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  • Revivificadas as duas testemunhas
    Revelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!
    • emocionou os congressistas com o seu discurso “Anunciando o Reino”, baseado em Revelação 15:2 e Isaías 52:7. Os da classe de João começaram novamente a “profetizar”, ou a pregar publicamente. Adquiriram cada vez mais força, expondo destemidamente a hipocrisia da cristandade.

      25. (a) Quando se disse às duas testemunhas: “Subi para cá”, e como se deu isso? (b) Que efeito chocante o restabelecimento das duas testemunhas teve sobre a grande cidade?

      25 A cristandade tentou vez após vez repetir seu triunfo de 1918. Ela recorreu à ação de turbas, a manobras jurídicas, a encarceramentos, e mesmo a execuções — tudo inútil! Depois de 1919, o domínio espiritual das duas testemunhas estava fora do seu alcance. Naquele ano, Jeová dissera-lhes: “Subi para cá”, e elas ascenderam para uma condição espiritual elevada, em que seus inimigos podiam vê-las, mas não podiam tocá-las. João descreve o efeito chocante que seu restabelecimento teve sobre a grande cidade: “E naquela hora houve um grande terremoto, e caiu um décimo da cidade; e sete mil pessoas foram mortas pelo terremoto, e os demais ficaram amedrontados e deram glória ao Deus do céu.” (Revelação 11:13) Ocorreram deveras grandes convulsões no domínio da religião. O chão parecia mover-se debaixo dos líderes das igrejas tradicionais, quando este corpo de cristãos revivificados começou a trabalhar. Um décimo da cidade deles, figurativamente 7.000 pessoas, ficaram tão profundamente afetadas que se fala delas como sendo mortas.

      26. Quem é representado pelo “décimo da cidade” e pelos “sete mil” de Revelação 11:13? Queira explicar isso.

      26 Esta expressão, “um décimo da cidade”, lembra-nos que Isaías profetizou sobre a antiga Jerusalém, que um décimo sobreviveria à destruição da cidade como descendência santa. (Isaías 6:13) De modo similar, o número 7.000 nos lembra que, quando Elias achava que só ele permanecera fiel em Israel, Jeová lhe disse que, de fato, havia ainda 7.000 que não se dobraram diante de Baal. (1 Reis 19:14, 18) No primeiro século, o apóstolo Paulo disse que esses 7.000 retratavam o restante dos judeus que havia aceitado as boas novas sobre o Cristo. (Romanos 11:1-5) Esses textos ajudam-nos a entender que os “sete mil” e o “décimo da cidade”, em Revelação 11:13, são aqueles que acolhem as duas testemunhas restabelecidas e abandonam a pecaminosa grande cidade. Eles como que morrem para com a cristandade. Os nomes deles são retirados do rol dos membros dela. Para ela, não existem mais.d

      27, 28. (a) Como é que ‘os demais deram glória ao Deus do céu’? (b) O que os clérigos da cristandade se viram obrigados a reconhecer?

      27 Mas como é que ‘os demais [da cristandade] deram glória ao Deus do céu’? Certamente não por abandonarem sua religião apóstata e se tornarem servos de Deus. Antes, era como explicado na obra Estudos das Palavras no Novo Testamento, de Vincent, em inglês, ao considerar a expressão “deram glória ao Deus do céu”. Declara-se ali: “A frase não significa conversão, nem arrependimento, nem agradecimento, mas reconhecimento, que é seu sentido usual nas escrituras. Veja Jos. vii. 19 (Sept.). João ix. 24; Atos xii. 23; Rom. iv. 20.” Para o seu vexame, a cristandade tinha de reconhecer que o Deus dos Estudantes da Bíblia havia realizado um grande ato ao restabelecê-los na atividade cristã.

      28 Pode ser que os clérigos tenham feito este reconhecimento apenas na mente, ou para si mesmos. Certamente, nenhum deles tornou público que reconhecia o Deus das duas testemunhas. Mas a profecia de Jeová, por meio de João, ajuda-nos a discernir o que tinham no coração e a perceber o humilhante choque que eles levaram em 1919. Daquele ano em diante, ao passo que os “sete mil” abandonaram a cristandade, apesar dos esforços determinados dela de reter suas ovelhas, os clérigos se viram obrigados a reconhecer que o Deus da classe de João era mais forte do que o deus deles. Em anos posteriores, eles iam perceber isso ainda mais claramente, ao passo que muitos mais do seu rebanho partiriam, repetindo as palavras das pessoas na ocasião em que Elias triunfou sobre os religiosos fanáticos de Baal no monte Carmelo: “Jeová é o verdadeiro Deus! Jeová é o verdadeiro Deus!” — 1 Reis 18:39.

      29. O que João diz sobre o que há de vir depressa, e que abalo adicional aguarda a cristandade?

      29 Mas ouça! João diz: “O segundo ai já passou. Eis que o terceiro ai vem depressa.” (Revelação 11:14) Se a cristandade ficou abalada com o que aconteceu até agora, o que fará quando se anunciar o terceiro ai, quando o sétimo anjo tocar a sua trombeta e o segredo sagrado de Deus for finalmente levado a término? — Revelação 10:7.

  • O segredo sagrado de Deus — seu glorioso clímax!
    Revelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!
    • Capítulo 26

      O segredo sagrado de Deus — seu glorioso clímax!

      1. (a) Como João nos informa que o segredo sagrado é levado a término? (b) Por que as hostes angélicas falam alto?

      LEMBRA-SE da declaração juramentada do anjo forte, registrada em Revelação 10:1, 6, 7? Ele declarara: “Não haverá mais demora; mas nos dias do toque do sétimo anjo, quando estiver para tocar a sua trombeta, então, deveras, terá sido levado a término o segredo sagrado de Deus, segundo as boas novas que ele declarou aos seus próprios escravos, os profetas.” Chegou o tempo devido de Jeová para o toque desta última trombeta! Como, então, é o segredo sagrado levado a término? João tem realmente muito prazer em nos informar! Ele escreve: “E o sétimo anjo tocou a sua trombeta. E houve vozes altas no céu, dizendo: ‘O reino do mundo tornou-se o reino de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.’” (Revelação 11:15) Essas hostes angélicas têm motivos para falar alto, até mesmo em tons trovejantes! Porque esse anúncio histórico é de importância universal. É de interesse vital para toda a criação vivente.

      2. Quando e com que evento é o segredo sagrado levado a um término triunfante?

      2 O segredo sagrado chega ao seu clímax feliz! É levado gloriosa e magnificamente a um término triunfante em 1914, quando o Senhor Jeová entroniza seu Cristo como Rei associado. Agindo por seu Pai, Jesus Cristo assume ativamente o governo no meio do mundo inimigo da humanidade. Como o Descendente prometido, recebe o poder do Reino, a fim de reduzir a nada a Serpente e sua prole, e para restabelecer a paz paradísica nesta Terra. (Gênesis 3:15; Salmo 72:1, 7) Jesus, como Rei messiânico, cumprirá assim a Palavra de Jeová e vindicará seu Pai, o “Rei da eternidade”, que tem de governar como Soberano Senhor “para todo o sempre”. — 1 Timóteo 1:17.

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