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  • A sobrevivência miraculosa da vida na terra

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  • A sobrevivência miraculosa da vida na terra
  • Despertai! — 1974
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Despertai! — 1974
g74 8/1 pp. 5-8

A sobrevivência miraculosa da vida na terra

NÃO lhe parece estranho falar da sobrevivência miraculosa da vida? Inclinamo-nos a considerar a vida na terra — das plantas, dos animais e dos humanos — como algo mui corriqueiro. A maioria das pessoas, porém, ficariam surpresas se compreendessem tudo o envolvido na perpetuação da vida terrestre. E isso inclui sua própria vida. Considere apenas algumas razões pelas quais a sobrevivência da vida neste planeta pode ser corretamente chamada de milagre. Em resultado disso, prezará mais a vida que possui.

Provisões no Espaço

A vida na terra depende da luz e do calor do sol. Crê-se que o sol transforma matéria em energia na proporção de quatro milhões de toneladas por segundo e que pode continuar a fazê-lo por bilhões de anos. Mas, apenas dois bilionésimos da tremenda energia produzida pelo sol atingem por fim a terra. No entanto, isso basta para que a vida continue. Será por acaso que existe tal fornalha produtora de energia como é o sol?

No contínuo dilúvio de energia que emana do sol, há também a radiação que poderia destruir a vida. Mas, a atmosfera que cerca a terra provê protetor escudo. Por exemplo: a uns vinte e quatro quilômetros acima do solo, fina camada de ozônio na atmosfera filtra a maioria dos raios prejudiciais. Caso esta camada de ozônio se afastasse pelo espaço afora, a radiação prejudicial sem dúvida logo destruiria a vida vegetal, animal e humana. Isto moveu o Dr. F. E. Miller (do Instituto Smithsoniano) a observar que vivemos “milagrosamente” neste planeta, por causa da fina camada de ozônio em nossa atmosfera.

A vida na terra não só tem de ser protegida da radiação mortífera, para sobreviver, mas também precisa ser protegida do bombardeio de meteoros. E a vida é protegida. A maioria dos meteoros jamais atinge o solo, queimando-se em sua descida pela atmosfera. Numa camada quente da atmosfera, os meteoros explodem ou se desintegram em pó fino. Imagine só o que aconteceria se a maioria dos meteoros não fosse incinerada ali! Milhões de meteoros de vários tamanhos cairiam sobre todas as partes da terra, resultando em danos extensivos à vida e à propriedade.

A atmosfera não só serve de escudo, mas também fornece os gases absolutamente essenciais para a perpetuação da vida. Arthur Beiser, geofísico, descreveu o ar como “mistura constante, tendo 78% de nitrogênio, 21% de oxigênio, 0,9% de argônio, 0,03% de bióxido de carbono, e tendo vestígios de meia dúzia de outros gases, além de variável dose de vapor d’água”. Bem, alguns destes gases em si são altamente letais. Todavia, por estarem combinados exatamente nas proporções corretas, podemos inalá-los sem nos prejudicar. Daí, também, se a quantidade de oxigênio no ar fosse muito maior, os materiais combustíveis tornar-se-iam altamente inflamáveis, de modo que seria extremamente difícil controlar incêndios.

Poderia o simples acaso produzir uma combinação de gases exatamente certa para a vida na terra? Antes, não indica isto, bem como a forma de a vida ser protegida da radiação mortífera e da chuva de meteoros, que algum ser inteligente é responsável pelas provisões que tornaram possível a perpetuação da vida?

Água: Essa Provisão Maravilhosa

Sem água, a vida vegetal, animal e humana não seria possível. Felizmente há disponível água em abundância. E é deveras um líquido incomum. Cada molécula de água se compõe de dois átomos de hidrogênio e de um átomo de oxigênio. O hidrogênio é o gás mais inflamável que se conhece, e o oxigênio é necessário para a combustão. Todavia, quando dois átomos de hidrogênio se combinam com um átomo de oxigênio, produz-se, surpreendentemente, um dos melhores extintores de incêndios — água.

