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  • Deve tomar bebidas alcoólicas?
    A Sentinela — 1974 | 1.° de junho
    • o beber como medida da qualidade de adulto ou de ser “verdadeiro homem”. (3) Quando ninguém era pressionado para beber e quando a rejeição duma bebida não era menosprezada mais do que a rejeição dum pedaço de pão. (4) Quando se desaprovava fortemente o excesso no beber, não sendo considerado nem ‘na moda’, nem cômico ou algo a ser tolerado. E, talvez o mais importante, (5) quando havia um acordo unido e coerente sobre o que é direito e o que é errado no que se refere ao uso de tais bebidas, dando os pais um bom exemplo de moderação.

      Seu guia melhor e mais seguro, naturalmente, é a Palavra de Deus. Conforme já vimos, ela fornece exemplos do uso correto das bebidas alcoólicas e uma forte advertência contra o mau uso delas. Aconselha os jovens a ser “obedientes aos vossos pais em união com o Senhor, pois isto é justo”. (Efé. 6:1) Respeite o critério de seus pais, baseado na Palavra de Deus, quanto a se deve tomar bebidas alcoólicas ou não, ou sob quais circunstâncias pode fazer assim. Será sábio se evitar entregar-se a elas quando os que as tomam são todos jovens, sem haver presentes pais ou parentes para prover uma influência controladora. — Pro. 1:7-9; 6:20-22; 22:15.

      Acima de tudo, para a sua felicidade duradoura, ‘quer coma, quer beba, quer faça qualquer outra coisa, faça todas as coisas para a glória de Deus’. — 1 Cor. 10:31.

  • Jeová abre os corações
    A Sentinela — 1974 | 1.° de junho
    • Jeová abre os corações

      ÀS VEZES, as circunstâncias que fazem com que as pessoas entrem em contato com a mensagem da Bíblia são muito incomuns e ilustram que Jeová Deus, deveras, abre os corações para se prestar atenção à verdade. — Atos 16:14.

      Uma das testemunhas de Jeová, um ministro pioneiro especial que serve na Austrália, relata:

      “Quando chegamos pela primeira vez a Coonamble, soubemos de um homem jovem interessado na Palavra de Deus. Seu nome era Tony e ele morava numa tenda de meia-água em Lightning Ridge, 120 milhas [c. 190 km] distante. Pensávamos que não teríamos nenhuma dificuldade em achá-lo, até que vimos Lightning Ridge! Havia uma tenda de meia-água quase debaixo de cada árvore. Andamos em volta um pouco, de carro, e por fim fixamos os olhos numa única tenda. Quando nos aproximamos, saiu um jovem. Dissemos-lhe que estávamos à procura dum jovem que se interessava em estudar a Bíblia conosco. Ele ficou muito emocionado e disse que era ele.

      “Este jovem, andando pelo leito seco dum riacho em Annarke em busca de safiras, achou um pequeno livro, cuja capa estava tão inchada, que caiu fora quando o apanhou. Ele leu o livro duas vezes, traduziu-o para o esloveno e enviou a sua tradução aos seus pais na Europa. Tratava-se do livro A Verdade Que Conduz à Vida Eterna.

      “Durante dois meses, visitamos Tony cada segunda-feira à noite e estudamos o livro Verdade à luz de velas. Ele decidiu então abandonar a mineração de opalas e veio a Coonamble, passando a morar conosco no Salão do Reino. Além de estudar pessoalmente, ele trabalhava no Salão do Reino, limpando-o e arrumando-o. E visto que era eletricista de profissão, instalou todas as luzes no Salão do Reino.

      “Por fim, foi batizado no riacho que corre atrás de nosso salão, depois de ter de escavar um buraco bastante grande e fundo para que coubesse nele, visto que o riacho estava quase seco.”

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1974 | 1.° de junho
    • Perguntas dos Leitores

      ● Quando o pai (ou a mãe) proíbe a um jovem estudar a Bíblia ou associar-se com as testemunhas cristãs de Jeová, precisa ele obedecer em tais assuntos?

      A Bíblia ordena aos filhos: “Sede obedientes aos vossos pais em união com o Senhor, pois isto é justo.” (Efé. 6:1) “Em tudo sede obedientes aos vossos pais, pois isso é bem agradável no Senhor.” (Col. 3:20) Como firmes defensores da Bíblia, as testemunhas de Jeová exortam constantemente os Jovens a seguir este conselho divino. No entanto, incluir-se neste assunto o Senhor Jesus Cristo mostra que a obediência aos pais não é absoluta. A autoridade de Jesus Cristo é muito maior do que a de qualquer pai terrestre. Jesus recebeu “toda a autoridade no céu e na terra” e ele é a “cabeça de todo homem”. — Mat. 28:18; 1 Cor. 11:3.

      Por conseguinte, sempre que o pai exige que seus filhos desobedeçam à lei de Cristo e assim também à lei de Deus, ele vai além do domínio de sua autoridade. Em tais ocasiões, portanto, os filhos terão de decidir o que fazer. Por exemplo, que dizer se um pai ordena ao seu filho a furtar, a mentir, a defraudar ou a se empenhar em outros atos ilícitos? O filho talvez se aperceba de que Deus proíbe tais coisas. Portanto, o filho poderá decidir obedecer à lei superior de Deus e de Cristo e não fazer a vontade de seu pai.

      Até mesmo a lei do país impõe certa responsabilidade sobre os filhos neste respeito. Pode considerar o filho responsável por cometer um crime às instâncias do pai. O compêndio American Jurisprudence diz: “O filho que age sob as ordens de seus pais pode, no devido caso, se desculpado pelo crime que cometeu, embora a ordem do pai nem sempre desculpe o menor de cometer um crime. Quando o filho comete um ato ilícito na presença de seu pai, sob a direção dele, e por causa da intenção criminosa do pai, deve parecer que o filho era imaturo em anos ou na mente e estava inteiramente sob o domínio, a direção e o controle do pai, antes de o crime tornar-se o do pai e não do filho.”

