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  • Quão importante é obedecer?
    A Sentinela — 1977 | 15 de setembro
    • Quão importante é obedecer?

      CERTO jogador de basebol sabia muito bem o que se esperava dele. Podia usar seu bastão como bem entendesse, a menos que seu técnico lhe indicasse outra coisa. Mas aquele lhe parecia o jogo mais importante e ele tinha certeza de que podia mostrar melhor critério do que o técnico. Portanto, embora lhe fosse mandado “bater de leve”, fez o contrário; bateu na bola com tanta força, que resultou num home run e em ganhar o jogo. Os fãs de basebol, sem dúvida, o aclamaram como herói, mas ele foi multado em cem dólares por desobedecer a seu técnico. Aprendeu que a obediência era mais importante do que ganhar um jogo.

      Isto aconteceu há muitos anos, e outros jogadores, desde então, tiveram de pagar multas por diversos motivos. Mas, seria de perguntar: Foi justo, eqüitativo e razoável multar um jogador por ganhar o jogo? Não, ele não foi multado por ganhar o jogo, mas por contrariar as ordens. O que aconteceria ao esporte do basebol, se cada jogador fizesse o que bem entendesse? Onde estaria o trabalho em equipe? Além disso, embora neste caso isolado o critério do batedor talvez fosse melhor, quantas vezes se dá isto? Outrossim, quem pode dizer se o jogo não seria também ganho se o batedor tivesse obedecido? Sim, alguns são contratados e pagos para indicar a jogada, porque eles supostamente se sobressaem nisso; outros são pagos para cooperar com eles. A cooperação muitas vezes significa obedecer, o que aquele jogador deixou de fazer.

      O próprio som da palavra “obedecer” irrita a muitos. Algumas noivas modernas objetam à palavra “obedecer”, nos seus votos maritais. São muitos os que desejam estar livres para fazer o que querem, para fazer ‘o deles’. Mas a vida começa e continua apenas enquanto obedecermos. Por quê? Porque todos precisamos obedecer às leis da criação — tais como a gravidade, a causa e o efeito, o metabolismo, e assim por diante — para continuarmos vivos.

      Não somente é no nosso interesse obedecer às leis da criação, mas é também no nosso interesse obedecer às leis que os homens fizeram para o funcionamento ordeiro da sociedade humana. Os anarquistas acabariam com todas as leis; mas quanta confusão e perigo resultariam disto! Tome apenas o simples caso dos semáforos num cruzamento movimentado de ruas. Sem estes semáforos e a obediência dos motoristas, o trânsito naquele ponto ficaria totalmente engarrafado, sem se mencionar quantas pessoas talvez fossem mortas por causa dos acidentes. Não há dúvida de que a obediência às leis do trânsito são importantes!

      Ou considere os homens numa orquestra sinfônica. O regente talvez seja um gênio, mas que adiantaria isso se os seus instrumentistas não lhe obedecessem? Os músicos sabem muito bem quanta importância tem a obediência, porque seu emprego depende de obedecerem implicitamente ao regente, às notas e ao primeiro músico de sua seção! É a obediência importante para eles? Certamente que é!

      Os exemplos poderiam ser multiplicados, mas o que se acaba de mencionar deve bastar para dar destaque à importância da obediência em assuntos cotidianos da vida. Portanto, é de se esperar que Deus, na sua Palavra, a Bíblia Sagrada, que proveu como ‘lâmpada para o nosso pé e luz para a nossa senda, enfatizasse a importância da obediência em assuntos espirituais. (Sal. 119:105) De fato, a palavra “obedecer”, nas suas várias formas, ocorre mais de 160 vezes na Bíblia, e centenas de vezes encontramos referência a mandamentos, leis, ordens, decisões judiciais e regulamentos de Deus, todos os quais exigem obediência da parte daqueles que amam a Jeová Deus. Logo nos capítulos iniciais de Gênesis, o primeiro livro da Bíblia, conta-se que toda a dificuldade que temos no mundo resultou de nossos primeiros pais não terem obedecido a Deus. — Gên. 2:17; 3:11-19.

      Pela própria natureza das coisas em cada sociedade humana, se há de haver ordem, harmonia e realização, precisa haver cooperação, e a cooperação envolve certa medida de obediência. Mas quem deve decidir quanto a quem deve dar ordens e quem deve obedecer? Visto que Deus criou a terra e o homem sobre ela, e tudo lhe pertence, não tem ele o direito de exigir que o homem lhe obedeça? E, sendo assim, também tem o direito de delegar a alguns o direito de dar ordens e a outros o requisito de obedecer a elas. E tudo isso Deus faz de modo sábio e amoroso, não arbitrário.

