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  • Desejaria estar presente?
    A Sentinela — 1974 | 15 de novembro
    • Desejaria estar presente?

      GOSTARIA de viver num lugar onde não tivesse de lutar com o mundo comercial para ganhar a vida? Um lugar onde estivesse livre da preocupação com o aumento dos preços, a escassez, a falta de emprego ou de rendimentos?

      Gostaria de estar longe da corrução governamental, das desigualdades nos direitos e nas oportunidades, e da falta da administração da justiça?

      Gostaria de poder viver onde não houvesse necessidade de advogados, médicos, hospitais ou cemitérios?

      Talvez responda: ‘Estão falando sobre o céu.’

      Não. Estamos falando sobre a terra. É possível que já tenha desejado tal condição. Já orou: “Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra”! Esta oração não é um pedido de ir para o céu. Ela pede para a terra as condições justas e favoráveis do céu de Deus. — Mat. 6:10.

      É possível tal condição? É e será possível. Quando? Como?

      No futuro muito próximo, pelas próprias mãos de Deus. Certamente, vê que o atual sistema administrado pelos homens é decadente. Evidencia-se, porém, que há também forças invisíveis que exercem enorme influência. A Bíblia identifica estas forças como demônios, espíritos iníquos controlados por um chefe dos demônios, Satanás, o Diabo. Ele está invisivelmente “desencaminhando toda a terra habitada”. — Rev. 12:9; 2 Cor. 4:4.

      Por conseguinte, há uma governança invisível, iníqua, que a Bíblia chama de “céu” e há uma sociedade humana visível, iníqua, chamada de “terra”. Sobre estes, a Bíblia diz profeticamente: “Fugiam a terra e o céu, e não se achou lugar para eles.” (Rev. 20:11) Isto prediz que Deus eliminará o sistema corruto que mantém a humanidade nas garras do medo, da corrução, da guerra, da doença e da morte. — 2 Ped. 3:7, 13.

      UMA TERRA JUSTA

      O “novo céu” de Jesus Cristo e seus 144.000 reis e sacerdotes associados regerá então de modo invisível. (Rev. 21:1; 14:1; 20:4-6) A Sentinela já mencionou em números precedentes as suas qualificações quais governantes e juízes. Mas que dizer da sociedade humana debaixo deles? Ela constituirá uma “nova terra”. A fim de se fazer uma decisão inteligente — de desejar estar presente — é preciso entender seu funcionamento.

      Quem serão os administradores visíveis da justiça na “nova terra”? O Salmo 45 nos informa sobre isso. Dirige-se profeticamente ao herdeiro régio de Davi, o Senhor Jesus Cristo. Após descrever o “casamento” celestial de Jesus Cristo e de sua congregação “noiva”, o salmo diz: “Em lugar de teus antepassados virá a haver teus filhos, os quais designarás para príncipes em toda a terra.” — Sal 45 V. 16.

      Quem são os “príncipes” que ajudarão na execução da justiça na “nova terra”? Alguns deles serão escolhidos dentre os antepassados de Jesus. Embora fossem antepassados de Jesus em sentido carnal, dependerão dele quanto à vida. Estes homens serão ressuscitados dentre os mortos, tornando-se Jesus “Pai” deles, e eles seus “filhos”. Também outros servirão quais “príncipes”, dentre os sobreviventes da destruição deste sistema e dentre os homens fiéis da antiguidade, que não eram antepassados de Jesus.

      O fator principal que habilita estes príncipes é a integridade Jesus Cristo seguira o próprio princípio de Deus na escolha destes homens, conforme declarado em Êxodo 18:21: Devem-se selecionar “homens capazes, tementes a Deus, homens fidedignos, que odeiem o lucro injusto”. Estes príncipes não serão corrutos, assim como muitos governantes atuais. Serão corajosos e protetores do que e direito, iguais aos príncipes descritos em Isaías 32:1, 2:

      “Eis que um rei reinará para a própria justiça; e quanto a príncipes, governarão como príncipes para o próprio juízo. E cada um deles terá de mostrar ser como abrigo contra o vento e como esconderijo contra o temporal, como correntes de água numa terra árida, como a sombra dum pesado rochedo numa terra esgotada.” Todos receberão a justiça, sem consideração de raça, cor ou anterior nacionalidade. Não haverá necessidade de advogados litigiarem em prol dos direitos civis. A justiça não será concedida à base de qualquer condição econômica, social ou étnica.

      Debaixo de tal administração justa, celestial e terrena, eliminar-se-á o egoísmo que impede a produção de alimentos e sua distribuição eqüitativa. A promessa amorosa de Deus será então realidade tangível, agradável: “Jeová dos exércitos há de fazer para todos os povos, neste monte [régio], um banquete . . . de pratos bem azeitados, cheios de tutano, de vinhos guardados com a borra, filtrados. . . . Ele realmente tragará a morte para sempre.” — Isa. 25:6-8.

      O JULGAMENTO DE MIL ANOS

      Os príncipes operarão sob Jesus Cristo e seus 144.000 juízes celestiais, associados. Terão mil anos para ajudar a raça humana a aprender a obediência às leis de Deus e a alcançar a vida. Com vida exuberante e revigorante, não haverá doença que exija médicos e hospitais, necessários agora para aliviar até certo ponto o terrível sofrimento que ela causa. Deus deu ao apóstolo João uma visão que fornece um bom quadro deste dia de julgamento. João escreveu:

      “E eu vi os mortos, os grandes e os pequenos, em pé diante do trono, e abriram-se rolos. Mas outro rolo foi aberto; é o rolo da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas escritas nos rolos, segundo as suas ações. E o mar entregou os mortos neles, e a morte e o Hades entregaram os mortos neles, e foram julgados individualmente segundo as suas ações.” — Rev. 20:12, 13.

      Esta visão retrata nitidamente a ressurreição dos mortos, quer dum túmulo terreno, quer dum aquoso — todos eles remidos, para os quais Deus aceita o sacrifício propiciatório de Cristo. Estes constituirão a maioria da humanidade que já viveu.

      Além dos ressuscitados, haverá os sobreviventes da “grande tribulação” que destruirá este sistema iníquo, terreno, de coisas. (Mat. 24:21; Rev. 7:9-17) Eles precisarão da ajuda dos juízes e

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    A Sentinela — 1974 | 15 de novembro
    • Empenhou-se pelo “prêmio da chamada para cima” e ganhou!

      Em 30 de julho de 1974, à idade de 88 anos, Thomas James Sullivan encerrou sua carreira terrestre. Ele nasceu em 14 de maio de 1888, no Condado de Kerry, na Irlanda. Foi batizado em março de 1916, e em 1924 ele e sua esposa Evelyn entraram no serviço de tempo integral no Betel de Brooklyn, Nova Iorque. Seus amigos íntimos chamavam-no afetuosamente de “Bud”, e, como Superintendente de Evangelistas, ficou por muitos anos encarregado do Departamento de Serviço da Sociedade Torre de Vigia (dos E. U. A.). Neste cargo, visitava regularmente os seus irmãos cristãos encarcerados nos Estados Unidos por causa de sua neutralidade, durante a Segunda Guerra Mundial e depois. Em 31 de outubro de 1932, tornou-se membro da diretoria da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados de Pensilvânia; era também um dos onze membros do corpo governante das testemunhas de Jeová. Quando faleceu na Fazenda da Torre de Vigia ali, onde havia passado os últimos onze meses, podia dizer assim como o apóstolo Paulo: “Tenho travado a luta excelente, tenho corrido até o fim da carreira, tenho observado a fé.” — 2 Tim. 4:7; Fil. 3:14.

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