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Preocupação pela sobrevivência do homem para a pazA Sentinela — 1960 | 1.° de maio
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12. Que podiam declarar honestamente naquela Resolução, e por quê?
12 Tanto durante a Primeira Guerra Mundial como desde então, as testemunhas de Jeová não tomaram parte na luta “contra carne e sangue”, com armas mortíferas. (Efésios 6:12; 2 Coríntios 10:3, 4) Por isso podiam dizer honestamente na Resolução da Assembléia Internacional: “Que, falando-se figuradamente, já transformamos nossas espadas em relhas de arado e nossas lanças em podadeiras, e que, embora sejamos de muitas nacionalidades, não levantaremos espada uns contra os outros, porque somos irmãos cristãos e membros da uma só família de Deus, nem aprenderemos mais a guerrear uns contra os outros, mas que andaremos em paz, união e amor fraternal nas veredas de Deus.”
13. Quando, portanto, se cumpre Isaías 2:2-4, e por que há virtude ou mérito no seu cumprimento neste tempo?
13 É notável, então, que não espera o cumprimento depois da guerra do Armagedon, mas se cumpre agora a profecia de Isaías, de que os adoradores de Jeová de uma nacionalidade não levantariam espada contra Seus adoradores de outra nacionalidade e que não aprenderiam mais a guerra. É agora que Jeová fala paz para seu povo, instruindo-o a andar nas Suas veredas. É agora que andam nas Suas veredas, obedecendo à Sua lei procedente da Sião celestial apegando-se aos Seus juízos e aceitando os assuntos do modo como ele os endireita. É agora, durante a maior corrida armamentista da história humana, que aprendem a arte da verdadeira paz cristã e a obedecer ao Príncipe da Paz de Jeová, agora quando todos têm a liberdade de escolher isso, agora quando há mérito e virtude em fazer isso, sem qualquer compulsão.
14, 15. (a) Que beatitude do Sermão do Monte usufruem eles, e por que não temem o Armagedon? (b) Como fará Jeová aquilo em que as conferências de desarmamento fracassaram, e quem o verá fazer isso?
14 Dão valor agora à beatitude apresentada no Sermão do Monte de Jesus: “Felizes são os pacíficos, porque serão chamados ‘filhos de Deus’.’ (Mateus 5:9, NM) Conhecem agora a felicidade dos “filhos de Deus”; porque estão em paz com Deus e com o reino de seu querido Filho. Por isso não temem a batalha do Armagedon, embora constitua o maior perigo que já existiu para todas as nações. Sabem que Jeová Deus continuará no Armagedon a anunciar a paz, por meio de seu grande Pastor-Rei, a todas as pessoas semelhantes a ovelhas, dentre todas as nações. Ele os defenderá e preservará, ao passo que falará de guerra de aniquilamento a todos aqueles na terra que não pedirem agora a paz a Ele e a seu Rei. Pela destruição daqueles hostis, Jeová Deus fará o que as conferências internacionais sobre desarmamento não conseguiram fazer: eliminar a guerra internacional da terra ensangüentada. Os felizes pacíficos, que são “filhos de Deus”, mostrar-se-ão aqueles a quem se dirige o Salmo 46:8-11. (NM):
15 “Vinde vós, contemplai as atividades de Jeová, como ele causou eventos assombrosos na terra. Ele faz cessar a guerra até a extremidade da terra. Quebra em pedaços, o arco e corta em pedaços a lança; os carros ele queima com fogo. ‘Rendei-vos e sabei que eu sou Deus. Eu serei exaltado entre as nações, eu serei exaltado na terra: Jeová dos exércitos está conosco; o Deus de Jacó é para nós um alto seguro.”
16. Por que não precisam intervir na guerra do Armagedon?
16 Os sobreviventes desta “guerra do grande dia do Deus Todo-poderoso” verão de fato as atividades de Jeová causando eventos assombrosos na terra, eliminando, todos os perturbadores da paz. Estes prospectivos sobreviventes já têm um compromisso de paz e amizade com Deus e não terão de tomar parte na guerra universal do Armagedon. Seu proceder foi-lhes ditado nas palavras proféticas: “Não tenhais medo, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois não é vossa a peleja, mas sim de Deus.” Por esta razão não se precisam armar nem precisam treinar para aquela guerra do Armagedon. — 2 Crônicas 20:15.
