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  • Apresentando as Boas Novas — Onde não há pronta aceitação
    Nosso Ministério do Reino — 1974 | dezembro
    • Apresentando as Boas Novas — Onde não há pronta aceitação

      1 O que se pode fazer para terminar uma visita com tato, quando perceber que o morador decididamente não está interessado? (Pro. 15:23; 25:11) Devem-se continuar os esforços para estimular o interesse ou colocar publicações, até que a porta seja fechada violentamente, ou é melhor que termine a visita, respeitando os desejos do morador na ocasião? — Ecl. 3:7.

      2 Os publicadores com discernimento sabem que há uma diferença entre oferecer a mensagem do Reino de modo claro e compreensível, deixando o morador decidir o que quer fazer e tentar impor a mensagem a alguém usando métodos de pressão usados por vendedores mundanos. Jeová não obriga a ninguém a adorá-lo, mas, antes, deixa cada um escolher a quem servirá. (Jos. 24:15) Se tivermos apresentado o assunto de modo claro, para que o morador saiba o que lhe oferecemos, e ele então indicar que não está interessado, há satisfação em saber que fizemos o melhor que pudemos para dar uma apresentação clara e compreensível, não há?

      3 Quando alguém não quer aceitar a oferta duma publicação ou dum estudo bíblico domiciliar, não há necessidade de considerá-lo como “inimigo”. As pessoas podem mudar conforme sabemos. Ainda podemos continuar amigáveis, talvez dizendo: “Tive prazer em falar-lhe alguns minutos. Talvez o possa visitar novamente por uns minutos, da próxima vez que eu passar.”

      4 O que se consegue por fazer as coisas assim? Em primeiro lugar, o morador deve ficar impressionado com o fato de que reconheceu o conceito dele, respeitando seu direito de ele mesmo decidir tais assuntos importantes. Talvez pela razoabilidade que demonstrou em ceder, em vez de levar a questão ao ponto de ele ficar irritado e achar necessário interromper a conversa, ele esteja mais inclinado a ouvir, nas visitas que lhe fizer no futuro.

      5 Quando não for possível começar nem mesmo uma breve palestra, porque o morador diz que está ocupado, devemos reconhecer bondosamente sua objeção, talvez comentando: “É cada vez maior o problema de arranjar bastante tempo para cuidar de tudo o que queremos fazer, não é?” e dar-lhe um convite, sugerindo: “Quando tiver alguns instantes de folga, talvez queira considerar a idéia expressa no verso deste convite (mencione brevemente qual é) e talvez possamos falar sobre isso da próxima vez que eu passar.”

      6 A pessoa talvez esteja mesmo ocupada, mas, em muitos casos, as pessoas dizem isso para não se envolver numa palestra comprida, o que talvez tenha acontecido antes, na visita duma Testemunha ou dum vendedor mundano. Ou talvez ache que a melhor defesa é nem deixá-lo começar. Em resultado de sua resposta compreensiva e de sua consideração, a pessoa talvez até mesmo indique estar disposta a continuar ali mesmo a palestra. Neste caso, use de discernimento para ver quando deve terminar a palestra.

      7 Seguirmos tais sugestões não significa que não fazemos nenhum esforço para lidar com objeções, nem que desistimos logo do empenho de persuadir a pessoa a aceitar a mensagem do Reino. (2 Cor. 5:20) O tempo e as circunstâncias talvez decidam o interesse ou a reação da pessoa, de modo que temos cuidado em não julgar as pessoas à base de sua resposta à nossa apresentação numa única visita. Mas quando vemos que a mente da pessoa está fechada, sabemos que não há necessidade de continuar a falar até que nos fechem a porta, se pudermos evitar isso. Antes, conseguiremos muito mais por usarmos de discernimento para terminar a palestra, quando não se mostra nenhum interesse real.

  • Perguntas Respondidas
    Nosso Ministério do Reino — 1974 | dezembro
    • Perguntas Respondidas

      ● Como podemos obter ajuda para resolver um problema pessoal?

