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  • Regência justa para toda a Terra
    A Sentinela — 1969 | 1.° de setembro
    • Regência justa para toda a Terra

      QUÃO necessitada está a humanidade de uma regência justa sobre toda a terra! Todos terão de concordar que este planeta não é hoje nenhum paraíso. Milhões de pessoas sofrem diariamente de pobreza e fome. Cidades feias tiram da terra muito de sua beleza natural e envenenam o ar e a água em volta delas. Mais e mais cidades tornam-se selvas do crime, onde as pessoas têm medo de sair de casa à noite.

      Quão diferente é isto do propósito original de Deus para com o homem! Mas, quão bom é saber-se que Deus não abandonou seu propósito! Pois ele nos assegura: “A minha palavra que sai da minha boca. Não voltará a mim sem resultados.” (Isa. 55:11; veja também Gênesis 2:8, 15; 1:28.) Ele ainda transformará esta terra num glorioso paraíso.

      Jeová acabará em breve com todo o atual sistema iníquo. Se obtiver agora a aprovação de Deus, poderá ter o privilégio de sobreviver para o novo sistema de Deus. Que significará isso para a sua pessoa

      UMA ADMINISTRAÇÃO JUSTA

      O que a humanidade mais tem necessitado, durante quase seis mil anos, era ficar restabelecida na plena harmonia com Jeová Deus, seu Criador. (2 Cor. 5:20) Para restabelecer a justiça neste planeta, o próprio Jeová proveu “uma administração no pleno limite dos tempos designados”. Esta administração ou regência vem por meio do reino de Cristo. A evidência da Bíblia revela que o Reino já está empossado nos céus e em breve assumirá pleno controle sobre os negócios da terra. Qual será o seu objetivo principal ao fazer isso?

      A Bíblia responde: “Ajuntar novamente todas as coisas no Cristo, as coisas nos céus e as coisas na terra.” (Efé. 1:9, 10) Esta administração é o meio usado por Deus para trazer todos os viventes na terra à plena harmonia com a sua regência celestial. É em prol disso que oramos ao dizer: “Venha o teu reino. Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra.” — Mat. 6:10.

      Que significará isso para as relações humanas? Pessoas de todas as raças e nacionalidades, unidas na adoração pura de seu Pai celestial, viverão juntas como uma só família de irmãos e de irmãs! (Atos 10:34, 35; 17:26) Quando o reino de Deus, por meio de Seu “Príncipe da Paz”, reger o globo inteiro, a terra não mais ficará dividida politicamente. Não haverá nacionalismo orgulhoso para criar ódio, conflito e derramamento de sangue. — Isa. 9:6, 7.

      Isto significará, pois, que cessarão as guerras e as lutas. Quando Deus der cabo do atual sistema iníquo, até mesmo as armas mortíferas de guerra serão destruídas para sempre. A Bíblia diz: “Ele faz cessar as guerras até a extremidade da terra. Destroça o arco e retalha a lança; as carroças ele queima no fogo.” (Sal. 46:8, 9; Eze. 39:9, 10) Portanto, não haverá mais listas de baixas nos jornais, nem viúvas ou órfãos de guerra, nem casas e cidades em ruínas por causa de bombardeios. Que bênção isto será para a humanidade!

      Jesus Cristo administrará os assuntos da terra, desde o seu trono celestial, dum modo que trará benefícios duradouros. Quão maravilhosamente ele já demonstrou as suas qualificações, depondo até mesmo a sua própria vida a favor dos que serão seus súditos! Além disso, o registro bíblico mostra que nada — nem tentações, nem pressões, nem vitupério e nem mesmo a própria morte — puderam desviar Jesus de fazer o que era direito. Podemos assim ter a certeza de que, sob a sua regência, não haverá opressão, nem injustiça, nem corrupção. — Isa. 11:2-5.