O efeito do frio sobre a água também ilustra tratar-se dum líquido ímpar. Ao esfriar a água nos lagos e nos rios, torna-se mais pesada e obriga a água mais leve e mais quente a subir. Todavia, quando a água como um todo atinge 3,9° centígrados, acontece algo maravilhoso — o processo se inverte! A água fica mais leve ao se aproximar do ponto de congelamento de zero grau centígrado e assim permanece como camada sobre a água mais quente embaixo. Esta camada superior então se transforma em gelo, e, sendo mais leve do que a água, flutua; assim se protege a vida marinha. Não fora tal fenômeno, todos os lagos e até os oceanos por fim se tornariam gelo sólido, transformando a terra num “congelador” em que nenhuma vida vegetal, animal ou humana poderia existir.

Surpreendente, também, é a forma em que as regiões distantes de rios, lagos e mares conseguem a água vital que perpetua a vida. O calor do sol muda com constância milhares de milhões de litros de água em vapor. Tal vapor, mais leve que o ar, flutua para o alto e forma nuvens no céu. O vento e as correntes atmosféricas, criadas pela energia solar, movimentam tais nuvens. Ao resfriar-se o ar nas nuvens, o vapor se condensa em pequenas gotículas que se ligam a partículas de pó. Tal pó atmosférico provém de várias fontes, inclusive de meteoros desintegrados. As gotículas em seguida se juntam, formando gotas maiores, a chuva.

As gotas de chuva só aumentam até certo tamanho e então começam a cair. O que aconteceria se isto não se desse e as gotas de chuva se tornassem colossais? Seria desastroso. Observa Arthur L. Brown, em seu livro Footprints of God (Pegadas de Deus): “Sem a provisão de chuvas brandas, a vegetação seria destruída, as culturas seriam enterradas no solo, as árvores ficariam desprovidas de folhas e frutos, os campos se tornariam valas profundas e o solo sofreria total erosão. Cada nuvem que passasse seria um objeto de terror. Mas, quão beneficente é o arranjo que existe! Ao invés de ruinosas cascatas de água, goteja em gotas suaves e fertilizadoras, como se a nuvem fosse furada como uma peneira, com pequeninas aberturas. As gotas caem e raramente uma lâmina de grama sofre, ou se machuca a flor mais delicada.” — Págs. 110, 111.

Não sugerem estes fatos sobre as reservas vitais de água da terra que há um Arquiteto Mestre por trás de tudo isso?

A Interdependência da Vida

Na verdade, ao considerarmos a terra ao redor de nós, não podemos deixar de ficar impressionados em constatar que uma forma de vida depende de outra.

Exemplificando: a vegetação verde produz carboidratos, alimento essencial ao homem e aos animais. Como as plantas fazem isto ainda deixa perplexos os cientistas. Afirma um fitofisiólogo, Lawrence C. Walker: “A maior incógnita para o botânico é como sintetizar o carboidrato quando lhe dão os ingredientes usados por qualquer planta verde para esse fim. Pode-se preparar a clorofila em laboratório. Podem-se misturar os gases atmosféricos em qualquer proporção, e se pode fornecer a energia da luz como catalisador (acelerador). Todavia o carboidrato simplesmente não aparece. Se se desvendasse o segredo, o homem poderia com toda probabilidade alimentar o mundo — usando uma fábrica do tamanho de uma escola comum.”

As plantas não só produzem carboidratos, mas, no processo, usam o bióxido de carbono e liberam oxigênio, tão vital para a vida humana e animal. Assim, seu processo de fabricação purifica continuamente o ar. Quão diferente isto é das fábricas do homem que são responsáveis de poluir o ar!

Há evidência da interdependência das coisas vivas nas contribuições feitas pelas bactérias, pelos insetos, pelas aves e por outros animais em manter a produtividade do solo. Os dejetos de várias criaturas enriquecem o solo de valiosos nutrientes, tais como o nitrogênio solúvel. Certas bactérias do solo convertem o nitrogênio em compostos de que as plantas precisam para crescer. A espessura do solo arável aumenta à medida que vermes escavadores e insetos continuamente trazem à superfície partículas do subsolo.