17. (a) Depois do Armagedon, sobre quem começará o reino milenário? (b) Como confirma Isaías a paz duradoura que haverá então?
17 Quando o Armagedon terminar, começará o reino milenário do Príncipe da Paz sobre um povo leal e pacífico na terra, salvo dentre todas as nações presentes. Seu domínio será de mar a mar, e do rio até as extremidades da terra; por isso abrangerá toda a terra. Acerca do seu reino acha-se registrada a oração profética: “Os montes trarão paz ao povo e os outeiros justiça. Nos seus dias florescerá o justo, e abundância de paz haverá enquanto durar a lua.” (Salmo 72:3, 7, Al) O profeta Isaías confirma esta paz duradoura sob o governo Daquele cujo nome é Príncipe da Paz; dizendo: “Do aumento do seu governo e da paz não haverá fim.” (Isaías 9:6, 7) Como Porta-voz de Deus, ele falará paz a todas as nações, aos seus súditos sobreviventes dentre todas as nações.
18. Como se cumprirá a profecia histórica do arco-íris dada depois do Dilúvio, e em que será transformada a terra?
18 Há milhares de anos apareceu a Noé e sua família um símbolo do propósito pacífico de Deus, um arco-íris, depois que o mundo antigo dos ímpios fora destruído pelo dilúvio global. Em cumprimento desta profecia histórica, paz igual a um luminoso arco-íris estender-se-á sobre a terra toda e sobre os seus habitantes, depois que a tempestade do Armagedon destruir este presente sistema de coisas, dilacerado pelas guerras, e purificar a terra para o novo sistema de coisas pacífico e justo. Os que viverem então na terra debaixo do regime de Cristo construirão confiantemente, sem temer que aquilo que edificam seja destruído ou tomado por invasores armados, ou que os seus campos produtivos sejam invadidos e arruinados por tropas em manobra ou por pesadas máquinas de destruição. Edificarão e plantarão na segurança estimulante de que ocuparão, colherão e usufruirão os produtos dos seus labores. Os arruinadores da terra terão sido aniquilados e a terra será convertida num perfeito lar paradísico, pela bênção de Deus por meio de seu Rei.
19. Como será estabelecida a paz entre homens e animais, e como poderão todos usufruir “na terra paz” como “homens de boa vontade” de Deus?
19 Neste paraíso terrestre, todos os animais serão amansados pelo poder de Deus e estarão em paz com o homem, o qual exercerá sobre eles o domínio dado por Deus. “E um menino pequenino os conduzirá.” (Isaías 11:6) A humanidade obediente chegará a ter perfeita saúde, e a perfeição corporal fará que todos sejam criaturas belas, feitas à imagem de Deus, segundo a Sua semelhança. Além disso, todos os que dormem nos túmulos memoriais serão despertados pela voz do Rei e sairão pela ressurreição para as oportunidades de vida eterna em perfeição na terra, debaixo do seu domínio como Pai Eterno. A estes ele anunciará a paz. Todos os habitantes da terra podem usufruir “na terra paz” como “homens de boa vontade”, homens a quem o Deus de paz aprova e a quem ele fala paz, se adorarem para sempre a Jeová Deus e obedecerem ao seu Salvador e Rei, para a glória de Deus nas alturas.
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Resolvendo problemas entre irmãosA Sentinela — 1960 | 1.° de maio
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Resolvendo problemas entre irmãos
● Há alguém na congregação cristã com quem se desentende já por muito tempo? Aplicou a isso o princípio cristão ou segue ainda o proceder do velho mundo — falando a outros sobre isso em vez de ir diretamente àquele que o ofendeu? O princípio cristão foi declarado por Jesus em Mateus 18:15 (NM): “Além disso, se teu irmão cometer um pecado, vai e expõe-lhe a falta entre ti e ele só. Se te ouvir, ganhaste a teu irmão.” Se o problema não é bastante importante para ser decidido desta maneira correta, então por que o mantém ainda na mente, permitindo que o separe de seu irmão?
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