      Não gostaria de ter, também, um regente que sempre fala a verdade? Jesus é esta espécie de pessoa. (João 1:14; 18:37) E quem não se sentiria atraído a alguém que mostra cordialidade genuína e interesse sincero nos outros? Quando Jesus andou viajando para proclamar as boas novas, a Bíblia nos diz que ele, “vendo as multidões, sentia compaixão delas, porque andavam esfoladas e empurradas dum lado para outro como ovelhas sem pastor”. (Mat. 9:35, 36) Usou livremente o poder que Deus lhe dera para curar os doentes, tanto de modo físico como de modo espiritual. Embora tivesse sido maravilhoso viver no tempo do ministério terrestre de Jesus, será muito mais maravilhoso viver na terra quando ele usar este poder a favor de toda a humanidade.

      Com Jesus estarão associados no seu reino celestial 144.000 reis e sacerdotes tirados dentre a humanidade e aperfeiçoados por Deus. (Rev. 5:10) Estes também são pessoas que provaram seu amor à justiça até à morte. — Rev. 14:1, 4, 5; 2:10.

      Mas, terá este governo celestial quaisquer representantes visíveis? Sim! Ora, até mesmo agora a administração celestial designa homens fiéis como seus representantes na congregação cristã, fazendo-o por meio do espírito santo de Deus. (Isa. 32:1, 2; Atos 20:28) Por isso podemos ter a certeza de que Cristo cuidará de que os homens certos na terra sejam designados para representar o governo do Reino, pois intervirá então diretamente nos assuntos da terra.

      Visto que tais homens representam o Rei num sentido especial, a Bíblia os chama de “príncipes”. E o Salmo 45, que é uma profecia a respeito de Jesus Cristo, mostra que alguns destes homens são tirados dentre os antepassados terrestres de Jesus. Estes serão ressuscitados e designados “príncipes em toda a terra”. (Sal. 45:16) Quer sejam tirados dentre os servos de Deus dos tempos antigos, quer dentre os que agora servem o Rei, todos terão provado sua lealdade a Deus e seu amor ao próximo. Serão também guiados pelo mesmo espírito de Deus que motiva seu Rei celestial.

      Nem raça, nem cor, nem lugar de nascimento terão qualquer influência sobre o modo em que estes representantes principescos aplicarão as leis justas de Deus. (Deu. 10:17; Rom. 2:11) Seguindo o exemplo de seu Rei, os “príncipes” servirão humilde e prestimosamente, trazendo reanimação ao seu próximo. No entanto, usarão de firmeza em manter a justiça de Deus. — Mat. 11:29; 20:25-28.

      Quando a terra tiver sido limpa de todos os malfeitores, nunca mais se permitirá que o crime se arraigue. (Sal. 37:9-11) Nunca mais haverá necessidade de policiais, prisões, algemas, alarmes contra ladrões, cofres, fechaduras e chaves. Sob a regência justa do Reino, saberá que quem bate à sua porta é amigo. Haverá completa ausência do medo de qualquer dano. Nunca mais se terá medo de andar à noite pelo parque para contemplar a obra estrelada do Criador. Assim como se dá hoje com a congregação de Deus em sentido espiritual, assim será então de modo literal, que “morarão realmente em segurança, sem que alguém as faça tremer”. — Eze. 34:28.

      Mas, que dizer da doença e da morte? Serão também removidas? Examinemos a resposta bíblica.

  • Como Deus livrará a humanidade da doença e da morte
    A Sentinela — 1969 | 1.° de setembro
    • Como Deus livrará a humanidade da doença e da morte

      O PROGRAMA inicial do Reino abrangerá um período de mil anos. Durante este tempo, Jesus Cristo e os membros de seu governo celestial não só servirão como reis, mas também como sacerdotes de Deus a favor de todos os seus súditos humanos. (Rev. 20:6) Por quê?

      Porque todas as pessoas na terra precisarão ser libertas “da escravização à corrupção”, a fim de ter “a liberdade gloriosa dos filhos de Deus”. (Rom. 8:21) Mesmo depois de os iníquos terem sido destruídos, os sobreviventes terrestres ainda serão imperfeitos devido ao pecado herdado de Adão. Os desejos errados de sua carne imperfeita ainda batalharão contra os desejos corretos da mente e do coração. (Rom. 7:21-23) Portanto, para que sejam aceitos plenamente na família dos filhos de Deus, precisam primeiro dos serviços dos sacerdotes celestiais de Deus. O que farão estes?