      De modo similar, a lei de Deus não desculpa os filhos pelos atos ilícitos apenas por serem menores. Por exemplo, quando uns pequenos rapazes mostraram flagrante desrespeito para com o profeta Eliseu, Jeová Deus não os poupou à punição, embora talvez fosse a atitude dos seus pais para com Eliseu que os induzisse a agir assim. (2 Reis 2:23, 24) Isto ilustra que Jeová Deus considera os filhos responsáveis ao violarem conscientemente suas ordens.

      Naturalmente, crianças muito jovens nem sabem, nem entendem todos os requisitos de Deus. Portanto, mesmo que apenas um dos progenitores seja servo verdadeiro de Deus, os filhos pequenos são misericordiosamente considerados como santos ou puros do ponto de vista de Deus. (1 Cor. 7:14) Naturalmente, o progenitor crente tem a responsabilidade de ensinar aos filhos a vontade divina apesar da atitude do cônjuge incrédulo. (Pro. 6:20) Daí, quando os filhos se tornam mais velhos, eles passam a ter perante Deus a responsabilidade de agir em harmonia com o que sabem ser direito. Isto Inclui assuntos relacionados com a adoração verdadeira. É a vontade de Deus que seus servos aprovados estudem a Sua Palavra, se reunam com concrentes e proclamem a verdade bíblica a mais outros. — Mat. 24:14; João 17:3; Heb. 10:24, 25.

      Entretanto, quando o pai proíbe tal atividade cristã, os filhos poderão explicar-lhe razoável e respeitosamente a sua situação. Tal explicação terá peso quando acompanhada por conduta exemplar. Realmente, o pai não deve ter nenhum motivo legítimo de queixa contra os filhos que procuram fazer a vontade divina. Se os filhos puderem ajudá-lo a reconhecer que se tornaram filhos e filhas melhores, desde que começaram a estudar a Palavra de Deus, isto poderá contribuir muito para vencer qualquer preconceito. Pode ajudá-lo a ver que seus filhos são verdadeiro motivo de honra para ele e se destacam em nítido contraste com o crescente número dos Jovens desrespeitosos e desregrados do mundo atual. Depois de refletir sobre tais pontos, ele talvez não objete em absoluto a que seus filhos continuem a seguir o proceder que torna as coisas mais fáceis para ele como chefe da família.

      Há ocasiões em que os filhos são os únicos na família que querem aprender a Palavra de Deus. Poderão ir ao lar de uma das testemunhas de Jeová e fazer perguntas bíblicas ou mesmo freqüentar as reuniões no Salão do Reino. Se os pais exigirem que seus filhos cessem toda a associação com as testemunhas de Jeová, os filhos terão de decidir o que irão fazer, à base do que sabem ser certo. Se os pais começarem a supervisionar diretamente todos os aspectos da atividade de seus filhos e lhes impedirem toda associação possível com as testemunhas cristãs de Jeová, isto não impedirá que os jovens demonstrem seu desejo de fazer a vontade de Deus por manterem uma conduta excelente, por estudarem sozinhos a Bíblia e por orarem pelo tempo em que estarão mais livres para seguir a adoração verdadeira e poderão continuar a pedir a permissão dos pais para participar mais plenamente na atividade cristã.

      Por outro lado, embora neguem o pedido do filho de assistir às reuniões cristãs ou de que venha um ministro e estude a Bíblia com ele, talvez os pais não exerçam grande vigilância. Qual é a responsabilidade das testemunhas cristãs de Jeová para com tal filho? As testemunhas de Jeová respeitam corretamente os desejos dos pais quanto ao que se deve fazer no lar deles. Mas isto não significa que as testemunhas de Jeová não possam responder a perguntas bíblicas suscitadas pelos jovens que as visitam ou que se encontram com elas na rua ou em outra parte. As testemunhas de Jeová não tem nenhuma responsabilidade de mandar os filhos embora de seus Salões do Reino, só porque os pais talvez não queiram que estes assistam às reuniões ali. A Bíblia diz: “Quem quiser, tome de graça a água da vida.” (Rev. 22:17) Se os jovens estiverem entre os que desejam a água da vida, quem é que pode mandá-los embora? Jesus Cristo disse aos seus discípulos: “Deixai as criancinhas e parai de impedi-las de vir a mim, pois o reino dos céus pertence a tais.” — Mat. 19:14.

      “Jesus chamou a si as crianças, dizendo: ‘Deixai vir a mim as criancinhas e não tenteis impedi-las. Pois o reino de Deus pertence a tais.’” — Luc. 18:16.

  • Pode a história repetir-se?
    A Sentinela — 1974 | 1.° de junho
    • Pode a história repetir-se?

      No seu estudo da ascensão e queda das nações, talvez tenha notado uma similaridade que sugere a repetição da história o mesmo se dá hoje com relação às igrejas da cristandade.

      Elas seguem tão de perto um proceder que levou uma cidade antiga à calamidade, que podem ser chamadas coletivamente como sendo a equivalente moderno daquela cidade. Leia os pormenores surpreendentes no livro “As Nações Terão de Saber que Eu Sou Jeová” — Como?. Este livro encadernado, de 384 páginas, contém uma consideração pormenorizada do livro bíblico de Ezequiel. Envie apenas Cr$ 3,50.

      Queiram enviar-me o livro “As Nações Terão de saber que Eu Sou Jeová” — Como? pelo qual envio Cr$ 3,50. Espero receber também como prêmio um folheto sobre um assunto bíblico oportuno.

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