      Há grande satisfação em poder resolver os próprios problemas com a ajuda da Palavra de Deus. Muitos verificam que podem resolver com bom êxito a maioria das dificuldades pessoais por meio da oração e do estudo pessoal da Bíblia. Melhor do que qualquer outro, Jeová conhece nossos problemas e nos convida a nos dirigir a ele em busca de ajuda. (Heb. 4:16: Tia. 1:2-5; “A Sentinela”, 1.º de janeiro de 1975, páginas 30, 31) Podem-se usar os índices nas publicações para achar matéria que trate de problemas específicos e o conselho bíblico que se aplica.

      Depois de seguir as sugestões acima, se ainda achar necessário ter ajuda, fale com um dos anciãos de sua congregação. Estes irmãos conhecem a você e sua situação: usualmente estão em boas condições para lhe dar o conselho necessário da Palavra de Deus. Lembre-se de que o arranjo dos anciãos é a provisão de Jeová para prover ajuda espiritual.

      Se o problema persistir e tiver bons motivos para achar que precisa de mais ajuda ainda, poderá escrever à Sociedade Se decidir escrever, sugerimos que siga o seguinte proceder: Identifique a si mesmo, sua congregação e quaisquer outras pessoas envolvidas diretamente. Nunca respondemos a cartas anônimas. Não pergunte sobre situações hipotéticas. Declare as coisas de modo exato, evitando conjeturas e pormenores não relacionados. Forneça informações completas, especificando claramente a natureza do seu problema. Relate o que já faz para solucioná-los e por que acha que não teve bom êxito. Far-se-á um esforço para indicar os princípios bíblicos que se aplicam. Se escrever a respeito do conselho dado pelos anciãos, convém dar-lhes uma cópia de sua carta. Quando há outros envolvidos, a Sociedade talvez envie uma cópia de sua resposta aos anciãos, para que saibam que conselho foi dado.

  • Notícias Teocráticas
    Nosso Ministério do Reino — 1974 | dezembro
    • Notícias Teocráticas

      ◆ As Ilhas Britânicas relataram que 108.102 assistiram às assembléias de distrito — pela primeira vez mais de 100.000 estiveram presentes num só ano, na história daquele país. O total dos batizados no ano de serviço, até o fim de julho, foi de 7.600 pessoas — 25 por cento mais do que o total do ano anterior.

      ◆ Israel relata que tem agora 5 congregações, sendo uma segunda formada em Tel Aviv. Os publicadores que relataram em julho foram 30 por cento mais do que a média do ano anterior.

      ◆ Pela primeira vez, a Nigéria ultrapassou o marco dos 100.000 publicadores (100.347). Há muito potencial de aumento, visto que o relatório final da Comemoração mostrou que 258.978 assistiram a ela.

      ◆ Quênia ultrapassou pela primeira vez o marco dos 1.500 publicadores, com 1.534 publicadores, um aumento de 33 por cento.

      ◆ O total dos batizados na Argentina até o fim de julho, foi 61 por cento maior no ritmo do que no ano passado; 4.475 batizados.

      ◆ A República Dominicana relata um aumento de 27 por cento, com 5.679 publicadores em julho. Há mais batizados do que em qualquer ano anterior.

      ◆ As outras notícias se referem aos nossos irmãos na aguerrida Chipre. Soubemos que os irmãos na filial, e mais 350 a 400 irmãos, tiveram de abandonar seus lares e refugiar-se na parte grega da ilha. Mais tarde, alguns irmãos, com grande risco, voltaram ao prédio da filial quando os turcos estavam apenas a 100 metros de distância, e puderam recuperar importantes registros, arquivos e literatura. Tudo isso foi transferido para o lar missionário em Limassol. Tanto quanto se sabe, nenhum irmão em Chipre perdeu a vida por causa da luta, mas ainda não se sabe de dez irmãos que moram na parte turca. A filial na Grécia recebeu instruções para enviar o que puder em matéria de roupa de cama, alimentos e dinheiro, para ajudar nossos irmãos em Chipre.

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