      Eles terão um poder que até agora tem faltado a todos os governos humanos: o poder de purificar as pessoas do pecado e da imperfeição. O sacerdócio celestial de Deus está investido deste poder mediante o sacrifício resgatador de Jesus. O Filho de Deus e seus sacerdotes associados aplicarão então os benefícios do sacrifício de Jesus diretamente a todos os obedientes. (João 1:29; 1 João 2:2) Esta provisão é representada na Bíblia pelo simbólico “rio de água da vida”, que mana do “trono de Deus e do Cordeiro”, e pelas “folhas das árvores . . . para a cura das nações”. — Rev. 22:1, 2.

      Por fazerem contínuo progresso em justiça e com a ajuda do sacerdócio celestial, os súditos do reino, então, ficarão progressivamente mais jovens e mais fortes, até que atinjam a saúde perfeita da mente e do corpo. Serão completamente libertos da escravidão ao pecado e à morte herdados de Adão. Naquele tempo se cumprirão as palavras de Jesus a Marta: “Todo aquele que vive e exerce fé em mim, nunca jamais morrerá. Crês isso?” — João 11:26.

      Sim, deste modo Deus “enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, não haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram. (Rev. 21:4) Quão maravilhoso será usufruir saúde perfeita! Assim como o Filho de Deus curou os leprosos e sarou os aleijados e os cegos, enquanto na terra, assim sua regência justa acabará com toda doença e sofrimento. (Mar. 1:40-42; João 5:5-9; Mat. 9:35) Terá desaparecido a necessidade de hospitais e do seguro de saúde! Não havendo mais doença nem morte, terá desaparecido a causa mundial para lágrimas. (1 Cor. 15:25, 26) Quão maravilhoso será usufruir pleno livramento do pecado e poder estar perfeitamente à altura das normas justas de Deus, na linguagem, no pensamento e na conduta!

      ACOLHENDO PESSOAS RETORNADAS DA MORTE

      Há também a perspectiva feliz de que os seus entes queridos falecidos possam usufruir as bênçãos da regência justa do Filho de Deus sobre a terra. Jesus revelou a esperança de inúmeros milhões que morreram, dizendo: “Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos túmulos memoriais ouvirão a sua voz e sairão.” (João 5:28, 29) Que ocasião de alegria emocionante, quando as primeiras notícias derem volta à terra: “Os mortos estão sendo ressuscitados!”

      Podemos ter plena confiança de que isso se tornará realidade. Lembre-se de que Jesus, enquanto estava na terra, não só curou os doentes e aleijados; mas também trouxe pessoas mortas de volta à vida. (Mat. 11:2-6) Isto demonstrou o maravilhoso poder de Deus, de ressuscitar os mortos, poder que ele concedeu a Jesus Cristo.

      Talvez se lembre da ocasião em que Jesus chegou à casa dum homem cuja filha de doze anos havia morrido. Dirigindo-se à menina falecida, Jesus disse: “Donzela, digo-te: Levanta-te!” Qual foi o resultado? A Bíblia nos conta: “A donzela levantou-se imediatamente e começou a andar.” Como reagiram seus pais e os outros observadores diante deste milagre? “Eles ficaram logo fora de si com grande êxtase.” Quase não podiam conter a sua felicidade. — Mar. 5:35, 38-42; veja também João 11:38-44; Luc. 7:11-16.

      Quando se restaurar o paraíso na terra, Jesus usará novamente seu poder para ressuscitar os mortos, Pois a Bíblia nos assegura que “há de haver uma ressurreição tanto de justos como de injustos”. (Atos 24:15) Que alegria haverá em toda a terra quando grupo após grupo de mortos voltarem à vida! Imagine que reunião feliz com os parentes amados haverá então! Em vez de colunas obituárias nos jornais, que trazem tristeza, poderá haver anúncios a respeito dos recém-ressuscitados, para alegrar os seus entes queridos.