      A Palavra de Deus ordena: “Filhos, em tudo sede obedientes aos vossos pais, pois isso é bem agradável no Senhor.” (Col. 3:20) É esta uma ordem amorosa e sábia? Deveras é, porque os pais não somente trouxeram os filhos ao mundo, o que já em si mesmo os torna responsáveis, mas eles têm mais experiência e a obrigação de prover aos filhos alimento, roupa, abrigo, educação, treinamento, instrução religiosa e recreação. Como poderiam desincumbir-se devidamente desses deveres, se os filhos não cooperassem com eles por obedecerem? Não poderiam, assim como tampouco o regente poderia executar devidamente uma peça musical, a menos que seus instrumentistas cooperassem plenamente por lhe obedecerem!

      E há outros campos de atividade humana em que Deus exige que as pessoas obedeçam. Por exemplo, requer-se obediência na relação marital, se há de haver paz, harmonia e felicidade na família (Efé. 5:21-23), entre os cidadãos com relação aos seus governos, para prevalecer a justiça (Rom. 13:1-7), entre servos ou empregados com relação aos senhores ou patrões, para se conseguir realizar o trabalho (Efé. 6:5-8), e entre os membros individuais duma congregação, com relação aos seus superintendentes ou anciãos, para proveito mútuo. (Heb. 13:17) Naturalmente, toda esta obediência é relativa, significando que é prestada enquanto não contrariar as ordens de Deus. — Atos 5:29.

      Na Bíblia há um incidente que mostra quão vitalmente importante é que o povo dedicado de Deus lhe obedeça em todas as coisas. O primeiro monarca de Israel, o Rei Saul, recebera de Jeová Deus a ordem de executar uma justiça retribuidora na nação amalequita, por seu ataque covarde enquanto Israel estava no ermo. Contrário às instruções de Deus, Saul não destruiu o rei e os rebanhos dos amalequitas, sob a desculpa de que poupara os rebanhos, a fim de oferecer um sacrifício. Mas, o profeta Samuel disse-lhe: “Obedecer é melhor do que um sacrifício, prestar atenção é melhor do que a gordura de carneiros. . . . Visto que rejeitaste a palavra de Jeová, ele concordemente rejeita que sejas rei.” — 1 Sam. 15:22, 23.

      Quão importante é a obediência? Deveras, é muitíssimo importante!

  • Por que meditar?
    A Sentinela — 1977 | 15 de setembro
    • Por que meditar?

      REQUER tempo para meditar, quer dizer, para ponderar, refletir ou pensar seriamente num assunto. Mas é tempo bem gasto. A meditação refletida sobre coisas sadias traz uma bela recompensa.

      A Bíblia fornece excelente orientação sobre os assuntos que devem corretamente ocupar nossos pensamentos. Lemos: “Todas as coisas que são verdadeiras, todas as que são de séria preocupação, todas as que são justas, todas as que são castas, todas as que são amáveis, todas as coisas de que se fala bem, toda virtude que há e toda coisa louvável que há, continuai a considerar tais coisas.” — Fil. 4:8.

      Quando alguém toma tais coisas edificantes por objetivo de sua contínua meditação, isso produz um bom efeito no seu coração. Seu apreço da correção de tais assuntos nobres aumenta e ele se torna mais apercebido de que sua atuação em harmonia com a sua meditação tem bom efeito sobre si mesmo e sobre seus próximos. Em resultado, o que ele diz e faz aproxima-se cada vez mais da norma de Deus para a pureza e limpeza. Isto é mostrado pelas palavras de Jesus: “O homem bom, do bom tesouro do seu coração, traz para fora o bom, mas o homem iníquo, do seu tesouro iníquo, traz para fora o que é iníquo; pois é da abundância do coração que a sua boca fala.” — Luc. 6:45.

      Por conseguinte, quanto mais alguém se concentra em assuntos edificantes e positivos, tanto mais isto se refletirá na sua fala e nas suas ações. É conforme diz o provérbio bíblico: “O coração do justo medita a fim de responder, mas a boca dos iníquos borbulha com coisas más.” (Pro. 15:28) A meditação proveitosa serve para impedir que alguém dê respostas desequilibradas e insensatas. Não falará apenas o que lhe vem à mente. Em vez disso, pesará todos os fatores envolvidos, tomando em consideração a situação e os sentimentos dos outros, antes de responder a questões ponderosas. Sua resposta de coração assim não será lamentada mais tarde.

      Além de contribuir assim para a preservação das boas relações entre os homens, a meditação desempenha um papel vital em manter a boa situação perante o Criador. Nós, portanto, iguais aos salmistas inspirados, faremos bem em usar o tempo de sossego e solidão para meditar nas qualidades e atividades de Jeová Deus. O salmista Davi declarou: “Quando me lembro de ti no meu leito de repouso, medito em ti durante as vigílias da noite. Pois mostraste ser de auxílio para mim, e eu grito de júbilo na sombra das tuas asas.” (Sal. 63:6, 7) Outro salmista declarou: “Meditarei certamente em toda

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