Não há algo miraculoso sobre toda essa interdependência?

Milagres no Tempo do Nascimento Humano

Pense, também, na forma em que nós humanos, viemos ao mundo. Considere, por exemplo, duas mudanças ocorridas com relação ao sistema circulatório por ocasião do nascimento.

O coração adulto normal é como dupla bomba que cuida de dois sistemas circulatórios separados. O lado esquerdo contém sangue oxigenado, ao passo que o lado direito contém sangue não oxigenado. A completa separação entre as duas câmaras do coração impedem que o sangue não oxigenado se misture com o sangue oxigenado que provém dos pulmões.

O bebê por nascer, contudo, não precisa de dois sistemas separados para a circulação do sangue. Por que não? Porque, embora o sangue do bebê e da mãe sejam mantidos separados através da placenta, por meio deste órgão o sangue da mãe tanto leva embora os resíduos como fornece oxigênio e nutrição. Visto que os pulmões do bebê por nascer ainda não funcionam, o sangue não pode ficar separado, mas precisa todo ele fluir junto. Como se realiza isto? O sistema circulatório do bebê por nascer tem duas “pontes”. Há um orifício na parede divisória (septo) do coração. Este orifício permite que o sangue se misture nas duas câmaras. Há também um canal ou conduto entre as duas artérias principais que partem do coração. No entanto, por ocasião do nascimento, a permanência do orifício e do canal arterial significaria a morte.

Como muda o arranjo, e isso é feito no momento exato, são milagres que atordoam os cientistas. Retalhos de tecido ao redor do orifício no coração fecham-no instantaneamente por ocasião do nascimento. Com o tempo, novo tecido cresce por todo o antigo orifício, selando-o por toda a vida. O canal arterial possui uma camada dura de músculo liso que se contrai no nascimento, fechando o canal e forçando o sangue a ir aos pulmões. Por fim, o músculo contraído se degenera e desaparece. Na ampla maioria dos nascimentos que ocorrem a cada minuto, tais ajustes maravilhosos são feitos sem falha. E continuamos vivendo porque ocorreram ao nascermos. Natural é que, nos raros casos em que tais ajustes não ocorrem, uma operação cirúrgica pode amiúde corrigir tal defeito.

Na verdade, a perpetuação da vida é uma maravilha. E não aponta o fato de que a vida continua até o dia de hoje a existência de um Dador da vida? A Bíblia identifica-o como sendo Deus. (Gên. 1:1) Não mostra a forma maravilhosa em que Ele proveu a perpetuação da vida que ele se interessa ativamente por Sua criação? Não nos fornece isto garantia de que jamais permitirá que o homem torne esta terra um ermo inabitável? (Rev. 11-18) Não é também razoável concluirmos que Ele deve ter grandioso propósito para a humanidade?

Quantas razões temos, então, para buscarmos fervorosamente ter uma boa relação com Ele, e participar nesse propósito!

[Diagrama na página 6]

(Para o texto formatado, veja a publicação)

Vapor Esfria, Forma Nuvens

Nuvens Esfriam, Causando Precipitação

Chuva

Evaporação da Precipitação

Vapor d’Água Invisível

Precipitação Penetra no Solo

Evaporação dos Rios e Lagos

Evaporação do Solo e Transpiração das Plantas

Evaporação dos Oceanos

Água Subterrânea Flui Para Lagos, Rios, e Oceanos.

A água, vital para toda a vida terrestre, é transferida pela energia solar dos rios e lagos e cai ao solo, em suaves gotas.

[Foto na página 5]

200 milhões de meteoros bombardeiam a atmosfera cada dia; a atmosfera nos protege por fazê-los desintegrar-se.

O ozônio filtra os raios mortíferos do sol, mas permite que passem os necessários para a luz.

Ar com a exata combinação de gases para os humanos respirarem.

[Foto na página 8]

Antes de nascer, o bebê tem um orifício em seu coração — vital à vida. Miraculosamente, no instante do nascimento, retalhos de tecido fecham o orifício; isto é vital para a vida fora do útero da mãe.

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