      Morreram muitos milhões de pessoas, mas isto não constitui problema para Deus. Ele se pode lembrar de todas elas. Ora, a Bíblia nos diz que Deus “está contando o número das estrelas; a todas elas chama pelos seus nomes”. (Sal. 147:4) Considere o que isto significa.

      Diz-se que há centenas de milhões de galáxias, cada galáxia contendo centenas de milhões de estrelas individuais, e ainda assim Deus conhece cada estrela por nome. O número de todos os humanos que já viveram é pequeno em comparação com isso. Por isso não será difícil para Deus lembrar-se de todos os que morreram e que vêm a estar sob a provisão do resgate de Cristo. (Mat. 19:26) Serão restaurados à vida aqui mesmo na terra. Que privilégio emocionante, estar presente para acolher os que estiveram mortos!

      Serão eles as mesmas pessoas ao voltarem? Será que os conheceremos? Sim! Até mesmo o homem pode preservar indefinidamente imagens e vozes em fita magnética, para uso posterior na televisão. Deus pode fazer muito mais do que isso. No tempo da ressurreição, pode prover a cada um deles um corpo adequado, assim como fez quando criou o primeiro homem, e depois regravar no cérebro a memória exata de tudo o que a pessoa aprendeu e pelo que passou na sua vida anterior. Assim, na ressurreição, a pessoa sairá com a mesma personalidade que teve por ocasião da morte, assim como o ressuscitado Jesus reteve a sua própria personalidade. (Heb. 13:8) Reconheceremos os que conhecíamos antes. Que perspectiva maravilhosa! — Jó 14:13-15.

      O apóstolo João recebeu uma visão destes eventos emocionantes que ocorrerão durante o reinado de Cristo, e ela é encontrada no livro de Revelação. Sua visão mostra que a morte e o Hades (a sepultura comum da humanidade) terão de ‘entregar os mortos neles’. Ninguém ficará neles. Então terá desaparecido para sempre a morte devida ao pecado herdado. “Ele realmente tragará a morte para sempre”, promete a Bíblia, “e o Senhor Jeová certamente enxugará as lágrimas de todas as faces”. (Rev. 20:13, 14; Isa. 25:8) Não mais haverá agências funerárias e lápides tumulares. Não haverá mais cemitérios.

      Os ressuscitados à vida na terra sairão para terem a oportunidade de obter a vida eterna. Será para eles um tempo de instrução. Abrir-se-ão “rolos” com instruções de Deus, e terão de seguir estas para transformar a sua mente em harmonia com a vontade de Deus. Serão “julgados individualmente segundo as suas ações, isto é, suas ações depois de terem sido ressuscitados e de terem aprendido o conteúdo dos “rolos”. (Rev. 20:11-13) Por aceitarem a instrução provida, mesmo os que antes eram tão perigosos como animais selvagens mudarão seu modo de proceder, assim como já fizeram muitos dos que vieram a associar-se com a congregação cristã. — Isa. 11:9; 26:9; 35:8, 9.

  • A Terra torna-se paraíso
    A Sentinela — 1969 | 1.° de setembro
    • A Terra torna-se paraíso

      QUÃO deleitoso será viver entre pessoas pacíficas, de disposição bondosa, agradável! Esta condição maravilhosa de paz, em toda a parte, será o resultado da aplicação dos princípios justos de Deus. Mas, ao passo que se faz progresso na justiça, os habitantes terrestres do novo sistema de Deus obterão também bênçãos materiais.

      Cumprir-se-ão literalmente as palavras proféticas de Isaías 25:6: “E Jeová dos exércitos há de fazer para todos os povos, neste monte, um banquete de pratos bem azeitados.” Ninguém jamais conhecerá a dor persistente e a fraqueza da fome. Mas, como proverá Deus este banquete?

      Quando os israelitas eram o povo escolhido de Deus, a Sua bênção trouxe-lhes grande prosperidade. Sua terra produziu boas colheitas de cereais. Seus pomares produziram frutos excelentes. Jeová abriu-lhes seu “bom depósito, os céus, para dar chuva à [sua] terra na sua estação”. (Deu. 28:12; veja também o versículo 8.) Bênçãos similares abundarão em medida mais plena sob a regência do reino de Cristo. — Sal. 67:6, 7.

