezes requer apenas uma visita das testemunhas de Jeová para estimular O interesse do amante da verdade. Em 1972, colocou-se o livro ‘Coisas em Que É Impossível Que Deus Minta’ com um jovem regente dum conjunto de música pop, no norte da Noruega. Depois de ler o livro, este homem visitou o escritório local da Sociedade Torre de Vigia, pedindo mais informações. Recebendo o endereço dum ancião em Bodo, viajou meio dia para se encontrar com ele e obter mais respostas a perguntas, usando um gravador para poder tocar novamente

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