      Os súditos terrestres do Reino cumprirão a ordem que Adão e Eva nunca cumpriram. ‘Sujeitarão’ a terra, transformando o globo inteiro num paraíso, semelhante ao original jardim do Éden. Foi com respeito a tal perspectiva, e tendo em vista a esperança da ressurreição, que Jesus disse ao malfeitor compassivo que foi executado junto com ele: “Deveras, eu te digo hoje: Estarás comigo no Paraíso.” — Luc. 23:39-43.

      A terra inteira irradiará então felicidade. Será como se seus prados e suas montanhas, suas árvores e flores, seus rios e mares se alegrassem todos diante da regência justa de Jeová. (Sal. 96:11-13; 98:7-9) O ar fresco não mais será contaminado. Cada rio e riacho cintilará com a sua água fresca, pura. Não mais se arruinará a terra.

      Toda a terra — suas florestas, seus campos, suas montanhas — será um belo parque, animado com uma variedade colorida de animais e aves. Estes, também, estarão sujeitos ao controle sábio do Filho de Jeová. E, nesta “vindoura terra habitada”, ele os conduzirá todos à sujeição inofensiva aos homens. — Heb. 2:5-8; Sal. 8:4-8.

      UMA PROVA FINAL DETERMINA O MERECIMENTO DA VIDA ETERNA

      O reino de Deus, por Cristo, regerá por toda a eternidade. No entanto, até o fim dos primeiros mil anos terá realizado um propósito específico para com a terra. Terá removido todos os sinais da injustiça. Toda a humanidade na terra estará como criaturas perfeitas diante do trono do Juiz Supremo, Jeová Deus. Serão em todos os sentidos iguais aos primeiros humanos perfeitos no Éden. (1 Cor. 15:24) Mostrar-se-ão dignos de que Deus lhes conceda o direito à vida eterna?

      Em primeiro lugar, será correto que os súditos do Reino sejam submetidos a uma prova de sua devoção à regência justa de Deus. Jeová lhes dará a oportunidade de mostrar sua lealdade. Como? Por soltar Satanás e seus demônios da sua condição de restrição no “abismo”. (Rev. 20:7) Por meio desta prova, cada membro da família terrestre de Deus poderá ter individualmente o privilégio de fornecer uma resposta pessoal ao desafio lançado por Satanás contra seu Pai celestial.

      Os que se mantiverem leais a Deus serão julgados dignos da vida eterna. Jeová lhes dará este direito, escrevendo seus nomes no seu “livro da vida”. Todos os que se voltarem em rebeldia contra Deus serão destruídos na “segunda morte”. Satanás, o Diabo, junto com seus demônios, será então destruído para sempre. (Rev. 20:7-10, 15) Nunca mais será a terra, ou qualquer outra parte do vasto universo de Deus, perturbada novamente pelo pecado e pela rebelião. A terra, transformada num paraíso em que prevalece a justiça, servirá para todo o sempre como jóia de louvor para o nome de Jeová.

      Aprofunda-lhe o propósito de Deus para com uma regência justa sobre uma terra paradisíaca o seu respeito pela Sua justiça? Aumenta-lhe o apreço que tem de Sua sabedoria? Sente-se movido a expressar-lhe seu amor? Em caso afirmativo, deverá fazer tudo o que puder para servi-lo agora de todo o coração. Participe em falar a outros sobre o nome e o propósito de Jeová. (Sal. 89:14-16; 1 João 4:19) Viva agora segundo os princípios justos de Deus e prepare-se assim para a vida eterna na terra paradisíaca sob a regência justa do Reino.

      Ele certamente fará julgamento entre muitos povos e resolverá as questões com respeito a poderosas nações longínquas. E terão de forjar das suas espadas relhas de arado, e das suas lanças, podadeiras. Não levantarão espada, nação contra nação, nem aprenderão mais a guerra. E realmente sentar-se-ão, cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os faça tremer; porque a própria boca de Jeová dos exércitos falou isso. — Miq. 4:3, 4.

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